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quarta-feira, junho 08, 2011

IPEA SE ALINHA AOS ECOCHATOS NA TENTATIVA DE MELAR O CÓDIGO FLORESTAL

Um comunicado do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicado nesta quarta-feira, 8, informa que a alteração do Código Florestal Brasileiro, aprovada na Câmara, terá impactos significativos "sobre a área com vegetação natural existente nos biomas brasileiros e sobre os compromissos assumidos pelo Brasil para a redução de emissões de carbono". Por conta disso, o estudo indica a importância de serem buscadas alternativas para viabilizar a aplicação efetiva das leis ambientais, com o objetivo de "conciliar o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental".
De acordo com o Ipea, o comunicado tem o objetivo de fornecer subsídios para a discussão de alteração do código no Senado, onde se encontra a proposta votada na Câmara. O estudo tem como foco as áreas de reserva legal em propriedades de até quatro módulos fiscais (entre 20 e 440 hectares, dependendo da localidade), que serão dispensadas de recuperação caso as mudanças se tornem lei.
Um levantamento com base no Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), apresentado no texto, indica que o país tem 5,18 milhões de imóveis rurais, ocupando 571 milhões de hectares. Aqueles com até quatro módulos fiscais são 4,6 milhões, ou 90% do total. No entanto, elas ocupam apenas 24% da área total das propriedades do campo, com 135 milhões de hectares.
Segundo o Ipea, os produtores rurais, principalmente os familiares, deveriam ser estimulados a preservar e recuperar as reservas legais de suas propriedades, recebendo pelo uso sustentável da floresta. "Esse incentivo poderia vir por meio de políticas de estímulo ao uso sustentável da reserva legal", conclui o comunicado. Do portal do Estadão

quinta-feira, dezembro 02, 2010

IPEA GASTA DINHEIRO PÚBLICO PARA PESQUISAR VIOLÊNCIA, QUANDO NA VERDADE O QUE PRECISA É DESCER O SARRAFO NOS BOTOCUDOS

Durante as últimas duas semanas, os brasileiros acompanharam ao vivo as cenas de violência no Rio de Janeiro – e a tentativa de combatê-la. Numa época em que crimes são televisionados, a sensação de poder ser a próxima vítima assusta ainda mais a população.

Pesquisa realizada em maio e divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) confirma: nove em cada dez brasileiros têm medo de serem assassinados, assaltados à mão armada ou terem a casa arrombada. 

O levantamento foi feito presencialmente com 2.770 pessoas de todo o país que responderam a um questionário sobre sensação de insegurança e confiança na polícia. 

Entre os tipos de violência citados, o homicídio é o que mais amedronta – 90,4% disseram ter pouco ou muito medo da morte violenta. Em segundo lugar, ficou o assalto à mão armada, que também representa risco à integridade física. A porcentagem total é a mesma dos assassinatos – 90,4% - mas o número de pessoas que têm muito medo é menor.

De acordo com a psicanalista e coordenadora da clínica da violência da Pontifica Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Júnia de Vilhena, a cultura do medo prevalece na sociedade moderna. “Temos medo de tudo, de pegar doença, da comida que comemos, da roupa que vestimos. Há toda uma regulação em cima do nosso corpo”, analisa. 

Para a professora, além dos índices reais de violência, essa sensação é causada pela maior divulgação dos crimes. “Antigamente havia muita gente com claustrofobia – o medo de lugares fechados. Agora, cada vez mais, as pessoas têm ágorafobia – o medo de espaços abertos. Elas vivem em condomínios fechados, cercadas, preferem ambientes como os shoppings, que transmitem a ilusão da segurança, sem as coisas consideradas desagradáveis da cidade.” Leia MAIS e veja os números da pesquisa no portal da revista Veja

MEU COMENTÁRIO: Essa professora entrevistada pela Veja está equivocada. Não é cultura do medo coisa nenhuma. É a ausência de uma política nacional de segurança que não existe. Inclusive basta que se compare o Brasil sob o governo de Lula e seus sequazes com o período de FHC e aí já dá para ver a diferença. Nos últimos oito anos o governo do PT dedicou-se a invocar os direitos humanos para os bandidos.

Tanto é que não há um miserável representante dos petralhas que demonstre algum tipo de indignação com a deletéria ação dos botocudos. Não há um pio que se faça ouvir da boca de algum petista contra a violência. O exemplo vem de cima. O PT como todos os esquerdistas, ecologistas e demais arautos do pensamento politicamente correto são os principais responsáveis pela instituição da sacanagem no Brasil. 

Aqui em Florinópolis, uma das menores capitais do Brasil em população (é menor que a favela da Rocinha no Rio de Janeiro), transformou-se sob o reinado de Lula e seus petralhas numa das cidades de porte médio mais violentas do Brasil. Outro fenômeno do espetáuclo do crescimento apregoado por Lula é que essa situação de insegurança não é apenas apanágio de cidades pequenas. Atualmente a violência e a insegurança grassam por todo o Brasil.

O PT já conseguiu, em apenas oito anos, destruir todos os valores morais e éticos que restavam no Brasil.

A sociedade brasileira foi contaminada com a gosma do PT. E nos próximos anos ficará muito pior. Já éramos o lixo ocidental. Com o PT no poder já somos o lixo do lixo ocidental.

O IPEA do petralha Marcio Pochmann nem precisava gastar mais dinheiro público como essa pesquisa idiota. TODOS SABEM QUE O MAIOR PROBLEMA DO BRASIL É A VIOLÊNCIA. TODOS, COM RAZÃO, NÃO ARRISCAM A SAIR DE SUAS CASAS A NÃO SER PARA TRABALHAR.

Quando na campanha eleitoral José Serra prometeu empenho no combate à violência e na caça aos botocudos foi ironizado por esse jornalismo chulé dominado por um bando de esquerdistas vagabundos e lambedores do saco do Lula.

Pô, é muita idiotice para a minha cabeça. Que nojo!

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