TRANSLATE/TRADUTOR

Mostrando postagens com marcador ESPANHA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ESPANHA. Mostrar todas as postagens

terça-feira, fevereiro 28, 2012

PRESOS CRACKERS DO GRUPO ANONYMOUS

Polícia espanhola em ação num dos aparelhos dos crackers
A polícia espanhola anunciou nesta terça-feira a prisão de quatro crackers do grupo Anonymous, acusados de publicar dados confidenciais. "Dois foram detidos por ordem judicial. Outro pagou fiança e está em liberdade e o quarto, menor de idade, sob a custódia de seus pais", afirma o comunicado da Polícia.
Esta ação, chamada de Thunder, faz parte de uma operação internacional da Interpol, batizada Exposure, que conduziu ao indiciamento de dez pessoas na Argentina, seis no Chile e cinco na Colômbia.
Os quatro crackers presos na Espanha são acusadas de publicar on-line dados pessoais de agentes da polícia nacional e de guarda-costas que trabalhavam para o governo espanhol. Também são suspeitos de atacar, bloquear e modificar sites oficiais.
Um dos homens que continua detido, identificado pela polícia com as iniciais F.J.B.D, é conhecido como Thunder ou Pacotron. "Ele estava encarregado de administrar e gerir a infraestrutura informática utilizada pelo grupo Anonymous para investidas principalmente na Espanha e na América Latina", acrescenta o comunicado. Ele foi preso em Málaga, no sul do país.
Os detidos são suspeitos de ter cometido crimes de associação ilícita, danos informáticos e descoberta e revelação de segredos. Do site da revista Veja

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUIZIO AMORIM NO TWITTER

domingo, novembro 20, 2011

ESPANHA: SOCIALISTAS RECONHECEM A DERROTA

O líder conservador Mariano Rajoy, do Partido Popular (PP) futuro chefe de governo da Espanha, entre sua esposa (D) e a secretária geral:
O candidato socialista Alfredo Pérez Rubalcaba reconheceu sua dura derrota nas eleições gerais, vencidas pelo conservador Partido Popular por maioria absoluta. Rubalcaba disse que vai trabalhar na oposição para conseguir a recuperação da economia frente à crise. Com 88,7% dos votos contados, o conservador Partido Popular venceu as eleições com 44,4% dos votos e 186 deputados, contra 28,6% dos votos e 110 deputados socialistas.
"Claramente perdemos as eleições", lamentou Rubalcaba na sede do PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol), em Madri, após conhecer os resultados parciais das eleições, segundo as quais os socialistas, que tinham 169 cadeiras, passaram a ter 110 do Congresso dos Deputados, seu pior resultado desde a volta da democracia na Espanha.
"Conversei com Mariano Rajoy para transmitir meus cumprimentos e lhe desejar sorte na importante responsabilidade que vai assumir como futuro líder de governo", acrescentou Rubalcaba.
O líder e candidato do conservador Partido Popular (PP), Mariano Rajoy, que os espanhóis vão combater a crise, e anunciou um "esforço solidário" para todos, assegurando que "não haverá milagres".
"A Espanha é uma grande nação e o melhor que tem são os espanhóis, 46 milhões de espanhóis que vão combater a crise", afirmou Rajoy, antes de advertir: "Governarei a serviço da Espanha e de todos os espanhóis, procurando que em circunstância alguma alguém se sinta excluído da tarefa comum", disse.
Rajoy ressaltou o desejo de começar a trabalhar o quanto antes para tentar superar a crise, que deixou quase cinco milhões de desempregados na Espanha. "De minha parte não vão faltar nem a vontade, nem entusiasmo, nem o trabalho, nem o compromisso, mas não haverá milagres. Não prometemos isso", acrescentou o futuro chefe de governo espanhol.
Concentrado na difícil situação na qual assumirá o comando do país, o líder conservador se referiu à União Europeia (UE) para dizer que a Espanha será "o mais leal, mas também o mais exigente dos sócios".
"Deixaremos de ser um problema para voltarmos a fazer parte da solução", insistiu Rajoy, que pôs entre suas prioridades a luta contra "o desemprego, o déficit, o endividamento excessivo, a paralisação econômica e tudo aquilo que mantém este país nestas circunstâncias críticas".
Pouco depois, saiu à sacada da sede central do PP, em Madri, acompanhado da esposa, Elvira; da presidente da região de Madri, Esperanza Aguirre; e de uma de suas colaboradoras mais próximas, a presidente de Castela-La Mancha, Maria Dolores de Cospedal.
Vencedor na terceira oportunidade em que liderou a chapa de seu partido para as legislativas, Rajoy não teve publicamente ao seu lado o ex-chefe de governo José Maria Aznar, cujo melhor resultado foi superado por três cadeiras nesta nova fase do Partido Popular.
O Parlamento espanhol, que tem no total 350 cadeiras, saiu destas eleições com uma fragmentação de parte do Congresso dos Deputados em vários partidos minoritários, entre eles o Amaiur, a nova esquerda separatista basca, que em sua primeira legislatura obteve sete cadeiras.
Apesar da vitória esmagadora, Rajoy pediu aos partidários que não relaxem e comecem a trabalhar a partir da segunda-feira para enfrentar os "inimigos" do país, em alusão aos efeitos nefastos da crise na economia nacional. Do site da revista Veja

BOCA DE URNA PREVÊ DERROTA ACACHAPANTE DOS SOCIALISTAS NA ESPANHA

O Partido Popular (direita) venceu por maioria absoluta as eleições legislativas deste domingo na Espanha, conquistando entre 181 e 185 cadeiras do Parlamento, segundo pesquisa de boca de urna divulgada após o fechamento das seções eleitorais.

De acordo com a pesquisa da TNS Demoscopia para a rede pública Televisão Espanhola (RTVE), após as eleições, o PP, chefiado por Mariano Rajoy, de 56 anos, passaria a ter de 154 a 181-185 deputados do Congresso (Câmara) dos Deputados, composto de 350 cadeiras.

O Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), do primeiro-ministro José Luis Rodríguez Zapatero, sofreria um forte revés, passando de 169 para 115-119 deputados, aproximando-se de seu pior resultado: 118 cadeiras nas eleições de 1977.

Segundo a mesma consulta, o partido comunista-verde Esquerda Unida (IU) conseguiria incrementar sua representação, aumentando os 2 deputados que tem atualmente para 9-11, beneficiando-se do voto de castigo aos socialistas, aos quais a crise forçou a aplicar duras medidas de austeridade.

Outro resultado de destaque destas eleições foi o da coalizão separatista basca Amaiur, que inclui o partido Bildu, nascido do antigo Batasuna - braço político do ETA, lançado na ilegalidade em 2003 -, que entraria no Congresso dos Deputados com 6 a 7 representantes.

O partido separatista parece ter se beneficiado do anúncio, em outubro, do grupo armado ETA de por um fim à violência. Do portal da RBS/Diário Catarinense

ESPANHÓIS À DIREITA PARA DEBELAR CRISE

Mariano Rajoy, do Partido Popular, de direita, é o favorito
Neste domingo, 36 milhões de espanhóis vão às urnas eleger seu novo primeiro-ministro. Após oito anos como chefe de governo, José Luis Rodríguez Zapatero, sai pela porta dos fundos, com popularidade pífia e a pecha de ter levado a Espanha à beira do abismo, em meio à crise econômica na qual está atolada a zona do euro. Depois de se ver obrigado a dissolver o Parlamento, em setembro passado, e antecipar as eleições em quatro meses, o atual premiê terá de encarar uma derrota histórica no pleito, no qual também serão escolhidos os 350 membros da Câmara dos Deputados e os 208 do Senado. Se as pesquisas eleitorais estiverem corretas - e tudo indica que estão - o governista Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) vai amargar o pior resultado desde que foi fundado, em 1879, passando o poder ao conservador Partido Popular (PP), representado pelo ex-ministro Mariano Rajoy.
O levantamento mais recente do Instituto Metroscopia, publicado pelo jornal El País, prevê uma vantagem de 14,5% para o PP, que deve ficar com 45,4% dos votos, contra 30,9% do PSOE. Já a pesquisa feita pelo Instituto Sigma Dos, divulgada pelo periódico El Mundo, aponta uma diferença ainda maior, de quase 18%, entre as duas legendas: 47,6% dos votos ficariam com os conservadores, e 29,8%, com os socialistas. Nesse cenário, o PP conquistaria entre 184 e 194 cadeiras na Câmara dos Deputados (onde a maioria absoluta é de 176), enquanto o PSOE perderia 57 das vagas que ostenta atualmente, chegando a no máximo 112 parlamentares. E essa guinada à direita que os eleitores espanhóis estão ensaiando fez com que o candidato governista, Alfredo Pérez Rubalcaba, endurece seu discurso, tornando mais agressivo o tom do debate com Rajoy - algo raro na Espanha, segundo analistas. Leia MAIS

sábado, novembro 05, 2011

PESQUISAS INDICAM QUE DIREITA DEVE DETONAR SOCIALISTAS NA ESPANHA. AGORA JORNALÕES NÃO FALAM MAIS DOS 'INDIGNADOS' ESPANHÓIS.

Mariano Rajoy, líder do PP, centro-direita, deverá ser o premiê
Notem bem: depois que as pesquisas eleitorais na Espanha começaram a ser publicadas prevendo que a direita dará um baile nos socialistas, devendo fazer fazer maioria esmagadora no parlamento, os jornalõdes não falam mais sobre os "indignados" espanhóis. 
Os analistas políticos têm aventado a hipótese de que os "indignados" acreditam que a direita terá mais competência para turbinar a economia e gerar mais empregos.
Até o famoso diário espanhol global, o esquerdista El Pais, broxou. As agências de notícias todas elas dominadas pelo jornalismo militante não falam mais nos espanhóis indignados. 
Estava na hora dos jornalões ouvirem, afinal, o que tem a dizer os revoltosos que lotavam as praças da Espanha.
O episódio serve para confirmar tudo o que eu afirmo aqui no blog sobre o servilismo da maioria dos jornalistas à causa comunista. 
Se os "indignados' não são bate-paus dos partidos esquerdistas aí não vale. Se votam com a direita então seu protesto não significa nada, já que os esquerdistas pretendem ter o monopólio das ruas e de todas as manifestações políticas. 
A prova está aí!

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUZIO AMORIM NO TWITTER

domingo, julho 03, 2011

ESPANHA: DA EUFORIA PARA A DESGRAÇA ECONÔMICA

Sem trabalho fixo, sem contracheque, o libanês Anuar, contagiado pela exaltação consumista que tomava conta da Espanha em 2006, em pleno boom imobiliário, entrou em um banco para pedir um crédito hipotecário. Imigrante e sem nenhum tipo de comprovante de renda, achava que, da conversa com o gerente, sairia com um "não rotundo e o rabo entre as pernas". Nada mais longe da realidade naqueles anos de bonança, nos quais a Espanha se comportava como uma nova-rica. Anuar conseguiu comprar o apartamento que queria, de 230 mil euros, e o generoso banco ainda lhe ofereceu dois empréstimos pessoais para que ele pudesse reformar o imóvel.
Anuar aceitou de bom grado. Mas achou mais razoável investi-los de outra forma. Alugou uma loja e montou uma confeitaria. Só teve desgostos. Aguentou aos trancos e barrancos durante um ano e meio até fechar o negócio. Sua veia empreendedora, no entanto, continuou pulsando. Em uma estação de trem viu que alugavam uma padaria com tudo dentro. Os primeiros sete meses foram um sucesso, mas a crise econômica de 2008 mudou o panorama. Anuar fechou a padaria, deixou de pagar a hipoteca e recebeu uma carta de despejo do banco.
- Não sabemos aonde vamos. Mas a questão não é essa. A origem do problema é o que me causa desassossego: o banco jamais deveria ter me dado o crédito hipotecário. Ofereceram mundos e fundos. Não passava de uma estratégia dos bancos para fazer negócio às custas de pessoas de boa-fé que alimentam o sonho da casa própria. Agora, o apartamento é do banco, não temos onde morar e, o que é mais absurdo, continuamos com a dívida - conta Anuar.
A história de Anuar não é, nem de longe, um caso isolado numa Espanha em ressaca há quase quatro anos. Ressaca de uma festa do setor da construção e do setor imobiliário, carro-chefe da economia espanhola quando o país deu adeus à peseta e boas-vindas ao euro. A queda dos juros de 15%, na década de 1980, para cerca de 5% ao entrar no euro foi um irresistível estímulo para o endividamento. As empresas renovaram suas máquinas, e as famílias apostaram na compra de imóveis. Esta é a segunda reportagem da série Desesperança na Europa de O globo. Leia MAIS