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terça-feira, abril 17, 2012

PASSIVIDADE SERVIL E ÓDIO À DIVERGÊNCIA: UM MUNDO DOMINADO PELA ENGENHARIA COMPORTAMENTAL POLITICAMENTE CORRETA.

Olavo de Carvalho, filósofo, escritor e jornalista brasileiro que vive nos Estados Unidos, vai mais uma vez ao ponto ao identificarque por trás de campanhas polticamente corretas pretensamente salvadoras da saúde das pessoas ou, ainda, de cunho ecochato que, sob o título idiota de "sustentabilidade", vão aos poucos sequestrando a liberdade e se metendo-se na vida privada das pessoas. Pinça como exemplo o caso da proibição do fumo que foi o primeiro passo dessa deletéria "engenharia comportamental" que pretende transformar a população do planeta numa massa servil, despersonalizada, idiota e pronta para obedecer mais adiante qualquer determinação estatal por mais estúpida e desumana que possa ser. No original o artigo tem por título "Engenharia da Complacência". Transcrevo na íntegra e recomendo a leitura (aqui o link para o site do Olavo de Carvalho):

Indignado ante o conformismo servil com que os americanos, outrora tão apegados às liberdades civis, vão aceitando as intrusões cada vez mais agressivas do governo nas suas vidas privadas, o economista Walter Williams finalmente se deu conta de que “o movimento antifumo explica parcialmente a atual complacência americana. Os zelotes do antitabagismo começaram com exigências ‘razoáveis’, como os avisos do Ministério da Saúde nos pacotes de cigarros. Depois exigiram áreas para não-fumantes nos aviões. Encorajados pelo sucesso, exigiram a proibição total do fumo nos aviões, e depois nos aeroportos, nos restaurantes e nos locais de trabalho. Tudo em nome da saúde. Percebendo a resposta complacente dos fumantes, passaram a banir o fumo das praias, nas praças e nas calçadas das grandes cidades. Agora estão clamando por prêmios de seguro-saúde mais caros para os fumantes. Se tivessem apresentado a lista inteira de suas exigências logo no começo, não teriam conseguido nada. Usando a cruzada antifumo como modelo e vendo os americanos tão complacentes, os zelotes e candidatos a tiranos estão ampliando mais e mais a sua agenda”. O artigo completo está em http://frontpagemag.com/2012/03/16/americans-have-become-compliant.
Meus leitores e ouvintes são testemunhas de que há uma década e meia, ou mais, venho lhes explicando o óbvio: a campanha antitabagista jamais teve nada a ver com a saúde. Como era de se prever desde o início, até hoje não se verificou em parte alguma, com a patente diminuição do número de fumantes, nenhuma, rigorosamente nenhuma redução proporcional da incidência das doenças alegadamente “causadas pelo fumo”. Mas a patente ausência dos resultados prometidos, em vez de colocar em questão as premissas iniciais da campanha e moderar a retórica antifumo, como se esperaria de mentalidades soi-disant científicas, é respondida com novas cargas de exigências cada vez mais prepotentes, mais histéricas, mais invasivas. O antitabagismo, como o socialismo, vive de redobrar o blefe após cada novo desmentido das suas pretensões, transfigurando em sucesso publicitário e político o fracasso crônico das metas nominais alardeadas. Não lhe falta, para isso, uma incansável e vociferante militância espalhada pela Europa e pelas Américas, composta de uma bem subsidiada elite ativista e uma massa idiota de “verdadeiros crentes” cada vez mais fanatizados. Tão fanatizados que nem mesmo o uso repetidamente comprovado de meios de propaganda fraudulentos (como as fotos forjadas que o nosso Ministério da Saúde estampou nos maços de cigarros) os leva a duvidar, por um momento sequer, da idoneidade da campanha.
Por trás do que imaginam os crentes, o antitabagismo militante jamais teve por meta proteger a saúde de ninguém. Foi apenas um primeiro e bem sucedido experimento de engenharia comportamental em escala planetária. Foi um balão-de-ensaio, preparatório à implantação de controles cada vez mais drásticos, cada vez mais intrusivos, destinados a reduzir a população de todo o Ocidente a uma massa amorfa incapaz de reagir a qualquer imposição, por mais arbitrária, lesiva e absurda, que venha da elite globalista autoconstituída em governo mundial.
A escolha do tema foi especialmente ardilosa, visando a seduzir conservadores, evangélicos e moralistas em geral, desarmando-os preventivamente ante quaisquer campanhas subseqüentes baseadas no mesmo modelo e usando a própria força deles para sufocar na “espiral do silêncio” as poucas vozes discordantes. Uma vez que você cedeu tudo à pretensa autoridade científica dos organismos internacionais em matéria de “saúde”, fica difícil reerguer a cabeça quando essa autoridade, em seguida, estende seus domínios para as áreas da alimentação, da educação escolar, da moral sexual, da vida familiar e assim por diante. A facilidade estonteante com que a elite revolucionária instrumentalizou os seus próprios adversários mais ardorosos aparece condensada simbolicamente num detalhe cômico, ou tragicômico, que denota a fragilidade estrutural da reação anti-estatista: o uso do tabaco é rigorosamente proibido nas sedes das organizações libertarians que defendem a liberação da maconha.
Só o que me espanta é que mesmo uma inteligência privilegiada como a de Walter Williams tenha levado tanto tempo para notar que o antitabagismo, usando do ardil das exigências progressivamente ampliadas (a famosa técnica da rã na panela), impôs muito mais do que sua meta nominal de restringir o consumo de cigarros: impôs, junto com ela, uma nova autoridade, um novo esquema de poder, um novo procedimento legislativo, um novo sistema de comandos que pode ser acionado a qualquer momento, com garantias quase infalíveis de obediência automática, para espalhar entre as massas as reações padronizadas que a elite global bem deseje. O triunfo da prepotência antitabagista não trouxe nem trará jamais os anunciados efeitos benéficos para a saúde da população, mas, depois dele, a humanidade Ocidental já não será mais a mesma. A complacência ante o Estado intrusivo parece ter-se arraigado de uma vez por todas no espírito das massas, pondo um fim à era da livre discussão e inaugurando a da passividade servil e do ódio à divergência.

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Read more here: http://www.elnuevoherald.com/2012/04/16/1179479/diputado-opositor-advierte-que.html#storylink=cpy

sexta-feira, março 30, 2012

A CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL ESTÁ MORRENDO

Uma cena non sense, mas que faz parte do plano da nova ordem mundial comunista: jovens cospem em oficiais da reserva das Forças Armadas.
Esta foto acima que está no site do jornal O Estado de São Paulo mostra os jovens agredindo oficiais da reserva das Forças Armadas que sofreram o ataque dos bate-paus do PT nesta quinta-feira, conforme podem conferir em posts mais abaixo aqui no blog.
Notem que são jovens, provavelmente estudantes que pouco o nada sabem do que aconteceu no início dos anos 60 do século passado. 
Tenho me referido de forma recorrente aqui no blog sobre a lavagem cerebral que vem sendo promovida pelos esquerdistas nas escolas e universidades. Aos jovens a história contada baseia-se na versão dos comunistas que aparecem como os heróis e as Forças Armadas os vilões. 
Isto vem sendo feito há anos no Brasil e começa no ensino fundamental, passa pelo médio e alcança as universidades, sobretudo as áreas de ciências humanas. Não escapam nem os cursos de mestrado e doutorado. Aliás, é nesses que se cristaliza a lavagem cerebral e todos saem de lá babando a baba da estupidez, como um exército de autômatos que passará a promover a lavagem cerebral na geração subsequente. 
A técnica é a instilação do ódio ao sitema democrático, à liberdade política e de mercado e ao conjunto de valores que deram vida institucional à sociedade ocidental. Juntam-se nesse deletério mister de embrutecer os cérebros das crianças e dos jovens, os esquerdistas de sempre, aliados aos milenaristas ecochatos, com o pomposo nome de ambientalistas. Há ainda os veganistas radicais da alimentação que mostram mães mastigando uma fruta e com a própria boca passando à boca do bebê, um ato nojento e altamente anti-higiênico que transmite bactérias às criacinhas.Trata-se de um ato criminoso que tem o beneplácito e o incentivo do politicamente correto.
Os jovens vão sendo, de forma calculada, seduzidos pelo esquerdismo e pelo pensamento politicamente correto. São ensinados a adorar Lula, o PT e seus sequazes e gente do tipo de Obama e similares. Tanto é que os casos mais escabrosos de escândalos perpetrados pelo PT jamais tiveram um pio de protesto dos estudantes. Essa é uma tendência uniforme que ocorre no mundo inteiro.
Centros acadêmicos e a UNE são aparelhos de disseminação do comunismo, da idiotia politicamente correta e do ódio aos valores da civilização ocidental. 
Tudo isso está acontecendo sem que a imprensa toque no assunto, já que as redações dos jornais, redes de televisão e rádios, estão totalmente controlados pelos títeres dessa nova ordem mundial liderada pelo comunismo.
Já são várias gerações que vão se tornando verdadeiros exércitos terroristas e capazes de cometer as maiores brutalidade e crimes em defesa dessa nova ordem imposta pelos tarados ideológicos.
Tanto é que a foto acima diz tudo. Oficiais da reserva das Forças Armadas, a maioria constituída de homens idosos, levam cuspidas no rosto e são chamados de porcos assassinos. 
O resultado dessa histriônica estupidez comunista sistematicamente introduzida no cérebro da juventude brasileira já começa a mostrar os seus efeitos perniciosos, porquanto conduzem à desordem, à agressão e à ausência de civilidade mínima. A falta de decoro, compostura, respeito e elegância são deplorados pelos arautos dessa desordem non sense.
Notem que nesta quadra da vida nacional não existe mais nenhum tipo de ameaça de golpe militar, nada que justifique essa escalada de brutalidade que não tem o menor sentido. Desde a Constituição de 1988 o Brasil vive um regime essencialmente democrático e a Carta Magna consagra os direitos fundamentais. Foi erigida por uma Assembléia Nacional Constituinte que teve a mais ampla e irrestrita participação de todos os segmentos da sociedade brasileira. Tanto é que uma ex-terrorista é presidente da República sem que ninguém conteste. Há no governo gente que pegou em armas, viveu na clandestinidade, e não há um tico de contraposição a esse fato, a mostrar que a Lei da Anistia e a Constituição de 1988 conseguiram pacificar a Nação e fazê-la retornar à senda democrática.
Face aos fatos sobre os quais discorro nestas linhas resta então a indagação: mas por que está acontecendo isso? 
E a reposta é simples: o PT é um partido revolucionário e seu programa partidário pleiteia a implantação de um regime socialista no Brasil. Os fatos que estão ocorrendo fazem parte desse plano diabólico traçado pelo movimento comunista internacional e aplicado em âmbito planetário. O PT integra esse plano internacional.
Como já afirmei aqui, o comunismo não agirá como agia tradicionalmente com guerras de guerrilha, assaltos, roubos e assassinatos. Sua estratégia de ataque às instituições se dá de forma incruenta, no âmbito cultural, ou seja na conquista de corações e mentes. E isso já mostra, como frisei, os seus resultados. Jovens criaturas que não têm a mínima noção de que estão fazendo e para as quais o respeito e a educação também não fazem mais qualquer sentido, dado à lavagem cerebral, hoje são capazes de cuspir e atirar ovos em oficiais das Forças Armadas.
Mais adiante serão os pelotões que fiscalizarão a nossa vida particular e dirão o que devemos comer, a que horas devemos dormir, onde iremos morar. Nessa fase também não terão mais qualquer apreço à vida, como não tem o terror-suicida islâmico que os esquerdistas tanto admiram. Serão todos autômatos da nova ordem universal. E, se precisar matar um ser humano, esse andróides matarão sem nenhum remorso.
O Estado de Direito Democrático e as liberdades civis como ainda vemos hoje e que tipificam a civilização ocidental não existirão mais. Nem mesmo nos livros de história, pois os ideólogos da nova ordem mundial já terão apagado os resquíscios das últimas referências a essa civilização que conhecemos.
Por mais dramático e absurdo que isso possa parecer, é o que está em curso. Estou entre os pouquíssemos jornalistas do planeta que vêm alertando sobre esse quadro tétrico e de indescritível estupidez que se desenha e vai revelando em cada traço como será o futuro da sociedade humana.


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domingo, março 25, 2012

"ENGENHARIA COMPORTAMENTAL" FAZ DE VOCÊ UM AUTÔMATO COMPLETAMENTE IDIOTA E DESTITUÍDO DE LIBERDADE. HORA DE REAGIR!


No seu programa desta semana o filósofo, escritor e jornalista Olavo de Carvalho faz uma detida análise sobre como a democracia é solapada sem que haja qualquer confronto, qualquer tipo de luta. O argumento de Olavo, com o qual concordo, fundamenta-se no conceito de "engenharia comportamental" vinculado aos interesses do que ele qualifica de elite globalista, ou seja os grupos econômicos poderosos associados aos governos.
Um dos primeiro experimentos de engenharia comportamental começou de forma discreta com a proibição do fumo nos aviões. Inicialmente, os fumantes foram colocados nas poltronas ao fundo, sob a falsa afirmação de que tal providência contribuiria para melhorar a saúde das pessoas. Não houve quem reclamasse, embora não haja uma prova sequer que a proibição do fumo tenha aumentado a qualidade de vida das pessoas ou a diminuição de mortes de fumantes ou não fumantes. 
Posteriormente, a proibição foi total e ninguém mais pôde fumar em avião. Como também não houve quem protestasse, a proibição foi estendida aos aeroportos. Ninguém protestou e a proibição alcançou até mesmo a área externa dos aeroportos. Aqui em Florianópolis a Câmara de Vereadores aprovou um projeto de um tal de vereador Jean que proibe o fumo até nas calçadas sob marquises. Esse sujeito quer ser prefeito. Já imaginaram?
Atualmente nos Estados Unidos e daqui a pouco no Brasil e no restante do mundo é bem possível que as pessoas não poderão fumar nas ruas. O próximo passo será proibir que as pessoas fumem, enquanto as organizações mundiais que atuam na disseminação dessas campanhas jamais fazem a mesma coisa com relação às drogas pesadas que alteram o comportamento das pessoas e geram a violência.
A campanha anti-tabagismo foi o começo de uma série de medidas que paulatinamente vão minando a liberdade individual até o ponto em que as democracias ocidentais já não passem a ter qualquer diferença de qualquer regime ditatorial. A escolha da proibição do fumo é óbvia por várias razões, dentre elas o fato de que os fumantes são minoria.
Os engenheiros do comportamento alheio são os ex-militantes do comunismo que ficaram à toa na vida depois que o império soviético desabou. Pelo seu viés fanático, estatista e raivoso, foram conquistados por aquilo que pode ser qualificado de "governo mundial" e hoje eles ocupam os principais postos da ONU e diversas ONGs que defendem direitos humanos, meio ambiente e áreas afins, incluindo a educação.
Faz a mediação entre as diretrizes emanadas desse governo mundial a grande mídia e o resultado é a pausterização dos meios de comunicação que se transformaram em correias de transmissão da nova ordem mundial. Os veículos de comunicação - como já afirmei aqui inúmeras vezes - perderam completamente a sua função. O jornalismo morreu imolado no altar do pensamento politicamente correto e hoje é apenas veículo de press-releases governamentais, enquanto seus editoriais e artigos opinativos não fedem nem cheiram.
O epólogo dessa história correrá mais adiante quando as pessoas dóceis e crentes na justeza e da objetividade desse monte de idiotices perderão completamente qualquer possibilidade de senso crítico e opinião própria.
A partir daí a democracia e a liberdade já não existirão mais. As democracias ocidentais serão apenas um simulacro daquilo que foram há algumas décadas. 
E vejam, essa engenharia comportamental partiu daquela primeira proibição que transferira passageiros fumantes para o fundo da cabine do avião. Antes disso, é bom lembrar, ninguém, mas ninguém mesmo, pragejava contra os fumantes.
Quem é mais velho sabe muito bem disso e pode estabelecer um termo comparativo. 
Estamos no limiar de um novo tempo onde a liberdade é "negociável". Até então era um bem inegociável! Isto quer dizer que a democracia e a liberdade estão com seus dias contados em favor dos poderosíssimos grupos globalistas aliados com os governos, sejam que governos forem incluindo-se aí até excrescências como Hugo Chávez, Morales, Lula, Dilma et caterva. São eles o verdadeiro big brother. Sem a mídia vigilante e sem parlamento operante tem-se uma ditadura pura e simples.
O golpe derradeiro será dado quando os senhores da nova ordem mundial conseguirem finalmente acabar com o único território de liberdade que é a internet. 
Se você ama a liberdade e pensa com a sua própria cabeça, pelo menos compartilhe este vídeo e este post com os seus amigo. Utilize as ferramentas de compartilhamento logo abaixo deste post. É fácil, rápido e seguro (por enquanto...). Aproveite enquanto ainda gozamos uma nesga de liberdade. Use intensamente as redes sociais para circular esta informação que não está e jamais estará em qualquer veículo da grande imprensa, ou seja, os grandes jornais, redes de televisão e o rádio que se ocupam apenas de abobrinhas e matérias para agradar governos.
Encareço que vejam o vídeo

sexta-feira, março 09, 2012

DAR UMA PALMADA NÃO PODE, COMO TAMBÉM NÃO PODE MATAR UMA GALINHA, MAS PODE ABORTAR, MATAR RECÉM-NASCIDOS E PRATICAR A EUTANÁSIA!


O filósofo, escritor e jornalista Olavo de Carvalho em seu programa regular na internet traz ao debate a tentativa de legalização do aborto e da eutanásia que está em curso no Brasil. Carvalho sustenta que essa  campanha não acontece apenas no Brasil mas é uma ação global coordenada por aquilo que conceitua de "grupos globalistas".
Esses movimentos, segundo Olavo, tem vertente revolucionária e estão ligados aos grupos comunistas, gayzistas, abortistas e defensores da "ética do infanticídio" e do assassinato que os ativistas politicamente corretos escondem atrás do do asséptico designativo de "eutanásia".
Lembra que o filósofo veganista australiano Peter Singer condena que uma galinha, ou qualquer animal, seja abatido para servir de alimento e, por outro, lado admite e defende o aborto e a eutanásia.
Ao mostrar a bestial contradição esquerdista politicamente correta lembra por exemplo a Lei da Palmada, que prevê punição para o pai que aplicar uma palmada em seu filho, embora os que defendem a Lei da Palmada são os mesmos que pregam ardentemente a legalização do aborto e da eutanásia. Olavo ironiza o pensamento bovino politicamente correto: dar uma palmada não pode; mas matar um ser humano pode!
Além de analisar e denunciar essa deletéria campanha globalista-esquerdista que deseja legalizar o assassinato, Olavo de Carvalho, também analisa a questão ligada ao revanchismo  do PT através da criação da Comissão da Verdade. Nesse aspecto pinça o episódio do apoio do governo militar à invasão cubana que assassinou milhares de civis angolanos. Nesse caso Olavo aponta que, aí sim, houve um crime perpetrado por militares brasileiros, mas o PT esconde o fato de forma oportunista. Neste caso esse crime contra a Nação angola estava dentro do interesse do comunismo cubano e, portanto, dentro do seu arco de interesse político já que o PT apóia a ditadura comunista cubana e a implantação do comunismo em toda a América Latina.
Esses e outros assuntos são abordados neste vídeo. Recomendo que vocês vejam e utilizem as ferramentas de compartilhamento e espalhem pelas redes sociais estimulando o debate e levando esses fatos ao conhecimento geral, já que essas abordagens são escamoteadas pela esmagadora maioria grande mídia.

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quarta-feira, fevereiro 22, 2012

SAMBA COMO DISCIPLINA ESCOLAR?

Transcrevo a matéria que segue e abaixo comento. Vale a pena prestar a atenção nisto. Vejam:
 
Com estudantes da rede pública do município da Baixada Santista, ele desenvolve o projeto interdisciplinar Escola com Samba, atividade bem recebida pelos alunos envolvidos. Participam do trabalho estudantes na faixa etária de oito a dez anos, matriculados nas séries iniciais do ensino fundamental.

Na visão de Antonio Cesar Lins Rodrigues, professor de cultura popular nas unidades municipais de ensino Espírito Santo e Antonio Ortega Domingues, o samba tem uma característica, a "propriedade-elo", por ele considerada mais do que necessária à interligação dos conhecimentos. "O samba, com a sua riqueza semântica, sócio-histórica e esteticorreivindicatória, é um campo do saber que se entremeia na seara disciplinar", destaca Antonio Cesar, que também coordena a área de educação para a diversidade no Centro de Apoio Pedagógico e Formação Continuada do município e trabalha no projeto Crescer, que atende estudantes de todas as escolas de Cubatão no turno oposto aos das aulas regulares.
(...)
Com licenciatura plena em pedagogia e em educação física, 27 anos de magistério, Antonio Cesar começou a desenvolver projeto de introdução da cultura popular no currículo escolar no fim de 2008. O objetivo era conquistar espaço permanente para as culturas populares - no caso específico do Escola com Samba, para a cultura negra. O propósito do professor é permitir que as culturas populares apareçam na escola não apenas em datas comemorativas e folclóricas e que passem a ser consideradas conhecimento popular legitimado. 


Com mestrado em educação, especialização em mídias na educação e em escolarização e diversidade, Antonio Cesar conclui curso de doutorado em educação na Universidade de São Paulo (USP). Sua tese trata do tema Corpos e Culturas Invisibilizados na Escola.
Do portal da RBS/Diário Catarinense

MEU COMENTÁRIO: Constata-se nesta notícia a adoção sem qualquer limite, do pensamento políticamente correto nas escolas brasileiras. Em contrapartida não se confere a mesma importância para o ensino das ciências, da matemática, da física, embora se saiba que a maior carência do alunado brasileiro seja exatamente no que diz respeito às disciplinas que listei. 
O Brasil continua sendo um dos países mais atrasados do mundo nas áreas científica e tecnologica. O samba, aliás, nunca precisou ser ensinado em escolas, que o digam os dirigentes de escolas de samba.
Outra coisa completamente desnecessária circunscreve-se à propalada diversidade. Isto porque a cultura brasileira na sua totalidade funda-se na diversidade que é a essência da formação cultural em geral da sociedade brasileira. E isto está representado não só no samba, mas também na total miscigenação e no convívio natural entre homens e mulheres de todas as etnias. Isto está representado provavelmente em cerca de 80% da população brasileira e começou quando colonizador português escapava da casa grande no breu da madrugada, de lamparina não mão, para alcançar a senzala em busca de uma eventual companhia sexual.
Por mais deletério que seja esse ato, a verdade é que foi o primeiro passo para fundar a miscigenação e abrir o caminho para o multiculturalismo no Brasil e   abalar os alicerces do maldito escravagismo trazido pelo colonizador português.
O Brasil é por isso um país multicultural. E isto pode ser visto nos desfiles das escolas de samba, um exemplo de diversidade institucionalizada a mostrar que carece qualquer fundamento legítimo insistir nesse tema como disciplina escolar. 
Repito: o sistema de ensino brasileiro precisa urgentemente valorizar com a prioridade das prioridades o ensino das ciências, da tecnologia e da matemática.


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quarta-feira, fevereiro 01, 2012

RITA LEE E LAERTE COUTINHO: A ARTE DE LEVANTAR BANDEIRAS DESNECESSÁRIAS.

Rita Lee e Laerte: escravas do pensamento politicamente correto.
Este texto do site da revista Veja sobre as recentes bandeiras levantadas por cantora Rita Lee e pelo jornalista e cartunista Laerte Coutinho, da Folha de S. Paulo, está na medida certa, porque reflete verdades evidentes e que costumam ser obscurecidas pelo maldito pensamento politicamente correto. Transcrevo e recomendo a leitura:
Era para ser uma apresentação histórica, com solos memoráveis e a esperada confraternização entre público e artista. Afinal, estava anunciado, seria o último show da ex-mutante Rita Lee. Acabou na delegacia, depois de a cantora lançar impropérios sobre policiais que faziam a segurança junto ao palco, em Aracaju, Sergipe. Também teve um final diferente do esperado a última noite do cartunista Laerte em uma pizzaria que ele costumava frequentar na zona oeste de São Paulo. O que deveria ser um jantar tranquilo se tornou tanto uma questão de poder público, depois de o desenhista acionar a Secretaria de Justiça do estado para ter o direito de usar o banheiro feminino – sim, feminino – do endereço.

Laerte e Rita Lee fazem parte do grupo considerado nobre da cultura brasileira – são artistas que há décadas se mantêm em destaque em suas áreas de trabalho. Igualmente nobres são os motivos alegados por eles para agir. Ela afirmou ter falado em nome dos fãs, que, disse, viu serem agredidos por policiais. Laerte milita pela não-discriminação e a livre circulação de transgêneros como ele, que há dois anos se veste publicamente com roupas femininas. Mas, como em tantas outras causas encampadas por artistas e celebridades (basta lembrar do vídeo recente de atores da Globo reclamando com argumentos furados da construção da usina de Belo Monte), o pretexto e o modo de conduzir o pleito foram dos mais infelizes, nos dois casos.


Rita Lee primeiro recomendou à força policial que trabalhava em seu show que fumasse “um baseadinho”. Sugerir uma prática criminosa a policiais já seria um desacato, mas, como se não quisesse deixar dúvidas, a cantora em seguida os chamou de “cachorros” e de “cafajestes”. “Cadê o responsável? Eu quero falar, eu tenho direito, esse show é meu, não é de vocês. Esse show é a minha despedida do palco”, disse a cantora, que parou a apresentação para se dirigir à polícia e pareceu ignorar que o evento, ainda que fosse encabeçado por ela, corria em lugar público e portanto demandava policiamento. “Seus cachorros – coitados dos cachorros. Cafajestes! As pessoas estão me esperando cantar, não é a gracinha de vocês”, prosseguiu ela, insultando e provocando.


Quanto a Laerte, o combate ao preconceito sexual é correto e necessário. Já a celeuma em torno do uso de um banheiro, espaço que embora público é obviamente íntimo, por pessoas do sexo oposto, é descabido. Nem seus colegas perdoaram: charges pipocam na internet apontando o absurdo da demanda. E indicando, pela via do exemplo, o caminho que o artista deveria trilhar: o da sua arte, muito mais rica que a disputa por um vaso sanitário. Bom momento para soar a descarga.
Do site da revista Veja

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quinta-feira, agosto 11, 2011

SEIS MIL POLICIAIS FORAM DERROTADOS POR VÂNDALOS USANDO CELULARES. É O POLITICAMENTE CORRETO DESTRUÍNDO A INGLATERRA!

A dominância do pensamento politicamente correto que inovoca direitos humanos para bandidos e baderneiros é a principal causa da vitória dos desordeiros irresponsáveis que fustigam a Inglaterra. Tanto é que relutância em reprimir os vagabundos decorreu do alto comando da Scotland Yard, temendo ver a força ser alvo de mais processos judiciais e investigações.
Mas esse não é apenas um problema restrito à Inglaterra. É uma praga que se abate sobre o mundo ocidental, ou seja, a ditadura dos militantes do pensamento politicamente correto que ao condenar a necessária e imperiosa manutenção da lei e da ordem está destruindo o Ocidente. Tanto é que essa patrulha asquerosa e vagabunda que estigmatiza a polícia e as pessoas de bem e que integra essas organizações de direitos humanos que defendem bandidos, não operam por exemplo nos países islâmicos. Se ousarem serão trucidadas. 
O que está ocorrendo na Inglaterra acontece também no Chile, por exemplo. 
Há uma estranha coincidência. Baderneiros não agem em nenhum desses países governados pela idiotia socialista, atuam em países organizados e altamente democráticos como Inglaterra, França e Chile que nos últimos pleitos elegeram governos conservadores. 
O caso agora da Inglaterra é emblemático. Leiam esta matéria que seque após este prólogo para verem o nível de insegurança que cresce no mundo ocidental, alvo de atentados terroristas e agora vilipendiado por hordas de desordeiros e saqueadores. Aqui no Brasil, por exemplo, os bandidos chegam a sequestrar ônibus, como aconteceu na última terça-feira no Rio de Janeiro, em plena hora do rush na boca da noite, quando as pessoas se dirigiam para suas casas. Houve tiroteio e feridos graves pela ação dos malditos botocudos.
Não me canso de repetir: a dominância do pensamento politicamente correto é a desgraça, é a peste que castiga, pela total ausência de segurança pública e fraqueza das autoridades ante a idiota politicamente correta, todos os cidadãos de bem neste século XXI. Eis a matéria:
A tão criticada resposta inicial da Scotland Yard aos distúrbios teria sido motivada pela relutância de seu alto comando em ver a força ser alvo de mais processos judiciais e investigações. Segundo um oficial graduado ouvido pelo jornal "The Times", os policiais que enfrentaram os saqueadores receberam instruções iniciais de evitar confrontos diretos e apenas monitorar os grupos de desordeiros para depois identificá-los com a ajuda de câmeras de segurança. Tais ordens só foram alteradas na segunda-feira, quando os ataques se intensificaram.
O "Times" cita o cerco policial a manifestantes que, em 2009, marchavam pelo centro financeiro de Londres durante o encontro do G-20, resultando na morte de Ian Tomlinson, um jornaleiro agredido por um agente do batalhão de choque. A ação gerou um processo judicial contra a Scotland Yard.
A opção por não reprimir os saques de maneira mais contundente gerou divisões dentro de setores da polícia e também foi contestada pela opinião pública. Segundo uma pesquisa do instituto YouGov, 90% dos britânicos gostariam de ver policiais utilizando ao menos canhões d'água para reprimir os ataques. E 33% defenderam que a força tenha permissão para atirar em saqueadores.
Mas se ontem a presença maciça de policiais nas ruas de Londres inibiu a ação de desordeiros, ficou claro que a polícia também precisa reexaminar sua estratégia para tempos de normalidade. Os manifestantes não mostraram sinais de temor da reação dos policias; a calma com que saqueadores, em sua maioria jovens, caminhavam com produtos roubados ou causavam danos questiona os planos de harmonização com contatos junto às comunidades iniciados depois dos confrontos dos anos 80 - motivados, ironicamente pela brutalidade policial.
- A única maneira de fazer com que tanto bons quanto maus garotos parem de causar problemas é assustá-los para que voltem às casas, por mais que as razões pelas quais esses jovens saíram às ruas sejam muito mais complexas - afirma Danny Kruger, diretor de uma ONG que trabalha com casos de delinquência juvenil e que já foi assessor de David Cameron para assuntos de cultura juvenil.
O debate passa pela tradição das forças policiais britânicas de usar um efetivo majoritariamente desarmado. A Scotland Yard, por exemplo, conta com 2.740 oficiais com porte de arma em meio a um efetivo de 32.500 policiais - e os agentes armados o fazem voluntariamente. Mas o crescimento nos números de incidentes com armas de fogo no Reino Unido tem despertado pedidos para um aumento no efetivo armado.
Outro desafio para a Scotland Yard é financeiro: como parte do programa de cortes públicos, a força terá que reduzir seus gastos em pelo menos 20% de seu orçamento anual. Ontem, o prefeito de Londres, Boris Johnson, pediu publicamente que o premier David Cameron reveja a decisão.
Alan Mendoza, diretor da Henry Jackson Society, think tank de estudos de segurança, chama a atenção para mais uma questão:
- Agora, seis mil policiais foram derrotados por vândalos usando celulares. E se Londres tiver que lidar com um atentado terrorista de grandes proporções como o de Bombaim, a um ano das Olimpíadas? Do site de O Globo

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sábado, julho 30, 2011

FINA ESTAMPA: AGUINALDO SILVA DETONA O POLITICAMENTE CORRETO E AFIRMA QUE "POVO NÃO AGUENTA MAIS VIADO EM NOVELA"

Aguinaldo: sem medo da patrulha politicamente correta.
A duas semanas da estreia de ‘Fina Estampa’, Aguinaldo Silva concedeu uma entrevista ao site de VEJA em sua casa com um aviso: nos próximos meses, ficará em prisão domiciliar. “Quando eu estava escrevendo ‘Duas Caras’, só saí de casa duas vezes em oito meses. Durante o período de uma novela eu fico escravizado, encarcerado na minha própria casa.”

Nessa fase reclusa, em que escreve 35 páginas por dia, Aguinaldo não gosta de dar entrevistas, nem tem paciência para conversar com atores. “Eu não atendo telefonemas de atores. Imagina ter que dar atenção a 60 pessoas do elenco. Isso é tarefa do diretor”.
Conhecido por ser um tipo irreverente, despachado e polêmico, Aguinaldo Silva  é das poucas personalidades do mundo novelístico que enfrenta e detona a patrulha políticamente correta que domina o mundo da televisão. 
A entrevista de Aguinaldo está ótima e merece destaque aqui no blog. Transcrevo um excerto com link no final para leitura completa. Leiam que vale a pena:
O que mais afasta o público das novelas? O povo não aguenta mais viado em novela. Chega! Tem muito. Tem novela que tem seis viados. As pessoas não aguentam mais isso. E geralmente os gays são todos iguais. São cópias dos héteros, querem casar, ter romance, engravidar e parir um filho nove meses depois. São gays chatos. Outra coisa que está cansando o público é o vilão desenfreado, que faz maldade sem nenhuma justificativa. Faz por fazer. Não é nem psicopata. O bom vilão tem que ser meio canastrão. Tem uma vila que eu adoro, que é a Nazareth Tedesco (personagem de Renata Sorrah em Senhora do Destino), que era engraçadíssima porque tudo que ela fazia dava errado. Eu me inspirei muito no Tom do desenho animado, que tenta há anos tenta matar o Jerry e sempre se dá mal.
 

Mas em Fina Estampa não vai ter um gay? Tem um só, que é o Crodoaldo Valério, que quem está fazendo é o Marcelo Serrado. Eu fiz questão que fosse um ator hétero porque eu acho que ele vai me surpreender. Antes da novela estrear, já tem gay entrando no meu portal e escrevendo que não viu e não gostou porque eu criei um homossexual estereotipado. Como eu falei antes, acho ridículo tratar o gay como um personagem padrão. Eles tem seus códigos, seu universo. São pessoas diferentes. A graça desse personagem é que ele tem uma paixão devastadora pela Teresa Cristina (Cristiane Torloni), que o trata miseravelmente mal. Alguns gays têm essa mania de venerar as mulheres que o maltratam. Eu queria mostrar esse tipo de gay. As pessoas vão odiá-lo porque vai fazer mil maldades em nome dela, porque ele adora aquela mulher que é um horror, ela é péssima.

Na sua novela não terá o tão esperado beijo gay?
Eu estou começando a ficar irritado com essa coisa do beijo gay. Acho que tem uma torcida para que não aconteça, para que o assunto continue durando, mas as pessoas não aguentam esse assunto e se depender de mim ele acabou. A novidade é essa: não vai ter beijo gay em Fina Estampa, pode escrever. Não tem lugar no mundo em que os gays sejam mais ousados do que no Brasil. Aqui os gays não respeitam as fronteiras. Eles chegam no hétero e cantam mesmo, e se colar, colou. Porém, existe essa hipocrisia de você não poder mostrar um beijo gay na televisão. Por debaixo do pano vale tudo, mas publicamente é essa coisa hipócrita. A sociedade brasileira é assim e a tevê não quer correr o risco de perder o público.
A TV Globo foi criticada pelo movimento gay por ter arrefecido o romance entre Eduardo e Hugo em Insensato Coração, Milton Gonçalves foi cobrado pelo movimento negro por ter aceitado um papel de vilão. Como você encara a reação desses grupos? Tem um grupo gay da Bahia que diz que eu sou o inimigo número um dos homossexuais. Dizem que nas minhas novelas os homossexuais são estereotipados. Essas entidades são todas um saco, todas elas tem interesses econômicos, vivem à custa do governo ou daquelas empresas alemãs que por má consciência financiam qualquer coisa. Claro que existem negros bandidos como existem brancos bandidos. A cor dos personagens não devia importar para essas entidades. Eles deviam combater as diferenças, mas para eles interessa grifar as diferenças. Se você bota hoje em dia uma bandida disfarçada de enfermeira, trinta sindicatos de enfermagem espalhados pelo Brasil te processam. Aí você tem que se preocupar com a audiência em Rondônia, em Tocantins... E não dá, porque você ainda tem uma novela para escrever. Cliquer AQUI para ler a entrevista completa


sábado, maio 14, 2011

BUSUU LANÇA DESAFIO POLITICAMENTE CORRETO


Quem navega pela internet por certo já ouviu falar de Busuu.com. É uma ferramenta para o aprendizado de diversos idiomas criada por um austríaco e um súdito do Principado de Liechtenstein, um minúsculo reino encravado nos Alpes, entre a Suíça e a Áustria e que já foi citado como local onde ocorre a prática de lavagem de dinheiro.
À primeira vista parece que o método Busuu se vale da interatividade das redes sociais da internet, como por exemplo o FaceBook e promete a quem se inscreve no programa a possibilidade de interagir com os nativos do idioma que a pessoa pretende aprender. Não testei, mas a idéia não deixa de ser interessante.
Mas o que me chamou mais a atenção foi o esquema de marketing que vende o produto. A começar pelo estranho nome Busuu, que segundo consta é uma língua falada em Camarões por apenas oito pessoas.
O mote dessa campanha publicitária é baseado num desafio: salvar o idioma Busuu.
Com alguns cliques cheguei ao vídeo acima que utiliza o YouTube para marketear o site. Há sem dúvida um forte apelo politicamente correto bem ao estilo europeu exortando as pessoas a salvar um idioma em extinção, o Busuu. 
Tudo isso não deixa de ser uma coisa muito estranha...com irresistível pitada de exotismo. Entretanto, os criadores do Busuu.com ainda não viram nada. Provavelmente eles não conhecem o Brasil.

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sábado, abril 23, 2011

DITADURA ECOCHATA IMPÕE MAIS UMA DESPESA PARA OS BRASILEIROS QUE TERÃO QUE PAGAR POR 'SACOLAS ECOLÓGICAS'

A maldição do pensamento politicamente correto em parceria com os ecochatos, os esquerdistas e os jornalistas idiotas da grande imprensa brasileira arranjaram mais uma despesa que nunca existiu para os brasileiros: todos agora terão que pagar pelas sacolas dos supermercados. Vejam só esses ecochatos exercendo a ditadura politicamente correta em conluio com os donos de supermercados que aumentarão os seus lucros já que os consumidores terão que pagar pelas sacolas ditas 'ecológicas'. Reproduzo após este prólogo matéria que está na Folha de S. Paulo deste sábado.
Ora, as sacolas plásticas são recicláveis, como todo material plástico, como as garrafas Pet e outros plásticos.
E ainda tem um fato ligado diretamente à saúde pública. As sacolas plásticas contribuem enormemente para diminuir a presença de moscas, baratas e outros insetos que varejam os lixos. Antes das sacolas plásticas as lixeiras de edifícios consistiam num poço de imundice, como também as das residências, embora pelo volume os edifícios geram quantidade de lixo extraordinária! Qualquer sanitarista pode confirmar o que estou dizendo. Basta fazer o cálculo custo-benefício sanitário.
Com o advento das sacolas plásticas oferecidas pelos supermercados o produto passou a ser utilizado para acondicionar o lixo das residências e isto contribuiu muito para acabar com as verdadeiras pocilgas que se formavam.
O Brasil inteiro já não possui tratamento de esgoto; o recolhimento de lixo é precário em várias regiões e esta decisão de banir as sacolas plásticas e cobrar por embalagens ditas 'ecológicas' só contribui para deteriorar a qualidade do ambiente urbano. Leiam:

Acordo entre o governo de São Paulo e supermercados prevê o fim do uso de sacolas plásticas até o fim do ano no Estado. A campanha será oficializada em maio, na feira anual da Apas (Associação Paulista de Supermercados). 
 
A extinção das sacolas plásticas, que demoram mais de cem anos para se decompor no ambiente, foi acertada entre o governo paulista, as grandes redes supermercadistas -Pão de Açúcar/Extra, Carrefour e Walmart, que têm 35% do setor no Estado- e também as redes pequenas.


São Paulo deverá ser o primeiro Estado do país a banir as sacolas plásticas -já há iniciativas assim em grandes cidades do país.


A medida, entretanto, não tem força de lei e é fruto de um acordo do governo com os supermercados. Feiras e lojas, por exemplo, poderão continuar a dar sacolas plásticas aos clientes.

 
A partir da data da feira da Apas, os estabelecimentos terão seis meses para deixar de distribuir as sacolas.

 
Juntamente com as garrafas do tipo PET (usadas em refrigerantes), as sacolinhas são os maiores poluentes de rios e de mananciais no país.

 
As sacolas plásticas serão substituídas por embalagens ecológicas, confeccionadas com uma espécie de "plástico verde" biodegradável de amido de milho. O material se decompõe em até dois meses. "É um material comestível. Seu filho vai poder comer a sacola", disse João Galassi, presidente da Apas, em tom de brincadeira.

ALTERNATIVAS
Cada sacolinha de milho custará R$ 0,19 -preço de custo- e será vendida nos caixas. A ideia é que a cobrança pelas embalagens diminua a sua utilização. Além da "sacola comestível", os supermercados venderão sacolas retornáveis de pano com a grife de entidades assistenciais, a R$ 1,80.

 
"Vamos incentivar entidades assistenciais e ONGs a fazer suas sacolinhas retornáveis. Os supermercados também vão comprar essas sacolas para vender no caixa." As caixas de papelão, nas quais o varejista recebe os produtos da indústria, também serão disponibilizadas aos clientes, prática que atualmente já acontece em alguns estabelecimentos.

 
Antes de levar o programa a todo o Estado, os supermercados testaram o programa em Jundiaí (58 km de SP). A substituição teve forte apoio popular e tirou de circulação 132 milhões de unidades em seis meses, o equivalente a 480 toneladas de plástico.

 
Estima-se que os brasileiros consumam 12 bilhões de sacolas por ano -média de 63 unidades por habitante. 
Da Folha de S. Paulo deste sábado

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segunda-feira, abril 18, 2011

ATIVISTAS POLITICAMENTE CORRETOS CAEM DE PAU CONTRA MILITANTE REPUBLICANA QUE DIVULGOU FOTOMONTAGEM DE OBAMA COMO UM MACACO

Fotomontagem que causa polêmica nos Estados Unidos
Bush em fotomontagem similar
Durante o seu governo o ex-Presidente Bush também foi alvo de inúmeras fotomontagens como esta ao lado. Foi também retratado como satanás e coisas análogas. Na época os ativistas politicamente corretos não disseram uma só palavra de repúdio, na verdade ajudavam a execrar George W. Bush que encerrou seu governo tranquilamente retornando às suas atividades de forma democrática e elegante. Os politicamente corretos, como podem constatar, vêem as coisas apenas de um só lado. A informação que segue está no site do Diário Catarinense e lá o título se refere a uma Republicana que teria difundido a imagem, dando idéia de que seja parlamentar com mandato, o que não é verdade. O editor do site do DC age de forma politicamente correta e não mostra as fotomontagens de Obama e de Bush. É assim que a grande mídia promove a patrulha politicamente correta. Leiam:
Ativistas contra a discriminação exigiram nesta segunda-feira a renúncia da dirigente republicana do condado de Orange, no sul da Califórnia, que enviou um e-mail com uma fotomontagem retratando o presidente Barack Obama como filho de um casal de macacos.

Alice Huffman, presidente da Associação Nacional para o Progresso das Pessoas de Cor na Califórnia (NAACP) condenou a foto reproduzida pela imprensa local e exigiu a demissão de Marilyn Davenport, membro do Comitê do Partido Republicano de Orange.

Davenport, militante do movimento conservador Tea Party, enviou um e-mail a seus companheiros sob o título: "agora sabemos porque não tem certidão de nascimento", em referência à denúncia da extrema direita de que Obama não nasceu nos Estados Unidos.

— Não há como uma representação do presidente dos Estados Unidos como esta ser considerada outra coisa que um ato racista — destaca a NAACP em um comunicado. 

— Se ela não renunciar, vamos convocar o Comitê de Ética do Condado de Orange para analisar suas ações — advertiu Huffman.

O presidente do comitê republicano do condado de Orange, Scott Baugh, condenou o e-mail de sua colega, que considerou racista, e prometeu uma reunião para discutir ações contra Davenport.

A dirigente republicana minimizou a situação:

— Não é preciso fazer um escândalo com isto, por favor. Todo mundo que me conhece sabe que não sou racista, foi uma brincadeira. Tenho amigos negros.

No final da tarde, Davenport pediu "humildemente desculpas e perdão" a todos os que ofendeu por "seu comportamento imprudente". A ativista destacou que é uma "mulher cristã imperfeita que tenta dar o melhor de si para viver honrando a vida de Cristo", e prometeu "nunca mais repetir este erro".
Do portal da RBS/Diário Catarinense

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quinta-feira, abril 14, 2011

MOVIMENTO SUL É O MEU PAÍS ALERTA PARA MANOBRA DO DESARMAMENTO QUE DEIXA POPULAÇÃO À MERCÊ DOS BANDOLEIROS

O site do Movimento o Sul é o Meu País já está engajado numa campanha que alerta os cidadão brasileiros para a sórdida manobra politicamente correta orientada pelo PT que utiliza o lastimável massacre recente em escola do Rio de Janeiro para justificar uma nova campanha voltada ao desarmamento. Na verdade o desarmamento é imposto aos cidadãos que têm o direito de adquirir uma arma para se defender da avassaladora ação dos bandoleiros. Neste caso, os bandidos estão eufóricos.
O articulista, com razão, caiu de pau na bandalha politicamente correta liderada pelo PT:
A  TEIMOSIA E BURRICE DO SISTEMA que nos domina é algo mais infinito que o próprio Universo que, segundo alguns cientistas teria limites.
Recentemente fizeram uma enorme campanha em favor do desarmamento. Dela resultou um plebiscito. Foi um tiro que saiu pela culatra.Todo o gasto de bilhões com essa “enganação governamental” resultou infrutífero. Usaram até garotos-propaganda simpáticos à mídia para ajudar,dentre eles políticos,artistas,futebolistas,religiosos e outras celebridades. Só faltou representação do  BBB.
Agora eles têm a cara de pau de voltar à carga. Aproveitam o massacre do maluco do Rio como pretexto. Nunca se conformaram com a derrota. Estavam acostumados a usar o que chamam de democracia (na verdade uma oclocracia) para referendar seus desejos e interesses. O povo foi sempre massa de manobra,ingenuamente acreditando nas mentiras que lhe dirigiam e transformando essas mentiras em vontade nas urnas.
Sem dúvida essa derrota do Sistema foi  a maior vitória já conquistada pelo povo por meio dessa chamada democracia. Talvez até a única. Leia MAIS no site do Movimento o Sul é o Meu País

quinta-feira, abril 07, 2011

POLÍCIA, CRIMES E CRIMINOSOS: SEPARANDO O JOIO DO TRIGO

Prezados leitores: o artigo que segue é meio longo, porém necessário. Vale a pena ler. Aquilo que é evidente é o que costuma não ser pensado!

A decisão de apurar e punir os policiais envolvidos num homicídio ocorrido em São Paulo é indiscutivelmente correta. A ninguém é dado o direito de matar uma pessoa, a não ser em legítima defesa! 
O episódio representa um barbarismo e uma distorsão da ação da polícia. Isto é inaceitável e tem de ser obviamente repudiado. 
Todavia reparem o a dimensão que é dada a eventos similares quando os protagonistas dos crimes não são militares ou policiais civis.
Isto é, o denominado jornalismo objetivo, isento e imparcial costuma dispensar a determinados casos uma justa revolta. Entretanto, nunca se observa tal comportamento quando fatos análogos de dimensão iníqua acontecem se os autores são bandoleiros.
Lembro que quando o candidato José Serra incluiu no seu projeto de governo um Ministério da Segurança Pública de forma a reprimir a delinqüência que impõe um cotidiano de horror a todos os brasileiros, foi repudiado pelos jornalistas dos grandes veículos de comunicação. Ironizaram, debocharam e achincalharam essa que foi a melhor proposta até hoje apresentada por um postulante à Presidência da República.
Notem bem: quando um policial tomba crivado de balas por um bandoleiro a reação desse jornalismo capenga e ideológico não tem a mesma dimensão dada àquele praticado por policiais. A questão está eivada de uma sórdida sutileza. Acompanhem o meu raciocínio.
Recordo que postei há algum tempo aqui no blog e comentei um evento ocorrido numa pequena cidade americana e serve para estabelecer uma diferença crucial entre o Brasil e os Estados Unidos no que se refere à segurança pública e à consideração que as respectivas populações dispensam às polícias. Nessa cidade americana que não me ocorre agora o nome, alguns policiais foram mortos por bandidos numa operação que desbaratou uma quadrilha. No dia seguinte diversas pessoas daquela cidade depositaram coroas de flores na porta principal de entrada da chefatura de Polícia. O fato, visto pela lente dos valores vigorantes no Brasil pode parecer insólito. Percebem?
Espero que as autoridades, principalmente os parlamentares da Oposição leiam este post e reflitam sobre o que estou trazendo ao debate. Aliás um debate que insisto, tem de ser feito. Enquanto não se pensar seriamente nisto que estou colocando a questão da segurança pública no Brasil não será resolvida. Por isso os criminosos avançam e já sitiam os cidadãos que não podem mais andar nas ruas com segurança!
Mais uma vez chamo a atenção: As Forças Armadas e as polícias são instituições democráticas. Por isso nas Nações verdadeiramente democráticas são respeitadas e apoiadas pelos cidadãos. 
Atentem para o fato de a população do Brasil ter crescido vertiginosamente nos últimos anos. O censo de 2010 mostrou que chega perto de 200 milhões o total habitantes. Ora, uma Nação com a dimensão territorial do Brasil e com essa população se transformará no caos se a lei e a ordem não forem obedecidas e apoiadas pelos cidadãos.
Quando uma pessoa diz que falta policiais nas ruas está emitindo uma meia verdade. De fato o contingente de policiais nas ruas é pequeno, mas em sociedades complexas e de alto nível populacional é impossível uma guarda  permanente em todos os pontos do território. Vejam por exemplo que a fiscalização de veículos tem de ser feita por amostragem pois seria impossível uma permanente vistoria de todos os milhares de veículos que trafegam no país. Parte-se do princípio que todos obedecem a lei e que os veículos estão devidamente documentados. Da mesma forma supõe-se que todos os cidadãos reverenciam a lei a ordem e a criminalidade seja sempre um exceção. Este é ponto principal que informa se uma sociedade é ou não civilizada.
Essa visão altruística tem de dominar, caso contrário tem-se essa verdadeira anarquia que vem ocorrendo principalmente na última década no Brasil.
Uma das principais causas desse desvio de conduta seja de policiais e dos próprios cidadão que passam a delinquir impunemente, deriva da visão canhestra difundida pela pela idiotia politicamente correta e pelo esquerdismo que continua vendo nos estamentos militares e policiais agentes de uma ditadura. Trata-se da maior idiotice porquanto o Brasil, desde 1988, portanto há 23 anos, vive em regime democrático assegurado por uma Constituição que emergiu de uma Assembléia Constituinte democrática e com ampla participação de todos os segmentos da sociedade brasileira. E não venham me dizer que a nossa Constituição não é democrática e que a Assembléia que a escreveu não era legítima. É preciso lembrar que a Constituição de 1988 é a Carta mais democrática da história da República brasileira.
Enquanto o Brasil continuar aprisionado pela idiotice politicamente correta turbinada nos últimos oito anos de governo do PT e com uma imprensa infestada pelo jornalismo 'companheiro' que opera de acordo com os ditames do Partido, o país não sairá desse caos, dessa verdadeira guerra que se trava em todo o território nacional em decorrência da ação nefasta e impune dos criminosos. Ou são as polícias e as Forças Armadas os agentes dessa caótica insegurança?
A mesma veemência com a qual a imprensa e a população reagem aos crimes cometidos por policiais tem de acontecer em igual proporção no que se refere à prática da delinqüência em todos os níveis, particularmente naquele que lamentavelmente tipifica o cotidiano dos brasileiros. A violência já não é mais uma exceção no Brasil!
Os direitos humanos têm de ser reverenciados, mas não podem jamais ser invocados em favor dos criminosos. Os direitos humanos, como enuncia o próprio conceito, aplica-se aos humanos. Criminosos de qualquer tipo não são humanos, mas semoventes perversos. A ciência já provou que a perversão é uma moléstia mental incurável. Isto é lamentável, mas se fundamenta em verdade irretorquível.
Precisamos de mais civilização e menos ideologia esquerdista e politicamente correta. A imprensa é que forma a opinião pública. Se permanece vinculada à ideologia tripudia sobre os fatos e, por isso, não informa, mas deforma e doutrina.
Os comentários estão abertos para o debate. Concito os honrados leitores do blog a participar deste que reputo como um debate dos mais importantes. A internet permite esta verdadeira 'democratização da comunicação' e a existência de blogs independentes com este que não tem medo da patrulha politicamente correta.

quarta-feira, março 23, 2011

PEDINDO LICENÇA PARA DIZER A VERDADE

A Folha de São Paulo desta quarta-feirta publica artigo de George Monbiot, do jornal britânico The Guardian, a respeito do desastre da usina nuclear japonesa e a realidade mundial respeitante à demanda de energia. The Guardian é um jornal que costuma defender teses esquerdistas, ecochatas, verdes, politicamente corretas e coisas do gênero. Todo esquerdismo é completamente idiota, embora nenhum esquerdista supere em idiotia Hugo Chávez ou os próceres do PT.
O articulista em questão conseguiu vejam só! um feito e tanto! Resolveu admitir aquilo que é um fato, desprezando o delírio ecochato. Por isso acabou emplacando chamada na capa na Folha São Paulo. A decisão do editor de chamar em destaque este artigo é a prova mais bem acabada da dominância do pensamento politicamente correto. Acompanhem o meu raciocínio:
Como a notícia é sempre a exceção, por aí se vê o quanto a mídia maltrata a lógica e a verdade dos fatos. Neste caso a normalidade, ou seja, a óbvia necessidade imperiosa de energia elétrica das mais variadas fontes, inclusive a nuclear, foi transformada numa anormalidade pela estupidez do pensamento politicamente correto. O título do artigo não esconde, mesmo assim, uma forma de pedir de licença à patrulha politicamente correta para dizer a verdade: 'Fukushima fez de mim um partidário da energia nuclear'. Transcrevo a íntegra do artigo:
Você não se surpreenderá ao ouvir que os acontecimentos no Japão me fizeram mudar de opinião sobre a energia nuclear. Mas pode se surpreender com a direção da mudança. Como resultado do desastre em Fukushima, abandonei a neutralidade quanto à energia nuclear, e agora apoio seu uso.
 
Uma usina velha e dotada de recursos de segurança insuficientes foi atingida por um monstruoso terremoto.

 
As redes de energia falharam, derrubando o sistema de refrigeração. Os reatores começaram a explodir.

 
O desastre expôs um legado conhecido, de projetos deficientes e o uso de gambiarras para reduzir custos. Mas, pelo menos até onde sabemos, ninguém recebeu uma dose letal de radiação.

 
Não estou propondo que sejamos complacentes. Mas é preciso perspectiva.

 
Como a maioria dos ecologistas, defendo uma grande expansão no uso de fontes de energia renováveis.


Também simpatizo com as queixas dos oponentes disso. Não são apenas as instalações de energia eólica próximas à costa que incomodam, mas as novas conexões de rede elétrica (fios, postes).

 
Os impactos e custos das fontes renováveis crescem em proporção ao volume de energia que elas fornecem.

 
Sempre apelei pelo uso de fontes de energia renovável como substitutas do combustível fóssil.

 
Deveríamos exigir que elas também substituíssem a atual capacidade de geração nuclear? Quanto mais esperarmos das fontes renováveis de energia, mais difícil será a tarefa de persuadir o público quanto ao seu uso.

 
Mas a fonte de energia a que a maioria das economias recorreriam caso fechassem suas usinas nucleares não é madeira, água, vento ou luz solar, e sim o combustível fóssil. O carvão é 100 vezes pior que a energia nuclear.

 
Sim, continuo a desprezar os mentirosos que comandam a indústria da energia nuclear. Sim, eu preferiria que o setor fosse fechado, caso existissem alternativas.

 
Mas não há solução ideal. Toda tecnologia de energia tem seu custo, e a ausência dessas tecnologias também teria. A energia nuclear foi submetida a um dos mais severos testes possíveis, e o impacto sobre o planeta foi pequeno. A crise em Fukushima fez de mim um defensor da energia nuclear.


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domingo, março 06, 2011

NELSON MOTTA: Carnaval politicamente correto

Mais uma vez destaco um texto veiculado pela grande imprensa. Está no Estadão mas não foi escrito por jornalista que integra a redação do ex-vetusto diário paulistano. O texto é de Nelson Motta, que além de saber muito sobre música, desta feita soube como ninguém sacar das letras de sambas e marchinhas carnavalescas as ironias e críticas que hoje são proibidas pela estupidez da patrulha do pensamento politicamente correto. O título do post é o original do artigo. Jamais verão, leitores, algum escrito deste gênero cometido por jornalistas das redações dos jornalões, cujos cérebros sofrem o emburrecimento decorrente do deletério pensamento politicamente correto. Por isso vale a pena ler o texto de Nelson Motta:
Como seu próprio nome antecipava, o bloco carnavalesco "Que merda é essa?", usando camisetas com Monteiro Lobato abraçado a uma mulata, enfrentou protestos irados de militantes que denunciaram o escritor por racismo contra Tia Nastácia e recomendaram ao Ministério da Educação o seu banimento das escolas públicas.
Com o avanço do politicamente correto, "Índio quer apito" será um dos próximos alvos, pela forma pejorativa de se referir aos nossos silvícolas, os verdadeiros donos da terra brasileira, enganados e explorados pelos brancos.
Por seu desrespeito à diversidade sexual e sua homofobia latente, Cabeleira do Zezé não deverá mais ser cantada nas ruas e em bailes, por estimular preconceitos contra homossexuais. Nem Maria Sapatão, a correspondente feminina da violência homofóbica contra o Zezé ("Corta o cabelo dele!" ). Além da ofensa ao profeta Maomé, ao compará-lo a um gay cabeludo. Por muito menos Salman Rushdie teve de passar anos escondido da fúria islâmica.
Precursor do politicamente correto, o fundamentalismo islâmico exigirá a proibição de Alá-Lá-Ô por usar com desrespeito o Nome Supremo em festas devassas e ofender o Islã. Um aiatolá dos Emirados Sáderes pode até emitir uma fatwa condenando os autores da blasfêmia à morte.
Pelo uso do termo pejorativo e racista "crioulo" não escaparão da condenação nem os ilustres afro-brasileiros Paulinho da Viola, Elton Medeiros, Nelson Sargento, Anescarzinho e Jair do Cavaquinho, criadores do clássico Quatro Crioulos, em 1965. Além da palavra maldita, a música diz que eles ocupam boquinhas públicas, em plena ditadura:
"São quatro crioulos inteligentes / rapazes muito decentes / fazendo inveja a muita gente / muito bem empregados numa secretaria ?"
O Samba do Crioulo Doido, de Sérgio Porto, é pior: por sugerir que a burrice e a ignorância seriam exclusivas dos negros e associá-las ao mundo do samba. Puro preconceito: a estupidez não escolhe cor e também abunda no rock, na política e no esporte. E cada vez mais nos meios acadêmicos racialistas e politicamente corretos.
Bom carnaval multicultural!

domingo, fevereiro 13, 2011

FEMINISTAS ITALIANAS SÃO USADAS PELOS COMUNISTAS PARA TENTAR DERRUBAR O PREMIÊ SÍLVIO BERLUSCONI

O pensamento políticamente correto, refúgio de esquerdistas, socialistas, comunistas e demais vagabundos aduladores de ditaduras como a de Cuba, Coréia do Norte, sem falar que abençoam o terror islâmico e os nazistas, conseguiu criar um escândalo sexual na Itália com a finalidade de destruir o premiê Sílvio Berlusconi.
Feministas empedernidas, joguetes nas mãos daquela turma que apóia o terrorista Cesare Battisti, povoaram as praças das cidades italianas não só para protestar contra suposto crime cometido por Berlusconi, cujo maior defeito parece ser gostar de mulher, mas para protestar contra aquilo que consideram imposição da mídia, ou seja, o glamour da mulher bonita. Cáspite!
Ora, quando se festeja a beleza feminina e os meios de comunicação exaltam essa beleza nada estão fazendo que não seja seguir um ditame naturalístico vinculado à proliferação da espécie. Tanto é que o preceito bíblico 'crecei-vos e multiplicai-vos' depende exclusivamente da beleza feminina. Aquilo que o feminismo procura tipificar como lubricidade, concupiscência e desejos libidinosos nada mais é do que uma ocorrência naturalística que garante a proliferação da espécie. Não é à toa que a beleza feminina sempre foi endeusada desde sempre, ou melhor, desde que os humanos passaram a formar sociedades estáveis marcadas pela divisão do trabalho. Quando valores morais, éticos e estéticos não refletem a natureza, não prosperam.
O erotismo cumpre então essa função que é natural e se vincula diretamente à reprodução.
Durante os protestos de mulheres italianas neste domingo pôde-se escutar algumas pérolas da estupidez feminista que no mais só contribui para a masculinização do feminino. Já disse aqui no blog que esse discurso leva a mulher a extrapolar seu sistema natural e isso tem implicações sociais graves. 
O que está reproduzido na matéria do site do Estadão que noticia o protesto das feministas, só comprova uma completa transgressão do aspecto naturalístico da vida: "As participantes dos protestos dizem que a imagem das mulheres como objetos sexuais afetou as relações entre os gêneros e disseminou uma cultura na qual as mulheres enxergam a exploração de sua beleza como o único caminho para o sucesso."
E vão mais além nesse discurso ridículo e mentiroso:
"Peitos grandes, cintura fina, e sempre disponível: isso se tornou quase uma ditadura, porque a televisão, os jornais só mostram este modelo de mulher", disse Lorella Zanardo, autora de Il Corpo Delle Donne, livro sobre a imagem da mulher na mídia."
Ao que eu respondo sem medo nenhum da patrulha politicamente correta: Se começarem a nascer apenas mulheres com seios diminutos, cintura larga e sempre indisponíveis para o amor, a população do planeta experimentaria uma avassaladora diminuição! Este é apenas um aspecto da questão mas o suficiente para aniquilar esse obtuso tratado de gênero vociferado neste domingo por parcela das mulheres italianas.
Equanto praguejam contra Berlusconi por gostar das mulheres, essas feministas a serviço do oportunismo político dos amigos de terroristas como Cesare Battisti, não movem uma palha para combater a perseguição às mulheres no mundo islâmico. Tanto é que, conforme noticiei aqui no blog, uma menina de 14 anos morreu a chibatadas no Bangladesh e não vi as mulheres italianas protestarem, como não as vejo protestar contra o fato de que na maioria dos países africanos permanece intocável a horrenda excisão, que constitui na extirpação do clitóris das meninas.
Salve o Berlusconi que gosta de mulheres! O resto é conversa fiada do esquerdismo politicamente correto.

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