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quarta-feira, agosto 17, 2011

TEA PARTY DÁ PERNADA NO DISCÍPULO DE ALINSKY

Obama e o ônibus de U$ 1,1 milhão comprado com dinheiro público
Jamais se poderia imaginar que um dia a Nação americana tivesse um presidente que ousasse importar do lixo ocidental as formas mais deletérias de governar. Pois é o que está acontecendo agora. Barack Obama reproduz nos Estados Unidos o modus operandi de tipos como Lula e Hugo Chávez ou seja, financiar sua campanha eleitoral com o dinheiro público. Neste momento está empenhado em visitar a área rural americana a bordo de um ônibus especial avaliado em U$ 1,1 milhão, comprado, evidentemente, com dinheiro do tesouro americano.
A sorte dos cidadãos americanos é que o Tea Party chegou primeiro, como no caso de Iowa, como relata matéria de O Globo que transcrevo o lead após este prólogo.
O Tea Party é um movimento espontâneo dos verdadeiros patriotas americanos que não transigem na manutenção dos valores da civilização ocidental, da qual os Estados Unidos, juntamente com Israel, são os fiadores. E tanto é verdade que esse movimento legítimo e que não é financiado com dinheiro do governo americano poderá ser o último bastião de resistência ao avanço da barbarie comunista - sim comunista, por incrível que pareça - cuja finalidade é destruir os Estados Unidos e Israel, bem como a Europa anglo-saxônica.
"Regra para Radicais", do judeu esquerdista traidor do povo judeu, Saul Alinky, é o livro de cabeceira de Barack Obama que foi seu discípulo. 
O que vocês estão lendo aqui e agora não encontrarão em nenhum jornal da grande imprensa americana e brasileira, já que suas redações estão sob o controle da estúpida patrulha politicamente correta esquerdista. Nenhuma das diatribes vociferada pela boca podre da bandalha esquerdista contra o Tea Party é brandida contra a vagabundagem dos tiranetes latino-americanos e os assassinos islâmicos ou os arruaceiros que incendeiam apartamentos em Londres. A estes reservam louvores, quando não se calam ante as iniqüidades cometidas pelo terrorismo internacional, aquele mesmo que detonou as torres gêmeas em New York.
Notem também que todos esses grandes veículos de comunicação militam em favor de Hussein Obama. E como bem lembrou dia desses o Reinaldo Azevedo, um dos poucos jornalistas da grande midia que não dá colher para a idiotia esquerdista, o cineasta de araque Arnaldo Jabor, impaciente com a queda da populariade de Obama, afirmou que o presidente americano estava fracote por lhe faltar um PMDB, ou seja uma base alugada.
Em parte, o cineasta fajuto tem uma ponta de razão. Falta apenas uma base alugada e um turbilhão de escândalos brotando na terra de Tio Sam para tornar Barack Obama um clone do Apedeuta. No mais o presidente americano já está agindo como os títeres esquerdistas latino-americanos. 
Mas como disse no início deste comentário ligeiro, a sorte é que quando Obama chegou a Decorah, em Iowa, o Tea Party já estava voltando. Algo que inquieta o cineasta fajuto e me confere uma certa tranquilidade. Sorry botocudos. Vejam o que aconteceu com o dileto discípulo de Alinky:

Em busca do apoio da América rural, o presidente Barack Obama chegou ontem a Iowa, prometendo ajuda a fazendeiros e um pacote de US$ 350 milhões para gerar empregos, no segundo dia de viagem pelo Meio-Oeste. Mas, numa região com elevado nível de desemprego, o presidente americano se viu obrigado pelo Tea Party a transformar comícios sobre como criar postos de trabalho em explicações a respeito da crise econômica e da reforma na saúde, num indício do que deve ser a campanha eleitoral.
- Como haverá consenso quando o senhor e o vice-presidente nos chamam de terroristas? - disparou Ryan Rhodes, um ativista do movimento conservador, em Decorah, Iowa. Leia MAIS

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segunda-feira, agosto 15, 2011

APROVAÇÃO DE OBAMA DESPENCA PARA 39% E CANDIDATURA DA REPUBLICANA MICHELE BACHMANN CRESCE E DESBANCA GRANDALHÕES

A republicana Michele Bachmann está em ascensão
Depois de um fim de semana em que atingiu o nível mais baixo de popularidade desde o início de seu governo, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, inicia nesta segunda-feira uma viagem de ônibus por três estados para fazer um corpo a corpo com eleitores. Uma pesquisa do Instituto Gallup revelou ontem que Obama conta com 39% de aprovação entre os americanos, caindo pela primeira vez abaixo da marca dos 40%.
A excursão de ônibus vai percorrer o pelo Meio Oeste do país na esperança de deixar para trás dúvidas sobre sua liderança em Washington. A viagem de três dias tem uma rota que percorre estados considerados chave para a reeleição em 2012 - Iowa, Minnesota e Illinois - mas levará o presidente a encarar, no contato direto com os eleitores, os altos índices de insatisfação, sobretudo, pelo mau desempenho da economia.
A Casa Branca disse que o presidente fará a turnê para ouvir os americanos sobre suas preocupações sobre a economia e conversar com eles sobre como criar empregos. Mas analistas consideram a viagem um teste que vai medir a capacidade de Obama de arregimentar apoio, num momento em que seus principais adversários começam a se organizar. Os estados do Meio Oeste serviram também como pontos de partida para sondar a disposição do eleitorado não apenas do lado republicano como também entre os que se declaram independentes.
Obama viu o campo adversário sofrer mudanças importantes no fim de semana. No sábado, a primeira grande pesquisa de sondagem de intenção de voto entre os republicanos, feita no estado de Iowa, foi vencida pela deputada Michele Bachmann, um nome ascendente na oposição ao presidente democrata. Bachmann representa a corrente radical do movimento Tea Party, do qual é uma das fundadoras, e sua vitória foi uma surpresa, por desbancar candidatos tradicionais, como o ex-governador de Massachussetts, Mitt Romney.
- Acabamos de enviar a mensagem: Barack Obama será presidente de um só mandato - disse a deputada.
Bachmann promete proibir homossexuais no Exército
Em entrevista à rede de TV CNN, Bachmann assegurou que, caso vença as eleições presidenciais, vai restaurar a proibição de homossexuais nas Forças Armadas e baixar impostos para reativar a economia. Leia MAIS


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terça-feira, agosto 02, 2011

O BARRACO DO JORNALISMO BANANA

Mega-protesto contra Obama que a grande mídia escamoteou
A Folha de São Paulo consegue reproduzir com absoluta precisão o tipo de jornalismo mais escroto que eu já vi em meus quarenta anos de jornalismo. Com uma linha editorial trôpega e ondulante, capaz de abrir espaço para os defensores da censura imprensa, dito controle da mídia; com a redação repleta de dinossauros ideológicos, hoje profetas do deletério pensamento politicamente correto, a Folha é um formidável diário de desinformação.
O noticiário a respeito do episódio que cerca o debate que se trava entre o Barack Obama e o Congresso é um exemplo de como o jornalismo militante da idiotia politicamente correta e cegado pelo antiamericanismo é capaz de fazer picadinho dos fatos para engrossar a sopa da ideologia.
A bem da verdade, esse antijornalismo não é apenas produzido pela Folha, porquanto domina praticamente toda a imprensa do planeta. Mas no âmbito da imprensa brasileira é o veículo que encarna de forma mais perfeita toda essa brutal boçalidade a ponto de inconformar-se com o fato de que nos Estados Unidos a maioria da população não está a fim de que o país se transforme numa republiqueta bananeira e que lá a Constituição é intocável e o presidente da República não pode tirar uma de Lula ou de Chávez e que deve obediência ao mandamento constitucional e não pode transformar o Congresso numa 'base alugada'.
A Folha também está inconformada pelo fato de que nos Estados Unidos existe um movimento popular denominado Tea Party que defende - incrível, não? - o regime democrático, as liberdades, a individualidade e a Constituição americana! E não topa financiar a malandragem via extorsão tributária e deplora o gigantismo estatal.
Um dos expoentes deste inconformismo do jornalismo pátrio em relação à politizada devoção da população americana à democracia é Fernando Canzian. E, como não poderia deixar de ser é articulista da Folha de S. Paulo.
Tanto é que escreveu um artigo que está no site da Folha e que reproduzo após este prólogo, quando desanca Barack Obama por sua incompetência, ou seja, por não ter logrado dobrar o Congresso americano, extirpar os odiosos republicanos, proscrever o Tea Party e reinar absoluto como um imperador africano. Ilustro o post com fotos de uma manifestação do Tea Party, que Canzian reputa como retrógrado, realizada no dia 13 de setembro de 2009, que lotou a av. Pensilvânia, em Washington. Foi uma das grandes manifestações contra Obama logo que ele começou a colocar suas unhas de fora. Os jornais brasileiros não noticiaram nada sobre isso e a grande imprensa americana minimizou o evento. Confiram aqui o que escrevi naquele dia sobre essa manifestação. Agora leiam o que expele Fernando Canzian em seu artigo intitulado Barack Banana. Me inspirei nesse trocadilho para dar o título a este post. Leiam e tirem as suas próprias conclusões:
Em 20 de janeiro de 2009, sob um frio insuportável, cerca de 2 milhões de pessoas homenagearam a posse de Barack Obama no National Mall. A aglomeração é uma das maiores da história da capital americana.
Obama assumiu com imenso apoio popular. Tinha o controle democrata na Câmara, no Senado e a maioria dos governadores ao seu lado.
"Yes, we can!" (sim, nós podemos) era seu mantra.
De seu antecessor republicano, George W. Bush, herdou "heranças malditas" de fazer Lula corar ao esculhambar FHC.
Bush lhe repassou duas guerras bilionárias (no Afeganistão e no Iraque), uma prisão sem lei (Guantánamo) e a mais extraordinária crise financeira desde a década de 1930.
De imediato, o novo presidente prometeu atacar os três pontos: sair do Iraque, fechar Guantánamo e, mais importante, promover mudanças profundas no setor financeiro dos EUA.
O instituto Gallup marcava 78% de apoio popular quando o presidente delineou essa agenda.
Mas Obama revelou-se um fiasco.
Com o desemprego acima de 10%, priorizou mudanças controversas no sistema de saúde. E queimou em 2009 quase todo o seu capital político com a reforma, inconclusa até hoje.
Em vez de apontar o dedo para os republicanos que lhe entregaram a crise financeira e as guerras (sua "herança maldita"), foi conciliador e deu a mão a W. Bush.
A ponto de chamar o ex-presidente a ajudar na reconstrução do Haiti pós terremoto de 2010 (virou hit o vídeo em que Bush limpa a mão na camisa de Bill Clinton após ser tocado por um flagelado em Port-au-Prince).
Obama também insistiu em fazer política "across the aisle" (do outro lado do corredor) ao tentar buscar consenso com os adversários republicanos.
O que Obama colheu foi a perda da maioria na Câmara no final de 2010 e o acirramento dos radicais do "Tea Party", que reúnem o que há de mais retrógrado no país.
No setor financeiro, quase três anos depois da crise de 2008 e do dramático resgate estatal ao sistema, os maiores bancos dos EUA voltam a ter lucros bilionários e a reservar gordos bônus a executivos.
Obama também não cumpriu a meta de taxar bancos para pagar a conta da crise, nem eliminou benesses tributárias aos ricos, outra herança de Bush.
Já as mesmas agências de classificação de risco que avalizaram a esbórnia pré crise (e que prometeu reformar) agora ameaçam rebaixar as notas da dívida dos EUA. Que só explodiu como último recurso para salvar o sistema após a leniência republicana sob oito anos de W. Bush.
Por conta da dívida, essa mesma oposição republicana fará Obama sangrar até a eleição de 2012.
"Yes, we créu!" 

segunda-feira, julho 25, 2011

OBAMA X TEA PARTY. OU AQUILO QUE O ESQUERDISMO MIDIÁTICO ESTÁ ESCAMOTEANDO.


Quem formula a análise neste vídeo a respeito da dita 'crise' americana é Nivaldo Cordeiro, economista e mestre em Administração pela FGV/SP, ocupou diversos cargos na administração federal e na atualidade é empresário em São Paulo e integra o corpo de articulistas do site Mídia Sem Máscara. Para quem costuma frequentar a internet a apresentação do Nivaldo Cordeiro é dispensável, já que é articulista prolífico e periodicamente apresenta comentários em vídeo no YouTube.
Neste que vocês poderão ver aqui, Cordeiro analisa a queda de braço entre o presidente americano Barack Obama e os congressistas republicanos que desde a última eleição legislativa possuem a maioria na Câmara de Representantes, o equivalmente à Câmara dos Deputados no Brasil, enquanto no Senado a maioria democrata ficou menor desde o último pleito.
A análise formulada por Nivaldo Cordeiro está muito interessante e lança um raio de luz sobre essa falsa polêmica deflagrada por Obama que tem em vista, evidentemente, a sua reeleição e por isso não lhe interessa que seja aplicado um necessário garrote no duto pelo qual fluem os recursos estatais destinados a irrigar a campanha democrata. Nos jornalões as matérias sobre o assunto são todas filtradas pelo esquerdismo que domina as redações e Obama sobressai como vítima nessa queda de braço. E parece que os republicanos não estão a fim de ceder e decidiram por um freio na gastança estatal turbinada pelo governo de Obama. Negam também apoio a uma escalada tributária. A contra-ofensiva republicana é estancar o elevado gasto do estado.
Cordeiro em sua análise observa que  "um fato histórico da maior relevância é o cabo de guerra ora em disputa entre Barack Obama e os republicanos inspirados no Tea Party (o movimento conservador americano), a respeito da expansão, ou não, do limite da dívida pública. Situação histórica única, ao menos desde o final da II Guerra Mundial. Não deixar o Estado se endividar mais e não permitir a elevação de impostos é a realidade enquanto tal, a sanidade política e econômica."
O economista assinala que, entretanto, "desde o Pós-guerra governos de todo o mundo abandonaram a realidade e mergulharam na aventura inflacionária desenfreada. Felizmente uma elite consciente nos EUA está sendo capaz de dar um basta nessa loucura. Enquanto isso, a Europa encontrou seu basta na crise da dívida, que tem na Grécia seu caso laboratorial. Não é dado ao homem abolir a Lei da Escassez - conclui. 
Vale a pena ver o vídeo e cotejar a análise com aquilo que é veiculado pela grande imprensa.