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segunda-feira, agosto 15, 2011

APROVAÇÃO DE OBAMA DESPENCA PARA 39% E CANDIDATURA DA REPUBLICANA MICHELE BACHMANN CRESCE E DESBANCA GRANDALHÕES

A republicana Michele Bachmann está em ascensão
Depois de um fim de semana em que atingiu o nível mais baixo de popularidade desde o início de seu governo, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, inicia nesta segunda-feira uma viagem de ônibus por três estados para fazer um corpo a corpo com eleitores. Uma pesquisa do Instituto Gallup revelou ontem que Obama conta com 39% de aprovação entre os americanos, caindo pela primeira vez abaixo da marca dos 40%.
A excursão de ônibus vai percorrer o pelo Meio Oeste do país na esperança de deixar para trás dúvidas sobre sua liderança em Washington. A viagem de três dias tem uma rota que percorre estados considerados chave para a reeleição em 2012 - Iowa, Minnesota e Illinois - mas levará o presidente a encarar, no contato direto com os eleitores, os altos índices de insatisfação, sobretudo, pelo mau desempenho da economia.
A Casa Branca disse que o presidente fará a turnê para ouvir os americanos sobre suas preocupações sobre a economia e conversar com eles sobre como criar empregos. Mas analistas consideram a viagem um teste que vai medir a capacidade de Obama de arregimentar apoio, num momento em que seus principais adversários começam a se organizar. Os estados do Meio Oeste serviram também como pontos de partida para sondar a disposição do eleitorado não apenas do lado republicano como também entre os que se declaram independentes.
Obama viu o campo adversário sofrer mudanças importantes no fim de semana. No sábado, a primeira grande pesquisa de sondagem de intenção de voto entre os republicanos, feita no estado de Iowa, foi vencida pela deputada Michele Bachmann, um nome ascendente na oposição ao presidente democrata. Bachmann representa a corrente radical do movimento Tea Party, do qual é uma das fundadoras, e sua vitória foi uma surpresa, por desbancar candidatos tradicionais, como o ex-governador de Massachussetts, Mitt Romney.
- Acabamos de enviar a mensagem: Barack Obama será presidente de um só mandato - disse a deputada.
Bachmann promete proibir homossexuais no Exército
Em entrevista à rede de TV CNN, Bachmann assegurou que, caso vença as eleições presidenciais, vai restaurar a proibição de homossexuais nas Forças Armadas e baixar impostos para reativar a economia. Leia MAIS


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domingo, julho 31, 2011

JORNALISMO MILITANTE TRUNCA NOTÍCIAS SOBRE NEGOCIAÇÃO DE ACORDO OBAMA X OPOSIÇÃO. AGORA PARECE QUE TEM FUMAÇA BRANCA.

A Casa Branca e os republicanos do Congresso alcançaram um acordo para evitar a paralisação de pagamentos da dívida do governo dos Estados Unidos, segundo afirmou à agência Associated Press um funcionário do partido democrata. A informação acaba de ser postada no site do jornal El Nuevo Herald de Miami.
O funcionário disse que o presidente da Câmara de Representantes, o republicano John Boehner e o presidente Barack Obama falam por telefone na noite deste domingo. O funcionário falou na condição de não ser identificado porque o acordo ainda não foi anunciado. Do site do jornal ElNuevo Herald
MEU COMENTÁRIO: O que se nota em todos os sites da imprensa brasileira e internacional - com exceção desta que transcrevo do site do El Nuevo Herald - é que há um esquema midiático fabuloso que filtra todas as informações no sentido de que seja alcançado o que desejam Obama e seus sequazes.
Por isso há matérias que chegam a ser ininteligíveis.
Trata-se da deletéria ação do jornalismo militante que vê Obama como um ser impoluto, acima do bem e do mal. É um troço nojento.

terça-feira, julho 26, 2011

OPOSIÇÃO NEGA 'CHEQUE EM BRANCO' A OBAMA

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez ontem um apelo em rede nacional de TV para que haja um comprometimento de republicanos e democratas com um acordo para elevar o teto da dívida pública do país, hoje em US$ 14,3 trilhões. O risco real de suspensão de pagamentos a partir de 3 de agosto levou Obama a alertar a nação sobre o "perigoso jogo" dos republicanos e a convocar os americanos a pressionar o Congresso por uma solução equilibrada, para não serem vítimas de uma "guerra política".
"Se seguirmos pelo caminho do não acordo, nossa crescente dívida pode custar postos de trabalho e causar sérios danos à economia", disse o presidente. Segundo ele, "embora o povo americano tenha votado num governo dividido, não votou num governo que não funciona".
Momentos após o discurso de Obama, o presidente da Câmara, o republicano John Boehner, disse que os Estados Unidos não podem suspender os pagamentos, mas não se pode dar um "cheque em branco" ao governo. Ele advertiu que o povo americano não aceitará um aumento da dívida sem cortes significativos nos gastos e uma reforma.
A apenas oito dias do prazo final para a elevação do teto da dívida pública americana, a divergência maior entre o Senado de maioria democrata e a Câmara dos Deputados de maioria republicana já não está em questões sensíveis ao eleitorado dos dois partidos, mas no ambiente para as eleições presidenciais de 2012. Republicanos querem expor a Casa Branca a um novo risco de suspensão de pagamentos no início da campanha de reeleição de Obama. Os democratas querem se livrar dessa ameaça.
Sete votos. O aspecto eleitoral ficou evidente com a apresentação de uma nova proposta do democrata Harry Reid, presidente do Senado, para elevar em US$ 2,4 trilhões o atual teto da dívida dos EUA, de US$ 14,3 trilhões.
A cifra permitiria ao governo Obama encerrar 2012 sem o risco de ver o passivo bater no teto. A última proposta do presidente da Câmara aumentaria o limite em apenas US$ 1 trilhão, forçaria a Casa Branca a iniciar novas negociações com o Congresso no início de 2012 e tornaria seu governo ainda mais vulnerável ao anúncio de uma possível suspensão de pagamentos.
A votação no plenário do Senado deverá ser realizada até quarta-feira. Mas a aprovação do texto depende da conquista de mais sete votos republicanos. Para permitir uma rápida tramitação nas duas Casas, Reid excluiu as medidas rechaçadas pelos democratas - corte nos gastos com a assistência médica e a Previdência Social - e republicanos - o fim da redução de impostos aos mais ricos. Incluiu apenas medidas já aceitas na votação de outros planos. Com isso, previu um esforço fiscal menor do que o esperado, de US$ 2,7 trilhões, até 2022. Do portal do Estadão


MEU COMENTÁRIO: Se prevalecer o que deseja Obama, os Estados Unidos desmoronam e, com eles, os pilares da civilização ocidental.

segunda-feira, julho 25, 2011

OBAMA X TEA PARTY. OU AQUILO QUE O ESQUERDISMO MIDIÁTICO ESTÁ ESCAMOTEANDO.


Quem formula a análise neste vídeo a respeito da dita 'crise' americana é Nivaldo Cordeiro, economista e mestre em Administração pela FGV/SP, ocupou diversos cargos na administração federal e na atualidade é empresário em São Paulo e integra o corpo de articulistas do site Mídia Sem Máscara. Para quem costuma frequentar a internet a apresentação do Nivaldo Cordeiro é dispensável, já que é articulista prolífico e periodicamente apresenta comentários em vídeo no YouTube.
Neste que vocês poderão ver aqui, Cordeiro analisa a queda de braço entre o presidente americano Barack Obama e os congressistas republicanos que desde a última eleição legislativa possuem a maioria na Câmara de Representantes, o equivalmente à Câmara dos Deputados no Brasil, enquanto no Senado a maioria democrata ficou menor desde o último pleito.
A análise formulada por Nivaldo Cordeiro está muito interessante e lança um raio de luz sobre essa falsa polêmica deflagrada por Obama que tem em vista, evidentemente, a sua reeleição e por isso não lhe interessa que seja aplicado um necessário garrote no duto pelo qual fluem os recursos estatais destinados a irrigar a campanha democrata. Nos jornalões as matérias sobre o assunto são todas filtradas pelo esquerdismo que domina as redações e Obama sobressai como vítima nessa queda de braço. E parece que os republicanos não estão a fim de ceder e decidiram por um freio na gastança estatal turbinada pelo governo de Obama. Negam também apoio a uma escalada tributária. A contra-ofensiva republicana é estancar o elevado gasto do estado.
Cordeiro em sua análise observa que  "um fato histórico da maior relevância é o cabo de guerra ora em disputa entre Barack Obama e os republicanos inspirados no Tea Party (o movimento conservador americano), a respeito da expansão, ou não, do limite da dívida pública. Situação histórica única, ao menos desde o final da II Guerra Mundial. Não deixar o Estado se endividar mais e não permitir a elevação de impostos é a realidade enquanto tal, a sanidade política e econômica."
O economista assinala que, entretanto, "desde o Pós-guerra governos de todo o mundo abandonaram a realidade e mergulharam na aventura inflacionária desenfreada. Felizmente uma elite consciente nos EUA está sendo capaz de dar um basta nessa loucura. Enquanto isso, a Europa encontrou seu basta na crise da dívida, que tem na Grécia seu caso laboratorial. Não é dado ao homem abolir a Lei da Escassez - conclui. 
Vale a pena ver o vídeo e cotejar a análise com aquilo que é veiculado pela grande imprensa.

terça-feira, novembro 02, 2010

DESESPERADO, OBAMA APELA AO TWITTER E ANALISTAS DA GRANDE IMPRENSA CONTINUAM MENTINDO SEM PARAR SOBRE A ELEIÇÃO AMERICANA

As eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos deverão, segundo as pesquisas, eleger maioria republicana nas duas Casas do Congresso. Na Câmara de Representantes é praticamente certo que os Republicanos consigam retomar a maioria. No Senado o jogo pode ser mais equilibrado, mas também não está afastada a hipótese de uma virada.

Em razão do filtro da grande imprensa internacional nota-se que há um movimento conjunto que tenta salvar Barack Hussein Obama. Os analistas botocudos tentam levar água ao moinho de Obama. Lá acontece como aconteceu aqui no Brasil no que respeita ao comportamento da mídia local e internaciona. A diferença neste aspecto é que nem toda a grande imprensa americana reza pela cartilha democrata. Mas o noticiário que critica acerbadamente Obama não consegue chegar aos nossos ouvidos. O filtro da grande imprensa alinhada ao esquerdismo e ao pensamento politicamente correto promove um permanente ruído. Assim, temos um noticiário internacional vagabundo, distorcido e mentiroso.

Esse filtro da grande imprensa aos poucos vai sendo minado pela ação corrosiva da internet. Tanto é que ilustro este post com o perfil de Barack Obama no Twitter. Sigo o mandatário americano por meio do microblog o  para cotejar as suas ações e reações com o que informam os colunistas do Estadão, Folha e agências internacionais.

Se vocês se derem ao trabalho de ler o que escrevem constatarão que todos, sem nenhuma exceção, além de serem petralhas de carteirinha, são politicamente corretos e adoradores de Hussein Obama, sem falar que são também sequazes do islamismo que pretende destruir a civilização ocidental. Todos esse sabujos cretinos defendem que os islâmicos construam uma gigantesca mesquita ao redor do Marco Zero, no coração de Nova York, onde os assassinos islâmicos praticaram o maior atentado terrorista da história da civilização ocidental.

Mas se vocês repararem, as tuitadas de Hussein Obama são de um líder de pés de barro. O homem está desesperado para tentar minimizar a avalanche da Oposição, enquanto as pesquisas registram há meses que a desaprovação ao seu desastrado governo alcança algo em torno de 52%.

Li hoje a coluna do Krugman no Estadão. Ele censura a ação governamental de Obama e diz que o Presidente não fez as reformas necessárias ao mesmo tempo em que deveria culpar os republicanos pela crise econômica que castiga os cidadãos americanos.

Entretanto, Krugman e os demais analistas esquerdistas botocudos esquecem (ou escamoteiam deliberadamente) que Obama foi um dos beneficiários da generosa ajuda das duas maiores empresas hipotecárias do Estados Unidos que, sob o comando do governo Cliton determinaram a tal bolha subprime que degenerou na crise financeira internacional. São elas a Fannie Mae e Freddy Mac. Ambas foram acionadas na época de Clinton para abrir o crédito imobiliário para os ditos excluídos. Foram também essas duas empresas que concederam apoio financeiro para as campanhas ao Senado de Obama e Hillary, a mulher do Clinton.

Obama preferiu não mexer nos esqueletos que continuam no armário. Krugman sabe disso, como devem saber esses 'gigantes' do jornalismo brasileiro. Mas eles escamoteiam o principal na sua insana tarefa de ajudar a destruir a civilização ocidental entorpecidos pelo feitiço do pensamento politicamente correto, o maior flagelo do século XXI. 

Espero que a oposição americana dê o seu recado nas urnas e promova a virada. Disso não dependem apenas os americanos, mas nós brasileiros também, como de resto os demais países do mundo. Dependemos não só do consumismo e fortalecimento da economia americana, amaldiçoados pela idiotia esquerdista, mas também do fato de que só a heróica oposição dos cidadãos conscientes do Estados Unidos poderá salvar os já combalidos valores da civilização ocidental, fundamentos da apreciável prosperidade e bem-estar da humanidade.

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