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segunda-feira, junho 27, 2011

PROJETO DE LEI DA HOMOFOBIA VOLTARÁ À ESTACA ZERO. MARTA SUPLICY DIZ QUE RELIGIOSOS 'DEMONIZARAM' NÚMERO 122.

O projeto de lei que criminaliza a homofobia (PLC 122/06), deverá ser descartado para que uma nova proposta seja apresentada - pela bancada evangélica, segundo a senadora Marta Suplicy (PT). O trâmite, assim, voltaria à estaca zero - o projeto teria de tramitar por todas as comissões e voltar a ser votado na Câmara dos Deputados, onde já havia sido aprovado em 2006. O motivo, segundo ela, é a "demonização" do número do projeto.
"O número 122 foi demonizado por religiosos por mais de dez anos. O nome ficou muito complicado", disse a senadora. Ela afirmou que está negociando com evangélicos da Casa - justamente os maiores críticos da proposta - e já houve consenso sobre um conteúdo. O novo texto deverá amenizar o tom atual, para que consiga ser aprovado.
O projeto aprovado na Câmara transforma em crime "praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito" contra gays, lésbicas e transexuais. Já o texto acordado com os evangélicos, que deverá ser reapresentado no Senado, porém, diz apenas que será crime "induzir a violência contra homossexuais".
Segundo Marta, a mudança foi aprovada pelos movimentos gays, apesar de o novo texto ser menos abrangente. "Nós conseguimos um meio termo."
A senadora também defendeu o kit anti-homofobia apresentado pelo Ministério da Educação e afirmou que ele deveria ser reapresentado para combater também o preconceito contra negros, mulheres e deficientes. Marta foi aplaudida ao desfilar em um dos trios elétricos da Parada Gay.
Estado. Também presente no evento de abertura do evento, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) lembrou que São Paulo já possui uma lei estadual que prevê multas e cassação de licença para estabelecimentos que praticarem discriminação contra homossexuais. Segundo o governo estadual, o número de denúncias neste ano já superou o registrado no ano passado.
Votação
Caso o projeto fosse rejeitado em plenário, outro, com o mesmo conteúdo, só poderia ser apresentado na próxima legislatura, em 2015. Do portal do Estadão

sexta-feira, janeiro 21, 2011

ECOCHATOS SÃO HIPÓCRITAS E MENTIROSOS

Há 37 anos enchente destruíu a cidade de Tubarão (SC)
Ha pouco lendo o site da revista Veja constatei uma matéria com declarações de um desses ecochatos pertencente a uma organização internacional que se dedica a fazer a apologia do apocalipse. Refere-se à tragédia do Rio de Janeiro e aproveita a deitar e rolar sobre as centenas de cadáveres e de desabrigados para exercitar a prática da mentira, da charlatanice e da mistificação ao afirmar que fenômenos naturais aumentarão por causa das 'mudanças climáticas' causadas pela ação humana.

Notem que os ecochatos agora já não mais se referem ao 'aquecimento global', uma vez que o hemisfério Norte tem registrado nos últimos anos invernos dos mais rigorosos, contrariando os arautos do aquecimento. Até mesmo aqui na Serra catarinense o inverno do ano passado registrou nevascas de causar inveja aos países nórdicos europeus. Face às evidências o ecochatismo teve que mudar o seu discurso para poder afirma que as tais mudanças climáticas são decorrentes da ação humana. Além de ser muita pretensão querer conferir este poder ao homem de alterar o comportamento do cosmo, uma vigarice antropocêntria, é isso que sustenta o discurso ecochatista e que fornece o conteúdo para a idiotia do pensamento politicamente correto.

Aqui no Estado de Santa Catarina desde garoto tenho testemunhado enchentes devastadoras, sobretudo no Alto e Médio Vale do Itajaí, numa época em que a população era diminuta e Santa Catarina era um matagal, sendo o Estado catarinense qualificado jocosamente de Piauí do Sul.A partir da década de 1970 é que Santa Catarina começou a mudar e se transformou num dos Estados mais produtivos do Brasil e equilibrado nos planos social e econômico.

Mas umas das maiores tragédias ocorridas em Santa Catarina aconteceu na cidade de Tubarão, no Sul do Estado. No próximo mês de março se completará 37 anos daquele evento dantesco que demoliu completamente a cidade de Tubarão, matou 199 pessoas e praticamente deixou a população inteira desabrigada.

Na época eu trabalhava no jornal O Estado de Florianópolis que era o principal jornal catarinense. Naquela fatídica sexta-feira, 22 de março, se não me engano, encontrava-me em viagem ao Sul do Estado e previa o meu retorno a Florianópolis no dia seguinte, sábado. Acabei ficando ilhado em Araranguá. A BR-101 foi interrompida, a rede de energia elétrica entrou em colapso, bem como o sistema de telefonia. Depois de três ou quatro dias isolado em Araranguá, cuja cidade que é próxima a Tubarão também tinha sido atingida, a única opção para retornar a Florianópolis foi viajar até Caxias do Sul, e pela BR-116 lá seguir pela Serra, passando por Lages, Rio do Sul e Blumenau até alcançar a BR-101 chegando finalmente em Florianópolis.

No outro dia voltei imediatamente ao trabalho. Não demorou muito para que um daqueles aspones da direção do jornal chegasse próximo à minha mesa na redação para proferir aquela frase cretina e estúpida: "Vamos trabalhar" ignorando, deliberadamente, os fatos que me haviam confinado no extremo Sul catarinense para exercitar aquele seu poder ridículo e escroto. Até hoje me arrependo até o último fio de cabelo que me sobra na cabeça de não ter mandado o cretino à merda. Mando agora aqui do Blog.

Para se ter idéia da dimensão da tragédia, o assunto ganhou o noticiário internacional e grandes agências de notícias como AP e UPI deslocaram equipes para cobrir a destruição de Tubarão. E vejam bem: isso ocorreu há 37 anos numa época em que o ecochatismo praticamente era inexistente e jamais se aventava essas bobagens de mudança climática e aquecimento global.
O pensamento politicamente correto, cujo germe maldito havia sido lançado pelo movimento denominado 'contracultura' uma década antes, ainda não havia aflorado. O Brasil era governado pelos militares e os chimpanzés esquerdistas estavam calados para a tranquilidade e felicidade geral da Nação.

As tragédias climáticas sempre ocorreram e continuarão ocorrendo até que o planeta desapareça completamente. Tudo está em permanente movimento sem qualquer rumo e muito menos qualquer viés teleológico. A natureza só é mãe para os ecochatos. A existência da humanidade terráquea é em si mesmo algo inusitado, dado ao fato de que o dito ser humano é a presa mais fácil e frágil para esse turbilhão de predadores. Virus, bactérias, catástrofes, constituem esse cipoal de predadores. Entretanto, nem micro-organismos patogênicos, nenhuma castástrofe, nada é tão deletério e ameaçador à vida humana do que os bandos de celeradores ideológicos como o PT e grupelhos similares.

Em 1974, os habitantes de Tubarão foram castigados pela fúria das águas mas pelo menos estavam livres dos ecochatos que hoje transformam as vítimas em agentes da desgraça. Nenhuma autoridade vestida com "colete enchente" com o símbolo do Governo federal foi vista em Tubarão tentando tirar proveito da desgraça alheia. O tempo se encarregou de fazer de Tubarão novamente uma grande e bela cidade e de curar a dor da perda de seus entes queridos. 

Os tempos são outros e muito piores, um paradoxo ante o extraordinário desenvolvimento científico e tecnológico, os recursos disponíveis e a melhor qualidade de vida para as pessoas. Por incrível que pareça, o antropocentrismo renasce com toda a força neste século XXI. Abre-se assim um largo caminho de volta às cavernas em meio às fogueiras. A militância politicamente correta organiza o séquito.

Não me canso de repetir uma frase que criei: "A humanidade é pródiga na geração da estupidez e extremamente parcimoniosa na produção da genialidade".

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