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quinta-feira, agosto 18, 2011

ISRAEL SOFRE ATAQUE DO TERROR E SE DEFENDE REAGINDO, MAS AGÊNCIAS NOTICIOSAS DÃO UM JEITO DE MENTIR EM FAVOR DO TERRORISMO

Clique s/ a imagem para ver onde está Israel e seu tamanho
Leiam esta matéria e vejam a minha análise interpretativa abaixo: 

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, alertou nesta quinta-feira, 18, que todos que atacarem o país "pagarão um preço muito alto". As declarações do premiê são feitas no mesmo dia em que sete israelenses morreram em atentados ocorridos perto da fronteira com o Egito.
Os ataques ocorreram na cidade de Eilat, no sul de Israel, onde homens armados entraram no país a partir do território egípcio e abriram fogo contra veículos civis e um posto militar na cidade. Sete agressores morreram no atentado. Em resposta, as forças israelenses bombardearam Gaza e mataram seis pessoas, entre elas um dirigente dos Comitês Populares de Resistência.
Netanyahu afirmou que os ataques representam uma "séria violação da soberania de Israel" e disse que o país não vai se curvar diante das agressões. As declarações do premiê foram respaldadas por Tzipi Livni, líder opositora, que disse que os incidentes requerem uma reposta israelense e que apoiará as decisões do governo.
O ministro da Defesa, Ehud Barack, também se pronunciou, dizendo que se trata de uma série de atentados ocorridos em "vários locais". "Os incidentes mostram que o Egito está perdendo o controle no Sinai e da ampliação das operações terroristas na área. A fonte desses ataques é Gaza e nós vamos preparar uma resposta com força total", alertou.
O Hamas, facção palestina radical que controla Faixa de Gaza, negou a autoria dos ataques. O grupo é considerado uma organização terrorista por Israel, já que não reconhece Estado judeu. [ATENÇÃO EDITOR DO JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO: O HAMAS 'NÃO É CONSIDERADO TERRORISTA POR ISRAEL', É TERRORISTA MESMO!, E NÃO É APENAS 'FACÇÃO PALESTINA RADICAL", É UM GRUPO TERRORISTA QUE VEM FUSTIGANDO ISRAEL HÁ ANOS COM LANÇAMENTO DE FOGUETES CONTRA POPULAÇÃO CIVIL ISRAELENSE!]

MEU COMENTÁRIO: Como todas as matérias de agências internacionais, esta publicada no site do jornal O Estado de São Paulo é tipicamente um texto anti-Israel e contra o povo judeu. Tanto é que se nega a qualificar o Hamas como terrorista. Notem que a matéria mente ardilosamente ao referir-se a esse bando terrorista como "facção palestina radical".
Trata-se de mais um texto tipicamente antissemita, como todos os que são veiculados pela grande imprensa internacional e agências noticiosas controladas pela patrulha esquerdista. Todos os esquerdistas, socialistas, comunistas e quejandos são apoiadores do terror islâmico e com eles fazem coro para a destruição do Estado Judeu.
Em outras palavras: os esquerdistas são hoje os nazistas de ontem! 
E ainda há quem afirme que os judeus controlam a mídia internacional e são os donos do mundo. Essa gente além de babar a baba da ignorância estúpida não sabem nem onde fica o Oriente Médio e nem mesmo é capaz de encontrar no mapa o Estado de Israel. Sim, porque num mapa de escala pequena o Estado de Israel dessaparece e sequer é uma manchinha dado ao fato de ser um pedaço de terra diminuto e espremido entre países árabes imensos.
Não sabem também que o total de judeus no mundo está em torno de 0,2% da população do planeta, incluindo-se os habitantes de Israel. Se a população da Terra deve somar 7 a 8 bilhões no final deste ano de 2011, o total de judeus no mundo gira ao redor de 14 a 16 milhões, ou seja, algo como a metade do total de habitantes do Estado de São Paulo! 

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quarta-feira, março 23, 2011

TERROR ISLÂMICO ATACA ISRAEL OUTRA VEZ

Equipes de segurança e socorro chegam ao local do atentado
Uma pessoa morreu e outras 30 ficaram feridas quando uma bomba explodiu na tarde desta quarta-feira na entrada de Jerusalém, perto da rodoviária da cidade, um dos locais mais bem policiados de Israel. O dispositivo foi acionado por volta das 15h, horário local (10h, horário de Brasília) e causou pânico entre as milhares de pessoas que embarcavam e desembarcavam de ônibus e vans. A bomba causou dano em um ônibus da linha 74. Este foi o primeiro atentado em Israel em cinco anos.
Os explosivos foram detonados por telefone celular, segundo o "Haaretz". O artefato explosivo estava preso a uma cabine telefônica ao lado de uma instalação comercial chamada "Pitzutz shel Quiosk" (gíria que significa quiosque que bomba).
A explosão acontece em meio à escalada da violência na Faixa de Gaza e arredores. Na terça-feira, um míssil do tipo Grad, de fabricação russa, atingiu a cidade costeira israelense de Ashdod, causando danos a propriedades e nervosismo entre a população. Em retaliação, o exército israelense atacou alvos em Gaza, matando oito palestinos, entre eles quatro civis.
Ao todo, mais de 50 mísseis, foguetes e morteiros foram lançados contra Israel desde sexta-feira passada. Hoje de manhã, foi a vez da cidade de Beer-Sheva ser atingida por dois mísseis Grad. O grupo radical palestino Jihad Islâmica assumiu a autoria dos ataques, sob a justificativa de que seria uma vingança "contra os massacres sionistas ao povo e aos combatentes palestinos".
O vice-primeiro ministro de Israel, Silvan Shalom, admitiu que o país pode deslanchar uma nova ofensiva contra Gaza caso os ataques palestinos com mísseis, foguetes e morteiros continuem. Há pouco mais de dois anos, em dezembro de 2009, Israel realizou uma violenta ação militar contra Gaza, apelidada de "Operação Chumbo Fundido". Na ofensiva, morreram mais de 1.200 palestinos, entre eles centenas de civis.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu convocou reunião de emergência do gabinete de segurança. Apesar do ataque, ele confirmou que viajará à Rússia nesta quarta-feira. Texto e foto do portal de O Globo

MEU COMENTÁRIO: Reparem o texto desta matéria quando relembra a ação de Israel contra Gaza há dois anos. Sob o manto da insenção não esconde o seu viés antissemita. Ora, a ação israelensde em Gaza foi exatamente para defender a população contra os permanentes ataques e atentados desferidos pelos terroristas do Hamas que dominam a Faixa de Gaza, hoje um oásis de fartura mantido por organizações como a ONU e ongs de direitos humanos que abastecem esse território que se transformou numa casamata do terrorismo. 
A grande imprensa internacional e nacional distorce de forma miserável o noticiário, levando o leitor a ter uma noção completamente errônea do que ocorre em Israel e em todo o Oriente Médio.
A patrulha politicamente correta que opera em todas as agências de notícias tempera suas reportagens insinuando que o Estado de Israel e o povo judeu, vítimas desses brutais atos terroristas, são os culpados.