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quarta-feira, setembro 28, 2011

APESAR DAS SARRAFADAS DESFERIDAS PELA GRANDE MÍDIA, PSD NASCE EM CONDIÇÕES DE SER TERCEIRA FORÇA POLÍTICA.

Algumas obrigações particulares obrigaram-me a ficar fora do blog a maior parte do dia nesta terça-feira, razão pela qual a atualização não esteve, eu sei, à altura da justa exigência dos honrados leitores. E foi só arredar o pé por algumas horas e já há, como sempre, uma avalanche de acontecimentos que merecem uma análise e destaque no blog.
O maior acontecimento político desta terça foi sem dúvida a decisão do TSE que dá vida plena e legal para o PSD, partido que tem como principal liderança um dos melhores prefeitos que São Paulo teve nos últimos anos. Todavia essa não é a imagem de Gilberto Kassab, por conta da grande imprensa paulista que se alinha à bandalha esquerdista, ou seja, o que há de pior e mais desonesto na política brasileira.
Lendo o que está nos sites da grande imprensa brasileira a melhor análise é a do Reinaldo Azevedo, sem favor nenhum. Com ele reconheço que o desempenho futuro do PSD é uma incógnita, mas o partido nasce politicamente forte. Além disso, reúne quadros de qualidade como o governador de Santa Catarina Raimundo Colombo, ou ainda, a valente Senadora e Presidente da Confederação Nacional da Agricultura, Kátia Abreu, para citar apenas duas personalidades políticas que estão no núcleo do novo partido. Além disso, o PSD desponta contando com a adesão livre de centenas de deputados estaduais, vereadores e sua bancada federal posiciona-se perto de ser a terceira força política da República.
Tem razão o Reinaldo quando refere-se ao fato de que se for para por reparos ao PSD então teríamos que questionar pelo menos umas duas dezenas de partidos nanicos de aluguel sem qualquer representatividade.
Acresce a estes fatos a dedicação e, sobretudo a determinação que pautaram os dirigentes do PSD durante todo o processo de sua criação, já que a nova agremiação sofreu sarrafadas permanentes das marionetes comuno-fascistas que desnaturam a grande imprensa brasileira. Dessa gente nunca se ouviu um pio de condenação às arapucas qualificadas de partido e que se ocupam apenas de mamar nas tetas do erário e negociar tempo do deletério horário gratuito de propaganda política, prática nefasta que tem de ser qualificada, a bem da verdade, de corrupção.
Logo no início da campanha de criação do PSD, deflagrada por Gilberto Kassab, disse aqui no blog que seria muito salutar para o Brasil que um novo partido pudesse acolher o segmento conservador da Nação que é expressivo e que continua sem qualquer representatividade.  Lembrei naquela oportunidade que a volumosa votação dada a José Serra na última eleição pode ser creditada em sua maioria aos conservadores brasileiros. Não há dúvida - sem desmerecer as qualidades inegáveis de José Serra - que uma soma apreciável de votos dados a ele procederam de uma significativa parcela de eleitores enojados do PT. Foram votos contrários ao desabusado processo de esquerdização e aniquilação das instituições democráticas levado a efeito pelo PT e seus sequazes.
Na minha opinião o fato das lideranças do PSD descurarem esta realidade revela-se como uma falta de visão mais precisa da política brasileira. Admito que posso estar errado. Os fatos que se seguirão em decorrência das ações do novo partido confirmarão ou refutarão a minha intuição, face à natural dinâmica do processo político.
Entretanto, a verdade é que a despeito de seus detratores, o PSD nasce forte. As eleições de 2012 serão um teste importante para sinalizar o futuro da nova agremiação.

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quinta-feira, junho 16, 2011

BANQUEIRO TENTA CRIAR PARTIDO SEM POLÍTICOS

O Banqueiro João Dionísio Amoêdo
Um grupo de executivos liderados pelo banqueiro João Dionisio Amoêdo, de 48 anos, conselheiro do Itaú BBA e ex-vice-presidente do Unibanco, pretende criar um partido político, o Partido Novo. Desde que a ideia foi lançada, há quatro meses, cerca de 270 mil assinaturas foram coletadas. Com discurso centrado no descontentamento generalizado com a política partidária nacional, os executivos adotaram o slogan “o partido político que nasce sem políticos” para atrair apoiadores.
“Infelizmente tivemos de usar isso para atrair a participação. O slogan quer dizer que aqui você pode participar sem ser mal visto”, explica Dionisio. Para ele, a melhor forma de incentivar a participação política de profissionais do mercado é com “eficiência e meritocracia”. Com o mesmo estilo, ele diz ter reestruturado a financeira Finaustria, que em 2002 foi avaliada em R$ 700 milhões e constou do ranking da revista Exame como uma das melhores empresas para se trabalhar no País.

Até agora já foi gasto quase R$ 1 milhão em consultoria jurídica e material de divulgação. Segundo Dionisio, a expectativa é de que mais R$ 1 milhão seja investido na iniciativa. Isso porque a Justiça Eleitoral exige ao menos 500 mil assinaturas de eleitores para o registro de uma nova sigla. Sem as assinaturas, que passam uma a uma pela certificação dos Tribunais Regionais Eleitorais, o grupo corre o risco de ver a ideia não sair do papel.
 

Ao lado do banqueiro, assinam a fundação do Partido Novo executivos como Marcelo Lessa Brandão, do grupo que controla as redes de fast food Bob's, Pizza Hut e KFC, e João Antonio Lian, presidente do Conselho de Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).
Entre os amigos que contribuíram com ideias para o partido estão o economista Edmar Bacha, que ajudou a idealizar o Plano Real, e o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, homem forte do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Não há, no entanto, previsão de que eles passem a integrar os quadros da nova sigla.
 

“O Novo quer levar gestores competentes para disputarem cargos públicos. O Novo vai fazer nosso Brasil deixar de ser o País do futuro para ser, de uma vez por todas, o País de um presente digno. Afinal, você já paga por isso”, diz o folheto de divulgação. Como principais bandeiras, o partido prega um Estado mais enxuto e a diminuição da carga tributária. Apesar do discurso de linha liberal, Dionisio nega ligação com qualquer sigla já existente, embora admita proximidade com as ideias defendidas pelo PSDB.
 

“No início, nosso objetivo é estar na gestão dos municípios de médio porte”, diz. João Dionisio adianta, contudo, que se o partido for de fato criado, não pretende se restringir às cidades do interior do País. O banqueiro, que iniciou sua carreia como estagiário no Citibank, utiliza uma metáfora do meio empresarial para ilustrar o que pensa para o futuro do Partido Novo: “Somos o estagiário que quer ser presidente da empresa”. Do site Último Segundo

sábado, março 05, 2011

Organizado por executivos, surge no Brasil o PARTIDO NOVO, comprometido com gestão empresarial

Com a promessa de levar práticas da iniciativa privada para o governo, um grupo de executivos desiludidos com siglas como PSDB e DEM articula o lançamento de uma legenda "sem políticos".
O projeto já tem nome, Partido Novo, e teve o estatuto publicado no "Diário Oficial da União" no dia 17.
Desde então, empresários e profissionais liberais têm recebido e-mails com um resumo das propostas e um anexo com fichas de adesão.
"Podíamos ter criado uma ONG, mas achamos que um partido teria capacidade de ação muito maior", diz o presidente da futura legenda, o economista carioca João Dionísio Amoêdo, 48.
Integrante do conselho de administração do Itaú BBA e ex-vice-presidente do Unibanco, ele já promoveu reuniões no Rio e em São Paulo para catequizar aliados.
O discurso liberal parece ter inspiração tucana, mas o fundador rejeita comparações com siglas tradicionais.
"Existem 27 partidos aí, mas nenhum deles defende a eficiência e a redução de impostos como principal bandeira", diz Amoêdo, que afirma nunca ter se filiado a uma legenda e não revela o voto em eleições passadas.
"A eficiência é a nossa principal plataforma. Os candidatos do Novo terão metas de gestão e serão cobrados para cumpri-las", promete.
O fundador é sócio da Casa das Garças, centro de estudos que reúne economistas como Edmar Bacha e André Lara Resende, pais do Real, e o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga.
O vice-presidente da sigla, Marcelo Lessa Brandão, é executivo do grupo BFFC, que controla marcas como Bob's, KFC e Pizza Hut.
Sem garantia de que a ideia sairá do papel, os fundadores já gastaram cerca de R$ 200 mil com consultoria jurídica e outros serviços.
Publicitários produziram site, perfis em redes sociais e um vídeo promocional, que repete lemas como "Pense no Brasil como uma empresa" e "Se o Brasil fosse uma empresa, você seria o cliente".
Falta reunir as 500 mil assinaturas exigidas pelo TSE para registrar a sigla.
"Não será fácil, mas sempre gostei de desafios", anima-se Amoêdo, ex-triatleta que no ano passado venceu um dos maiores, ao se curar de um linfoma. Do portal Folha.com