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quarta-feira, fevereiro 22, 2012

SAMBA COMO DISCIPLINA ESCOLAR?

Transcrevo a matéria que segue e abaixo comento. Vale a pena prestar a atenção nisto. Vejam:
 
Com estudantes da rede pública do município da Baixada Santista, ele desenvolve o projeto interdisciplinar Escola com Samba, atividade bem recebida pelos alunos envolvidos. Participam do trabalho estudantes na faixa etária de oito a dez anos, matriculados nas séries iniciais do ensino fundamental.

Na visão de Antonio Cesar Lins Rodrigues, professor de cultura popular nas unidades municipais de ensino Espírito Santo e Antonio Ortega Domingues, o samba tem uma característica, a "propriedade-elo", por ele considerada mais do que necessária à interligação dos conhecimentos. "O samba, com a sua riqueza semântica, sócio-histórica e esteticorreivindicatória, é um campo do saber que se entremeia na seara disciplinar", destaca Antonio Cesar, que também coordena a área de educação para a diversidade no Centro de Apoio Pedagógico e Formação Continuada do município e trabalha no projeto Crescer, que atende estudantes de todas as escolas de Cubatão no turno oposto aos das aulas regulares.
(...)
Com licenciatura plena em pedagogia e em educação física, 27 anos de magistério, Antonio Cesar começou a desenvolver projeto de introdução da cultura popular no currículo escolar no fim de 2008. O objetivo era conquistar espaço permanente para as culturas populares - no caso específico do Escola com Samba, para a cultura negra. O propósito do professor é permitir que as culturas populares apareçam na escola não apenas em datas comemorativas e folclóricas e que passem a ser consideradas conhecimento popular legitimado. 


Com mestrado em educação, especialização em mídias na educação e em escolarização e diversidade, Antonio Cesar conclui curso de doutorado em educação na Universidade de São Paulo (USP). Sua tese trata do tema Corpos e Culturas Invisibilizados na Escola.
Do portal da RBS/Diário Catarinense

MEU COMENTÁRIO: Constata-se nesta notícia a adoção sem qualquer limite, do pensamento políticamente correto nas escolas brasileiras. Em contrapartida não se confere a mesma importância para o ensino das ciências, da matemática, da física, embora se saiba que a maior carência do alunado brasileiro seja exatamente no que diz respeito às disciplinas que listei. 
O Brasil continua sendo um dos países mais atrasados do mundo nas áreas científica e tecnologica. O samba, aliás, nunca precisou ser ensinado em escolas, que o digam os dirigentes de escolas de samba.
Outra coisa completamente desnecessária circunscreve-se à propalada diversidade. Isto porque a cultura brasileira na sua totalidade funda-se na diversidade que é a essência da formação cultural em geral da sociedade brasileira. E isto está representado não só no samba, mas também na total miscigenação e no convívio natural entre homens e mulheres de todas as etnias. Isto está representado provavelmente em cerca de 80% da população brasileira e começou quando colonizador português escapava da casa grande no breu da madrugada, de lamparina não mão, para alcançar a senzala em busca de uma eventual companhia sexual.
Por mais deletério que seja esse ato, a verdade é que foi o primeiro passo para fundar a miscigenação e abrir o caminho para o multiculturalismo no Brasil e   abalar os alicerces do maldito escravagismo trazido pelo colonizador português.
O Brasil é por isso um país multicultural. E isto pode ser visto nos desfiles das escolas de samba, um exemplo de diversidade institucionalizada a mostrar que carece qualquer fundamento legítimo insistir nesse tema como disciplina escolar. 
Repito: o sistema de ensino brasileiro precisa urgentemente valorizar com a prioridade das prioridades o ensino das ciências, da tecnologia e da matemática.


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domingo, maio 01, 2011

DILMA PERMITE QUE O MEC FAÇA LAVAGEM CEREBRAL NAS ESCOLAS. REPUGNANTE! VERGONHOSO! INFAME!

Matéria que está na Folha de São Paulo deste domingo mostra o efeito perverso e deletério do Foro de São Paulo, a organização esquerdista fundada por Lula e seus sequazes que dá o tom para os governos marxistas da América Latina. Com a sociedade órfã de partidos de Oposição que viram as costas para a sociedade e brigam entre si, teremos no futuro uma sociedade de idiotas com o cérebro lavado pelos ideólogos comunistas do PT. Por isso o Brasil jamais deixará de ser o lixo ocidental. É vergonhoso que o Ministério da (des)Educação dominado pela idiotia esquerdista continue a molestar impunemente as crianças e adolescentes nas escolas sob as bênçãos da Dilma e do Foro de São Paulo.
A Oposição tem o dever de acionar o MEC em juízo postulando medida liminar para impedir que esses manuais esquerdistas cheguem às escolas. Se a Oposição não fizer cabe ao Ministério Público Federal entrar em ação. Leiam e vejam o teor dos compêndios que chegarão como verdade nas escolas de todo o Brasil. É um troço vil, tosco e vagabundo:
Livros didáticos aprovados pelo MEC (Ministério da Educação) para alunos do ensino fundamental trazem críticas ao governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e elogios à gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Uma das exigências do MEC para aprovar os livros é que não haja doutrinação política nas obras utilizadas.
 
O livro "História e Vida Integrada", por exemplo, enumera problemas do governo FHC (1995-2002), como crise cambial e apagão, e traz críticas às privatizações.
Já o item "Tudo pela reeleição" cita denúncias de compra de votos no Congresso para a aprovação da emenda que permitiu a recondução do tucano à Presidência.
 

O fim da gestão FHC aparece no tópico "Um projeto não concluído", que lista dados negativos do governo tucano. Por fim, diz que "um aspecto pode ser levantado como positivo", citando melhorias na educação e a Lei de Responsabilidade Fiscal.
 
Já em relação ao governo Lula (2003-2010), o livro cita a "festa popular" da posse e diz que o petista "inovou no estilo de governar" ao criar o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.

 
O escândalo do mensalão é citado ao lado de uma série de dados positivos.
Ao explicar a eleição de FHC, o livro "História em Documentos" afirma que foi resultado do sucesso do Plano Real e acrescenta: "Mas decorreu também da aliança do presidente com políticos conservadores das elites". Um quadro explica o papel dos aliados do tucano na sustentação da ditadura militar.

 
Quando o assunto é o governo Lula, a autora -que à Folha disse ter sido imparcial- inicia com a luta do PT contra a ditadura e apenas cita que o partido fez "concessões" ao fazer "alianças com partidos adversários".

 
Em dois livros aprovados pelo MEC, só há espaço para as críticas à política de privatizações promovida por FHC, sem contrabalançar com os argumentos do governo.

MENSALÃO

Já na apresentação da gestão Lula, há dois livros que não citam o mensalão.
 

Em "História", uma frase resume o caso, sem nomeá-lo: "Em 2005, há que se destacar, por outro lado, a onda de denúncias de corrupção que atingiu altos dirigentes do PT, inúmeros parlamentares da base do governo no Congresso e alguns ministros do governo federal".
 
A Folha não conseguiu falar com os autores da obra.

 
Uma das críticas feitas a Lula é o fato de ter continuado a política econômica do antecessor.

 
Os livros aprovados pelo MEC no Programa Nacional do Livro Didático são inscritos pelas editoras e avaliados por uma comissão de professores. Hoje, 97% da rede pública usa livros do programa.

 
São analisados critérios como correção das informações e qualidade pedagógica. As obras aprovadas são resenhadas e reunidas em um guia, que é enviado às escolas públicas para escolha dos professores. Da Folha de São Paulo deste domingo


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