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quarta-feira, agosto 24, 2011

UM CHAPÉU DE PALHA PARA MARINA SILVA

O chapéu de palha para Marina Silva lavrar a roça de milho
O sempre competente e incansável Reinaldo Azevedo dedica no seu blog um post analisando as declarações da idiotia ecochata, essa turma que via no comunismo a rendenção da humanidade, até que em 1989 - putz, já faz tempo... - a ex-URSS e o famigerado Muro de Berlim evaporaram. Esses impostores viram-se de uma ora para outra órfãos ideológicos. O texto de Reinaldo acabou me inspirando para que escrevesse estas linhas que seguem. Meu escrito é meio longo, mas necessário para expor as contradições do discurso ecochato que ilude as pessoas de boa fé. Se quiserem enfrentar, leiam:
Os idiotas nascem idiotas e morrem idiotas. Nem perante as mais concretas evidências da inviabilidade do comunismo a comunalha desiste. Um dos abrigos para esses 'desabrigados ideológicos' foi o movimento ecochato, pomposamente denominado de ecológico, ambientalista ou verde. Mais adiante os falidos comunistas conseguiram impor a sua agenda aproveitando o embalo do pensamento politicamente correto. Encontraram, assim, uma forma de continuar a sua insana marcha rumo a destruição da democracia e da liberdade sem encontrar mais nenhum anteparo. Vestidos de verde os vermelhos reorganizaram-se se apresentando-se mais uma vez como os salvadores da humanidade.
Incrível como a grande massa se deixa levar no papo furado desses vigaristas. O caso emblemático dessa estupidez coletiva aconteceu recentemente aqui mesmo no Brasil, quando da última eleição presidencial que deu à ecochata Marina Silva nada menos do que 20% dos votos no primeiro turno.
Essa mulher quando abre a boca só profere jargões ambientalistas, frases feitas formuladas por acadêmicos mentirosos que povoam as universidades. Aquela gente descolada, que costuma usar uma sacola de tira longa e exibe uma cara de quem não costuma tomar banho. Não por falta d'água, porque a água que dizem que vai acabar é a primeira mentira. A água que existe no planeta é a mesma que foi gerada desde os primórdios de formação da Terra. Lavoisier formulou uma lei afirmando que na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. 
Agora na reta final para a aprovação do Código Florestal o volume asneiras dos ecochatos, com destaque para o discurso da Marina Silva, é de doer. Se os parlamentares seguirem o que preconiza Marina Silva, dentro de aproximadamente dois ou três anos a fome será o principal problema dos brasileiros. 
Como todas as pessoas razoavelmente esclarecidas sabem, brasileiros não têm nenhuma vocação para os estudos. Majoritariamente são avessos às ciências da natureza, refiro-me à física, à biologia e, sobretudo à matemática, imprescindível para qualquer ciência. A produção científica e tecnológica brasileira é praticamente zero e não tem qualquer relevância. Pode haver uma ou outra pesquisa e descoberta interessantes, mas é exceção.
Portanto, a vocação brasileira não é e nunca será o desenvolvimento científico e tecnológico. 
No entanto, um setor que vem dando certo no Brasil é o agronegócio. Talvez o único. E é interessante notar, conforme explicou dia desses a Senadora Kátia Abreu, em artigo na Folha de S. Paulo, uma das coisas mais difíceis é fazer acontecer a agricultura de alta escala em países de clima tropical. Na mesma medida em que esse clima permite a exuberância da diversidade florestal também se caracteriza por ser o principal criadouro da maior população de predadores, pragas que infestam as lavouras e exigem alta tecnologia no seu manejo.
Em que pese esse contratempo do próprio meio ambiente tropical, os empresários brasileiros do agronegócio conseguiram superar o desafio de plantar e colher com abundância e qualidade. Hoje o que pesa para valer na pauta das exportações brasileiras são os produtos agrícolas. É comida brasileira que contribui para alimentar boa parte do planeta. 
Com a introdução de novas tecnologias que permitem a racionalização no uso dos necessários defensivos agrícolas contra a enxurrada de predadores, colhe-se cada vez mais e melhor, tanto é que os produtos brasileiros estão nas feiras e supermercados da Europa e dos Estados Unidos, mercados conhecidos pelas exigências e fiscalização de suas importações.
Enquanto Marina Silva e seus sequazes praguejam contra o agronegócio e criam empecilhos para o uso racional da terra ou defendem a entrega de vastas áreas para índios de araque eu, daqui do blog, sugiro que algum deputado ou senador apresente um projeto de lei que dobre o salário mínimo pago para os trabalhadores do campo combinando a medida, evidentemente, com outras de ordem fiscal reduzindo os pesados impostos que pesam sobre as empresas agrícolas. Já seria um bom começo para frear o êxodo rural e proporcionar um enorme crescimento da agricultura brasileira. 
E, para finalizar, deve-se assinalar que os ecochatos que deploram o capitalismo e o agronegócio não abrem mão dos confortos proporcionados por eles. Em qualquer quitanda da esquina sobram frutas e verduras. Quando Marina Silva e seus ecochatos chegam em casa a geladeira está funcionando e a luz acende. Nos aeroportos os aviões sobem e descem; nas ruas os automóveis e ônibus se movimentam e nos hospitais a energia elétrica que faz funcionar os aparelhos médicos salvam vidas e mitigam o sofrimento humano.
Marina Silva não anda mais esfarrapada e suja na floresta. Toma banho com água quente e não dispensa os confortos da cidade. Usa terninhos bem cortados, sapatos e óculos da moda que lhe proporciona a produção em alta escala das indústrias. Marina Silva não deseja nunca mais voltar a ser uma seringueira. Tanto é que, picada pela mosca azul (ou verde?) julga-se ser competente para postular a presidência da República.
Contudo, face ao seu discurso ecochato, verde e ambientalista que defende a agricultura familiar, sugiro então que seja coerente. Pegue um chapéu de palha, uma enxada embrenhando-se numa roça milho. No Oeste de Santa Catarina há vagas.

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quinta-feira, julho 14, 2011

ECOCHATOS AMEAÇAM AGRICULTURA CATARINENSE

O polêmico Código Florestal Nacional voltou à pauta dos debates em Santa Catarina. O assunto é um dos temas nacionais do 7º Congresso Estadual de Engenheiros Agrônomos, que começou nesta quarta-feira, em Florianópolis. Após a discussão, os profissionais devem elaborar um documento, com embasamento científico, sobre a necessidade do Estado legislar suas questões ambientais.

A conclusão será enviada ao governo federal e pretende dar consistência ao projeto do novo código, que foi aprovado na Câmara Federal, em maio, e está sendo discutido no Senado. A nova proposta pretende dar autonomia aos estados para fazerem sua própria lei ambiental enquanto que a atual, que vigora desde 1965, estabelece as mesmas condições para todas as regiões do país.

Os agrônomos catarinenses defendem que as exigências ambientais cumpridas no Estado não podem ser as mesmas dos outros, e temem prejuízos na agricultura, caso não haja aprovação do novo código.

— Nosso clima, microclima e topografia são peculiares. Caso a lei de 1956 prevaleça, cerca de 70% do nosso território ficaria improdutivo - avalia o presidente em exercício da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado, Ademar Paulo Simon.

A Serra Catarinense seria a área mais afetada, por causa da altitude. A região tem cidades que estão a mais de 1,7 mil metros de altitude, mas a lei atual define que toda área acima de 800 metros é considerada Área de Preservação Permanente (APP):
— Nossa preocupação é que o Estado continue tendo autonomia para decidir suas questões ambientais e, para isso, é preciso uma visão mais técnica do processo, que foi elaborado por leigos.

Santa Catarina é o único estado brasileiro que tem um Código Ambiental Estadual. Aprovado em março de 2009, o código define as regras da produção catarinense. A aprovação do novo código vai consolidaria sua aplicação. Do portal da RBS/Diário Catarinense

quarta-feira, junho 08, 2011

IPEA SE ALINHA AOS ECOCHATOS NA TENTATIVA DE MELAR O CÓDIGO FLORESTAL

Um comunicado do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicado nesta quarta-feira, 8, informa que a alteração do Código Florestal Brasileiro, aprovada na Câmara, terá impactos significativos "sobre a área com vegetação natural existente nos biomas brasileiros e sobre os compromissos assumidos pelo Brasil para a redução de emissões de carbono". Por conta disso, o estudo indica a importância de serem buscadas alternativas para viabilizar a aplicação efetiva das leis ambientais, com o objetivo de "conciliar o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental".
De acordo com o Ipea, o comunicado tem o objetivo de fornecer subsídios para a discussão de alteração do código no Senado, onde se encontra a proposta votada na Câmara. O estudo tem como foco as áreas de reserva legal em propriedades de até quatro módulos fiscais (entre 20 e 440 hectares, dependendo da localidade), que serão dispensadas de recuperação caso as mudanças se tornem lei.
Um levantamento com base no Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), apresentado no texto, indica que o país tem 5,18 milhões de imóveis rurais, ocupando 571 milhões de hectares. Aqueles com até quatro módulos fiscais são 4,6 milhões, ou 90% do total. No entanto, elas ocupam apenas 24% da área total das propriedades do campo, com 135 milhões de hectares.
Segundo o Ipea, os produtores rurais, principalmente os familiares, deveriam ser estimulados a preservar e recuperar as reservas legais de suas propriedades, recebendo pelo uso sustentável da floresta. "Esse incentivo poderia vir por meio de políticas de estímulo ao uso sustentável da reserva legal", conclui o comunicado. Do portal do Estadão

terça-feira, maio 24, 2011

REGIMENTO IMPEDE MODIFICAÇÃO NO TEXTO DO PROJETO DO CÓDIGO FLORESTAL. PT E OS ECOCHATOS ESTÃO ENLOUQUECIDOS!

O relator do projeto do Código Florestal na Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), afirmou nesta terça-feira (24) que um dispositivo no Regimento Interno da Casa impede a modificação do seu relatório para que o acordo defendido pelo governo, em torno das Áreas de Preservação Permanente (APPs), seja firmado com os líderes partidários.
Segundo Rebelo, a discussão do relatório já foi encerrada na sessão de 11 de maio, quando o texto foi lido no plenário da Casa, e não haveria mais espaço regimental para apresentação de emendas, o que forçaria o governo a tentar modificar o texto no Senado.
“A dificuldade [em modificar o texto] não é do relator. É do regimento. E por que é do regimento? Como a discussão foi encerrada, haveria de se encontrar uma emenda, e a emenda não está pronta, tanto é que o governo trouxe agora. Não há mais espaço regimental para a apresentação de emendas porque a discussão foi encerrada”, afirmou Rebelo.
A emenda proposta pelo governo foi debatida em uma reunião na Casa Civil da qual participaram o ministro Antonio Palocci, o vice-presidente da República, Michel Temer, o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), o líder do PMDB na Casa, Henrique Eduardo Alves (RN), o ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, e o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR).
Depois do encontro, Vaccarezza e Luiz Sérgio deixaram o Palácio do Planalto e voltaram ao gabinete da liderança do governo na Câmara para apresentar a proposta aos demais líderes partidários da base.
Segundo Rebelo, como o entrave regimental foi constatado, os dois retornaram ao Planalto para uma nova conversa. Resta saber se o governo tentará encontrar uma forma de driblar o regimento da Câmara para incluir mudanças no texto.
A emenda defendida pelo governo garantiria a atividade de ribeirinhos nas margens dos grandes rios. Nesta segunda, o governo concordou em exigir de pequenos produtores, com atividades consolidadas em propriedades nas APPs de margens de rios, a recomposição da vegetação de apenas 20% da área total da terra para áreas de até quatro módulos fiscais.
A sessão extraordinária para votar o tema no plenário da Câmara dos Deputados começou por volta das 10h. Enquanto não há acordo, parlamentares utilizam os microfones para tratar de temas diversos.
Rebelo disse concordar com a emenda, mas afirmou que não “aguentava mais” modificar o texto do Código Florestal.
“O governo propõe que, quando a mata ciliar chegar a um limite de 20% das propriedades em APPs, que ela pare por aí. Porque, se passar, vai significar a expulsão do agricultor dessas áreas. Eu acho que essa evolução é importante. O problema é que não há uma emenda que permita a votação desse texto pelo plenário", disse.
Mas, segundo ele, "como se trata de uma ideia razoável, creio que ela pode acompanhar o projeto quando ele for para o Senado. E o Senado aperfeiçoá-lo, porque eu, como relator, não aguento mais amarrar e desamarrar esse feixe de lenha e carregá-lo nas costas por mais tempo. Acho que é o momento de votarmos na Câmara e deixarmos que o Senado também realize seu trabalho.” Do portal G1

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quarta-feira, maio 04, 2011

VÍDEO MOSTRA PUJANÇA DA AGRICULTURA BRASILEIRA QUE ECOCHATOS TENTAM DESTRUIR

Aproveite e repasse este vídeo para seus amigos. Se conhecer algum ecochato, envie para ele. Câmara Federal decide hoje o futuro do Brasil com aprovação do Novo Código Federal. Se prevalecer as imposições dos ecochatos, preparare-se para enfrentar a escassez de alimentos e a miséria. Use as ferramentas de compartilhamento abaixo do post para fazer bombar este vídeo nas redes sociais.

domingo, maio 01, 2011

'PARTICIPA BRASIL' LANÇA FERRAMENTA PARA CIDADÃO SE MANIFESTAR SOBRE CÓDIGO FLORESTAL VIA INTERNET DIRETAMENTE AOS DEPUTADOS

Facsímile do Participa Brasil. Clique AQUI para ir direto ao site
Acaba a de ser lançado na internet o site Participa Brasil que oferece uma ferramenta para que cada cidadão possa expressar sua opinião diretamente aos senadores e deputados. Os criadores do site pertencem a uma entidade denominada DD>>BR Democracia Digital Brasil e no lançamento dessa nova  ferramenta oferecem a oportunidade dos cidadãos se manifestarem sobre o projeto do novo Código Florestal. Ao preencher um formulário simples no próprio site o voto dado será recebido pelos parlamentares através do email e do Twitter, tornando muito fácil e simples a participação de qualquer pessoa nesse importante debate que pode selar o futuro da agricultura brasileira.
O próprio site além de mostrar um vídeo sobre a importância da produção agrícola explica de forma suscinta o que está em jogo sobre o novo Código Florestal em votação na Câmara Federal que vem sofrendo pressões da militância ecológica. E explica;

O Código Florestal Brasileiro existe desde 1965 e tem como função garantir a presevação do meio ambiente delimitando a ocupação e uso de nossas matas. Porém, com a mudança das configurações geográficas, sociais e econômicas do país, se tornou obsoleto e não corresponde mais a um mecanismo eficiente para o Brasil.

Em 2010 foi apresentado um substitutivo deste projeto que flexibiliza a delimitação das áreas de reserva e preservação, regulariza a situação de produtores rurais, hoje na ilegalidade, e oferece condições de desenvolvimento econômico para o país ampliando nossa produção agrícola.

Porém, apesar de aprovado pela maioria dos produtores rurais, que chegaram a criar um abaixo-assinado pedindo urgência na votação do substitutivo, o MST e alguns ambientalistas mostram-se contra o projeto e emperram a votação.

É importante destacar que sem a aprovação deste projeto, os pequenos produtores rurais poderão perder suas terras e receberão multas exorbitantes de até R$ 5.000,00 por dia por terem cometido o crime de plantar em suas terras.

O problema, é que estes trabalhadores impulsionam nossa economia, baseada na agricultura e no agronegócio e sem crédito e terra, deixarão de produzir. Com a produção agrícola comprometida, teremos menos comida na mesa do brasileiro e preços que podem chegar a um aumento de até 50%, de acordo com estimativas. O desabastecimento também pode chegar às prateleiras dos supermercados e o Brasil poderá passar pela maior recessão dos últimos tempos.

Por isso, é importante conhecer melhor o projeto substitutivo e se posicionar em relação a votação. Você pode dar a sua opinião sobre o projeto e ajudar a mobilizar a população para o debate.

Vote no projeto e convide seus amigos através das redes sociais. Ainda dá tempo de participar!



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