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terça-feira, janeiro 17, 2012

MP DE SP ALERTA QUE DENÚNCIAS SOBRE CASO CELSO DANIEL PODERÃO PRESCREVER. CRIME COMPLETA 10 ANOS SEM SOLUÇÃO!

O petista Celso Daniel foi assassinado em 2002
O Ministério Público de São Paulo alerta que os casos de corrupção ligados à morte do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, correm risco de prescrição. As informações são do repórter Pedro Campos, da Rádio Bandeirantes.

A lentidão da tramitação dos processos sobre um suposto esquema de desvios de recursos públicos pode resultar em impunidade.

Após uma década do assassinato do petista, a Justiça ainda não deu uma resposta sobre o possível prejuízo causado aos cofres de Santo André.

Ameaças
A família de Celso Daniel sofre até hoje com os mistérios que envolvem a morte do ex-prefeito. Um dos irmãos, Bruno Daniel, viveu por seis anos como refugiado político na França por causa das ameaças que recebeu. Há 2 meses ele voltou ao país com a família, mesmo sem ajuda de companheiros do PT.

Para ele, os nomes de outros envolvidos devem surgir durante o julgamento dos demais acusados pelo crime.

Outro irmão, João Francisco Daniel, vive na Bahia e não esconde a revolta com a morosidade da Justiça. O Partido dos Trabalhadores foi procurado, mas não respondeu o pedido de entrevista para falar sobre o caso. Do site da Band

quarta-feira, agosto 31, 2011

MP PEDE DISSOLUÇÃO DA BANCOOP POR SUSPEITA DE DESVIO DE DINHEIRO PARA FINANCIAR CAMPANHAS DO PT.

O Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo mandou na terça-feira, 30, abrir ação civil pública para dissolução da Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop), nomeação de interventor judicial e afastamento imediato dos atuais integrantes da diretoria executiva e do conselho de administração.

A decisão foi unânime. Por 10 votos a zero, os procuradores de Justiça que integram o Conselho Superior impuseram massacre histórico à entidade criada em 1996 por um núcleo do PT ligado ao Sindicato dos Bancários.

A ação ficará a cargo de um promotor. É o mais pesado revés sofrido pela Bancoop desde que, no ano passado, a promotoria denunciou criminalmente a cúpula da cooperativa à Justiça, atribuindo a seus quadros principais formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e desvios estimados em R$ 100 milhões.

O Ministério Público suspeita que parte desse montante pode ter financiado campanhas políticas do PT. A Bancoop também está sob fogo de milhares de cooperados que alegam ter sido lesados por má gestão.

A ação vai pedir judicialmente eleição de nova diretoria e novo conselho para assumir a gestão da Bancoop até final dissolução e conclusão dos empreendimentos utilizando-se de contabilidade independente, com separação das contas, como estabelece o estatuto da cooperativa.
O relator, conselheiro Edgard Moreira da Silva, argumentou que a Bancoop desenvolveu "atividade ilícita à condição jurídica, consistente em atuar no mercado como verdadeira empresa incorporadora". "Há indícios sérios e consistentes de desvios de recursos financeiros dos cooperados para fins escusos e para empresas de integrantes da direção da Bancoop." Do portal do Estadão


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segunda-feira, julho 11, 2011

WALDOMIRO DINIZ, UM DOS PIVÔS DO PRIMEIRO GRANDE ESCÂNDALO DO PT FOI DENUNCIADO PELO MINISTÉRIO PÚBLICO

Ex-assessor da Casa Civil e um dos pivôs do primeiro grande escândalo do governo Lula, em 2004, Waldomiro Diniz foi denunciado pelo Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF-DF).  Ele é investigado por crimes contra a ordem tributária, entre 1999 e 2000.

A denúncia contra Diniz foi fundamentada em uma investigação da Receita Federal, que, em 2005, estimou que ele teria sonegado 260 000 reais. De acordo com nota do MPF-DF, Diniz “teria suprimido ou reduzido tributos referentes a rendimentos e depósitos sem origem comprovada”. No mesmo período que suas contas receberam este dinheiro, ele apresentou uma declaração de isento para a Receita. O caso foi distribuído para a 12ª Vara Federal em 7 de julho.


Em 2002, Diniz foi filmado pelo bicheiro do Rio de Janeiro, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, enquanto tentava extorqui-lo para obter recursos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores (PT). As imagens foram divulgadas em fevereiro de 2004, disparando os escândalos que derrubaram seu chefe, o então ministro da Casa Civil, José Dirceu.
 

Caso GTech - Ele também interferiu, em 2003, na contratação da GTech, empresa que prestava serviços para a Caixa Econômica Federal (CEF). Na ocasião, o ex-assessor presidia a empresa de loterias estaduais do Rio de Janeiro, a Loterj. Em janeiro deste ano, a Justiça aceitou uma denúncia do MPF contra Diniz e outros envolvidos por extorsão e corrupção no caso GTech.
O ex-assessor responde a processos em diferentes instâncias na Justiça. Como a nova denúncia envolve o sigilo fiscal do investigado, detalhes não foram divulgados. Seus advogados não foram localizados para comentar o caso. Do site da revista Veja