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quarta-feira, setembro 28, 2011

PSD JÁ SE REVELA MAIS DO MESMO E MERGULHA DE CABEÇA NA IDIOTIA POLÍTICA PROPONDO CONSTITUINTE E ADULANDO OS BOTOCUDOS

Agora falta o Gilberto Kassab e a Kátia Abreu convidarem os ideólogos  de Hugo Chávez, Evo Morales e Rafael Correa, para dar o contéudo da proposta pessedista-bolivariana de convocação de assembléia constituinte para o quê mesmo? Atualizar a Constituição brasileira.
Eu só gostaria de saber quem são os luminares juristas que fornecem ao preclaro prefeito paulistano as diretrizes e orientações jurídicas ao novo partido, sobretudo no que tange ao Direito Constitucional.
Pelo andar da carruagem da idiotia política que campeia mundo a fora, talvez Hussein Obama também passe a cogitar o mesmo, ou seja, "atualizar" a Constituição dos Estados Unidos e, mais adiante, também siga a brilhante e original idéia de Kassab de fazer política sem oposição unindo Democratas e Repúblicanos para as próximas eleições americanas.
Já imaginaram um político americano falando em 'atualizar' a Constituição do país? É inimaginável.  Por isso mesmo os Estados Unidos constituem a maior e a mais sólida nação democrática do planeta e por isso mesmo a mais avançada em todas as áreas e a mais poderosa economicamente.
Já o Brasil, em decorrência de idiotices como a proferida por Kassab no lançamento do PSD, continua a ser o lixo ocidental.

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APESAR DAS SARRAFADAS DESFERIDAS PELA GRANDE MÍDIA, PSD NASCE EM CONDIÇÕES DE SER TERCEIRA FORÇA POLÍTICA.

Algumas obrigações particulares obrigaram-me a ficar fora do blog a maior parte do dia nesta terça-feira, razão pela qual a atualização não esteve, eu sei, à altura da justa exigência dos honrados leitores. E foi só arredar o pé por algumas horas e já há, como sempre, uma avalanche de acontecimentos que merecem uma análise e destaque no blog.
O maior acontecimento político desta terça foi sem dúvida a decisão do TSE que dá vida plena e legal para o PSD, partido que tem como principal liderança um dos melhores prefeitos que São Paulo teve nos últimos anos. Todavia essa não é a imagem de Gilberto Kassab, por conta da grande imprensa paulista que se alinha à bandalha esquerdista, ou seja, o que há de pior e mais desonesto na política brasileira.
Lendo o que está nos sites da grande imprensa brasileira a melhor análise é a do Reinaldo Azevedo, sem favor nenhum. Com ele reconheço que o desempenho futuro do PSD é uma incógnita, mas o partido nasce politicamente forte. Além disso, reúne quadros de qualidade como o governador de Santa Catarina Raimundo Colombo, ou ainda, a valente Senadora e Presidente da Confederação Nacional da Agricultura, Kátia Abreu, para citar apenas duas personalidades políticas que estão no núcleo do novo partido. Além disso, o PSD desponta contando com a adesão livre de centenas de deputados estaduais, vereadores e sua bancada federal posiciona-se perto de ser a terceira força política da República.
Tem razão o Reinaldo quando refere-se ao fato de que se for para por reparos ao PSD então teríamos que questionar pelo menos umas duas dezenas de partidos nanicos de aluguel sem qualquer representatividade.
Acresce a estes fatos a dedicação e, sobretudo a determinação que pautaram os dirigentes do PSD durante todo o processo de sua criação, já que a nova agremiação sofreu sarrafadas permanentes das marionetes comuno-fascistas que desnaturam a grande imprensa brasileira. Dessa gente nunca se ouviu um pio de condenação às arapucas qualificadas de partido e que se ocupam apenas de mamar nas tetas do erário e negociar tempo do deletério horário gratuito de propaganda política, prática nefasta que tem de ser qualificada, a bem da verdade, de corrupção.
Logo no início da campanha de criação do PSD, deflagrada por Gilberto Kassab, disse aqui no blog que seria muito salutar para o Brasil que um novo partido pudesse acolher o segmento conservador da Nação que é expressivo e que continua sem qualquer representatividade.  Lembrei naquela oportunidade que a volumosa votação dada a José Serra na última eleição pode ser creditada em sua maioria aos conservadores brasileiros. Não há dúvida - sem desmerecer as qualidades inegáveis de José Serra - que uma soma apreciável de votos dados a ele procederam de uma significativa parcela de eleitores enojados do PT. Foram votos contrários ao desabusado processo de esquerdização e aniquilação das instituições democráticas levado a efeito pelo PT e seus sequazes.
Na minha opinião o fato das lideranças do PSD descurarem esta realidade revela-se como uma falta de visão mais precisa da política brasileira. Admito que posso estar errado. Os fatos que se seguirão em decorrência das ações do novo partido confirmarão ou refutarão a minha intuição, face à natural dinâmica do processo político.
Entretanto, a verdade é que a despeito de seus detratores, o PSD nasce forte. As eleições de 2012 serão um teste importante para sinalizar o futuro da nova agremiação.

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sexta-feira, setembro 09, 2011

PSD JÁ TEM 3 REGISTROS A MAIS QUE O EXIGIDO

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) aprovou na noite desta terça-feira, 6, o registro do diretório regional do Partido Social Democrático (PSD) e de 37 diretórios municipais da legenda no Estado. Com a decisão, aprovada por unanimidade no tribunal paulista, o PSD já soma registro em 12 Estados, três a mais que o exigido pela lei eleitoral para a formação do partido em escala nacional, informou o PSD.
De acordo com o TRE-SP, o PSD apresentou uma lista com 31.091 assinaturas de eleitores, mais que o 0,1% - o correspondente a 21.972.502 votos válidos - obtido pelo Estado nas eleições de 2010 para a Câmara dos Deputados e exigidos pela legislação eleitoral.
O tribunal rejeitou as impugnações apresentadas pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e pelo Democratas (DEM) ao registro do PSD com a alegação de que o conteúdo dos pedidos é matéria de competência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O PTB questionou a escolha do nome da legenda, que, em 2003, foi incorporada ao partido, com a justificativa de que a utilização da mesma sigla poderia confundir o eleitorado. Já o DEM contestou os requisitos legais apresentados para o registro dos diretórios, o estatuto e a validade das assinaturas dos eleitores. Do portal do Estadão

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sexta-feira, agosto 12, 2011

DINÂMICA DA POLÍTICA SURPREENDE KASSAB. OU: A FÁBULA DO PARTIDO CAMALEÃO.

Esta notícia mostra que Kassab não é um sujeito muito versado em política. A política é dinâmica e o quadro de luta pelo poder e sua manutenção sofre a intervenção de inúmeras variáveis imprevisíveis. É o que se vê no Brasil neste momento. Esta realidade política tem um viés pedagógico, ou seja, a sobrevivência de um político ou de um partido político têm que obedecer a um padrão, por mínimo que seja, de coerência. Outro dado que não pode ser descurado é o fato de que um político e um partido político obrigatoriamente têm de assumir posição muito definida no espectro ideológico.
Transcrevo matéria que está no site da revista Veja comprovando que Kassab imagina que possa lograr sucesso um partido camaleão. Chega a ser engraçado, se não fosse trágica a forma pela qual os políticos brasileiros pensam a respeito da política. O caso da formação do PSD é um fato concreto que ilustra o que acabei de afirmar. Leiam:
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, quer se desvincular da crise política do governo no Congresso Nacional. Segundo ele, o PSD não vai substituir o PR nem qualquer outro partido da base que decida romper com o governo. Kassab é um político de fases. Uma hora ele diz que o PSD será aliado da presidente Dilma Rousseff. Depois afirma que o partido não é nem de direita, nem de centro, nem de esquerda. Agora, voltou a dizer que o partido será “independente” no Congresso. Com a sucessão de escândalos que assolam o governo, a crise na articulação política e a "faxina" realizada em órgãos comandados por PR e PMDB, o prefeito está mais convicto do que nunca de que essa postura separatista é a melhor a ser adotada.
“Não sou da base, continuarei independente. O PSD estará a favor dos projetos compatíveis com nossas convicções. Mas os deputados que estão na base poderão continuar na base”, disse. O prefeito negou que aproveitará a insatisfação dos aliados para tentar convencê-los a se filiar ao PSD. "Não permitiremos que sejamos resultado de insatisfações partidárias por conta de relações de governo. Não quero que se crie a confusão de que surge um partido para substituir algum outro".  
PSD- A presidente Dilma prometeu receber os presidentes estaduais do PSD na próxima quinta-feira. O governo, que anda em crise com sua base no Congresso, vê no partido uma forma de recuperar a debandada de parlamentares que adotaram postura independente do governo, principalmente os do PR.   
Kassab, aliás, também enfrenta problemas de dispersão: vereadores paulistas que deixaram o PSDB resolveram não se filiar ao PSD e, sim, a outros partidos. “Não tinha encaminhamento para que eles fossem ao PSD”, disse o prefeito. 
Dívidas – Kassab foi ao Planalto pedir a redução de 9% para 6% nos juros das dívidas da prefeitura com a União. A prefeitura deve 46 bilhões de reais ao Erário. Do site da revista Veja

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sexta-feira, maio 06, 2011

CÚPULA DO DEMOCRATAS DE BLUMENAU APÓIA PSD

No final da tarde desta sexta-feira a cúpula do DEM em Blumenau assinou um requerimento pedindo oficialmente a criação do PSD. O aval dos democratas blumenauenses fará parte das 500 mil assinaturas que o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, precisa recolher para criar o partido até a convenção que marca a fundação da nova sigla.

Além do prefeito João Paulo Kleinübing, assinaram o documento o presidente do DEM em Blumenau, Nelson Santiago, os vereadores Fábio Fiedler, João Veneza, Norma Dickmann, o secretário de Assistência Social, Mário Hildebrandt, e os suplentes de vereador.
Na segunda-feira, a cúpula do DEM de Blumenau fará uma segunda reunião para tratar da adesão ao PSD. Dessa vez, os dirigentes querem ouvir o que os filiados têm a dizer sobre a transição. Do portal da RBS/Diário Catarinense

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segunda-feira, maio 02, 2011

RAIMUNDO COLOMBO, GOVERNADOR DE SC, AFIRMA QUE VAI PARA PSD MAS SE MANTÉM EM OPOSIÇÃO AO GOVERNO DILMA

No dia seguinte à decisão de deixar o DEM e aderir ao PSD, o governador Raimundo Colombo (DEM), concedeu entrevista coletiva no início da tarde para justificar a troca de partido e dizer que não vai deixar de fazer oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT). A migração foi anunciada após reunião com o prefeito paulistano Gilberto Kassab, principal liderança do novo partido.

Colombo garantiu que leva com ele os três deputados federais e sete estaduais eleitos pelo partido em 2010 e que agora iniciam as conversas para aumentar o número de adesões nos municípios. Alegou deixar o DEM por falta de um projeto nacional ao partido e pelas dificuldades enfrentadas para convencer o PSDB a realização a fusão entre ambas as siglas.

— O PSDB errou quando não deu ao DEM as condições de sobrevivência. Porque o DEM hoje não tem projeto nacional, não tem um candidato à presidência da República. Eles tinha que dar uma proteção ao aliado, mas deixaram o aliado sozinho — afirmou.

Em pelo menos duas oportunidades, Colombo ressaltou que ele e seu grupo não estão aderindo ao governo de Dilma Rousseff.

— Nós não vamos nos alinhar ao PT. Nós vamos nos manter no nosso projeto original de posição de contraponto. É importante que a sociedade tenha quem governe e quem faz oposição. 

— No meu entendimento, ir para a base do governo, significa participar com cargos, ter uma relação. O PSD não irá participar com cargos, não irá consolidar uma aliança efetiva.

Apesar disso, o governador disse que os políticos que formam a base aliada e estão migrando para o partido não vão precisar mudar de posição. Também admite que as conversas com o PSB, da base aliada, foram fundamentais na decisão de mudar de partido. O presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, garantiu a Colombo que os minutos do partido no horário eleitoral gratuito estão à disposição do PSD.

O PSD será lançado em Santa Catarina no dia 14 de maio em um ato com todas as lideranças que decidirem aderir à sigla. A partir daí começam a ser recolhidas as assinaturas necessárias para a criação do partido. A Justiça Eleitoral exige cerca de 500 mil assinaturas em pelo menos nove estados. Toda a questão jurídica será capitaneada em Santa Catarina pelo procurador-geral do Estado, Nelson Serpa. Do portal da RBS/Diário Catarinense

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segunda-feira, abril 25, 2011

CRISE NO PSDB: LÍDER DO PARTIDO NÃO DESCARTA POSSIBILIDADE DE REVOADA DE TUCANOS PARA O PARTIDO DE KASSAB

O líder do PSDB na Câmara dos Deputados, Duarte Nogueira (SP), criticou nesta segunda-feira os tucanos de São Paulo que anunciaram nos últimos dias o desligamento da sigla. Na avaliação dele, os egressos "já não militavam no PSDB". "São aqueles que tinham a filiação, mas não tinham a convicção", alfinetou o tucano, negando que haja uma crise no partido.

O parlamentar não descartou a possibilidade de mais baixas serem contabilizadas daqui para frente e indicou que o processo pode ter relação com a fundação do PSD, legenda cujo criador é o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.


A última baixa na legenda foi anunciada hoje pelo secretário de Esportes e Lazer de São Paulo,
Walter Feldman, segundo o qual a sigla está se "desviando" de seu caminho original. O líder do PSDB argumentou que Feldman é quem havia se "desviado" do partido, quando apoiou em 2008 a candidatura à reeleição do atual prefeito. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, era o candidato do PSDB na disputa. "O Walter já havia se desviado do PSDB. Ele só arrumou um pretexto para o que queria ter feito." Do site da revista Veja

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GOVERNADOR RAIMUNDO COLOMBO, DE SC, DEFENDE FUSÃO DO DEM COM PSDB.

Em visita a Joinville nesta segunda-feira, Raimundo Colombo voltou a dizer que está pensando sim em se filiar ao PSD se não houver a fusão entre DEM e PSDB, caminho que considera o mais adequado. A palavra final deve ser dada nos próximos dias.

— Minha proposta é que haja uma fusão entre os partidos de oposição e a construção de um novo projeto político. Caso isso não aconteça, acho que precisamos construir um caminho de afinidade com a sociedade em um outro partido —, disse.

O governador não acredita que a eventual mudança de partido possa ser interpretada como traição pelo eleitorado. O argumento é de que os catarinenses votaram num "projeto político que não se altera numa eventual troca". Do site do Diário Catarinense

sábado, abril 16, 2011

'PETESBURGUESES' CONTRIBUEM PARA LIQUIDAR DEMOCRACIA NO BRASIL. OPOSIÇÃO ESTÁ NA UTI.

A Senadora Kátia Abreu concedeu uma longa entrevista ao site da revista Veja. Sempre vi com simpatia a sua atuação política. Mais depois desta entrevista sou obrigado a reformular o conceito que tinha a respeito dela, como também terei de mudar os conceitos que tinha de Kassab, Afif e de todos os políticos que estão estruturando o PSD.
A entrevista de Kátia é uma coisa das mais esquisitas que tenho lido nos últimos tempos. 
Como ela é produtora rural tudo indica que está com medo de alguma coisa. Na Venezuela, por exemplo, há centenas de empresários que aderiram ao governo de Hugo Chávez. Lá denominam esses tipos de 'boliburgueses', isto é, 'burgueses bolivarianos'.
Aqui no Brasil podem ser os 'petesburgueses' que estão nascendo? É uma indagação pertinente. Ou não é? Afinal estou lindando com fatos que podem determinar mais adiante outra realidade política, mas no momento é isto que está acontecendo e é gravíssimo!
Mas entre o Brasil do PT e a Venezuela de Hugo Chávez há uma grande diferença. Na Venezuela há uma oposição que resiste bravamente ao avanço do comunismo chavista. Muitos, por negar qualquer tipo de adesismo, estão nos calabouços da polícia política de Chávez, enquanto outros, como o produtor rural Franklin Brito, que teve suas terras confiscadas pelo MST de Chávez, morreu em greve de fome. O oposicionista Alejandro Peña Esclusa, se encontra preso, vítima de uma armação da polícia política chavista, embora tivesse oportunidade há muito tempo de se mudar para o exterior ou buscar um confortável asilo político nos Estados Unidos.
Jamais existiu ou existirá uma Nação democrática que não tenha partidos de oposição com propostas muito específicas no que se refere à política.
E tem mais: no caso brasileiro os partidos que estão ou estavam na oposição não fazem o jogo político que existe por exemplo nos Estados Unidos, na Inglaterra ou na Alemanha. Nesses países não estão em causa as instituições democráticas. A dissenção se dá na forma de gestão do Estado e nenhum dos contendores poderá sequer questionar a Constituição do Estado.
Portanto, trata-se de uma coisa muito diferente do que ocorre no Brasil depois que o PT chegou ao poder. O PT, é bom lembrar Kátia Abreu, não é um partido político que se formou para disputar o poder dentro das regras democráticas e constitucionais. O PT é um partido de vertente revolucionária e deseja implantar o socialismo no Brasil. Portanto, não é uma agremisção democrática. Busca mudar o modo de produção capitalista pelo socialista, o que implica liquidar com a individualidade diluindo-a num coletivismo sob a direção de um partido único com pretenção de ser o portador da verdade absoluta.
Kátia Abreu revela nesta entrevista que é um poço até a boca de equívocos no que tange à política.
Portanto, uma legião de cerca de 44 milhões de brasileiros que votaram na Oposição (não no candidato, mas contra o governo do PT) nas últimas eleições presidenciais continua na orfandade de representação política. Quem não perceber este aspecto precisa ser muito estúpido ou, no mínimo, oportunista.
Leiam AQUI a entrevista completa.

quarta-feira, abril 13, 2011

PSD SERÁ LANÇADO NESTA QUARTA E PROMETE SER UM PARTIDO DEDICADO À CLASSE MÉDIA

Presidente de honra do PSDB, o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso recomendou ao próprio partido, em artigo divulgado na terça-feira, atenção à classe média. Para FHC, não adianta a oposição tentar afagar o “povão”. Os tucanos podem até ignorar o conselho de Fernando Henrique, mas devem estar atentos, porque alguém já o ouviu. Nasce nesta quarta em Brasília o Partido Social Democrático (PSD). Mas pode chamar de partido da classe média.

“São milhões de brasileiros sem representação, sem ninguém para defender seus interesses”, explica o ex-deputado federal Indio da Costa, líder do PSD no Rio de Janeiro. “Seremos um partido voltado para as necessidades da classe média.” Indio diz que os criadores da nova legenda adotaram a causa antes da fala de FHC. Não escondeu, no entanto, o entusiasmo com o tucano na defesa do lema e brincou que o ex-presidente seria bem-vindo no PSD.

O mote de “partido da classe média” será apresentado nesta quarta em Brasília. No evento serão colhidas as 101 assinaturas daqueles que constarão como fundadores do partido. A ata de fundação será registrada na Justiça Eleitoral. A partir daí será feita em todo o Brasil uma força-tarefa para a coleta das quase 500 mil assinaturas de eleitores necessárias para o registro definitivo da legenda junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A expectativa dos articuladores da sigla é obter o registro até o fim de junho.

A primeira providência dos líderes do PSD será aproximar a legenda do eleitorado. A partir do pré-registro do partido serão tomadas duas medidas: criar um movimento civil, com forte presença na internet, e contratar uma pesquisa nacional sobre as demandas mais urgentes dos brasileiros.

O movimento vai centralizar manifestações de apoio e sugestões vindas de populares. Servirá de base também para a organização de seminários pelo Brasil para falar sobre as ideias do partido. De quebra, ajudará a divulgar o PSD e a turbinar a coleta de assinaturas para criação da legenda.

O cronograma dos seminários está sendo montado pelo vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, cabeça da legenda no estado, ao lado do prefeito da capital, Gilberto Kassab. As reuniões terão como ponto de partida os Doze Mandamentos do PSD, redigidos e apresentados por Afif em março. As diretrizes incluem a defesa da liberdade, o direito de propriedade e a descentralização do governo. 

Apoio nos estados – Desde o primeiro lançamento regional do PSD, em Salvador, Gilberto Kassab conseguiu costurar apoios em doze estados – entre eles os quatro maiores colégios eleitorais do Brasil, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia. O paulistano puxou ainda figuras de expressão do DEM, como Afif, o ex-governador Claudio Lembo e a senadora Kátia Abreu. Há articulações em andamento em outros onze estados.

O presidente nacional do DEM, senador Agripino Maia, tenta evitar uma debandada rumo ao PSD. Até agora conseguiu conter o deputado Rodrigo Garcia, aliado histórico de Kassab, e a prefeita de Ribeirão Preto, Darcy Vera. Não se sabe por quanto tempo. Entre os dezesseis líderes regionais do PSD, oito são do DEM, quatro do PMN, dois do PSDB, um do PTB e um do PP. Deputados, vereadores, prefeitos e lideranças locais estão de olho na nova sigla e o movimento preocupa dirigentes partidários. 

Indio da Costa aponta dois motivos para o interesse dos políticos pelo PSD. “As pessoas não suportam mais a opressão partidária”, diz. “Há também aqueles que acham que a prática de seus partidos não condiz mais com a ideologia e querem uma alternativa nova.” Do portal da revista Veja

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