O DFTV voltou ao “corredor da morte” nesta segunda-feira (17). Localizado no subsolo do ICC Norte, a área deve ser reformada em março. Na semana passada, estudantes foram flagrados usando drogas e vendendo bebidas alcoólicas, o que é proibido dentro do campus.
A festa ocorria no Centro Acadêmico de geologia, que se defendeu. “Nós não somos drogados nem maconheiros, somos todos estudantes que dão muito duro, ralam muito”, afirmou a vice-presidente do CA de geologia, Taís Takayassu.
As imagens causaram polêmica no ambiente acadêmico. “Teve gente que se sentiu bem ofendida porque não é só aquilo ali. A UnB não se resume ao corredor da morte”, opina a estudante Gabriele Gontijo. A servente Ana Rita da Silva destaca que os estudantes “são realmente pessoas livres, que têm direito de fazer tudo isso, mas acho que têm que ter o mínimo de bom senso e ver que aqui não é local”. Na avaliação da estudante Hevelin Assunção, o uso constante de drogas atrapalha o rendimento acadêmico.
Para o Departamento Central de Estudantes, a discussão sobre o consumo de drogas na UnB tira o foco dos reais problemas da universidade. “Outra questão que eu havia colocado é a reestruturação do Hospital Universitário, extremamente precário, que precisa ser referência”, destaca o diretor de integração estudantil do DCE, Bruno Borges.
Os professores da UnB vão entregar na quarta-feira à reitoria uma carta cobrando medidas contra o que chamam de "farras dos CAs". Os professores dizem que reclamam do problema há dois anos. “Como não existe regras, cada um faz o que quer e é isso que está acontecendo dentro da universidade. Uma crise de gestão é o que a gente está vendo aqui”, opina o diretor-presidente da AdUnB, Ebenezer Nogueira.
Na avaliação do cientista político Antônio Testa, a reitoria e a secretaria de segurança deveriam tomar providências. “A Universidade de Brasília sempre se pautou, sempre foi exemplo no Brasil todo, desde a sua fundação até recentemente, como universidade combativa, criativa e engajada em causas sociais e políticas. E se há nesse momento esse movimento em torno na banalização é porque há uma omissão das suas autoridades e há desvio no comportamento desses alunos”, opina. Do site da DFTV da Rede Globo
A festa ocorria no Centro Acadêmico de geologia, que se defendeu. “Nós não somos drogados nem maconheiros, somos todos estudantes que dão muito duro, ralam muito”, afirmou a vice-presidente do CA de geologia, Taís Takayassu.
As imagens causaram polêmica no ambiente acadêmico. “Teve gente que se sentiu bem ofendida porque não é só aquilo ali. A UnB não se resume ao corredor da morte”, opina a estudante Gabriele Gontijo. A servente Ana Rita da Silva destaca que os estudantes “são realmente pessoas livres, que têm direito de fazer tudo isso, mas acho que têm que ter o mínimo de bom senso e ver que aqui não é local”. Na avaliação da estudante Hevelin Assunção, o uso constante de drogas atrapalha o rendimento acadêmico.
Para o Departamento Central de Estudantes, a discussão sobre o consumo de drogas na UnB tira o foco dos reais problemas da universidade. “Outra questão que eu havia colocado é a reestruturação do Hospital Universitário, extremamente precário, que precisa ser referência”, destaca o diretor de integração estudantil do DCE, Bruno Borges.
Os professores da UnB vão entregar na quarta-feira à reitoria uma carta cobrando medidas contra o que chamam de "farras dos CAs". Os professores dizem que reclamam do problema há dois anos. “Como não existe regras, cada um faz o que quer e é isso que está acontecendo dentro da universidade. Uma crise de gestão é o que a gente está vendo aqui”, opina o diretor-presidente da AdUnB, Ebenezer Nogueira.
Na avaliação do cientista político Antônio Testa, a reitoria e a secretaria de segurança deveriam tomar providências. “A Universidade de Brasília sempre se pautou, sempre foi exemplo no Brasil todo, desde a sua fundação até recentemente, como universidade combativa, criativa e engajada em causas sociais e políticas. E se há nesse momento esse movimento em torno na banalização é porque há uma omissão das suas autoridades e há desvio no comportamento desses alunos”, opina. Do site da DFTV da Rede Globo
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MEU COMENTÁRIO: O tal 'Corredor da Morte' onde rola maconha e bebida alcoólica tem até uma comunidade no Orkut como vocês podem conferir no facsímile acima. Há pouco alguém colocou o link deste blog referindo-se à cobertura que estou dando a este assunto que é grave, para não dizer gravíssimo. Todas as postagens são anônimas. Pelo papo dá para medir o QI da galera... Lá há coisas como ser maconheiro é ser de esquerda, progressista. Ser contra a droga é ser de direita, conservador e reacionário.
Sob o manto do pensamento políticamente correto o assunto é enfocado como 'polêmica', quando na verdade, é bom que se diga, trata-se de um crime ainda mais quando as autoridades permitem que uma universidade pública se transforme numa boca de fumo. Essa permissividade é sob todos os aspectos lamentável já que tolera a disseminação do uso de drogas no meio dos jovens.
Engraçado é ver o diretor do DCE falando na necessidade de melhorar a saúde pública e que o assunto da farra da maconha está desviando o foco dos reais problemas. Cáspite!
Sob o manto do pensamento políticamente correto o assunto é enfocado como 'polêmica', quando na verdade, é bom que se diga, trata-se de um crime ainda mais quando as autoridades permitem que uma universidade pública se transforme numa boca de fumo. Essa permissividade é sob todos os aspectos lamentável já que tolera a disseminação do uso de drogas no meio dos jovens.
Engraçado é ver o diretor do DCE falando na necessidade de melhorar a saúde pública e que o assunto da farra da maconha está desviando o foco dos reais problemas. Cáspite!


