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quarta-feira, março 07, 2012

SITE LATINO INFORMA QUE CUBA ESTARIA PREPARANDO FORÇA DE CHOQUE NUMEROSA PARA INVADIR A VENEZUELA SE CHÁVEZ MORRER OU PERDER ELEIÇÃO

Notícia postada nesta segunda-feira no site latino Neo Club Press, dá conta de uma possível intervenção de forças armadas cubanas na Venezuela. Em tradução livre do espanhol, o texto é o seguinte:
Na noite deste domingo, dia 4 de março, fontes de inteira confiança nos informaram que desde vários pontos da ilha de Cuba procediam informações de que está sendo mobilizado pessoal da reserva do Exército cubano e transferido para unidades militares de Havana e outras províncias. Segundo os próprios mobilizados revelaram, os efetivos militares deverão ser enviados à Venezuela nos próximos dias. Ao que parece a força recrutada é numerosa. Aparentemente, o regime de Cuba prepara uma força de choque para intervir na Venezuela, caso Hugo Chávez morra ou seja derrotado pela oposição nas próximas eleições.
Esta não é uma tática nova, porque o depótico regime dos irmãos Castro tem feito intervenções em vários países ao longo de sua história para manter ditadores que são afins à sua doutrina ou enviam dinheiro ou materias à Ilha, que foi completamente favelizada desde que Fidel Castro tomou o poder. 
Esta informação - adverte o site Neo Club Press - deve ser cuidadosamente verificada e confirma pelas agências de informação dos Estados Unidos e por aqueles países que têm fronteiras com a Venezuela. Todos estão em perigo de invasão. O regime comunista cubano está desesperado porque se Chávez morre ou perde as eleições acabaria a substancial ajuda que mantém no poder os Castro. Do site Neo Club Press - Leia en español 

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quinta-feira, novembro 10, 2011

"SOCIEDADE PAULISTA ESTÁ FARTA DE INVASÕES"

Reitor João Grandino Rodas
O reitor da USP, João Grandino Rodas, esteve nesta quarta-feira, 9, no prédio da administração central, na Cidade Universitária. Em entrevista por e-mail ao Estadão, ele diz que a situação do local é “deprimente”. Mas Rodas vai esperar a conclusão do trabalho da polícia para formar comissões que indicarão que medidas tomar com o grupo de invasores - há possibilidade de abertura de processos administrativos e disciplinares. Aqui a íntegra da entrevista:
O sr. esteve hoje (quarta-feira) na reitoria? Houve danos à sua sala?
Meu gabinete estava fechado e não foi invadido. A situação é deprimente, em virtude da destruição e das pichações. O que mais me chamou a atenção foram coquetéis molotov e reservatórios com gasolina. Isso não é indício da boa intenção dos grupos responsáveis nem de bom prognóstico para o futuro!
O que o sr. achou do trabalho da polícia? 
A PM ingressou desarmada no prédio e, em minutos, retirou os invasores incólumes, tendo toda a operação sido filmada. Meu parecer de leigo é que cumpriu seu múnus (papel).
O que a reitoria vai fazer em relação a quem ocupou o prédio?
Após o recebimento das documentações acerca dos fatos e dos prejuízos causados, que estão sendo finalizados pela perícia técnica, serão formadas comissões para estudar toda a questão e indicar o que fazer para que a lei seja cumprida.
Qual a sua opinião sobre a greve dos alunos?
É difícil fazer exercício de futurologia. Não é a primeira greve nem a última na USP.
Nas negociações com os invasores, a universidade se comprometeu a montar um grupo de trabalho para fazer o detalhamento dos termos do convênio com a PM, caso eles deixassem o prédio no prazo estabelecido pela Justiça. Como isso será feito a partir de agora? A reitoria vai analisar o acordo por conta própria?
Continuará a ser feito sob a égide do Conselho Gestor do Câmpus e com a participação de alunos, funcionários e professores que desejem participar, além de organismos afeitos à área. 
De que forma a invasão da reitoria afeta a imagem da USP?
O que chamou a minha atenção é que o grupo invasor violou até mesmo regra dos próprios movimentos estudantis. Inconformado por perder em votação de assembleia (na qual foi deliberada a desocupação do prédio administrativo da FFLCH), mesmo assim levou a cabo seus intentos! Quanto à imagem da universidade, ela é sempre depreciada por ações desse naipe. É digno de nota a USP estar bem situada nos rankings internacionais, apesar de sofrer ataques como o atual há anos.
Esta foi a terceira vez que ocuparam a reitoria da USP desde 2007. O sr. estuda medidas para melhorar a segurança do prédio para evitar novas invasões?
A segurança do prédio ocupado era razoável, tanto nos equipamentos, quanto na guarda. Não considero que a universidade deva ter prédios de segurança máxima para seus órgãos centrais por não se tratar de cadeia e, também, por não haver prédios inexpugnáveis (que não podem ser conquistados).
A polícia vai investigar a ligação dos alunos com partidos políticos. O sr. vê uma ação orquestrada de partidos para desgastar sua gestão e a imagem do governador Geraldo Alckmin?
A ligação desses grupos com micropartidos, com ideologia radical, é óbvia. O desgaste das instituições, quer universitárias, quer governamentais faz parte do “quanto pior melhor” e da “teoria da terra arrasada”.
O sr. se notabilizou como alguém que enfrenta resistências, não foge ao debate na defesa do que considera correto para a uiniversidade. Mas hoje (quarta-feira), por exemplo, o articulista José Nêumanne, do 'Estado’, acusou-o de fraqueza no episódio da ocupação da reitoria. O que o sr. acha de críticos que viram falta de pulso na condução da crise?
Quando a reitoria foi invadida, tomei as providências legais devidas, entre as quais figura a tentativa de negociação, dentro dos parâmetros legais possíveis. Não houve fraqueza no episódio. Entretanto, entendo a posição do jornalista Nêumanne, que, como toda a sociedade paulista, está farta dessa repetição anual de invasões na USP, que tanto custa em dinheiro público, em desgaste de imagem e em perda irrecuperável de tempo precioso.

segunda-feira, outubro 03, 2011

BOTOCUDOS COMBINARAM PELO TWITTER INVADIR O ROCK IN RIO. POR POUCO NÃO HOUVE UMA TRAGÉDIA!

Diversas pessoas cairam da estrutura mas por sorte ninguém se feriu
Uma tentativa de invasão frustrada quase terminou em tragédia, no início da madrugada desta segunda-feira, na Cidade do Rock. A empresa Prossegur, responsável pela segurança do evento, recebeu o alerta de que um grupo combinou pelo Twitter de invadir o festival, entre 1h30 e 2h. O esquema de segurança foi reforçado, com auxílio da Guarda Municipal.

Por volta de 1h50, o grupo cumpriu o combinado e tentou entrar à força pelo portão Norte. Nesse momento, muitas pessoas deixavam a Cidade do Rock, irritados com a forte chuva e o atraso do Guns N' Roses. De acordo com testemunhas, cerca de dezenas pessoas caíram da estrutura. Por sorte, ninguém saiu gravemente ferido.


Mais cedo, pelo menos outras duas tentativas de invasão foram registradas no início da noite. No episódio mais intenso, a Polícia Militar chegou a usar bomba de efeito moral para afastar pessoas que tentavam entrar do setor Norte. Um deles foi algemado pelos agentes da Prossegur e entregue à PM. 


ASSÉDIO BOTOCUDO GERA INSEGURANÇA
O clima de insegurança voltou à Cidade do Rock neste domingo, último dia do Rock in Rio. Segundo boletim da Polícia Civil divulgado às 22h, foram registrados novos 117 casos de furtos, além de um roubo e outros 16 de extravio. Até agora, o Rock in Rio 2011 já acumula 803 registros de furto e 241 de extravio.

A organização emitiu um comunicado informando que a equipe de segurança do evento, em conjunto com a Polícia Militar, inibiu duas tentativas de invasão na área da Cidade do Rock no início da noite. A primeira foi mais intensa e necessitou que a PM jogasse um petardo de dispersão (bomba de efeito moral, apenas sonora) para afastar as pessoas e afugentar os 3 homens que tentaram pular a grade do setor Norte. Um deles foi algemado pelos agentes da Prossegur e entregue à PM.

A segunda tentativa de invasão foi ensaiada por um grupo de cerca de 15 pessoas e controlada pela própria equipe de segurança do evento.

À noite, as credenciais viraram o alvo preferido dos bandidos do lado de fora da Cidade do Rock. Os seguranças redobraram a vigilância num dos portões devido a supostas tentativas de roubo de credenciais.
Textos e foto do site da revista Veja

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