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domingo, setembro 11, 2011

COMO MINIMIZAR O EFEITO DAS ENCHENTES NO VALE DO ITAJAÍ? É UM DESAFIO QUE TEM DE SER ENCARADO PELAS AUTORIDADES!

Situação em  Rio do sul. Veja galeria c/ mais fotos AQUI
O centro comercial de Rio do Sul, cidade do Alto Vale do Itajaí, em Santa Catarina, teve o seu comércio praticamente todo destruído. As fotos acima, que são do site do Diário Catarinense, mostram ruas da área central da cidade e se reperte o drama que os rio-suleneses viveram nas cheias de 1983 e 1984. 
Em 1984 vi com os meus próprios olhos a devastação de Rio do Sul. Nessa época trabalhava no jornal O Estado, de Florianópolis e cobri a enchente de Rio do Sul, juntamente com o fotógrafo Marco César.
Para chegar a Rio do Sul tivemos que viajar a bordo de um avião de guerra da FAB até Lages, onde pernoitamos, e de lá seguir num helicóptero da Base Aérea de Santa Maria até Rio do Sul. O helicóptero carregava um estoque de pães para alimentar os flagelados.
O tempo estava melhorando. Mas um denso novoeiro cobria integralmente o Vale do Itajaí, o que obrigou o piloto do helicóptero a pousar no alto da Serra Canoas, num pasto, onde tivemos que permanecer cerca de 2 horas até que o nevoeiro fosse se dissipando e oferecesse segurança para o helicóptero decolar e chegar à cidade. Mesmo assim, aterrissamos no bairro Canoas e de lá, a pé, usando botas de borracha até os joelhos para poder cruzar áreas alagadas, nos dirigimos ao centro da cidade e de lá até o morro Boa Vista, onde pude me encontrar com o então prefeito Danilo Lourival Schmidt para fazer um levantamento dos estragos. As autoridades haviam montado um bunker no morro de onde administravam a cidade e tomavam medidas emergenciais.
O tempo passa. Lá se vão 27 anos. 
As intempéries e cheias no Vale do Itajaí sempre aconteceram. Não têm nada a ver com mudança climática, aquecimento global e bobagens análogas. Não estou chutando. Eu nasci e me criei em Rio do Sul onde por lá vivi até os meus 20 anos.  Nos anos 50 e 60 as cheias eram muito mais frequentes até porque ainda não existiam as barragens de contenção de Taió e Ituporanga, que foram construídas durante os governos militares. De lá para cá não se fez absolutamente mais nada no sentido de minimizar o efeito danoso das enchentes. 
Entretanto, naquele tempo o impacto das águas tinha dimensão menor, haja vista que a população de Rio do Sul e de todo Vale do Itajaí era muito menor. Atualmente essa área de Santa Catarina, extremamente desenvolvida e de alta produtividade industrial e agrícola é densamente povoada.  
As fotos que ilustram o post mostram a situação dramática de Rio do Sul com o seu comércio completamente destruído, sem falar nas milhares de casas detonadas pelo lodaçal.
Estou tomando Rio do Sul como um exemplo do que está ocorrendo em Santa Catarina. Mas não é só em Rio do Sul. Cidades como Blumenau, Timbó, Ituporanga, Brusque e outras de menor porte estão na mesma situação.
Deve-se destacar também que Itajaí, que abriga o segundo maior porto brasileiro, também foi devastada pela enchente. Itajaí fica na foz do Rio Itajaí-Açu que se forma no centro da cidade de Rio do Sul onde acontece a confluência dos rios Itajaí do Oeste, que procede da região de Taió e Itajaí do Sul, que desce a partir de Ituporanga.
A região do Alto Vale do Itajaí fica mais ou menos no pé da Serra, a 341 metros acima do nível do mar. O Itajaí-Açu então desce com força e velocidade quando está cheio, formando cascatas ao despencar da Serra da Subida em direção a Blumenau e Itajaí. No litoral torna-se mais calmo e faz meandros até encontrar o oceano. O efeito da maré alta combinando-se com o rio caudaloso provoca o transbordamento sobre a planíce que abriga a cidade de Itajaí e aí a situação fica caótica.
É impossível impedir esses fenômenos naturais. Entretanto, os governos federal e estadual têm o dever de pensar em alternativas que minimizem os efeitos dessas constantes enchentes. Que mais se poderia agregar às barragens de contenção? Está aí um desafio que tem de ser encarado seriamente.

LEIA TAMBÉM: Tragédias climáticas e a tragédia da mídia

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terça-feira, agosto 09, 2011

CHUVA INTERMITENTE CASTIGA SANTA CATARINA. CENTENAS DE DESABRIGADOS E DESTRUIÇÃO!

Árvore cai sobre escola em Chapecó; abaixo ponte é levada pela força da água em Santo Amaro da Imperatriz, na região metropolitana de Florianópolis
Xanxerê decreta situação de emergência por conta dos estragos causados pelo temporal que assolou a cidade na madrugada. A ventania de até 118 km/h e o granizo causaram estragos nos bairros e no interior do município. A cidade vizinha, Cordilheira Alta, também está em situação de emergência.

Os bairros mais afetados foram João Winckler, Bela Vista, São Romero, Sufiatti, Vila Sésamo, Castelo Branco e Monte Castelo. Já no interior, os maiores estragos foram no Faxinal do Irani, Linha Salete, Invernadinha e Aterro Alto.

Segundo informações preliminares do coordenador da Defesa Civil, Rosito Miglioranza, cerca de 600 famílias da cidade e 100 famílias do interior foram atingidas.

A equipe da Defesa Civil e dos Bombeiros distribuiu lona para as famílias atingidas pelo temporal. Pela manhã, iniciaram os trabalhos para a limpeza de ruas, bueiros e estradas do interior. Do portal da RBS/Diário Catarinense

segunda-feira, abril 18, 2011

COISA DE LOUCO: ESGOTO BOTOCUDO EXPLODE EM NITERÓI DEIXANDO RASTRO DE DESTRUIÇÃO E 7 FERIDOS. ALÉM DO ODOR FÉTIDO!

Cena dantesca em Niterói: esgoto não conteve os dejetos
O rompimento da parede de uma estação de tratamento de esgoto alagou ruas, casas, arrastou carros e deixou sete pessoas levemente feridas em Niterói, no Estado do Rio. O local passava por obras de ampliação. Segundo o Corpo de Bombeiros, a força da correnteza do esgoto arrastou os pedestres. Com escoriações, os feridos foram encaminhados ao Hospital Estadual Azevedo Lima. Em um cenário de muita lama e dejetos, que tomaram a praça e as ruas próximas ao Mercado de São Pedro, tradicional entreposto de pescados no bairro Ponta da Areia, comerciantes e moradores contabilizaram os prejuízos. 
Ainda de acordo com os Bombeiros, a estação se rompeu no começo da tarde de ontem na rua Visconde do Rio Branco, próximo ao Mercado. O rompimento derrubou um dos muros da estação e três quarteirões foram interditados. A forte correnteza de dejetos invadiu imóveis. Carros boiaram e danificaram uns aos outros. Segundo os militares, o nível da água ficou pouco acima dos joelhos.
Dona de um restaurante, Selma de Oliveira, de 56 anos, contou que perdeu tudo no estabelecimento, inaugurado há menos de 10 dias. "Pessoas que estavam almoçando tiveram os pertences levados pela enxurrada. Mesas e cadeiras foram parar a 100 metros daqui. Muita gente acabou bebendo água de esgoto", disse. Entre os feridos estava a neta de Selma, de 2 anos, levada ao Hospital e depois liberada. A dona do restaurante disse que vai registrar um boletim de ocorrência na PM e cobrou agilidade na reparação dos danos.
Técnicos da Defesa Civil estiveram no local. Funcionários da concessionária Águas de Niterói, responsável pela estação, começaram a limpeza pouco depois do rompimento. Em nota, a empresa informou que os motivos ainda são desconhecidos. "A concessionária lamenta o fato e adianta que ressarcirá os prejuízos e indenizará as pessoas afetadas pelo acidente. A empresa não está poupando esforços para minimizar os efeitos do ocorrido para a população e está agindo desde o primeiro momento, no local, com a presença de técnicos, engenheiros e toda a diretoria", informou.
Ainda de acordo com a empresa, a estação foi isolada, porém parte dela continua em operação fazendo o tratamento de esgoto do Centro e da Zona Norte de Niterói. A empresa informou que o tratamento na cidade não foi afetado. A estação de tratamento de esgoto Toque-Toque foi inaugurada em maio de 2004 e atende a uma população de aproximadamente 110 mil pessoas. Também por meio de nota, a prefeitura de Niterói informou que está acompanhando de perto as providências tomadas pela concessionária e a apuração das causas do acidente. Do portal do Estadão

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sexta-feira, março 11, 2011

EXTRA! VÍDEO DÁ IDÉIA DA TRAGÉDIA NO JAPÃO

Este vídeo dá uma idéia do impacto da tragédia que se abateu sobre o Japão com terremoto e tsunami.