USE THE TOOL OF TRANSLATION IN THE SIDE COLUMN FOR ANY LANGUAGE
Comparem esta matéria que está lá no site do Estadão com o meu post a respeito do mesmo assunto logo abaixo: o apoio do Exército, a mando de Lula, à pantomima armada pelas FARC, com a zelosa e ativa interveniência da famigerada senadora Piedad Córdoba, notória colaboradora dos terroristas assassinos e contrária ao governo do Presidente Alvaro Uribe, justamente o único Presidente que conseguiu colocar a Colômbia razoavelmente em ordem e praticamente desbaratar o bando terrorista.
E a operação tem o apoio (argh!) da Cruz Vermelha que serviu para revestir de legalidade e autenticidade essa operação espúria que qualificam de "ação humanitária". Mas como é mesmo? Humanitária, caras pálidas do Estadão?
Usaram a libertação de um soldado refém, do qual roubaram 12 anos de sua juventude, para tentar envolver a opinião pública numa manobra diversionista típica desses narco-traficantes vagabundos.
E o outrora vetusto jornal paulistano não apenas noticiou o fato pela ótica do interesse do terrorismo, como ainda manteve no ar um blog especialmente para narrar online os lances aos quais pretendeu conferir o viés de espetáculo. Insaciáveis por detalhar a "informação" os jornalistas e editores do Estadão capricharam, fornecendo uma galeria fotográfica e entrevistaram um chileno que comanda a Cruz Vermelha. Enfim, só faltou - o que não é improvável - que algum intrépido repórter do Estadão tenha sido enviado especialmente à selva colombiana para cobrir essa "operação humanitária".
Quem lê a cobertura do Estadão tem a impressão que está lendo o site do PT ou algum blog de um desses jornalistas idiotizados pelos esquerdismo ou que exercem a deletéria e vergonhosa tarefa de coletar caraminguás no terreiro de Lula.
Para 'coroar de pleno êxito' (eita!) essa fantástica reportagem, o Estadão destaca na matéria o agradecimento dos terroristas ao apoio de Lula: "A guerrilha (leia-se terroristas) agradeceu o povo brasileiro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo apoio prestado à operação." [ESTÃO VENDO? AGRADECECIMENTOS TAMBÉM O POVO BRASILEIRO, COMO SE NÓS FOSSEMOS APOIADORES DE TERRORISTAS VAGABUNDOS ASSASSINOS! VADE RETRO]
Cá para nós. Mas esta matéria é típica da "pena hábil" do Franklin Martins...
Mas a coisa não fica apenas nisto aí. O Estadão foi mais longe dando ares de realidade à pantomima bolivariana. Tratou de entrevistar o chefete da Cruz Vermelha, cuja ação deve ter se restringido a colar os adesivos para a cobrir a insígnia do Exército Brasileiro sobre a fuselagem do helicóptero. Vejam as perguntas e as respostas:
Como tem sido a participação dos militares brasileiros?A população está muito grata aos brasileiros. Ouvimos gritos de ‘obrigado, Brasil’ quando desembarcamos. A tripulação do Brasil é muito profissional, muito discreta. Eles estão levando tão a sério a ordem de manter o baixo perfil que eu tive de pedir que eles retribuíssem os acenos das pessoas.
O Brasil tem cumprido bem essa função?
O Brasil faz um papel importante, está sendo hábil em dosar seu protagonismo com a visibilidade controlada e a prioridade humanitária que a operação exige.
Leiam a matéria do Estadão e confiram os links que dou ao final da matéria. É algo que jamais imaginaria ler no velho Estadão. No final ainda dão uma cacetada no Presidente Uribe:
Centenas de repórteres viram Moncayo chegar a bordo de um helicóptero às 17h40 local (19h40 de Brasília) e descer da aeronave com um uniforme militar camuflado.Moncayo havia sido entregue à missão integrada pela senadora colombiana Piedad Córdoba, por uma comissão do Comitê Internacional da Cruz Vermelha e pelo monsenhor Leonardo Gómez.
O sargento havia sequestrado em 21 de dezembro de 1997, em um remoto posto militar no sudeste da Colômbia.
Vestido com traje militar camuflado, Moncayo desceu do helicóptero e acenou para sua família para que não corresse, e logo todos se uniram em um abraço.
Seu pai, Gustavo, e sua mãe, María Estella, o entregaram margaridas brancas, enquanto suas quatro irmãs o davam beijos e abraços em meio a sorrisos de Moncayo.
O sargento também abraçou várias crianças, entre elas sua irmã Laura Valentina, de seis anos, e seus sobrinhos.
Moncayo também dirigiu uma saudação militar a oficiais presentes no aeroporto de Florencia, capital do departamento de Caquetá a cerca de 380 km a sudeste de Bogotá.
O ex-refém de 32 anos não fez declarações aos jornalistas, mas saudou a imprensa de longe.
Córdoba disse aos repórteres no aeroporto que fizeram duas paradas, uma para esperar a entrega e outra onde a liberação foi feita.
A senadora reiterou que na primeira parada, escutaram queixas de alguns rebeldes sobre supostos sobrevoos. Depois, chegaram ao segundo local, e esperaram mais de uma hora dentro do helicóptero, enquanto escutavam um comunicado do máximo comandante das Farc, Alfonso Cano.
A mensagem dizia que "com este gesto unilateral, as Farc consideram que o caminho ficou aberto para a imediata troca de prisioneiros de guerra como única forma viável para que os prisioneiros que estão na selva voltem à liberdade, assim como os guerrilheiros prisioneiros nas masmorras da Colômbia e dos Estados Unidos".
O sargento colombiano Pablo Emílio Moncayo chegou a cidade de Florencia e protagonizou um emocionante encontro com sua família após permanecer 12 anos cativo das Farc.
Além disso, o comunicado fez um chamado internacional e a colombianos para que "se somem vontades e dirijam seus esforços encaminhados a alcançar as trocas".
A guerrilha agradeceu o povo brasileiro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo apoio prestado a operação.
Córdoba e o bispo Gómez afirmaram que nem se deram conta de câmeras de televisão e que só viram guerrilheiros, em referência a uma queixa do governo colombiano de que o canal Telesur, com sede em Caracas, divulgou imagens com a senadora na selva.
A congressista também negou que os guerrilheiros trouxessem alguma carta ou prova de vida de ao menos outros vinte militares que continuam em cativeiro, e destacou que já tem em seu poder as coordenadas de onde serão entregues os restos mortais do major Julián Guevara. Do site do Estadão
EIS OS LINKS DAS MATÉRIAS QUE ANALISO NO PRÓLOGO DESTE POST:
‘Os colombianos estão muito gratos aos militares brasileiros’
Galeria de fotos: Veja imagens do resgate
Blog: veja como foi a operação

































