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quarta-feira, junho 15, 2011

DEPOIS DA POLÊMICA 'FESTA DA XOXOTA', CAMPUS DA UnB ABRIGARÁ A 'FESTA DA PIROCA DOIDA'

O professor Marcelo Hermes vê atentado ao pudor
O professor Marcelo Hermes, da Universidade de Brasília, conhecido por ser um crítico severo do esquerdismo que domina a UnB ao defender a lei, a ordem e a tranquilidade no meio estudantil, anunciou nesta terça-feira, no seu blog Ciência Brasil (facsímile acima), que depois da polêmica "Festa da Xoxota", da semana passada, os estudantes promoverão na próxima sexta-feira a "Festa da Piroca Doida", fato que vê como um atentado ao pudor.
Segundo o jornal Correio Braziliense, a "Festa da Xoxota" foi regada a drogas e bebibas alcoólicas, conforme postagem aqui no blog datada deste sábado.
A Universidade de Brasília tem se notabilizado por diversas polêmicas com essas festas de apelo erótico e regadas a drogas e muita bebida alcoólica. Mas também na área acadêmica esse tradicional centro universitário da capital federal tem gerado polêmica. Na prova do vestibular que realizou no último final de semana, conforme comentei aqui no blog, a UnB induziu os vestibulandos a considerar o errado como certo, ao condenar claramente o respeito à norma culta da língua portuguesa, de acordo com o tema da redação proposto na prova.

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segunda-feira, janeiro 17, 2011

PROFESSORES PRESSIONAM REITOR DA UnB PARA ACABAR COM A FARRA DA MACONHA E DA BEBIDA DENTRO DA UNIVERSIDADE



O DFTV voltou ao “corredor da morte” nesta segunda-feira (17). Localizado no subsolo do ICC Norte, a área deve ser reformada em março. Na semana passada, estudantes foram flagrados usando drogas e vendendo bebidas alcoólicas, o que é proibido dentro do campus.

A festa ocorria no Centro Acadêmico de geologia, que se defendeu. “Nós não somos drogados nem maconheiros, somos todos estudantes que dão muito duro, ralam muito”, afirmou a vice-presidente do CA de geologia, Taís Takayassu.


As imagens causaram polêmica no ambiente acadêmico. “Teve gente que se sentiu bem ofendida porque não é só aquilo ali. A UnB não se resume ao corredor da morte”, opina a estudante Gabriele Gontijo. A servente Ana Rita da Silva destaca que os estudantes “são realmente pessoas livres, que têm direito de fazer tudo isso, mas acho que têm que ter o mínimo de bom senso e ver que aqui não é local”. Na avaliação da estudante Hevelin Assunção, o uso constante de drogas atrapalha o rendimento acadêmico.


Para o Departamento Central de Estudantes, a discussão sobre o consumo de drogas na UnB tira o foco dos reais problemas da universidade. “Outra questão que eu havia colocado é a reestruturação do Hospital Universitário, extremamente precário, que precisa ser referência”, destaca o diretor de integração estudantil do DCE, Bruno Borges.


Os professores da UnB vão entregar na quarta-feira à reitoria uma carta cobrando medidas contra o que chamam de "farras dos CAs". Os professores dizem que reclamam do problema há dois anos. “Como não existe regras, cada um faz o que quer e é isso que está acontecendo dentro da universidade. Uma crise de gestão é o que a gente está vendo aqui”, opina o diretor-presidente da AdUnB, Ebenezer Nogueira.


Na avaliação do cientista político Antônio Testa, a reitoria e a secretaria de segurança deveriam tomar providências. “A Universidade de Brasília sempre se pautou, sempre foi exemplo no Brasil todo, desde a sua fundação até recentemente, como universidade combativa, criativa e engajada em causas sociais e políticas. E se há nesse momento esse movimento em torno na banalização é porque há uma omissão das suas autoridades e há desvio no comportamento desses alunos”, opina.
Do site da DFTV da Rede Globo

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MEU COMENTÁRIO: O tal 'Corredor da Morte' onde rola maconha e bebida alcoólica tem até uma comunidade no Orkut como vocês podem conferir no facsímile acima. Há pouco alguém colocou o link deste blog referindo-se à cobertura que estou dando a este assunto que é grave, para não dizer gravíssimo. Todas as postagens são anônimas. Pelo papo dá para medir o QI da galera... Lá há coisas como ser maconheiro é ser de esquerda, progressista. Ser contra a droga é ser de direita, conservador e reacionário.

Sob o manto do pensamento políticamente correto o assunto é enfocado como 'polêmica', quando na verdade, é bom que se diga, trata-se de um crime ainda mais quando as autoridades permitem que uma universidade pública se transforme numa boca de fumo. Essa permissividade é sob todos os aspectos lamentável já que tolera a disseminação do uso de drogas no meio dos jovens. 

Engraçado é ver o diretor do DCE falando na necessidade de melhorar a saúde pública e que o assunto da farra da maconha está desviando o foco dos reais problemas. Cáspite!