Ex-assessor da Casa Civil e um dos pivôs do primeiro grande escândalo do governo Lula, em 2004, Waldomiro Diniz foi denunciado pelo Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF-DF). Ele é investigado por crimes contra a ordem tributária, entre 1999 e 2000.
A denúncia contra Diniz foi fundamentada em uma investigação da Receita Federal, que, em 2005, estimou que ele teria sonegado 260 000 reais. De acordo com nota do MPF-DF, Diniz “teria suprimido ou reduzido tributos referentes a rendimentos e depósitos sem origem comprovada”. No mesmo período que suas contas receberam este dinheiro, ele apresentou uma declaração de isento para a Receita. O caso foi distribuído para a 12ª Vara Federal em 7 de julho.
Em 2002, Diniz foi filmado pelo bicheiro do Rio de Janeiro, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, enquanto tentava extorqui-lo para obter recursos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores (PT). As imagens foram divulgadas em fevereiro de 2004, disparando os escândalos que derrubaram seu chefe, o então ministro da Casa Civil, José Dirceu.
A denúncia contra Diniz foi fundamentada em uma investigação da Receita Federal, que, em 2005, estimou que ele teria sonegado 260 000 reais. De acordo com nota do MPF-DF, Diniz “teria suprimido ou reduzido tributos referentes a rendimentos e depósitos sem origem comprovada”. No mesmo período que suas contas receberam este dinheiro, ele apresentou uma declaração de isento para a Receita. O caso foi distribuído para a 12ª Vara Federal em 7 de julho.
Em 2002, Diniz foi filmado pelo bicheiro do Rio de Janeiro, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, enquanto tentava extorqui-lo para obter recursos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores (PT). As imagens foram divulgadas em fevereiro de 2004, disparando os escândalos que derrubaram seu chefe, o então ministro da Casa Civil, José Dirceu.
Caso GTech - Ele também interferiu, em 2003, na contratação da GTech, empresa que prestava serviços para a Caixa Econômica Federal (CEF). Na ocasião, o ex-assessor presidia a empresa de loterias estaduais do Rio de Janeiro, a Loterj. Em janeiro deste ano, a Justiça aceitou uma denúncia do MPF contra Diniz e outros envolvidos por extorsão e corrupção no caso GTech.
O ex-assessor responde a processos em diferentes instâncias na Justiça. Como a nova denúncia envolve o sigilo fiscal do investigado, detalhes não foram divulgados. Seus advogados não foram localizados para comentar o caso. Do site da revista Veja
