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quinta-feira, janeiro 26, 2012

DESABAMENTOS NO RIO: PREFEITO DIZ QUE EXPLOSÃO CAUSADA POR GÁS ESTÁ DESCARTADA. ENTRETANTO, CREA DIZ QUE INVESTIGARÁ JÁ QUE PESSOAS SENTIRAM FORTE CHEIRO DE GÁS.

As obras que eram realizadas no 3º e no 9º andar de um dos prédios que desabou no centro do Rio não tinham registro no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA-RJ), informou ao site de VEJA, na manhã desta quinta-feira, o presidente da Comissão de Análise e Prevenção de Acidentes da instituiçlão, Luiz Antonio Cosenza.
“Confirmamos que havia essas obras, mas não sabemos quem as executava, se eram apenas pedreiros ou que tipo de profissional. Se eram profissionais de engenharia e arquitetura, eles não fizeram o registro, e não sabemos também se a prefeitura foi informada sobre isso”, explicou Cosenza.
As primeiras informações obtidas pelo CREA é de que as obras eram executadas apenas à noite, fora do horário de expediente no edifício. O desabamento começou pelo prédio mais alto, de 20 andares, o nº 44 da Rua 13 de Maio. Desabaram ainda um edifício de seis andares na mesma rua, de nº 40, e o nº 16 da Rua Manoel de Carvalho.
“Tentaremos ouvir o síndico do edifício onde eram realizadas as obras e os proprietários. Eles não são obrigados a dar explicação ao CREA. Mas se havia um profissional de engenharia ou arquitetura envolvido, ele não pode se recusar a depor”, disse Cosenza.
Na manhã desta quinta-feira, o prefeito Eduardo Paes, a partir de informações da Defesa Civil do município, afirmou que está descartada a possibilidade de explosão causada por gás. O CREA, no entanto, não descarta essa possibilidade. “Vamos investigar também a chance de explosão, pois é cedo para descartar isso. Pessoas relataram ter sentido forte cheiro de gás, e isso é um indício importante”, explicou Cosenza. Do site da revista Veja

quinta-feira, outubro 13, 2011

MISTERIOSA EXPLOSÃO MATA TRÊS PESSOAS NO RIO

Uma explosão em um restaurante do Centro do Rio de Janeiro matou três pessoas e provocou muita destruição. Seis feridos continuam internados. Três deles em estado grave.
Praça Tiradentes, Centro do Rio, às 7h21. A câmera de trânsito da prefeitura registra o momento exato da explosão. Analisando as imagens, dá para ver quatro pessoas na frente do prédio antes de tudo ir pelos ares. Um homem de branco encostado na parede, outros que falam com ele e um pedestre que passava na calçada. Todos são atingidos violentamente.
Minutos depois, o Globocop gravou as primeiras imagens da região. Uma fumaça enorme cobriu os prédios. Havia escombros por toda parte e vítimas já recebendo socorro. A praça parecia ter sido bombardeada. Era um cenário de devastação. A explosão destruiu o subsolo, o térreo e atingiu salas em praticamente todos os andares. As vítimas foram arremessadas a cerca de 50 metros. Quem viu se desesperou.
“Pessoas foram arremessadas. Um cara bateu na árvore e voltou. A pressão jogou muita gente para a altura”, relata a testemunha Ivaneide Maria Machado.
“Parecia filme. Esses filmes que explodem. Parecia terrorismo mesmo”, compara a testemunha José de Castro.
Anderson Almeida estava no quarto andar do prédio na hora da explosão. “Na hora que saí do elevador, pensei que o prédio todo fosse cair. Onde eu estava afundou do quarto andar para baixo do térreo. Eu engoli bastante areia, cheiro de gás”, conta.
Até quem estava na praça, do outro lado da rua, se feriu. “Eu tive que correr e me atirar. Eu fui para cima uns dois metros. Eu caí no chão, dei sorte”, conta uma vítima.
“Fui atingido na testa, caí no chão”, acrescenta outra.
A equipe de reportagem teve acesso a um edifico bem ao lado do prédio. De lá era possível ver o estrago que a explosão provocou também na parte dos fundos. De tão forte, havia partes de lajes inteiras no chão, ferro retorcido e rachaduras na garagem do hotel que fica atrás.
Vários hóspedes deixaram o hotel assustados. “Achamos que fosse dentro do hotel, aquela correria toda, aí pediram para a gente sair do hotel. Depois a gente viu os corpos”, diz Claudemir Adriano.
O abalo foi sentido em quase todo o quarteirão. “Escutei a explosão, todo mundo saiu correndo”, lembra uma mulher. “Foi horrível, estremeceu o prédio”, descreve outra.
A principal hipótese para a explosão é o vazamento de gás no restaurante que ficava no térreo do prédio. Michelle estava no grupo de funcionários que chegou a entrar no restaurante. “Tinha muito cheiro de gás”, diz.
Nervosa, ela ligou para o chefe e contou que o cozinheiro não conseguiu escapar da explosão. “Eu entrei com Seu Antônio e saí. Ele voltou”, lamentou Michelle.
Ao saber da morte do cozinheiro Severino Antonio, a mulher dele se desesperou. Outro funcionário do restaurante, identificado como Josimar, e Matheus Maia de Andrade, de 19 anos, também morreram no local. O rapaz era funcionário de um banco e estava a caminho do trabalho. Dezessete pessoas ficaram feridas.
As causas da explosão ainda vão ser determinadas por uma perícia, mas, segundo os Bombeiros, ela pode ter sido tão intensa por causa da quantidade de gás dentro do prédio. Como nesta quarta-feira foi feriado e as lojas ficaram fechadas, pode ter havido vazamento sem que ninguém percebesse. Do portal do JN/Rede Globo

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sexta-feira, maio 20, 2011

NÃO PEGUE NOTA DE REAL COM RESPINGOS OU MANCHAS DE COR ROSA. É DINHEIRO ROUBADO EM EXPLOSÃO DE CAIXA ELETRÔNICO!

Com explosão máquina borrifa tinta rosa sobre o dinheiro
O Banco Central divulgou alerta ontem para que toda a população recuse notas de real manchadas de rosa. Essas cédulas já circulam no Estado de São Paulo e foram coloridas após roubos a caixas eletrônicos. Nesses casos, um sistema existente nos equipamentos 24 horas tingiu as notas, assim que o lacre do caixa se rompeu. A Tecnologia faz com que dinheiro seja manchado para que possa ser trastreado  pela polícia.
O governo considera as notas manchadas como “danificadas” e pretende tirá-las da praça e destruí-las, como ocorre com os reais rasgados, rabiscados ou malconservados.
Quem já tiver recebido o dinheiro pintado não deve preocupar-se em ser acusado de crime. A polícia esclareceu que os portadores não serão enquadrados em receptação de item roubado ou furtado. No entanto, devem providenciar rapidamente o depósito desse valor em sua conta bancária ou trocar o dinheiro diretamente no caixa. As delegacias dos bairros também vão receber e apreender as notas.
Nas agências, o dinheiro rosado vai para um cadastro próprio, que será enviado à polícia. O portador tem o RG e o CPF catalogados e recebe um recibo. Ontem, o Banco do Brasil comunicou os primeiros cinco casos de recebimento à polícia.
Posteriormente, a intenção dos investigadores é rastrear a origem e a distribuição das cédulas. Todo o dinheiro retido será enviado ao Banco Central. Caso se comprove a veracidade da cédula, o valor depositado em notas manchadas será creditado normalmente, em data ainda a ser definida. O BC reitera, porém, a recomendação para que comerciantes e consumidores fiquem atentos quando receberem trocos e pagamentos. E recusem notas tingidas.
Estouro. A tecnologia que tinge as cédulas de rosa quando quadrilhas explodem caixas eletrônicos já é usada na França, Bélgica e Suíça. Ela foi adaptada aos terminais de autoatendimento brasileiros pela TecBan, empresa que opera a rede 24 Horas.
Segundo a empresa, todos os 12 mil caixas eletrônicos do Banco 24 Horas existentes no Brasil têm o sistema instalado. A tecnologia também foi apresentada à Febraban, para que seja testada em outros bancos privados. Ela começou a ser implementada em maio do ano passado. 

A TecBan estima em 65 o número de terminais 24 Horas estourados por bandidos. Do início do ano até a primeira quinzena deste mês, houve 122 casos na Grande São Paulo. De cada quatro caixas atacados, um foi explodido. Por motivo de segurança, a TecBan não revela como o sistema funciona, mas diz que a força da explosão espalha a tinta e respingos cor-de-rosa atingem todas as cédulas da máquina. Do portal do Estadão

segunda-feira, abril 18, 2011

COISA DE LOUCO: ESGOTO BOTOCUDO EXPLODE EM NITERÓI DEIXANDO RASTRO DE DESTRUIÇÃO E 7 FERIDOS. ALÉM DO ODOR FÉTIDO!

Cena dantesca em Niterói: esgoto não conteve os dejetos
O rompimento da parede de uma estação de tratamento de esgoto alagou ruas, casas, arrastou carros e deixou sete pessoas levemente feridas em Niterói, no Estado do Rio. O local passava por obras de ampliação. Segundo o Corpo de Bombeiros, a força da correnteza do esgoto arrastou os pedestres. Com escoriações, os feridos foram encaminhados ao Hospital Estadual Azevedo Lima. Em um cenário de muita lama e dejetos, que tomaram a praça e as ruas próximas ao Mercado de São Pedro, tradicional entreposto de pescados no bairro Ponta da Areia, comerciantes e moradores contabilizaram os prejuízos. 
Ainda de acordo com os Bombeiros, a estação se rompeu no começo da tarde de ontem na rua Visconde do Rio Branco, próximo ao Mercado. O rompimento derrubou um dos muros da estação e três quarteirões foram interditados. A forte correnteza de dejetos invadiu imóveis. Carros boiaram e danificaram uns aos outros. Segundo os militares, o nível da água ficou pouco acima dos joelhos.
Dona de um restaurante, Selma de Oliveira, de 56 anos, contou que perdeu tudo no estabelecimento, inaugurado há menos de 10 dias. "Pessoas que estavam almoçando tiveram os pertences levados pela enxurrada. Mesas e cadeiras foram parar a 100 metros daqui. Muita gente acabou bebendo água de esgoto", disse. Entre os feridos estava a neta de Selma, de 2 anos, levada ao Hospital e depois liberada. A dona do restaurante disse que vai registrar um boletim de ocorrência na PM e cobrou agilidade na reparação dos danos.
Técnicos da Defesa Civil estiveram no local. Funcionários da concessionária Águas de Niterói, responsável pela estação, começaram a limpeza pouco depois do rompimento. Em nota, a empresa informou que os motivos ainda são desconhecidos. "A concessionária lamenta o fato e adianta que ressarcirá os prejuízos e indenizará as pessoas afetadas pelo acidente. A empresa não está poupando esforços para minimizar os efeitos do ocorrido para a população e está agindo desde o primeiro momento, no local, com a presença de técnicos, engenheiros e toda a diretoria", informou.
Ainda de acordo com a empresa, a estação foi isolada, porém parte dela continua em operação fazendo o tratamento de esgoto do Centro e da Zona Norte de Niterói. A empresa informou que o tratamento na cidade não foi afetado. A estação de tratamento de esgoto Toque-Toque foi inaugurada em maio de 2004 e atende a uma população de aproximadamente 110 mil pessoas. Também por meio de nota, a prefeitura de Niterói informou que está acompanhando de perto as providências tomadas pela concessionária e a apuração das causas do acidente. Do portal do Estadão

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quarta-feira, novembro 10, 2010

OBJETO MISTERIOSO CAI DO CÉU E EXPLODE EM S. FRANCISCO DO SUL, EM SANTA CATARINA.

Paulo Macedo mostra fio se desprendeu de peça após explosão

Moradores do bairro Rocio Pequeno, em São Francisco do Sul, buscam explicações para entender o que aconteceu na tarde de segunda-feira. Um objeto, ainda não identificado, explodiu no pátio de uma casa após cair do céu. 

O barulho forte, parecido com uma turbina seguido de explosão, chamou a atenção dos comerciantes e moradores. Depois do estrondo, todos saíram para ver o que tinha acontecido. 

— Achei que havia estourado um pneu de caminhão. Procuramos e não achamos nada. Resolvi ir até a varanda de casa para enxergar melhor (do alto) e, quando vi, tinha terra para todos os lados —, diz o comerciante Paulo Roberto Macedo, 40 anos. 

O artefato, comprido, preto e de metal, explodiu na grama em frente da sacada da casa de Paulo. Com o impacto, abriu um buraco na terra.

 — Nunca vi nada igual. O negócio fervia de tão quente. 

Uma peça, parecida com uma rosca e com um fio terra, soltou-se do objeto depois da explosão. Paulo ainda busca explicações.

 — Da onde veio? O que é isso? Como parou aqui? —, indaga. 

Em inglês, instrução diz que quem encontrar o material para não tocar nele e avisar a polícia. Paulo ainda não seguiu esta orientação. A Marinha foi procurada e não soube dizer do que se tratava. Acredita-se que pode ser um foguete ou sinalizador. Texto e fotos do portal do Diário Catarinense