Dilma a desaparecida, aparece este domingo por meio, evidentemente, de um de ghost-writer, assinando um artigo na Folha de São Paulo cujo título resume o conjunto da obra: 'País do conhecimento, potência ambiental'.
O escrito é um colossal papo-furado e repete a histórica ladainha do Brasil como uma país colossal, que faz e que acontece. Claro, o texto exorta por outras palavras, com diferente roupagem, o mantra lulístico 'nunca antes neste país'. Pragueja contra o passado para afirmar que no presente - isto é, sob o governo petista - tudo começa a ficar diferente.
O artigo é um troço ridículo quando se sabe que centenas morrem de dengue, que nos últimos anos não foi investido nada em termos de infra-estrutura e os quase 200 milhões de brasileiros vivem sobre uma grande cloaca já que não existe uma só cidade com cobertura de esgoto tratado. O sistema de saúde está completamente dilacerado e a educação que o artigo glorifica é um lixo, sem falar na questão da segurança pública. Neste aspecto basta citar o caso daqui de Santa Catarina, um dos menores Estados brasileiros em termos populacionais e territoriais e, seguramente, o mais equilabrado socialmente mas que registra uma dramática estatística: a cada 8 horas há um homicídio. Basta pegar as estatísticas e comparar a situação da segurança pública nesses últimos oito anos de petismo com o interregno do governo de FHC. Está aí um pauta para os preclaros jornalistas da grande imprensa nacional.
Dizer que é um país do conhecimento é pura piada. É muito cinismo da Dilma, quando se sabe que isso é uma mentira histriônica porque o Brasil não produz nada de ciência e tecnologia. É zero total! O país está atrasadíssimo e a única atividade produtiva que não deixa a coisa ir para o brejo é o agronegócio, justamente a área vilipendiada pela bandalha do PT que financia a canalha de arruaceiros do MST.
É por estas e outras que Dilma continuará enclausurada na redoma palaciana e só colocará o nariz para fora em monólogos em rede de televisão ou então por meio de artigos da lavra de ghost-writer guiando-se pelo velho adágio, segundo o qual as telas de TV e o papel aceitam tudo.
País do conhecimento e potência ambiental sem esgoto tratado mergulhado num turbilhão de deletéria violência sob o comando do terror do narco-tráfico? Cáspite! Estão de brincadeira ou delirando? Só posso exclamar: rá, rá, rá...
