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quarta-feira, abril 04, 2012

DILMA E PT EXULTAM MÁQUINA DE MOER CANA E OS EMPRESÁRIOS BRASILEIROS APLAUDEM DE OLHO NOS COFRES ESTATAIS

Esta é uma moderníssima máquina de moer cana de fabricação brasileira e alto valor agregado e tecnologia de ponta.
Se a indústria brasileira já é incipiente, atrasada e vive ainda da tecnologia da máquina de moer cana, ficará muito pior até desaparecer completamente. Isto fica evidenciado porque, segundo o Ibope, 77% do povo brasileiro, o que é quase a sua totalidade, apóia a Dilma. Isto quer dizer que a próxima eleição presidencial está no papo para a turma do PT. E isto representará a pá de cal sobre o monte de sucata que constitui a indústria brasileira.
No site da revista Veja há uma reportagem importante que denuncia a histriônica bobagem estatista que inclui reserva de mercado, veto a importação e, quase, quase, defende pura e simplesmente a substituição das importações determinada há quase meio século, quando o Brasil era um país de economia agro-pastoril.
Sim, os comunistas do PT pretendem dar uma guinada na política industrial para pior, muito pior. O essencial não é levado em consideração, que é competitividade, modernização, tecnologia e enxugamento da carga tributária, ou seja, a implantação de capitalismo verdadeiro e não capitalismo de Estado. O exemplo mais candente vem da China que cresce e mata a fome de uma população de 1,4 bilhões graças à internacionalização de sua economia e abertura total ao capital procedente dos Estados Unidos e da Europa desenvolvida.
Não fosse isso, já nem haveria mais gafanhotos e cachorros na China. E olhem que temos lá um capitalismo de Estado mas, por incrível que pareça de longe muito mais flexível. Aqui se ouve as bobagens ditas por Mantega e demais petistas que nunca pisaram num chão de fábrica, nunca administraram nada além que sindicatos pelegos. Essa gente completamente despreparada para governar o Brasil capitaneada pelo Lula, Dilma e Zé Dirceu comemoram nesta quarta-feira pesquisa que lhes confere o apoio da maioria absoluta dos brasileiros.
Dentre seus apoiadores estão os empresários e banqueiros sequiosos por meter a mão no erário via BNDES e agência estatais congêneres. Batem palmas para a liquidação do setor produtivo industrial e ainda por cima dão generoso apoio financeiro para bancar as campanhas eleitorais do PT.
Conclusão: o Brasil é um país inviável, porque é habitado por quase 200 milhões de idiotas. 
Com o PT no poder estamos retornando ao tempo do boi e do arado.

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MANIFESTAÇÃO IDIOTA TUMULTUA SÃO PAULO E JUNTA PELEGOS SINDICAIS COM EMPRESÁRIOS CAÇADORES DE CARAMINGUÁS ESTATAIS

Protesto de pelegos sindicais junto com empresários patrimonialistas
Neste momento está ocorrendo uma manifestação organizada pelas centrais sindicais contra a desindustrialização do Brasil. Segundo o site da Folha de S. Paulo empresários também participam. 
Trata-se de uma versão botocuda do fascismo, cuja principal característica foi unir trabalhadores e patrões junto com o Governo e reivindicar a situação de vítima para a Itália daquela época.
Trata-se de mais uma armação do governo incompetente do PT. É uma manifestação sem foco, sem objetivo, uma montagem, quando se sabe que todas essas centrais faz barte da base de apoio do governo do PT.
O que vem ocorrendo é o que se previa. A desindustrialização ocorre porque torna-se mais fácil e lucrativo importar principalmente da China, do que produzir no Brasil. De um lado há uma carga tributária gigantesca que faz com que os preços dos produtos industrializados no Brasil sejam tão caros que não competem de jeito nenhum com os importados.
Outro fator é a obsolescência da indústria brasileira. O Brasil é zero em tecnologica, a inovação praticamente inexiste e, tirante as multinacionais que aqui operam, os empresários brasileiros vivem grudados nas tetas estatais e não investem em ciência e tecnologia.
O único setor produtivo que segura o país é o agronegócio que desenvolveu tecnologias para obter produtividade. Sem isso, dado ao volume de pragas da lavoura em regiões tropicais, seria impossível o cultivo em alta escala como vem ocorrendo.
Agora, pelegos sindicais e empresários patrimonialistas protestando em São Paulo contra a desindustrialização é um troço ridículo, além de tumultuar a vida dos paulistanos.
O mais curioso é que essa é uma manifestação feita por pessoas e entidades que apóiam o PT e seu governo incompetente que vive gastando tempo e energia com a aplicação de práticas politicamente corretas. Sem falar que os sindicaleiros querem reduzir a jornada de trabalho.
O espetáculo do crescimento petralha é uma piada macabra, como é essa manifestação sem causa e sem foco.
E o pior de tudo é que não haverá um só veículo da grande mídia que faça uma crítica a esse turbilhão de estupidez.
Ah!, é que neste momento os grandes jornalistas brasileiros estão preocupados em dar visibilidade à pesquisa do Ibope que aponta a Dilma com 77% de aprovação. Sim, 77% pois se fosse 80% pegaria meio mal, né?

sexta-feira, março 09, 2012

DEMOROU! DESINDUSTRIALIZAÇÃO JÁ É DRAMÁTICA!

Indústria brasileira vira sucata sob o governo do PT
Matéria que é manchete na Folha de S. Paulo desta sexta-feira é emblemática. Trata-se do "espetáculo do crescimento" do Brasil apregoado pelo PT. Eis um resultado dramático da incompetência do governo petista que terá efeitos nefastos para a economia brasileira no médio prazo. Ajudam o PT a desindustrializar o Brasil os próprios empresários contumazes patrimonialistas e sabujos do PT. 
Esses empresários sempre acham que é mais vantajoso mamar nas tetas do Estado do que empreender e inovar. Continuam a fabricar máquinas de moer cana e demais produtos obsoletos. O avanço tecnológico é zero. A inovação é zero!
Uma Nação que tem como presidente uma comunista e seu companheiro na luta armada contra a democracia e a economia de mercado como Ministro da Indústria só poderia mesmo ver o seu parque industrial virar uma grande sucata. Ah!, gostaria de saber porque o neo-socialista Paulo Skaf e a FIESP estão reclamando? Leiam:

A participação da indústria no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro recuou aos níveis de 1956, ano em que o presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976) deu impulso à industrialização do país ao lançar seu Plano de Metas, que prometia fazer o Brasil avançar "50 anos em 5".
Desde então, jamais a fatia da indústria manufatureira do país na formação do PIB havia alcançado nível tão baixo quanto o apurado em 2011.
No ano passado, a indústria de transformação -que compreende a longa cadeia industrial que transforma matéria-prima em bens de consumo ou em itens usados por outras indústrias- representou apenas 14,6% do PIB.
Patamar menor só em 1956, quando a indústria respondeu por 13,8% do PIB. De lá para cá, a indústria se diversificou, mas seu peso relativo diminuiu. O auge da contribuição da indústria para a geração de riquezas no país ocorreu em 1985: 27,2% do PIB. Desde então, tem caído.
"Temos energia cara, spreads bancários dos maiores do mundo, câmbio valorizado, custo tributário enorme e uma importação maciça. A queda da indústria no PIB é a prova do processo de desindustrialização", afirmou Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).
André Macedo, gerente da Pesquisa Industrial Mensal do IBGE, aponta dois fatores que explicam o declínio da indústria na formação do PIB: o avanço dos serviços e da agricultura; e o crescimento das importações.
"A importação pode modernizar o país, mas dependendo do que se importa prejudica a indústria. E esse setor é importante por ofertar boa parte dos empregos mais qualificados", disse. Da Folha de S Paulo desta sexta-feira - assinante lê mais aqui

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sábado, setembro 24, 2011

CARGA TRIBUTÁRIA SE ELEVA E GOVERNO FEDERAL COME TUDO. ESTADOS DEFINHAM COM DESINDUSTRIALIZAÇÃO.

A carga tributária do Brasil voltou a crescer no ano passado, transferindo para os cofres do governo federal uma fatia maior das riquezas produzidas no país.
 
Estudo apresentado ontem pela Secretaria da Receita Federal diz que impostos e contribuições arrecadados pelas três esferas de governo somaram no ano passado 33,56% do PIB (Produto Interno Bruto). Em 2009, a carga tributária alcançara 33,14% do PIB. 

 
O principal motivo foi o aumento da arrecadação do governo federal, provocado pela retomada do crescimento da economia e o fim dos incentivos distribuídos em 2009 para reanimar a economia e combater a recessão.

 
O aumento da taxação de operações financeiras no fim do ano passado, medida tomada pelo governo para conter a valorização do real em relação ao dólar, também ajudou a inflar a arrecadação.

 
Segundo a Receita, o governo federal, os Estados e os municípios arrecadaram no ano passado R$ 1,2 trilhão em impostos e contribuições, 9% a mais do que em 2009.

 
Estudo feito pelos economistas José Roberto Afonso e Márcia Monteiro, especialistas em finanças públicas, sugere que o aumento da carga tributária foi ainda maior do que o reconhecido pelo trabalho da Receita.

 
Segundo eles, os impostos recolhidos nas três esferas de governo somaram no ano passado 35,16% do PIB, se a conta incluir os royalties do petróleo e outros tributos arrecadados pela União mas excluídos pelo estudo da Receita por razões metodológicas.

 
De acordo com o estudo, a carga tributária brasileira atingiu seu ponto mais alto em 2008, quando representou 35,5% do PIB.

 
Os cálculos dos dois economistas indicam também que o governo federal foi o principal beneficiário do aumento da carga tributária nos últimos meses, em detrimento de Estados e municípios, cujas receitas permaneceram praticamente estagnadas.

 
Esse descompasso ajuda a explicar a insatisfação dos governadores, que nos últimos meses têm pressionado o governo federal e o Congresso por mais recursos para o sistema de saúde pública e uma fatia maior dos recursos que serão arrecadados com a exploração do petróleo do pré-sal.

 
A arrecadação do governo federal cresce aceleradamente desde o fim do ano passado. Enquanto isso, os governadores viram a participação do ICMS, principal tributo recolhido pelos Estados, ser reduzida de 7,37% do PIB em janeiro para 7,28%.

 
O tributarista Amir Khair, ex-secretário de Finanças de São Paulo, explica que a perda de fôlego do ICMS se explica pela fraqueza da atividade industrial. "A indústria está dando sinais claros de arrefecimento e é ela o grande contribuinte do ICMS."

 
Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) indicam que a produção industrial recua desde outubro do ano passado.

 
Mas o que poderia ser uma segurança para o governo federal é também motivo de preocupação. Para os economistas, esse volume de arrecadação deve ceder ao longo do ano e em 2012.

 
"Existe uma defasagem natural entre a redução da atividade e o recolhimento de tributos. Essa arrecadação do governo federal não vai se repetir nos próximos meses, até porque houve uma arrecadação extraordinária nos últimos meses", diz Afonso. Da Folha de S. Paulo deste sábado


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sábado, maio 14, 2011

DESINDUSTRIALIZAÇÃO: POLÍTICA ECONÔMICA DO GOVERNO DO PT LEVA INDÚSTRIA DE CALÇADOS A ABANDONAR O BRASIL

A combinação de dólar baixo e enxurrada de importações - principalmente da China - levou algumas fabricantes brasileiras de calçados a um gesto extremo: transferir parte da produção para o exterior, atrás de custos menores. Países como Índia, Nicarágua e República Dominicana vêm conseguindo fisgar tradicionais calçadistas ao oferecerem baixo custo de mão de obra e isenção de alguns impostos.

Em junho, o grupo Vulcabras-Azaleia iniciará a produção de cabedais (parte de cima dos calçados) em uma recém-comprada fábrica na Índia. A matéria-prima virá do Oriente. As peças serão exportadas, depois, para o Brasil. Na semana passada, a empresa demitiu 800 funcionários ao encerrar a produção na unidade de Parobé, no Rio Grande do Sul.


Segundo o presidente do grupo, Milton Cardoso, a mão de obra mais barata foi um dos atrativos para a mudança.


- É muito mais barato lá fora. Por exemplo, com o que eu pago por uma hora de trabalho no Brasil, compraria 12 horas de mão de obra na China - compara Cardoso, também presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).


No Brasil, nas unidades da Bahia e do Ceará, a Vulcabras-Azaleia vai produzir solados, palmilhas e montará os calçados. A companhia conta com cerca de 44 mil funcionários. Os investimentos, em dois anos, serão de US$ 50 milhões. Já o número de funcionários na nova fábrica, na Índia, aumentará de mil para 5 mil.

No fim do ano passado, a Schmidt Irmãos Calçados, fundada em 1943, também fechou suas portas no Rio Grande do Sul para passar a produzir sapatos na Nicarágua. A Paquetá Calçados, fundada em 1945 e atualmente com 23 mil funcionários, abriu uma unidade na República Dominicana. Por enquanto, suas atividades no Brasil estão mantidas.


- Quem estava especulando sobre ir ou não ir para a República Dominicana é a Piccadilly. Então, vemos que não é um fato isolado, é um movimento preocupante - afirmou o presidente da Abicalçados. Leia MAIS

quarta-feira, maio 04, 2011

INCOMPETÊNCIA DO GOVERNO DO PT DESTRUIRÁ A INDÚSTRIA BRASILEIRA BENEFICIANDO IMPORTADORES BOTOCUDOS DE LIXO CHINÊS

Leiam o que segue. Comento abaixo:
O governo abandonou a ideia de exigir certificação técnica para a entrada de produtos importados no País. A medida foi anunciada pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, como uma das ações para reduzir a competição desleal dos importados em relação aos produtos nacionais. O governo chegou a prometer aos empresários a edição de uma medida provisória, mas hoje avisou que o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) não tem condições de implementá-la.
Na reunião do Grupo de Avanço da Competitividade (GAC), realizada hoje no Ministério da Fazenda, o ministro Guido Mantega disse que o Inmetro não tem capacidade para fazer essa fiscalização com sua estrutura atual de fiscais e laboratórios credenciados, segundo narraram os empresários. Além disso, o órgão não teria competência legal para realizar a ação nos portos, uma vez que sua rede credenciada só pode certificar produtos produzidos no Brasil.
O governo pretendia endurecer as regras de controle de entrada de produtos importados no País, exigindo, para o desembaraço nas alfândegas, os mesmos certificados de segurança e especificações técnicos hoje cobrados dos produtos nacionais vendidos no varejo. Leia MAIS

MEU COMENTÁRIO: Pelo que sei o mineiro Fernando Pimentel entende muito é de comunismo botocudo. Agora já pensaram o que é entregar um Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio para um comunista que justamente sempre lutou contra a liberdade econômica? Esse senhor formou-se em economia mas consta que fez mestrado em Ciência Política, que é a mesma coisa que Mestrado em coisa nenhuma. Do ponto de vista epistemológico não existe 'ciência política'. Mestrado em Ciência Política forma mestre em bobagens, militantes da causa comunista e experts em dossiês...
A verdade é que além do governo do PT não exigir certificação técnica para os produtos importados faz a exigência para os produtos da indústria brasileira!
Já comentei aqui no blog que o Brasil está importando tudo quanto é quiquilharia da China, desde estopa até boneca de pano. Gastam-se fortunas em divisas para importar lixo chinês.
A desistência do governo do PT no que tange à exigência de certificação técnica é uma loucura. É o mínimo que se exige para importar qualquer produto e isto tem em mira a segurança e a saúde dos consumidores. É um dever do Estado. 
E o que dizer de alimentos que estão sendo importados da China, feitos sabe-se lá de que forma e em que condições de higiene?
Sem certificação técnica, sem verificação na origem desses produtos importados, os brasileiros estão expostos a diversas doenças graves, como aquelas provocadas pelo chumbo e o mercúrio. É o caso da porcelana chinesa que tem teor de chumbo elevado, muito além do índice permitido, enquanto o Brasil e, particularmente o Estado de Santa Catarina, se notabilizaram pela produção de porcelana de qualidade internacional e que é exportada para os Estados Unidos e Europa.
Queria saber se o Fernando Pimentel já entrou dentro de uma indústria. Não vale discurso em porta de fábrica para incitar os trabalhadores à greve e à malandragem e à possibilidade do paraíso na Terra.

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sábado, abril 23, 2011

ALTO CUSTO DA ENERGIA E CARGA TRIBUTÁRIA AFUGENTAM EMPRESAS E BRASIL CORRE RISCO DE DESINDUSTRIALIZAÇÃO. GRAÇAS AO PT.

O alto custo da energia elétrica, a invasão de produtos chineses e os incentivos tributários concedidos por outros países estão deixando o Brasil em segundo plano na rota de investimentos de empresas multinacionais.

Estudo feito pelo Estado, com fontes do mercado, mostra que fábricas de setores eletrointensivos - em que o custo da energia é um dos principais componentes no preço final do produto, como alumínio, siderurgia, petroquímico e papel e celulose - estão fechando unidades no País ou migrando para outros locais por causa da perda de competitividade no mercado brasileiro.

Nesse contexto, enquadram-se pelo menos sete companhias. A Rio Tinto Alcan está em negociações "avançadas" para instalar a maior fábrica de alumínio do mundo no Paraguai, com investimentos entre US$ 3,5 bilhões e US$ 4 bilhões para produzir 674 mil toneladas de alumínio por ano. A Braskem vai inaugurar unidade de soda cáustica no México e faz prospecção em outros países, como Peru e Estados Unidos.

A Stora Enso, que abrirá em breve fábrica de celulose no Uruguai, admite que, apesar de a produtividade brasileira ser o dobro, essa vantagem é "desperdiçada" pela incidência de impostos. No caso da produção de papel, o preço do produto fabricado no Paraná é mais alto que os similares feitos no exterior.

A siderúrgica Gerdau Usiba, na região metropolitana de Salvador (BA), esteve paralisada por causa do alto custo da energia. A Valesul Alumínio, em Santa Cruz (RJ), também ficou fechada pelo mesmo motivo.

Nesse setor, aliás, a situação é crítica. A Novelis fechou fábrica em Aratu (BA) e, segundo fontes, pode migrar para o Paraguai. A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do Grupo Votorantim, está prestes a abrir filial em Trinidad e Tobago.


Importação. Nesse segmento, a avalanche de produtos chineses é outra ameaça. A importação de alumínio chinês, que até 2009 ficou num patamar de 17 mil toneladas, saltou para 77 mil toneladas em 2010, que é o nível mínimo projetado para 2011, de acordo com Eduardo Spalding, coordenador da Comissão de Energia da Associação Brasileira do Alumínio (Abal). "A China, daqui a dez anos, vai ter produção de alumínio igual à do resto do mundo todo somado", adverte.

Outra agravante, segundo ele, é a importação de produtos acabados, sem possibilidade de agregar valor à mercadoria no País. Nesse ritmo, avalia Spalding, o Brasil passará da condição de exportador para importador de alumínio em 2012.


"No Brasil, se nada for feito, o risco é de o setor sumir. Temos vários exemplos de países em que a indústria do alumínio fechou em dois anos. Há mais de 25 anos, nenhuma nova fábrica se instala no Brasil. O que tivemos foi expansão das já existentes e, mesmo assim, parou tudo", diz Spalding. Do portal do Estadão      

segunda-feira, abril 18, 2011

ESQUERDISMO E INCOMPETÊNCIA DO GOVERNO DO PT EMPURRAM O BRASIL PARA O CAOS. COMEÇOU O PROCESO DE DESINDUSTRIALIZAÇÃO!

A desastrada política econômica do incompetente governo do PT, a farra com dinheiro público, a paralisação nos investimentos em infra-estrutura, a sufocante carga tributária, a injeção de dinheiro brasileiro via BNDES para financiar obras na Bolívia e em Cuba; o aporte de dinheiro em países africanos e a ausência de estímulo e valorização da ciência, da tecnologia e da inovação que resulta na raridade de engenheiros e técnicos de alta qualidade no Brasil, fazem com que se acelere a desindustrialização do país.
Sem falar na década de ouro perdida durante o governo do Lula quando a economia internacional bombou como nunca antes na história e as enormes oportunidades foram foram imoladas no altar da ideologia esquerdista. Sob a orientação esquerdista e politicamente correta do Foro de São Paulo, o governo do PT preferiu gastar dinheiro, por exemplo, se metendo em Honduras em socorro a Zelaya, o títere de Hugo Chávez. Investiu em Cuba e na Bolívia e decidiu ainda transferir recursos de Itaipu para o padreco esquerdista Fernando Lugo do Paraguai, alterando o acordo que viabilizou a construção dessa que é uma das maiores hidroelétricas do mundo, toda ela custeada pelo Brasil, herança bendita dos governos militares.

Em menos de uma década o governo do PT conseguiu esfacelar estruturalmente o Brasil. O empresariado sabujo do lulopetismo sugou enquanto havia dinheiro público com o qual o PT comprou o seu apoio. Agora faz as malas e ruma para o exterior transferindo recursos brasileiros que beneficiarão outros países, sobrando para os brasileiros a disparada da inflação, o aumento abusivo dos combustíveis, os juros extorsivos, o desemprego e a elevadíssima carga tributária.

Todas as advertências que fiz aqui no blog lamentavelmente estão se materializando e desenham um futuro péssimo para a Nação brasileira. Especialmente para aquela parcela da população que vive do crédito consignado e da bolsa-família e também a classe média que tem os seus salários corrigidos por uma merreca que representa o índice inflacionário do ano anterior quando a inflação ainda não havia disparado.
Agora mesmo, segundo matéria do portal do Estadão, a maior fabricante de calçados de calçados no Brasil, a Vulcabrás, do empresário Pedro Grendene, está anunciando a compra de uma fábrica na Índia e está transferindo para  o país asiático a parte mais intensiva em mão de obra de sua produção de tênis. A decisão foi motivada pela redução de competitividade no Brasil provocada pelo real forte e pela concorrência dos importados.
A empresa fechou na sexta-feira a aquisição de uma fábrica de calçados sediada em Chennai, uma das cinco maiores cidades da Índia. Uma "due diligence" ocorrerá nos próximos 40 dias e o negócio será assinado no início de junho. O valor da aquisição não foi divulgado, mas, incluindo os investimentos que serão feitos nos primeiros dois anos, a Vulcabrás vai aplicar US$ 50 milhões em sua operação indiana.
A unidade de Chennai emprega hoje mil pessoas e a Vulcabrás pretende aumentar esse número para 5 mil em um ano e meio. Como vai trabalhar também com empresas terceirizadas locais, a empresa brasileira vai gerar 8 mil empregos diretos e indiretos no país asiático. Hoje, a Vulcabrás conta com 40 mil pessoas no Brasil e 4 mil na Argentina.
A empresa não é a única a internacionalizar parte da produção. Companhias como Natura e Vicunha Têxtil estão fazendo o mesmo em busca de maior competitividade. Com informações do portal do Estadão

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quinta-feira, abril 14, 2011

LIXO CHINÊS INVADE GRANDES SUPERMERCADOS

Lixo chinês: qualidade duvidosa e pouca informação
Vejam só o que está acontecendo com a economia brasileira sob o comando do PT? É visível a invasão de toda a sorte de badulaques importados da China. Muita dessa quinquilharia pode inclusive ser elaborada com produtos tóxicos e com o lixo. Notem na foto acima esses coelhos de cor estranha que acabam de chegar às lojas brasileiras. Observe que o branco é meio cinza. Eu mesmo fiz esta foto.
Deparei com este lixo não num camelô, mas num dos supermercados mais tradicionais e melhores de Santa Catarina, o Angeloni. E eu indago: por que o Brasil precisa gastar divisas para importar essas porcarias cuja origem e a qualidade nunca são fiscalizadas na origem pelos órgão de saúde do Brasil.
Nesse mesmo dia em que constatei esses coelhos chino-botocudos em oferta no Angeloni, lembrei de verificar as louças: Bingo! Não havia uma só peça de porcelana brasileira, todas procedentes da China.
Como é sabido, se o processamento industrial da porcelana não obedecer determinadas normas de qualidade podem apresentar alto teor de chumbo que afeta seriamente a saúde das pessoas. 
Há algum tempo as entidades e sindicatos das indústrias de louças de porcelana do Brasil denunciaram o alto teor de chumbo em louças procedentes da China.
Curiosamente não se tem falado mais nisso. Suponho que certos empresários acabaram achando melhor fechar o bico, parar de produzir o produto de qualidade dedicando-se a importar a porcelana chinesa.
Sabe-se que a procelana brasileira, principalmente a tradicional Schmidt, empresa de Santa Catarina, é de altíssima qualidade sendo exportada para Europa e Estados Unidos. Fabrica peças de linhas especiais e finísssimas, embora mantenha uma linha mais popular de utilização diária.
Quando você todar um café numa boa cafeteria dê uma olhada no fundo da chícara: lá estará, invariavelmente, a marca Schmidt.
No entanto, com essa enlouquecida onda de tirar vantagem na importação de produtos chineses veremos dentro de pouco tempo a desindustrialização do Brasil. Além do mais estaremos todos expostos às perigosas ações tóxicas desses produtos elaborados sabe-se lá de que forma lá na China comunista.
Na hora de presentear seus filhos com coelhos de pelúcia veja primeiro a procedência. Se for da China, recuse. É uma questão de saúde pública. Se o Estado brasileiro, sob o comando desses incompetentes e oportunistas do PT, não cumpre a legislação nós consumidores teremos de fazer o necessário boicote.
Diga duas vezes NÃO! Para a bandalha do PT e para as malditas bugigangas chinesas.

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