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quarta-feira, agosto 03, 2011

O ESCANDALOSO ESQUEMA DAS EMPRESAS DE PARLAMENTARES QUE BURLAM A LEI E TÊM CONTRATOS COM PODER PÚBLICO

Há duas semanas, a revista Veja trouxe à tona o maior relatório já feito pelo Tribunal de Contas na União (TCU) sobre os sistemas de compras do governo federal. Investigando 142 000 contratos realizados entre 2006 e 2010 - envolvendo gastos de mais de 100 bilhões de reais -, o tribunal concluiu que havia mais de 80 000 indícios de irregularidades. Apesar de não ser a mais frequente, a contratação de empresas de parlamentares foi a que mais chamou a atenção. Isso porque o artigo 54 da Constituição é cristalino ao afirmar que “os deputados e senadores não poderão (...) ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público".
Apesar da vedação ser explícita, vários parlamentares descumpriram a regra. Veja revelou os três nomes mais famosos da lista: o senador Eunício Oliveira,  do PMDB, cujas empresas têm dezenas de contratos com o poder público para prestação de diversos serviços; o deputado Felipe Maia, do DEM, que é dono de duas empresas de abastecimento e transporte de combustível com contratos com a Petrobras; e o notório deputado Paulo Maluf, do PP, cuja empresa alugou uma sala na Alameda Santos para a Procuradoria da Fazenda Nacional.
Suplentes - Veja teve acesso aos outros cinco nomes da lista. Apenas um deles continua tendo mandato, trata-se de André Figueiredo, do PDT cearense. Os outros todos ficaram apenas como suplentes em 2006. São eles: Cleuber Carneiro, de Minas Gerais; Ajandi José Costa, do Rio de Janeiro; Almir Bressan Júnior, do Espírito Santo; e José Gerardo Oliveira de Arruda Filho, do Ceará. Não bastasse serem proprietários de empresas que tinham contratos com o governo federal no período em que eram suplentes – fato que o tribunal também entende como irregular -, dois dos cinco  parlamentares são  portadores de currículos com citações nada nobres.
André Figueiredo foi acusado de compra de votos na eleição de 2006. Ele só foi absolvido no início deste ano, quando já estava eleito para o novo mandato. O ex-deputado Cleuber Carneiro também é um velho conhecido das páginas de denúncia. Carneiro foi acusado por Luiz Antônio Vedoin, o chefes da Máfia dos Sanguessugas, de receber propina em troca do direcionamento de emendas parlamentares para o esquema que superfaturava ambulâncias vendidas para os municípios. Em 2009, o Ministério Público Federal em Minas Gerais entrou com ação contra ele pedindo o ressarcimento aos cofres públicos do dinheiro desviado e a condenação do ex-deputado por improbidade administrativa.  A lista foi encaminhada ao Ministério Público e ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Do site da revista Veja

sexta-feira, abril 01, 2011

FILHOS DE LULA FECHAM EMPRESAS QUE CRIARAM DURANTE O SEGUNDO MANDATO DO PAI

Menos de três meses depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixar o governo, dois filhos do petista desmontaram empresas que abriram durante o segundo mandato do pai.

Em dezembro, a Folha revelou que os filhos Luís Cláudio e Fábio Luís haviam aberto, como sócios entre eles próprios ou com outras pessoas, duas holdings não financeiras e uma empresa voltada à área esportiva. Alguns dos sócios eram empresários amigos de Lula.

Desde o início do ano, houve uma mudança de plano dos irmãos, que não dividem mais nenhuma sociedade. No início do mandato do pai, os dois irmãos eram estagiários. Fábio Luís, que é biólogo, no zoológico, e Luís Cláudio em clube de futebol.

A holding LLCS, criada pelos dois para atuar na área esportiva, foi desativada. Luís Cláudio também deixou outra holding, a LLF, agora só em nome do irmão, e não tem mais empresas na Junta Comercial de São Paulo.

Fábio Luís, conhecido como Lulinha, mantém a Gamecorp (PlayTV), seu negócio mais conhecido por receber aportes milionários da empresa de telefonia Oi.

Luís Cláudio, que até o final de 2010 tinha participação em três firmas, abandonou a sociedade com dois amigos e um sócio na ZLT 500, empresa criada no Morumbi, zona oeste de São Paulo, de eventos esportivos.

A desidratação das empresas vem ocorrendo desde fevereiro, dois meses após a Folha revelar os novos negócios dos filhos de Lula, entre eles as duas holdings.

Procurado ontem, Fábio Luís disse, por meio de sua assessoria, que não iria comentar. Luís Cláudio não respondeu ao e-mail encaminhado. Os ex-sócios dele em uma das empresas não foram localizados pelo jornal. Da Folha de S. Paulo desta sexta-feira

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