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segunda-feira, julho 18, 2011

VÔO PARA MORTE: ACIDENTE COM HELICÓPTERO MATA EMPRESÁRIO, PILOTO E PEDREIRO EM JARAGUÁ DO SUL (SC)

Cena do resgate dos corpos em Jaraguá do Sul (SC)
Era perto das 9 horas quando o empresário José Gilberto Menel, 62 anos, embarcou no helicóptero dele junto com o piloto Álvaro Pisetta Júnior, 39, e o pedreiro Erico Melchioretto, 48, em uma viagem para Navegantes. O voo durou menos de três minutos.
A aeronave Esquilo B3 caiu em uma mata fechada na localidade de Tifa Rio Alma, no bairro Rio Cerro, em Jaraguá do Sul, perto do Parque Aquático Recanto Turístico Paraíso. As causas do acidente ainda são desconhecidas, mas a equipe de resgate suspeita que o piloto tenha mudado a rota para desviar da neblina, acabou batendo com a lateral em um paredão de rochas e, em seguida, atingiu as árvores.
A operação de resgate começou por volta das 9h30, quando os Bombeiros Voluntários e a Polícia Militar foram acionados por moradores da região, que ouviram o barulho da queda.
Segundo o comandante do 14º Batalhão da Polícia Militar, Rogério Kumlehn, o helicóptero partiu do heliponto da empresa Nanete Têxtil, de propriedade de Gilberto Menel, e pousaria no aeroporto de Navegantes. Empresário conhecido em Jaraguá do Sul, Menel pretendia visitar uma construção que tinha em Itajaí. Segundo o policial militar, a aeronave percorreu uma distância de cinco quilômetros.
O barulho foi tão alto que chamou a atenção dos moradores locais. Um deles era o cunhado do pedreiro Erico, Lourival Guido Peter, 47 anos. Ele trabalhava na roça quando ouviu o estrondo.
— O barulho era muito alto e, por isso, logo imaginei que um avião tinha caído. Como não tenho telefone, peguei carona com um vizinho e fomos até a Nanete avisar que o helicóptero tinha caído. Eu suspeitei que era o do seu Menel porque ele costumava sobrevoar por aqui —, comentou. Leia MAIS - veja mais fotos e vídeo do resgate

sábado, janeiro 22, 2011

CHUVA CASTIGA SANTA CATARINA: RUAS VIRAM RIOS EM JARAGUÁ DO SUL. ALAGAMENTOS, DESTRUIÇÕES DE CASAS, QUEDA DE BARREIRAS!

Dramático resgate em Jaraguá do Sul. Clique p/ ver foto ampliada
Jaraguá do Sul está em alerta máximo por causa das chuvas. A cidade, que desde o final da tarde de sexta-feira vive o drama de alagamentos, destruições de casas e ruas, além de quedas de barreira em diversos pontos do município, tenta achar um rumo coordenado de reeconstrução.

Toda a estrutura da Prefeitura está em ação nas ruas, sob coordenação da Defesa Civil do município e também do Estado, Corpo de Bombeiros, Clube de Rádio Amador, Batalhão de Infantaria de Joinville e diversos voluntários de clubes de caiaque e Jeep Clube. Até o início da madrugada deste sábado, a Defesa Civil não tinha um levantamento do número de casas, ruas e locais com queda de barreira. As avaliações dos custos para recuperação devem demorar para serem contabilizados os estragos causados nas ruas.

A Secretaria de Assistência Social vai mobilizar equipes para atender aos desabrigados que deverão ser atendidos em locais públicos, como o Parque Municipal de Eventos e Arena Jaraguá. Também será organizada uma campanha de arrecadação de alimentos, roupas e colchões. A chuva causou alagamentos nas regiões do Centro e praticamente todos os cerca de 40 bairros do município e localidades do interior.

A rua José Theodoro Ribeiro, no bairro Ilha da Figueira, virou um rio. O acúmulo das água do rio Jaraguá, que transbordou, e as correnteza de córregos que transbordaram no Morro do Meio, fez com que a rua recebesse uma carga da água e fez alagar dezenas de moradias.

Moradores da região, como Luciana Pavanello Decker, 30, ficaram assustadas com a situação. Ela gravou cenas da invasão das águas sobre a rua. "Não acreditava no que eu estava vendo. Foi terrível", disse. Moradores que tiveram as casa alagadas não sabiam o que fazer. Alguns ficaram fora das moradias atônitos vendo as corredeiras que desciam, atravessavam terrenos, invadiam os cômodos e seguiam o curso pela rua principal.

A lama tomou conta dos bueiros. No bairro Barra do Rio Cerro, a rua principal, Pastor Albert Schneider estava intrafegável. O rio da Luz transbordou e no começo da madrugada de sábado, a água estava quase alcançando a cabeceira da ponte, situada junto a empresa Malwee Malhas. Os funcionários do turno da noite foram liberados para voltar para casa.

O morador Gilberto Volski foi ver a força da água. "Está muito perigoso ficar por aqui", disse antes de deixar a curiosidade de lado e ir para um lugar mais seguro. Um caminhão do Batalhão do Exército de Joinville foi ao local ajudar no recolhimento de moradores. Alguns foram retirados de botes. "Essa situação não está nada boa. Tá igual ou pode ficar pior do que as cheias de 2008", alertou o morador Lino Steindert, 56. Do portal da RBS/Diário Catarinense


Foto de Lúcio Sasse/DC 
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