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sexta-feira, janeiro 14, 2011

TERROR E MEDO EM JURERÊ INTERNACIONAL

No dia em que bandidos amarraram turistas e fizeram a limpa numa casa em Jurerê Internacional, em Florianópolis, uma reunião foi realizada na sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP) com representantes dos consulados do Mercosul e da França para tratar de proteção ao turista.

Este é o segundo crime de repercussão no Norte da Capital catarinense contra pessoas que visitam o Estado. Em 4 de janeiro, o argentino Raúl Baldo foi assassinado na Praia de Canasvieiras. Em Jurerê, um grupo de turistas, vindos de São Paulo e do Rio Grande do Sul, foi assaltado na madrugada de quarta-feira na casa que alugaram para a temporada.

Os bandidos entraram pela garagem da casa, que estava aberta. Em poucos minutos, amarraram as vítimas com cadarços e sacos plásticos, incluindo as crianças de 3 e 11 anos.

De acordo com uma das vítimas, que não quis se identificar, os bandidos comeram e beberam na casa enquanto agrediam os turistas com pontapés violentos.

—  Por duas horas, nos ameaçaram de morte, queriam dinheiro, joias, tudo. Eles começaram agressivos, mas depois de uma hora eles trocaram as armas por facas.

Na fuga, os criminosos roubaram uma caminhonete, levando aparelhos de TV, aparelho de DVD, notebooks, joias e aproximadamente R$ 5 mil em dinheiro.

O veículo foi encontrado pela polícia na madrugada de ontem no bairro Saco dos Limões, sob a posse de um adolescente e parte dos objetos roubados e uma arma de brinquedo.

Em defesa do turista
Na reunião na sede da SSP, o comando dos órgãos de segurança estudou uma forma de integrar os esforços com representantes do turismo e de países. César Grubba, secretário de Segurança de Santa Catarina, também enfatizou que o trabalho de proteção ao turista é bom e justificou que é impossível impedir totalmente os crimes. Do portal da RBS/Diário Catarinense


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sexta-feira, setembro 24, 2010

ROTA DO TERROR: O AVIÃO FANTASMA QUE FAZ A PONTE AÉREA ENTRE O IRÃ E A VENEZUELA

Transcrevo após este prólogo do excelente blog do professor Luiz Nazario (UFMG), este importante texto em que ele reporta o seminário do qual participou na França, dedicado ao exame do conceito do antissemitismo na atualidade: The Working Definition of Antisemitism – Six Years After.

Da metade do texto até o final o professor Nazario faz uma revelação aterradora sobre o antissemitismo na Venezuela, levado a efeito pelo ditador Hugo Chávez e suas ligações com o Irã. Vem a calhar, já que os venezuelanos irão às urnas neste dia 26 para renovação da Assembleia Nacional. Neste caso, a informação que Luiz Nazario nos apresenta é ouro puro para os eleitores venezuelanos já que levanta o véu a estupidez do chavismo que é comparsa, tal qual Lula e  PT, da ditadura dos aiatolás do Irã. Não sei se já existe essa sinistra ponte aérea Teerã-Brasília com o avião Fantasma que faz a rota do terror entre Caracas-Teerã.

Viram? O assunto interessa aos eleitores venezuelanos e, pelos vínculos da Dilma com Hugo Chávez, passa a interessar também ao eleitorado brasileiro que decide no dia 3 de outubro se deseja a democracia ou embarca na aventura do socialismo bolivariano do século XXI.

A informação é também ouro puro para nós brasileiros que lutamos tenazmente pela defesa da democracia e o mesmo se diga naquilo que diz respeito à segurança do Estado Israel e do povo judeu que tem expressivas comunidades vivendo tanto no Brasil como na Venezuela. Leiam: 

READ THE ARTICLE IN ENGLISH HERE 

No começo de setembro, apresentamos em Paris a comunicação The Bad Assimilation of the Holocaust sobre o carro alegórico do Holocausto que a Escola de Samba Viradouro pretendeu apresentar no Carnaval carioca de 2008. A comunicação deu-se dentro do Seminário The Working Definition of Antisemitism – Six Years After, organizado pelo The Stephen Roth Institute for the Study of Contemporary Antisemitism and Racism, da Universidade de Tel Aviv, sob a coordenação de Dina Porat.

Organizado por Esti Webman e Ronit Greenfeld, o Seminário foi realizado no Auditório Edmond J. Safra do Mémorial de la Shoah, com o apoio de Karel Fracapane, o jovem Chefe das Relações Internacionais do Mémorial.

Desnecessário dizer que o Mémorial de la Shoah, sob a direção de Jacques Fredj, conta com uma maravilhosa livraria especializada e mantém uma progamação de filmes, palestras e atividades didáticas sem igual no gênero, como o atual grande ciclo de cinema sobre os diretores que entraram com os Exércitos Aliados nos campos de concentração (John Ford, Samuel Fuller, George Stevens, entre outros) para registrar em película, para a posteridade, o verdadeiro horror do nazismo: Filmer les Camps.

As discurssões do Seminário giraram em torno da definição do antissemitismo atualmente proposta como base para as legislações antiracistas, em instâncias de governos, pesquisas, relatórios e resoluções de entidades de defesa dos Direitos Humanos. A mesa latino-americana, coordenada por Graciela Ben-Dror, foi um dos destaques do Seminário e, de todas as comunicações, a mais impressionante foi a de Sammy Eppel, sobre a escalada do antissemitismo na Venezuela.

Eppel revelou as conexões de Chávez com o terrorista Carlos, cujo pai, um milionário, teria financiado sua eleição, e com os países islâmicos, com ênfase nas relações com o Irã, que obteve do Presidente venezuelano permissão para a realização regular de vôos exclusivos Teerã-Caracas sobre os quais ninguém nada sabe:  quem embarca e o que é embarcado. 

Este chamado Avião Fantasma pode estar transportando qualquer coisa, de armas a terroristas, do Irã para a Venezuela, da Venezuela para o Irã: não existe transparência no seu check-in e no seu check-out e passageiros comuns não conseguem obter assento no aparelho, que no entanto opera no aeroporto comercial de Caracas… O seminário publicará em breve suas atas, que ampliarão, sem dúvida, o conceito atual do antissemitismo. VISITEM O BLOG DE LUIZ NAZARIO que é dos melhores!

terça-feira, julho 20, 2010

PARA ONDE VAI DINHEIRO DO NARCO-TERROR?


Dinheiro do narco-terrorismo apreendido no México. Clique na foto p/ ampliar.
A foto acima que circula pela internet mostra o volume de dinheiro apreendido pela polícia do México em poder do narco-terrorismo que naquele país é uma chaga, como é na Colômbia, na Bolívia e no Brasil, como de resto em toda a América Latina.

Deve-se ressaltar que apenas a Colômbia na administração do Presidente Álvaro Uribe, tem encarado de frente o problema e, por isso mesmo, conseguiu impor um pesado revés às FARC, as ditas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia e cujos os integrantes são tipificados pela grande imprensa como "guerrilheiros". Na verdade usam o terror para garantir o seu negócio milionário que é o tráfico de drogas.

Mas o objetivo deste post é trazer ao debate uma questão que não pode ser desprezada. Trata-se dessa área sombria da economia mundial que ocorre no submundo da droga. Imagina-se que o tráfico de drogas movimente diariamente no mundo todo milhões de dólares. Tudo em dinheiro vivo, montanhas de dólares, euros e demais moedas circulantes nos diversos países do mundo.
Ora, quem opera com um volume de dinheiro em espécie dessa magnitude tem de dar um jeito de fazer sua lavagem, isto é, tornar o "dinheiro limpo". Afinal, dinheiro, como se diz, não é para adorar. Isto ocorre apenas nas histórias do famoso personagem do desenho animado Tio Patinhas.
Quem "gerencia" somas fabulosas em dinheiro vivo procedente do crime não pode viver sempre afirmando que se tratam de "recursos não contabilizados". Precisa proceder a lavagem, introduzi-lo no mercado para usufruto e gozo dessa riqueza ilegal, espúria e marcada de sangue. Seria de uma tibieza pueril pensar que grande parte desses recursos do crime organizado não estejam pelo mundo a fora a irrigar campanhas eleitorais, já que através delas abre-se uma série de possibilidades de lavagem dessa moeda suja resultado de roubo, assassinatos, sequestros, tortura e morte.
Nesse aspecto, torna-se no mínimo muito estranho que quando José Serra anunciou que tem como meta criar um Ministério da Segurança Pública proporcionando maior segurança para os cidadãos brasileiros e promover o combate ao crime organizado, estancando a entrada de cocaína que vem da Bolívia, principalmente, foi alvo de duras críticas. E note-se. Não apenas de seus oponentes políticos, mas foi inclusive alvo de deboche por parte de colunas e blogs de política da grande imprensa brasileira.
Isto dá o que pensar? Dá sim. Não se trata de teoria conspiratória. Se trata de uma verdade. O tráfico de drogas é hoje o gerador de uma economia subterrânea imensa em nível planetário. Seu poderio monetário não está expresso numa tela de computador de um banco. Trata-se de dinheiro vivo! Aos montes!
O debate está aberto nos comentários

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