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terça-feira, outubro 18, 2011

LIVRO DIZ QUE HITLER FUGIU COM A MULHER PARA A ARGENTINA, TEVE DUAS FILHAS E MORREU AOS 73 ANOS

Hitler teria escapado do bunker e simulado o suicício
A história da ascensão e queda do ditador Adolf Hitler é conhecida por todos, mas seu destino final pode ter sido bem diferente do que é contado nos livros. Para os autores da obra Grey Wolf: The Escape Of Adolf (Lobo Cinzento: A Fuga de Adolf, em tradução livre), Hitler teria simulado seu suicídio em Berlim e escapado com sua mulher, Eva Braun, para a Argentina.
Segundo a publicação de Gerrard Williams e Simon Dunstan, Hitler teria morrido aos 73 anos, em 1962, no país sul-americano. Ele ainda teria tido duas filhas com Eva.
Williams, historiador e jornalista especializado na Segunda Guerra Mundial, declarou à emissora Sky News não ter tido a intenção de reescrever a história, mas que "a evidência sobre a fuga de Adolf Hitler foi tão contundente que não pode ser ignorada".
O livro ainda indica que os serviços de inteligência americanos teriam sido "cúmplices" da fuga do líder em troca de acesso à tecnologia de guerra que foi desenvolvida pelos nazistas neste período.
A versão oficial dos fatos aponta que o líder alemão suicidou-se com um tiro e Eva tomou uma dose de cianureto em 30 de abril de 1945 no bunker nazista, enquanto Berlim era invadida pelo Exército soviético. Do portal de O Globo

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sábado, abril 23, 2011

ALTO CUSTO DA ENERGIA E CARGA TRIBUTÁRIA AFUGENTAM EMPRESAS E BRASIL CORRE RISCO DE DESINDUSTRIALIZAÇÃO. GRAÇAS AO PT.

O alto custo da energia elétrica, a invasão de produtos chineses e os incentivos tributários concedidos por outros países estão deixando o Brasil em segundo plano na rota de investimentos de empresas multinacionais.

Estudo feito pelo Estado, com fontes do mercado, mostra que fábricas de setores eletrointensivos - em que o custo da energia é um dos principais componentes no preço final do produto, como alumínio, siderurgia, petroquímico e papel e celulose - estão fechando unidades no País ou migrando para outros locais por causa da perda de competitividade no mercado brasileiro.

Nesse contexto, enquadram-se pelo menos sete companhias. A Rio Tinto Alcan está em negociações "avançadas" para instalar a maior fábrica de alumínio do mundo no Paraguai, com investimentos entre US$ 3,5 bilhões e US$ 4 bilhões para produzir 674 mil toneladas de alumínio por ano. A Braskem vai inaugurar unidade de soda cáustica no México e faz prospecção em outros países, como Peru e Estados Unidos.

A Stora Enso, que abrirá em breve fábrica de celulose no Uruguai, admite que, apesar de a produtividade brasileira ser o dobro, essa vantagem é "desperdiçada" pela incidência de impostos. No caso da produção de papel, o preço do produto fabricado no Paraná é mais alto que os similares feitos no exterior.

A siderúrgica Gerdau Usiba, na região metropolitana de Salvador (BA), esteve paralisada por causa do alto custo da energia. A Valesul Alumínio, em Santa Cruz (RJ), também ficou fechada pelo mesmo motivo.

Nesse setor, aliás, a situação é crítica. A Novelis fechou fábrica em Aratu (BA) e, segundo fontes, pode migrar para o Paraguai. A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do Grupo Votorantim, está prestes a abrir filial em Trinidad e Tobago.


Importação. Nesse segmento, a avalanche de produtos chineses é outra ameaça. A importação de alumínio chinês, que até 2009 ficou num patamar de 17 mil toneladas, saltou para 77 mil toneladas em 2010, que é o nível mínimo projetado para 2011, de acordo com Eduardo Spalding, coordenador da Comissão de Energia da Associação Brasileira do Alumínio (Abal). "A China, daqui a dez anos, vai ter produção de alumínio igual à do resto do mundo todo somado", adverte.

Outra agravante, segundo ele, é a importação de produtos acabados, sem possibilidade de agregar valor à mercadoria no País. Nesse ritmo, avalia Spalding, o Brasil passará da condição de exportador para importador de alumínio em 2012.


"No Brasil, se nada for feito, o risco é de o setor sumir. Temos vários exemplos de países em que a indústria do alumínio fechou em dois anos. Há mais de 25 anos, nenhuma nova fábrica se instala no Brasil. O que tivemos foi expansão das já existentes e, mesmo assim, parou tudo", diz Spalding. Do portal do Estadão      

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

URGENTE! FUGA EM MASSA DE PRESÍDIO EM FLORIANÓPOLIS

Mais da metade dos fugitivos já foi recapturada
Em uma fuga em massa, 79 detentos fugiram no início da noite desta segunda-feira do Complexo Penitenciário de Florianópolis, no Bairro Agronômica. Essa foi a maior fuga já registrada em Santa Catarina. O recorde anterior era de 48 presos.

Dezenas de viaturas e policiais foram para o local. Até as 22h30min, pelo menos 46 haviam sido recapturados. Com eles foram apreendidas três armas calibre 12 - com bala de borracha - uma calibre 38 e três granadas de luz e som.

Um comboio de 10 viaturas levou os detentos de volta para a penitenciária. A maioria foi apreendida no Morro do Horácio, que fica nos arredores do complexo. As buscas continuam também dentro do mangue do Itacorubi.

A fuga ocorreu na Central de Triagem, inaugurada no final de dezembro do ano passado. Na época, agentes prisionais chegaram a reclamar que as celas não seriam seguras. O então secretário de Segurança Pública, André Mendes da Silveira, disse que não havia motivos para preocupação.

Segundo o coronel Newton Ramlow, comandante do Batalhão de Choque, a fuga não foi planejada com antecedência.

— Pelo que apuramos até agora, eles se aproveitaram de uma desatenção do agente penitenciário e fugiram. Poderiam ter escapado mais de cem — afirmou o coronel.

O complexo fica numa área cercada de casas, numa área central na cidade. Houve tensão nas ruas ao redor do prédio. Clientes de um supermercado e de postos de combustíveis nas redondezas se esconderam, com medo de serem feitos reféns.

De acordo com a PM, todo o efetivo policial de Florianópolis — inclusive Bombeiros e Polícia Ambiental — trabalha nas buscas, que devem ocorrer durante toda a madrugada.

Uma blitz será montada na ponte, no sentido ilha - continente, para evitar fugas pelo trajeto. Texto e foto do portal RBS/Diário Catarinense