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quarta-feira, outubro 05, 2011

MOVIMENTO 'SUL É O MEU PAÍS' FARÁ NESTE SÁBADO PESQUISA EM FLORIANÓPOLIS SOBRE SEPARATISMO SULISTA. DEPOIS SERÁ A VEZ DE PORTO ALEGRE.

Movimento separatista já tem até bandeira de futuro país
Depois de consultar os moradores da capital paranaense, as atenções do Grupo de Estudos Sul Livre (Gesul), entidade ligada ao Movimento O Sul é o Meu País, se voltam para Florianópolis neste dia 8 e para Porto Alegre no próximo dia 15. O grupo, formado por intelectuais que estudam o separatismo sulista, vai realizar neste sábado na capital catarinense a segunda pesquisa de opinião “para aferir a opinião dos florianópolitanos sobre as possibilidades de um plebiscito para a separação do Sul da federação brasileira”.
 
A pesquisa, segundo o secretário geral do Gesul, jornalista e professor Celso Deucher, tem como principal objetivo transformar em números os níveis de aprovação ou reprovação a proposta defendida pelo Movimento O Sul é o Meu País, entidade criada oficialmente em 1992, em Laguna Santa Catarina, e que hoje está espalhada por 893 municípios dos três estados meridionais.

 
“Ao todo serão consultados 663 cidadãos moradores de Florianópolis os quais faremos a seguinte pergunta: Se o governo federal permitisse um plebiscito para separar a região Sul do Brasil (PR, SC, RS) o seu voto seria; a favor da separação? Contra a separação? ou ainda se está indeciso”, explica Deucher.

 
Estas pesquisas de opinião são parte de um projeto do Movimento O Sul é o Meu País que terá duração de cinco anos. “O Projeto de Consultas Populares pretende levantar dados estatísticos sobre o que pensa a o povo Sulista em relação ao estado brasileiro. Nós temos pesquisas de anos anteriores que nos dizem que se houvesse de fato este plebiscito, mais de 75% da população Sulista votaria pela separação, optando por criar um novo país composto apenas pelo Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul”, avalia.

 
“Nosso grande objetivo com estas pesquisas e com as votações que vão ocorrer a partir de 2013, 2014 e 2015 é comprovar legalmente que o povo sulista quer reavaliar sua permanência na federação brasileira. Para tanto, as pesquisas vão ser registradas e sua metodologia e resultados estarão à disposição da critica e da apreciação de todos os cidadãos”, detalha o Secretário Geral do Gesul. Continue lendo AQUI a reportagem completa


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quarta-feira, setembro 14, 2011

MOVIMENTO SUL É MEU PAÍS APRESENTARÁ PEDIDO AO STF PARA REALIZAR CONSULTA LEGAL VERIFICANDO OPINIÃO SOBRE SEPARATISMO


Movimento foi destaque no noticiário político de jornal do Paraná
A partir do próximo dia 17 deste mes de setembro será realizada uma pesquisa de opinião com os moradores de Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre, sobre  a idéia de separar os três estados da região do restante do Brasil e formar um novo país. O questionamento sobre ser favorável ou não à separação será feito para 0,3% da população das três capitais. A consulta informal será promovida pelo Movimento Sul é o Meu País, instituição criada em 1992 que defende a "autodeterminação do povo sulista", conforme definição própria.
No ano que vem, além das três capitais, haverá pesquisa de opinião nas cidades com mais de de 100 mil habitantes nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Em 2013, será repetido este mesmo processo, mas acrescentando os municípios onde há representação do movimento. No ano seguinte será feito uma consulta informal com a população nos mesmos locais de votação para as eleições que elegerão os novos governadores e o próximo presidente do Brasil.
"Tudo será registrado em cartório, com os resultados, metodologia, para dar mais validade a todo o processo. Em 2015, entraremos com um pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando uma consulta legal para verificar a opinião da população sobre o assunto. Queremos demonstrar aos políticos brasileiros que vontade é essa", comenta o presidente nacional do Movimento O Sul é o Meu País, Celso Deucher. Ele indica que pesquisas anteriores realizadas pelo movimento apontam que mais de 80% dos habitantes da Região Sul consultados seriam a favor da separação.
Em seu site o movimento informa que foi criado com o objetivo de estudar e incrementar os debates livres sobre as possibilidades, pacíficas e democráticas, da autodeterminação do povo sulino. O Sul é o Meu País tem recebido um novo fôlego, após ter ficado meio esquecido da sociedade brasileira. Na decada dos anos 90 do século passado, houve uma grande divulgação sobre as idéias separatistas e também existiu uma forte repressão em cima dos integrantes da mobilização, conforme relembra Deucher. "A pressão em 1994 foi muito grande. Integram o movimento pessoas comuns, pessoas simples. Ameaçaram até prender. São pessoas que têm medo de levar um processo, por exemplo. Por causa desta repressão do governo federal o movimento teve uma amenizada." 
Atualmente, a instituição tem 32 mil filiados, sendo que mais de 15 mil são moradores do Paraná. O movimento está realizando uma série de encontros nos três Estados do Sul para a formação de novos líderes municipais, que vão incentivar os debates sobre o assunto localmente. Na semana passada, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, uma reunião como essa formou 20 líderes de Colombo, Campina Grande do Sul, Campo Largo e São José dos Pinhais. No final deste mês haverá encontros em Foz do Iguaú e Cascavel.
Em sua Carta de Princípios, o movimento cita fatores políticos, tributários, econômicos, geográficos, culturais, sociais, morais e históricos para defender a ideia pela criação de um novo país. Depois de quase 20 anos, os princípios são os mesmos, segundo Deucher. Nem mesmo uma melhor situação econômica do Brasil muda o posicionamento sobre a separação. "Não houve mudanças na distribuição tributária. A situação é a mesma de 1992. Estamos sendo explorados com os tributos e na hora que o cidadão precisa dos serviços públicos, não tem", adverte o presidente do Movimento. Do site do jornal O Estado de Paraná

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terça-feira, maio 31, 2011

MOVIMENTO O SUL É O MEU PAÍS CAI DE PAU NO GOVERNO FEDERAL E COMPARA REGIÃO SUL ÀS ANTIGAS COLÔNIAS AFRICANAS

O Movimento O Sul é o Meu País parte novamente para o ataque contra Brasília, denunciando a volumosa arrecadação de impostos federais que considera um roubo. Em artigo postado no site da entidade, o MSMP qualifica a Região Sul de 'Colônia de Brasília', defendendo o separatismo. 

"Os povos brasílicos - diz o artigo - bateram todos os recordes de exploração por parte do poder central, encastelado em Brasília. O roubo chegou à escandalosa cifra de R$ 400 bilhões em impostos. Toda esta montanha de dinheiro foi drenada dez dias antes que no mesmo período do ano passado e um mês e quatro dias antes do que ocorreu em 2008. Trata-se de comprovação inequívoca de que a Metropole, está cada dia mais voraz na sua interminável sede de exploração das Colônias," denuncia.

Mais adiante afirma que "na tentativa de amenizar os impactos psicológicos desta operação criminosa, Brasília e dezenas de  entidades “chapas brancas” ligadas ao poder central e à quadrilha lá instalada, dizem que se trata de 'um bom momento, pois mostra que está acontecendo um crescimento significativo da economia brasileira'. Tal afirmação tenta dar significado diverso ao que deveriam pensar os povos da América Portuguesa. Neste momento deveríamos estar em plena revolução para nos livrarmos deste verdadeiro Colonialismo disfarçado de Federalismo. Porém, no entanto, não se vê outra atitude da maioria dos brasileiros que não seja a do cordeirinho “passivo e obediente” aos ditames de Brasília", lamenta o editorialista.

 
Elogiando o Impostômetro, criado pela Associação Comercial de São Paulo, afirma que é uma das poucas iniciativas no sentido de esclarecer a população sobre o que qualifica de "descarado e injusto sistema de exploração dos povos brasílicos. Os números comprovam que o Brasil vive um Colonialismo Financeiro pior que o existente até bem pouco tempo atrás nas Colônias africanas, especialmente sob o jugo de paises europeus." Para ler MAIS clique AQUI

quinta-feira, abril 14, 2011

MOVIMENTO SUL É O MEU PAÍS ALERTA PARA MANOBRA DO DESARMAMENTO QUE DEIXA POPULAÇÃO À MERCÊ DOS BANDOLEIROS

O site do Movimento o Sul é o Meu País já está engajado numa campanha que alerta os cidadão brasileiros para a sórdida manobra politicamente correta orientada pelo PT que utiliza o lastimável massacre recente em escola do Rio de Janeiro para justificar uma nova campanha voltada ao desarmamento. Na verdade o desarmamento é imposto aos cidadãos que têm o direito de adquirir uma arma para se defender da avassaladora ação dos bandoleiros. Neste caso, os bandidos estão eufóricos.
O articulista, com razão, caiu de pau na bandalha politicamente correta liderada pelo PT:
A  TEIMOSIA E BURRICE DO SISTEMA que nos domina é algo mais infinito que o próprio Universo que, segundo alguns cientistas teria limites.
Recentemente fizeram uma enorme campanha em favor do desarmamento. Dela resultou um plebiscito. Foi um tiro que saiu pela culatra.Todo o gasto de bilhões com essa “enganação governamental” resultou infrutífero. Usaram até garotos-propaganda simpáticos à mídia para ajudar,dentre eles políticos,artistas,futebolistas,religiosos e outras celebridades. Só faltou representação do  BBB.
Agora eles têm a cara de pau de voltar à carga. Aproveitam o massacre do maluco do Rio como pretexto. Nunca se conformaram com a derrota. Estavam acostumados a usar o que chamam de democracia (na verdade uma oclocracia) para referendar seus desejos e interesses. O povo foi sempre massa de manobra,ingenuamente acreditando nas mentiras que lhe dirigiam e transformando essas mentiras em vontade nas urnas.
Sem dúvida essa derrota do Sistema foi  a maior vitória já conquistada pelo povo por meio dessa chamada democracia. Talvez até a única. Leia MAIS no site do Movimento o Sul é o Meu País