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quinta-feira, novembro 10, 2011

"SOCIEDADE PAULISTA ESTÁ FARTA DE INVASÕES"

Reitor João Grandino Rodas
O reitor da USP, João Grandino Rodas, esteve nesta quarta-feira, 9, no prédio da administração central, na Cidade Universitária. Em entrevista por e-mail ao Estadão, ele diz que a situação do local é “deprimente”. Mas Rodas vai esperar a conclusão do trabalho da polícia para formar comissões que indicarão que medidas tomar com o grupo de invasores - há possibilidade de abertura de processos administrativos e disciplinares. Aqui a íntegra da entrevista:
O sr. esteve hoje (quarta-feira) na reitoria? Houve danos à sua sala?
Meu gabinete estava fechado e não foi invadido. A situação é deprimente, em virtude da destruição e das pichações. O que mais me chamou a atenção foram coquetéis molotov e reservatórios com gasolina. Isso não é indício da boa intenção dos grupos responsáveis nem de bom prognóstico para o futuro!
O que o sr. achou do trabalho da polícia? 
A PM ingressou desarmada no prédio e, em minutos, retirou os invasores incólumes, tendo toda a operação sido filmada. Meu parecer de leigo é que cumpriu seu múnus (papel).
O que a reitoria vai fazer em relação a quem ocupou o prédio?
Após o recebimento das documentações acerca dos fatos e dos prejuízos causados, que estão sendo finalizados pela perícia técnica, serão formadas comissões para estudar toda a questão e indicar o que fazer para que a lei seja cumprida.
Qual a sua opinião sobre a greve dos alunos?
É difícil fazer exercício de futurologia. Não é a primeira greve nem a última na USP.
Nas negociações com os invasores, a universidade se comprometeu a montar um grupo de trabalho para fazer o detalhamento dos termos do convênio com a PM, caso eles deixassem o prédio no prazo estabelecido pela Justiça. Como isso será feito a partir de agora? A reitoria vai analisar o acordo por conta própria?
Continuará a ser feito sob a égide do Conselho Gestor do Câmpus e com a participação de alunos, funcionários e professores que desejem participar, além de organismos afeitos à área. 
De que forma a invasão da reitoria afeta a imagem da USP?
O que chamou a minha atenção é que o grupo invasor violou até mesmo regra dos próprios movimentos estudantis. Inconformado por perder em votação de assembleia (na qual foi deliberada a desocupação do prédio administrativo da FFLCH), mesmo assim levou a cabo seus intentos! Quanto à imagem da universidade, ela é sempre depreciada por ações desse naipe. É digno de nota a USP estar bem situada nos rankings internacionais, apesar de sofrer ataques como o atual há anos.
Esta foi a terceira vez que ocuparam a reitoria da USP desde 2007. O sr. estuda medidas para melhorar a segurança do prédio para evitar novas invasões?
A segurança do prédio ocupado era razoável, tanto nos equipamentos, quanto na guarda. Não considero que a universidade deva ter prédios de segurança máxima para seus órgãos centrais por não se tratar de cadeia e, também, por não haver prédios inexpugnáveis (que não podem ser conquistados).
A polícia vai investigar a ligação dos alunos com partidos políticos. O sr. vê uma ação orquestrada de partidos para desgastar sua gestão e a imagem do governador Geraldo Alckmin?
A ligação desses grupos com micropartidos, com ideologia radical, é óbvia. O desgaste das instituições, quer universitárias, quer governamentais faz parte do “quanto pior melhor” e da “teoria da terra arrasada”.
O sr. se notabilizou como alguém que enfrenta resistências, não foge ao debate na defesa do que considera correto para a uiniversidade. Mas hoje (quarta-feira), por exemplo, o articulista José Nêumanne, do 'Estado’, acusou-o de fraqueza no episódio da ocupação da reitoria. O que o sr. acha de críticos que viram falta de pulso na condução da crise?
Quando a reitoria foi invadida, tomei as providências legais devidas, entre as quais figura a tentativa de negociação, dentro dos parâmetros legais possíveis. Não houve fraqueza no episódio. Entretanto, entendo a posição do jornalista Nêumanne, que, como toda a sociedade paulista, está farta dessa repetição anual de invasões na USP, que tanto custa em dinheiro público, em desgaste de imagem e em perda irrecuperável de tempo precioso.

domingo, outubro 09, 2011

OS DETRATORES DA DEMOCRACIA E DA LIBERDADE

Este post é meio longo, mas necessário. Vale a pena ler.

A maioria dos jornalistas que está nas redações dos veículos da grande imprensa são esquerdistas. Formam até mesmo um poderoso patrulhamento que estigmatiza todos aqueles profissionais que não comungam com as teses comunistas. É mais ou menos o que acontece na área de Ciências Humanas das Universidades onde os marxistas imperam.

O concursos nas universidades são todos na base da carta marcada. Se o postulante não delira e não sonha com um "outro mundo possível", está ferrado, ainda que possa reunir as melhores qualidades intelectuais e opere estritamente dentro dos cânones da objetividade científica.

Outro detalhe que garante vaga de professor da área de humanas das universidades ou então de jornalista em veículos da grande mídia, é que esses profissionais estejam afinados com o pensamento politicamente correto. Têm, por exemplo, que acreditar nas bobagens propaladas pelos ecochatos. Têm de crer que os terráqueos são capazes de alterar o clima do planeta, o que seria o mesmo que desafiar a lei da gravidade e, por fim, têm de acreditar em coisas completamente descabidas, como por exemplo, que Israel é o culpado pelas idiotices dos árabes.

A maioria dos jornalistas e professores da área de ciências humans são, invariavelmente, defensores dos palestinos e contribuem para disseminar teorias conspiratórias. Na verdade, tentam escamotear que são descaradamente antissemitas e neonazistas.
Estou dizendo tudo isso para mostrar como jornalistas e professores de humanas formam a deletéria simbiose da mentira. Como vocês podem ver compulsando os jornais e vendo a televisão, normalmente os jornalistas não dão opinião. Abrem um precedente quando é para louvar governos tiranos e teses esquerdistas. Mesmo assim agem de forma sutil para tentar provar que são imparciais e, para isso, procuram entrevistar os representantes da academia que dirão o aquilo em que eles, os jornalistas, acreditam. Os acadêmicos, por sua vez, estão sempre a postos para proclamar os maiores absurdos e bobagens sem fundamento científico. Neste caso a instituição universitária que conferiu um título de mestre ou doutor para esses tipos, reveste de verdade seus palavrórios mentirosos, já que todos eles, pasmem, consideram a ciência como "burguesa". Com a suas mentes avariadas pelo meme da idiotia, abominam física, biologia, matemática que afirmam estarem conspurcadas pelos interesses capitalistas.
Qualquer fato que corra na sociedade rende pauta para uma entrevista com um desses luminares, como é o caso de uma entrevista publicada na Folha de São Paulo deste domingo com Michael Burawoy, um sociólgo marxista inglês que vive no bem bom, ou seja, na Califórnia, o Estado mais próspero dos Estados Unidos. 
Falando como um oráculo do alto da autoridade acadêmica que lhe confere a prestigiosa Universidade de Berkeley, Burawoy desanca o capitalismo e antevê o seu fim! Sim, é isso mesmo! A Folha foi ouvi-lo a respeito desses movimentos sem sentido, sem eira e nem beira, que desataram um tremendo quebra-quebra e a anarquia em Londres recentemente e que agora se asanham nos Estados Unidos, onde os manifestantes passam os dias vadiando numa praça próxima a Wall Street e usam as liberdades democráticas para destruir a própria democracia.
Evidentemente, o sociólogo Burawoy não esconde seu apoio a esses baderneiros que já tiveram o beneplácito de outros esquerdistas que louvam ditaduras latino-americanas, como é o caso do vovô Noam Chomsky, que já posou para fotos abraçado com o tiranete da Venezuela, o coronel Hugo Chávez.
Em determinada altura da entrevista, Michael Burawoy afirma: "Na Europa há um avanço da direita. Na América Latina há interessantes experiências de participação em democracias locais. Há a resposta islâmica. Nenhuma tem coerência para se espalhar pelo mundo. São fragmentadas.
Vão continuar, algumas de forma regressiva, ou progressista, ou democrática. A crise ambiental vai forçar uma resposta em nível global."
Viram só. A "direita", em sua avaliação é um flagelo em contraposição à maravilha latino-americana com "interessantes experiências de participação em democracias locais". Ora, esse sujeito teria de saber que no Brasil do PT a democracia já não foi totalmente para o brejo porque existe um nicho de resistência ainda forte. Na Venezuela a "interessante experiência democrática",  já produziu dezenas de presos políticos, mais de trinta emissoras de rádio foram fechadas por Chávez, como foi também a melhor emissora de televisão desse país. Recentemente, o dono da Globovisão (TV a cabo) teve que fugir do país para não ser atirado numa das masmorras do chavismo.
No equador uma Constituinte enterrou a democracia e o tiranete Rafael Correa censura a imprensa, como também na Bolívia onde o índio cocaleiro fajuto Evo Morales pinta e borda. Na Nicarágua, Rafael Ortega é um senhor feudal enquanto na Argentina, Cristina Kirchner já mandou invadir o jornal El Clarin, um dos mais tradicionais do país. 
Em todos os países latino-americanos os governos desses tiranentes vagabundos ameaçam e amordaçam a imprensa. No Brasil, se o Congresso fraquejar, aprovarão uma lei de censura à imprensa e o amordaçamento da internet.
E, para completar, esses governos esquerdistas pautados pelo pensamento politicamente correto praticamente institucionalizaram a impunidade e o tráfico de drogas. Os dados estatísticos são manipulados, mas morre a cada hora centenas de cidadãos que vivem o permanente assédio da vagabundagem assassina que conta com a bênção desses comunistas malucos que vêem os bandidos com "excluídos sociais".
A Folha de São Paulo presta um desserviço à Nação brasileira abrindo seu espaço para que um notório militante comunista profira todas essas mentiras. Dentre outras pérolas proferidas por essa criatura está aquela em que afirma categoricamente que a crise ambiental forçará uma reação global! Caramba! Não há qualquer fundamento científico nessa história de crise ambiental! Esta é a maior mentira do século criada por esse bando de milenaristas ecochatos que vive faturando com suas consultorias ambientais e mamando dinheiro dos governos que deveria se alocado para o desenvolvimento da ciência e para obras públicas, principalmente na área sanitária. Esse professor deveria saber que no Brasil, por exemplo, se morre de dengue e de febre amarela. Não há esgoto tratado e o solo das cidades é uma verdadeira cloaca. No resto do continente latino-americano não é diferente. As cidades são rodeadas de favelas, esgotos a céu aberto e violência noite e dia.
Destaco alguns trechos dessa entrevista para vocês conferirem o turbilhão de asneiras proferidas por um doutor da academia.  O fato deste senhor estar empregado em uma universidade americana só comprova o fato de que os Estados Unidos constituem a maior democracia do planeta porquanto acolhem em suas universidades "intelectuais" que militam contra o capitalismo, a democracia e liberdade, ou melhor, usam as instituições democráticas para vilipendiar a liberdade e os valores da civilização ocidental. Leiam:
Como o sr. avalia os movimentos sociais em várias partes do mundo e o Ocupe Wall Street?
São similares. Estive em Barcelona e vi os indignados. Resistem a se engajar no sistema político. Canais políticos normais não conseguem lidar com isso. Esses movimentos refletem uma era de exclusão. Seus participantes são mais os excluídos que os explorados. O centro de gravidade desses movimentos são desempregados, estudantes semi-empregados, juventude desempregada, membros precários da classe média.
É um conglomerado de grupos diferentes vivendo um estado de precariedade porque foram excluídos da chance de ter uma posição estável de exploração. Hoje a exploração, o dinheiro seguro é privilégio para poucos.
Qual o futuro dos movimentos se sua organização é confusa?
Não são movimentos fortes, mas são persistentes. São oposições radicais. É uma das reações à terceira onda capitalista. Há muitas outras, diferentes. Há o Tea Party, que é outra forma de reação.
Na Europa há um avanço da direita. Na América Latina há interessantes experiências de participação em democracias locais. Há a resposta islâmica. Nenhuma tem coerência para se espalhar pelo mundo. São fragmentadas.
Vão continuar, algumas de forma regressiva, ou progressista, ou democrática. A crise ambiental vai forçar uma resposta em nível global.
Qual a importância dos movimentos?
O significativo é o caráter simbólico de crítica ao capitalismo. São poucos milhares pelo país, mas têm a capacidade de atrair atenção usando técnicas inovadoras.
Recusam fazer compromissos e concessões. A pergunta é se eles conseguiram transformar essa política simbólica em um movimento mais profundo. Vivemos num período do capitalismo em que o bem-estar está fora de controle e o Estado frustra.
O movimento sindical está numa posição mais defensiva, pois quer defender empregos, e não atacar o capitalismo de fato. 
Deu para sacar? A entrevista está aqui na íntegra para os assinantes da Folha. 

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domingo, outubro 02, 2011

OS DOCUMENTOS DE OBAMA: FICÇÃO E REALIDADE SE CONFUDEM NO TURBILHÃO DE IDIOTICE QUE CONDUZ HUMANIDADE DE VOLTA ÀS CAVERNAS!

Clique sobre as imagens para vê-las ampliadas
Essas fotomontagens que circulam pela internet podem parecer apenas gozações ou implicância do Tea Party, a organização apartidária de cidadãos americanos que defende os valores da civilização ocidental.
Evidentemente que Obama não é oficialmente inscrito no Partido Comunista Cubano e nem pertenceu aos quadros da idiotia soviética.
Entretanto, jamais poderá negar que é um filhote de Saul Alinsky, um dos principais ideólogos do esquerdismo norte-americano.
O noticiário internacional traz hoje a informação que a polícia americana já deteve pelo menos 700 desordeiros que pretendem repetir nos Estados Unidos o que aconteceu recentemente na Inglaterra e na França.
Enquanto a vagabundagem tenta vilipendiar a Nação norte-americana, Hussein Obama permanece calado. Num evento em Washington dedicou-se a atacar os republicanos e reforçou seu apoio ao movimento gay, especialmente dentro das Forças Armadas.
Vê-se, desta forma, que o pensamento politicamente correto não é apenas um recurso estratégico de Obama para tentar escamotear seu esquerdismo, mas já se constitui numa ação de governo.
Era de esperar-se que Obama se pronunciasse censurando a ação dos desordeiros. Mas tudo leva a crer que eles façam parte do plano central de campanha da reeleição de Obama. Os comunistas designam essa atividade como ações de 'inteligência' e 'agitação'.
No final das contas, as fotomontagens que reproduzo acima não estão distantes da realidade. 
O mundo está idiotizado e a civilização ocidental pode estar com seus dias contados. 
Já há um grande aglomerado disputando os primeiros lugares no caminho de retorno às cavernas. Muitos já estão com as quatro patas no chão.

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quarta-feira, agosto 31, 2011

FASCISTÓIDES DO BRASIL E DO CHILE UNIDOS EM PROL DA DESTRUIÇÃO DA DEMOCRACIA E DA LIBERDADE!

A líder dos fascistas: bonitinha, mas ordinária.
Reinaldo Azevedo, mais um vez pegou bem. Faz como deve ser feito um competente picadinho dessa burlesca, porém violenta, ação dos vagabundos e arruaceiros chilenos que partiram para a esculhambação geral daquele que é considerado o mais organizado e próspero país latino-americano. Claro, todos os esquerdistas são vadios, párias de qualquer sociedade como acontece no Brasil. E, como não poderia ser diferente, os vagabundos e vadios do Brasil convidaram a líder dos de seus homólogos chilenos para vir ao Brasil.  Reproduzo a primeira parte do texto de Reinaldo que continua entre os raríssimos jornalistas da grande imprensa brasileira e, sem favor, do planeta, a dizer a verdade pura e cristalina. Leiam que é importante e cliquem no link ao final para ler tudo:
É “La Pasionaria” do Facebook chileno. Pois é! É a cara mais bela da desordem e do extremismo no Chile, a provar que as mesmas idéias que contribuíram para que o país caminhasse para uma ditadura, há 38 anos, continuam de algum modo vivas. Seus partidários evidenciam que não esqueceram nada nem aprenderam nada. Mas agora dispõem das redes sociais!
Camila Vallejo é a presidente da Federação de Estudantes da Universidade do Chile (Fech) e uma das líderes da chamada “revolta estudantil”, que tem seduzido e comovido tantos jornalistas brasileiros. Como toda esquerdista bonitinha, ela quer ser reconhecida por suas idéias, não pela beleza. Seria diferente com as feias? Acho que não. Mas, ao menos, não se criaria uma relação de oposição entre beleza e bom senso, hehe… O Brasil já teve o enfant gâté do impeachment, Lindbergh Farias, hoje um dos freqüentadores do Cafofo do Dirceu. Beleza é um bem transitório. Feiúra moral é que não tem cura. Camila, vejam vocês, está em Brasília e falou com o repórter Gabriel Castro, da VEJA Online.
Sabem quem a convidou para vir ao Brasil? Os pelegos da UNE. Isso prova a honestidade intelectual de Camila e da UNE. Por quê? Os estudantes chilenos pedem, como ela diz à VEJA Online, o fim do que chamam “modelo neoliberal na educação”. Questão de honra para os valentes: eles só admitem ensino público no Chile. E ponto final! Querem proibir o lucro na educação — esse é um ponto inegociável de sua pauta. E que caminho escolheram para reivindicar isso que consideram “um direito”? A ocupação das universidades e escolas de ensino médio. Estão quase todas paradas há três meses. E, claro!, manifestações violentas de rua.
Atenção! Uma coalizão liderada pelos socialistas governou o país por mais de 20 anos. Sebastián Piñera é o primeiro presidente de centro-direita eleito desde a redemocratização, em 1990. E a extrema-esquerda chilena, que se finge “independente”, com tipos como Camila, deixa claro: “Democracia, sim, desde que os nossos adversários jamais governem”. Atenção! A economia chilena segue sendo a mesma do governo Bachelet; o modelo de educação não mudou; os direitos sociais não sofreram qualquer alteração. Piñera faz, em suma, um governo de continuidade. Clique AQUI para ler tudo

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sábado, agosto 20, 2011

PROJETO PETISTA OBRIGA TELESPECTADOR DE TV PAGA A VER O LIXO DOUTRINÁRIO PRODUZIDO NO ESGOTO DA CULTURA BOTOCUDA. ALÔ, DILMA!

O Senador Demóstenes Torres (DEM-GO) assina na Folha de São Paulo deste sábado um artigo importantíssimo sobre a mais recente estocada na liberdada de imprensa e na liberdade individual dos cidadãos. O artigo do Senador em boa hora eviscera o projeto de lei do PT que aparentemente pretende abrir o mercado das TVs por assinatura. Mas no ventre desde projeto há a intenção de usar as TVs pagas pelos usuários para veicular o lixo cultural produzido pela petralhada vagabunda cuja intenção é doutrinária-ideológica. Sim, porque o Brasil não produz nada que preste em termos culturais. Nada! Agora querer empurrar goela abaixo dos telespectadores lixo ideológico da bandalha do PT produzido por essas ONGs do esgoto que ainda por cima mamam nas tetas públicas é um acinte inominável. Uma afronta que tem de ser rechaçada. Nem que for a pau.
Pois é. Enquanto Fernando Henrique Cardoso e Geraldo Alckmin trocam afagos com a Dilma, os asseclas do governo petistas avançam com uma iniciativa anti-constitucional porque fere a liberdade de expressão. Qualquer lei que pretenda disciplinar a programação de uma emissora de televisão atenta contra a liberdade de expressão e fim de papo. Provavelmente a corriola que redigiu o projeto conta com os préstimos do Franklin Martins que não se coforma de ter sido colocado no olho da rua pela TV Globo por incompetência. Leiam com atenção o artigo do senador Demóstenes Torres que segue na íntegra e tem por título "Governo no controle remoto":
O governo aprovou, com seu habitual excesso de forças, o projeto de lei nº 116, com a intenção aparente de abrir o mercado de TVs por assinatura. Mas o que começou como um agrado às teles terminou com um "Frankenstein" jurídico e doutrinário que, se a presidente Dilma sancionar, o Supremo Tribunal Federal vai ter de impedir.
 
Constitucionalistas enfileiram agressões, de tolher a liberdade de expressão a invadir a propriedade privada. Ao instituir cotas na programação fechada, o Planalto demonstra o desejo de ter todos os controles, inclusive o remoto.

 
Reserva, por semana, três horas e meia no horário nobre à produção nacional, metade delas feita pelos considerados independentes, além de canais obrigatórios, mesmo fora do pacote pretendido. No tempo imposto para o "canal de espaço qualificado", a lei diz que não é qualificado o espaço ocupado por política, esportes, jornalismo, religiosos e shows de auditório.

 
Filmes, só os nacionais não realizados por emissoras. Veta o Brasileirão, aprova as Brasileirinhas.

 
Obriga quem comprar um canal de notícias a seu gosto a levar outro que não pretendeu. Paga pelo que quer, assiste ao que não quer.

 
Se a emissora infringir as normas, recebe sanções próximas ao chavismo. Quem vai decidir tudo é a Agência Nacional de Cinema, que passa a exercer os três Poderes: Legislativo (vai escrever as regras que os envolvidos terão de cumprir), Judiciário (punir e executar quem desrespeitar suas normas) e Executivo (fiscalizar e administrar, inclusive dinheiro). Para isso, sai do projeto inchada, como se sinecura formasse herói não macunaímico.

 
Superpoderosa, a Ancine é onipotente na regulação e no fomento, ambos desnecessários -o bom não precisa de reserva de mercado nem de afago de ministério, o ruim deve ficar longe dos dois; sempre há investidor para o que presta, só o erário crê no que não presta. Amplia os comerciais nos canais pagos para 15 minutos por hora, mas somente os anúncios de agências de publicidade brasileiras.

 
Escândalo à vista: a última vez em que o governo se misturou com empresas do ramo deu no mensalão. Responsável pela doutrinação audiovisual do país, a Ancine chefia um esquema que começa na arrecadação para um fundo que vai financiar produção de fundo de quintal dos colegas.

 
Numa ponta recolhe, na outra entrega o numerário para espécies de ONGs e Oscips aliadas, o que resultará em filmagens de baixíssimo nível e abrirá a porta para a corrupção, e completa o triângulo empurrando o lixo para a casa do cliente.

 
A desculpa é proteger a cultura nacional, mas o texto se preocupa com capital, não com conteúdo.

 
Feito por inscritos na Ancine, qualquer produto dispõe de verba e de horário. Mas se a americana MGM oferecer longa 100% nacional, será considerado estrangeiro.
Se o consumidor adquirir a obra da MGM para ver seus astros favoritos, brasileiros, tem de guardar o estômago para as produções aprovadas pelos comissários da Ancine.

 
Embutido nos carnês da vítima, o dirigismo cultural presente em cada detalhe. Xenofobia e uniformidade cultural compõem a doutrinação que persegue o estudante das aulas à telinha: as cotas valem também para atrações infantojuvenis.

 
À noite, em vez do seriado hollywoodiano que, repita-se, escolheu e comprou, lhe será oferecido algo bancado pelos filhos do Brasil.

 
O telespectador é desrespeitado em suas diversas formas de liberdade. Vai pagar em dobro, como cliente da TV e como vítima dos tributos, por atrações que não valem a metade. Se estiver mesmo promovendo faxina ética, a presidente tem o dever de vetar esse conjunto de absurdos.


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sexta-feira, agosto 05, 2011

MEGALONANICO METIDO A COMUNISTA NO MINISTÉRIO DA DEFESA PREOCUPA A OPOSIÇÃO

Chávez abraçado com Celso Amorim, o esquerdopata.
Tanto na oposição quanto entre os governistas, a atuação do ex-ministro Nelson Jobim no Ministério da Defesa foi elogiada, mas a indicação do ex-chanceler Celso Amorim dividiu as opiniões. O líder do DEM no Senado, Demóstenes Torres (GO) avaliou como muito temerária a ida de Amorim para um cargo estratégico como a Defesa, por seu viés esquerdista e sua política de aproximação com ditaduras, como a do Irã. O democrata diz que foi uma troca para pior, já que Jobim era de competência incontestável, moralizou e disciplinou as Forças Armadas, o que seus antecessores não conseguiram fazer.
- Pior, foi trocado por um fanático esquerdista. Isso é um perigo na Defesa pelo seu passado de aproximação com ditaduras e suas ligações com Cuba e Venezuela. Muito mais que uma crítica , vejo a solução como extremamente temerária para um cargo estratégico de defesa nacional. Só falta o Amorim levar o Marco Aurélio Garcia e o Samuel Pinheiro Guimarães. Acho que o Amorim na Defesa será um desastre! - avalia Demóstenes.
Mas o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), diz que essa é uma avaliação exagerada, porque Celso Amorim vai tocar a política da presidente Dilma Rousseff e um programa de defesa que já está em execução, algo que, segundo ele, foi muito bem comandado até agora por Jobim.
- Essa é uma colocação totalmente descabida! Qualquer que fosse o ministro, iria executar a política da presidente Dilma. A política externa implementada por Amorim não tinha viés ideológico. Era uma política pragmática de abrir novos horizontes para o Brasil em todos os continentes . É um nome muito adequado para o cargo - disse Humberto Costa.
O presidente nacional do PT, Rui Falcão, também acha que o PMDB não vai ficar melindrado com a substituição de um peemedebista por um petista.
- O PMDB vai aceitar bem. O Celso Amorim tem boas relações com o PMDB. O fato de ser filiado ao PT não foi decisivo. O que conta é se tem diálogo com todas as correntes, e ele tem.
O presidente do PT também elogiou a gestão de Jobim, e disse que até agora não entendeu porque ele agiu para criar um desgaste para ele mesmo.
- Não acho que a troca terá um impacto na tropa, mesmo porque o desfecho não foi provocado pela presidente Dilma. O Jobim se autoimolou pela boca - disse Falcão.
- Não acho que haverá solução de continuidade ou qualquer reação negativa nas tropas com a solução Amorim. A troca não teve nenhum componente militar. A mudança teve conteúdo político e não terá repercussão na tropa - avaliou o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP).
Líder do PSDB na Câmara lamenta saída de Jobim e diz esperar que Amorim não tenha viés ideológico na Defesa
Já o líder do PSDB na Câmara, deputado Duarte Nogueira (SP), preferiu lamentar a demissão de Nelson Jobim do comando da Defesa. Para ele, o governo utilizou as últimas declarações de Jobim para justificar sua saída, sendo que o incômodo teria sido com declarações anteriores. Jobim dissera que votou em José Serra na eleição presidencial de 2010. O tucano disse esperar que o novo ministro da Defesa, Celso Amorim, continue o trabalho de Jobim, que estava implementando um trabalho sem viés ideológico.
Duarte Nogueira lembrou que, no comando do Itamaraty no governo do presidente Lula, Celso Amorim tomou posições ideológicas que muitas vezes foram contestadas. A política externa de Lula era um dos pontos mais criticados pelo PSDB.
- Espero que ele (Celso Amorim) não deixe se contaminar com o viés político-ideológico, o que muita vezes ocorreu no Ministério das Relações Exteriores. Gostaria de lamentar a saída de Jobim, com um currículo extremamente qualificado. Jobim foi ministro de três presidentes e comandou o Supremo Tribunal Federal - disse Duarte Nogueira. Do portal de O Globo

sexta-feira, abril 22, 2011

PEQUENO DICIONÁRIO DE TERMOS E EXPRESSÕES ESQUERDISTAS

O site Mídia@Midia acaba de lançar um Pequeno Dicionário de Termos e Expressões Esquerdistas.  Selecionei alguns verbetes que seguem após este prólogo. Para ler tudo clique AQUI
O autor utiliza o humor para desconstruir as bobagens do esquerdismo que são levadas a sério pelos jornalistas idiotizados pela ideologia. Note que os termos e expressões listados abaixo estão todos os dias em todos os textos dos jornalões e na boca dos apresentadores  das televisões TV. A coisa fica mais ridícula quando se vê o casal do Jornal Nacional empostar a voz quando usa um desses termos consagrados pela boçalidade do esquerdismo aparece no teleprompter. 
Desopile dando boas risadas e aproveite para enviar este post para os seus amigos utilizando as ferramentas de compartilhamento ou email que se encontram sempre ao final de cada post.
ABERTURA DOS ARQUIVOS DA DITADURA: expressão vaga referente efetivamente a alguma “abertura de arquivo da ditadura”, excetuando-se qualquer um que contenha informações sobre Dilma Rousseff.
ABORTO: método contraceptivo comum na Vila Madalena.
ANISTIA: o mesmo que crédito ou título resgatável em longo prazo; bolada; mamata; tetinha; carne assada.
ANISTIADO POLÍTICO: completo desconhecido a quem todo brasileiro deve alguma coisa mesmo sem saber por quê.
AQUECIMENTO GLOBAL: o mesmo que “resfriamento global”; designa todo e qualquer estado natural, com ou sem alteração de temperatura, de importância real ou imaginária; no jargão científico, “balaio de gato”. Publicidade: oportunidade; dinheiro fácil. "Vamos ter um verdadeiro aquecimento global no setor de eletrônicos este ano": o mesmo que “Vamos ganhar muito dinheiro sem fazer nada".
BOLCHEVIQUE: (Нищий встревоженный участника) em russo, “mendigo nervosinho com algum poder”.
BOLINHA DE PAPEL: gíria para pedregulho, trolha, bloco de cimento. Pop.: “jogar uma bolinha de papel em alguém”: destruir a reputação de alguém usando órgãos de imprensa.
BOM SENSO: detalhe burguês inútil e necessariamente ausente de qualquer consenso (ver).
BURGUÊS: empreendedor que não faz negócios com a esquerda. Ver EMPRRENDEDOR
BOLCHEVIQUE: (Нищий встревоженный участника) em russo, “mendigo nervosinho com algum poder”.
BOLINHA DE PAPEL: gíria para pedregulho, trolha, bloco de cimento. Pop.: “jogar uma bolinha de papel em alguém”: destruir a reputação de alguém usando órgãos de imprensa.
BOM SENSO: detalhe burguês inútil e necessariamente ausente de qualquer consenso (ver).
BURGUÊS: empreendedor que não faz negócios com a esquerda. Ver EMPRRENDEDOR
COMUNISMO: (1) etapa final da transubstanciação dos seres humanos à imagem e semelhança de Che Guevara. "Seremos como o Che" (2) superação hegeliana (aufhebung) do reino da necessidade e ingresso no reino da necessidade absoluta.
CONSENSO: o desfecho natural de toda discussão empreendida pela KKK, Hamas, KGB, MST, Gestapo, Stasi, Guarda Revolucionária do Irã, defensores da tese do AGA, etc.
CONSERVADORISMO: ideologia agregadora de valores tradicionalistas, incluindo-se o patriotismo de direita, religiosidade anti-progressista, anti-abortismo totalitário, combate virtual às conspirações do anti-Cristo e ao controle homossexual dos meios de comunicação.
CONTRIBUIÇÃO SINDICAL: mecanismo beneficente visando a impedir que profissionais despreparados e com propensão reduzida à atividade laboral morram de fome.
CONTROLE SOCIAL DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO: quando eu uso a polícia para demonstrar que o seu ponto de vista está errado em algum assunto.
CORRUPÇÃO: tudo aquilo que o adversário político de um esquerdista faz para ganhar dinheiro sem convidá-lo.
DEMOCRACIA: conceito ingênuo criado pelas superestruturas (classes dominantes), mas que deve ser utilizado e enaltecido para que, através dele, a esquerda radical totalitária tome o poder. Para isso é necessário restringir a ideia de DEMOCRACIA às eleições, com vistas à democracia popular plebiscitária, i.e., a adesão compulsória ao partido ou...o paredón, o gulag (VER), etc.
DEMOCRATIZAÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO: ato ou efeito de eliminar a concorrência entre empresas privadas no setor de telecomunicações, e impor rígido controle estatal através de um colegiado mínimo de burocratas.
DIREITA: reunião de grupos de interesse político e econômico-financeiro com o objetivo de impedir a representação popular, garantindo seu enriquecimento e a manutenção da injustiça social, exceto em se tratando de Fernando Collor e José Sarney.
FATO: denúncia irresponsável, infundada e caricata difundida por meios de comunicação alimentados por verba publicitária estatal.
FIDEL CASTRO: atual presidente da Juventude Socialista de Havana.
FRANCÊS: o mesmo que funcionário público; bolsista; grevista. Pop.: cunhado encostado.
FRANCÓFILO: diz-se do esteta que enxerga beleza em greves e paralisações de serviços essenciais em geral.
GANÂNCIA: recusa genérica, tácita ou expressa, de alguém que trabalha, em ceder parte de seus ganhos a um esquerdista que esteja sem fazer nada nas proximidades.
GEORGE W. BUSH: o mesmo que Moloch; gênio do mal; idiota inacreditável; ser desprezível de quem pouco se sabe; dito-cujo, carcará. Gíria: "A culpa é do Bush": responsabilizar determinado sujeito por qualquer problema ou situação desfavorável que não lhe diga respeito diretamente. Ex.: “Quebrei um copo, vou colocar a culpa no Bush”.
MARILENA CHAUÍ: o mesmo que mulher garbosa; Pop.: tesão. Mulher bonita.
MARXISTA: um sujeito que tem explicação pronta e simples para tudo, exceto para a realidade, que afinal e segundo ele, é apenas uma invenção das classes dominantes.
MENCHEVIQUE: (Социал-демократическая мудак) do russo, “tucano”.
MOVIMENTO ESTUDANTIL: movimentação geográfica de estudantes de humanidades em direção ao bar do grêmio da faculdade.
NAZISMO: (1) movimento nacional e socialista de intelectuais bastante convictos de suas ideias políticas de hegemonia, asseio e progresso da humanidade e das conquistas sociais e econômicas. (2) ideologia útil para se esquecer de qualquer outra ideologia, tão ou mais progressista (ver COMUNISMO).
NOAM CHOMSKY: desocupado, empresta seu nome à “síndrome de Chomsky”, observada quando determinado indivíduo constrói em décadas a própria reputação dizendo somente abobrinhas e apoiando publicamente regimes genocidas.
O PRÍNCIPE: biografia do filho de Lula, Ronaldinho Gaúcho.
PAZ MUNDIAL: (1) resultado inevitável e científico da batalha pelo COMUNISMO (ver). (2)Resultado da derrota final, inevitável e científica do imperialismo estadunidense.
PIG: designa o grupo genérico de empresas de comunicação a qual não se destinam verbas de publicidade estatal.
PLEBISCITO: exercício imaginativo de natureza eleitoral, cujo resultado só deve ser levado em conta quando de acordo com o previamente estabelecido pela direção do partido.
PLÍNIO DE ARRUDA SAMPAIO: diz-se do político esquerdista que fala tudo que vem à cabeça. Ao contrário da correspondente expressão “Berlusconi”, não tem qualquer sentido pejorativo. Ex.: “Me sinto mais mulher quando você fica assim, todo Plínio de Arruda Sampaio”.
PRÊMIO JABUTI: gincana literária mais conhecida por sua exótica fórmula de disputa, onde o concorrente semifinalista derrotado automaticamente habilita-se a disputar a final.
PRIMAVERA DE PRAGA: célebre grupo de transformistas tchecos.
PROPRIEDADE COLETIVA: posse de muitos por uns poucos.
PROPRIEDADE PRIVADA: forma de exclusão e exploração da condição humana quando o dono não é o partido.
SÍNDROME DE EIKE BATISTA: Doença fictícia que acomete herdeiros socialmente sensíveis que passam a ter ilusões enxergando-se no espelho como empreendedores socialmente responsáveis após receberem injeções cavalares de empréstimos governamentais sem risco algum e sem contra-indicações.
SÍNDROME DE SILVIO SANTOS: diz-se da enfermidade crônica onde o paciente consegue exercer o poder permitido apenas aos megamilionários, ao mesmo tempo em que demonstra ou faz crer estar absolutamente alheio a qualquer acontecimento, circunstância ou informação, real ou inventada, a respeito de qualquer contexto ou componente da realidade que o cerca, especialmente aqueles referentes a demonstrações contábeis de instituições financeiras.
SOCIALIZAR: em economia, denomina toda operação em que os créditos de terceiros são direta ou indiretamente apropriados, em operação casada à distribuição de débitos próprios entre esses mesmos terceiros. Pop.: Mão grande; mãozinha; correria. “Vou socializar com aquele maluco ali”: o mesmo que “Vou roubar a carteira daquele cidadão”.
SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA: a meia dúzia de vagabundos que esteve ontem em minha casa e com a qual decidi o futuro do país.
STALIN: eleito “funcionário público de todos os meses” entre os anos de 1922 e 1953, na URSS. É também o irmão caçula do famoso arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer.
SUSTENTABILIDADE: “Em anos recentes, o conceito tornou-se um princípio, segundo o qual o uso dos recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes não pode comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras, o que requereu a vinculação da sustentabilidade no longo prazo, um "longo prazo" de termo indefinido, em princípio.” Tradução: as necessidades presentes de políticos e ONGs farão com que você pague mais agora por produtos e serviços, com mais impostos, sob o pretexto de que esse dinheiro será usado para proteger o futuro de seus filhos e netos (os deles, claro).
TROTSKY: cheerleader do time de hóquei “Bolcheviques de San Petersburgo”, que arrebentou a concorrência enquanto pôde, até se transferir para a Liga Mexicana de Esportes Sobre o Gelo.

quinta-feira, março 31, 2011

31 DE MARÇO DE 1964: UM GOLPE ILUMINISTA QUE LIVROU O BRASIL DE SER TRANSFORMADO NUMA REPÚBLICA COMUNISTA!

No dia 31 de março de 2009 escrevi este artigo que segue abaixo aqui no blog. Decidi postá-lo novamente já que hoje, 31 de março, comemora-se o 47º Aniversário da Revolução levada a efeito por civis e militares e que impediu que o Brasil fosse transformado numa República Comunista do tipo cubano. Faço esta postagem novamente porque está em curso a solerte ação do Foro de São Paulo, organização esquerdista que tem o PT como um dos articuladores e que visa denegrir as Forças Armadas do Brasil através de uma dita Comissão da Verdade que tem em mira transformar Soldados da Pátria em vilões e terroristas subversivos em heróis, reescrevendo a história e escamoteando a verdade dos fatos. 
FIQUEM ATENTOS! A Comissão da Verdade, o Movimento Ficha Limpa e, finalmente, a Reforma Política fazem parte dessa sorrateira estratégia do PT e seus satélites comunistas para destruir a democracia e a liberdade. Esta é a verdade dos fatos. Desafio quem quer que seja para me provar o contrário! Leiam:

Em 31 de março de 1964, era apenas um adolescente. Mas acompanhava a política. Meu pai era do PSD. E nunca me esqueço do dia 31 de março de 1964, quando meu pai chegou para o almoço e vaticinou: é coisa para 10 anos, referindo-se ao governo militar que era instaurado no Brasil. Entretanto, o lapso de tempo dos militares no poder foi muito mais longe e, queiramos ou não, o Brasil mudou radicalmente e se desenvolveu.

Mas eu, seguindo meu pai, não aprovei o golpe. Quando cheguei à universidade me alinhei ao pessoal da esquerda e foi quando iniciei a carreira jornalística trabalhando como redator a partir de 1971, no jornal O Estado aqui de Florianópolis.

Contaminado pelas teses esquerdistas combati, como pude, por anos seguidos, a ditadura militar. Também ajudei naquilo que estava ao meu alcance os líderes esquerdistas, muitos dos quais foram presos aqui em Santa Catarina na Operação Barriga Verde em 1974, quando os militares assestaram um pesado golpe na organização articulada principalmente pelo velho PCB.
Lembro que quando o José Genoíno recém havia saído da ilegalidade, um dos líderes do PT local perguntou se não queria entrevistá-lo. E lá fui eu ouvir o Genoíno, magrelo, mal vestido, na sala de um cortiço da velha rua Conselheiro Mafra aqui em Florianópolis, que era uma espécie de sede do PT local. Além dele entrevistei outros esquerdistas, como Hércules Correia e o festejado Luiz Carlos Prestes, além de Lula, é claro, por mais de uma vez.
Embora não participasse de nenhum partido político, nem legal e nem proscrito, ajudava os políticos do ex-MDB, então uma grande frente que abrigava desde liberais, se é que assim se pode qualificá-los, até esquerdistas empedernidos, que utilizavam um partido legal para fazer a sua política mantendo um pé nos aparelhos comunistas.

Passei, portanto, boa parte, ou talvez a melhor parte da minha vida, a juventude, mergulhado na idiotia esquerdista que me havia cegado intelectualmente.
Toda essa gente que eu ajudei, me expondo ao risco, por acreditar na sua sinceridade democrática, vi mais adiante que não passava, com raríssimas exceções, de estúpidos e oportunistas. Essa gente nunca foi democrática e postulava, nos anos 60, transformar o Brasil numa grande Cuba. Queriam substituir o regime autoritário dos militres por uma ditadura tipo cubana. Esta é que é a verdade!

Para sair desse curral de idiotice onde chafurdei por um bom tempo não foi fácil.
A minha conversão à democracia liberal e ao sistema econômico capitalista só começou a acontecer no início dos anos 90, quando cheguei à conclusão que precisava estudar muito mais para conseguir entender um pouco de política, de economia e, sobretudo de ciência.

Nessa época resolvi voltar a estudar de forma séria. Ingressei no Mestrado em Direito da Universidade Federal de Santa Catarina e comecei a estudar para valer. E foi nessa época que a ficha começou a cair, embora eu ainda possuísse um pé no esquerdismo. À medida que mais eu estudava, mais evidências surgiam a respeito da tremenda idiotice que são as teorias socialistas.

Mas a reação de qualquer adepto do esquerdismo ante a evidência dos fatos é montar um discurso e até mesmo uma teoria para se auto-convencer de que o marxismo e seus epígonos é que estão certos.

Tive a sorte de ter ótimos professores no Mestrado que não compactuavam com as teses marxistas. Passei a estudar Max Weber, o grande filósofo alemão, que a malandragem marxista sempre abominou.
A ficha foi caindo devagar e a dissertação que defendi e que está editada em livro – Elementos de sociologia do direito em Max Weber -, ainda contém certos resquícios de visão esquerdista, embora sem prejuízo do conteúdo teórico formulado pelo sábio de Heidelberg em sua copiosa obra.

Ao final dos anos 90, já depois de ter concluído o Mestrado, é a que a ficha caiu totalmente e me libertei do marxismo adotando as teses do liberalismo e avançando um pouco para aquilo que a esquerda tipifica como “conservadorismo”.
Portanto, quando alguém me acusa de reacionário, direitista, conservador e o escambau estou pouco ligando. Esse tipo de censura só me orgulha.

Se hoje estivesse no Rio de Janeiro iria ao Clube Militar na sessão comemorativa alusiva a 31 de março de 1964, para render a minha homenagem a alguns militares, hoje com cabelos brancos e na reserva, que contribuíram decisivamente para evitar que o Brasil caísse nas mãos da canalha comunista.
O golpe militar de 31 de março de 1964 foi, na verdade, um golpe iluminista.

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sábado, janeiro 15, 2011

DECISÃO DE LULA SOBRE BATTISTI SUBORDINOU POLÍTICA EXTERNA À CONVENIÊNCIA DE ADULAR ESQUERDISTAS. STF REAVALIARÁ EXTRADIÇÃO

Está correto o editorial da Folha de São Paulo deste sábado intitulado "Rever o caso Battisti". Transcrevo na íntegra: 

A decisão do ex-presidente Lula sobre o caso Cesare Battisti, oficializada no último dia do ano passado, foi tão esperada quanto lamentável. Lula não extraditou o criminoso italiano refugiado no Brasil e concedeu-lhe o estatuto de "imigrante".

O caso adquiriu relevo porque ilustra de forma exemplar o mau hábito, desenvolvido nos últimos oito anos, de submeter decisões de política externa às conveniências paroquiais de adular certa militância esquerdista que apoia o governo.

O italiano Cesare Battisti foi condenado à prisão perpétua em seu país pelo assassinato de quatro pessoas, quando militava num grupo de extrema-esquerda nos anos 1970. A condenação ocorreu à revelia, pois o assassino escapara em 1981 para o exterior.

Fugiu em 2004 para o Brasil, onde permaneceu clandestino até ser preso em 2007. No ano retrasado, o Supremo Tribunal Federal anulou a condição de refugiado político que lhe havia sido conferida pelo governo. Decidiu que cabia ao presidente deliberar sobre a extradição, nos termos do acordo vigente entre Brasil e Itália.

Ocorre que a decisão de Lula só seria justificável caso se configurasse o risco de o extraditado vir a sofrer perseguição política em seu país. Tal risco não existe: a Itália é notoriamente uma democracia cujo sistema judicial respeita os direitos humanos. Soube manter seu arcabouço democrático ileso ao derrotar grupelhos, como o de Battisti, que praticavam atentados terroristas e assassinavam inocentes escolhidos ao acaso.

Guerrilheiros que na década de 1970 cometeram atentados na América Latina, inclusive no Brasil, partilhavam a visão totalitária que animava a extrema-esquerda italiana. Mas tinham a justificativa de que empregavam métodos violentos para combater governos ditatoriais.

Utilizar esses métodos num país democrático e onde a maioria da população já vivia em boas condições nos anos 70, como a Itália, faz desses militantes, mais do que meros assassinos, verdadeiros psicopatas.

Bem fará o presidente do STF, Cezar Peluso, se recolocar o tema em deliberação no plenário em fevereiro, quando termina o recesso judicial. Cesare Battisti deve ser extraditado para a Itália e lá cumprir a pena que lhe foi aplicada.

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segunda-feira, dezembro 27, 2010

EXTRA: VÍDEO MOSTRA ISLAMIZAÇÃO DA FRANÇA!


Sob o manto da impunidade consentida e incentivada pelo pensamento politicamente correto fanáticos islâmicos dominam a cena nas ruas das cidades francesas neste Natal. Este vídeo está no site francês Bivouac onde vocês podem encontrar muita informação sobre a islamização da Europa.

Neste vídeo uma multidão de muçulmanos ocupa ruas inteiras para exercitar orações islâmicas tumultuando e ocupando calçadas e ruas de Paris.

Imaginem se cristãos ocupassem qualquer cidade de uma país islâmico com uma procissão sacra por exemplo? Algo impensável já que seriam reprimidos brutalmente, presos e até mesmo concenados à morte.

Mas a insanidade politicamente correta abençoa os islâmicos que professam não uma religião, mas o puro fanatismo. São eles que protagonizam os mais sangrentos atentados terroristas como há poucos dias em Estocolmo, a capital sueca, quando um muçulmano homem-bomba explodiu numa região central dessa cidade. Sem falar no episódio de 11 de setembro em New York, quando morreram milhares de cidadãos americanos sob a inclemência do fogo e sob os escombros das torres do World Trade Center.

É por isso que eu afirmo sempre: o pensamento politicamente correto é o maior flagelo do século XXI. Pior que a peste que castigou a Europa na idade média ou a gripe espanhola que matou milhares de europeus nos anos 20 do século passado. E o que é terrivelmente horroroso é que o politicamente correto está promovendo o renascimento do nazismo já que o objetivo do islamismo é varrer Israel do mapa e matar todos os judeus.

E o pior: o fanatismo islâmico tem o apoio de todos os partidos esquerdistas do Planeta. Até mesmo Lula já se abraçou com Ahmadinejad e o mesmo faz o ditador da Venezuela Hugo Chávez. Tanto é que não se ouve um pio dos esquerdistas contra esse macabro renascimento do nazismo na Europa.

Enquanto isso Hussein Obama e os oportunistas que o seguem desejam aprovar uma lei que regulariza todos os imigrantes nos Estados Unidos. Obama, que tem descendência muçulmana, usa os verdugos dos Estados Unidos para tentar se reeleger.

Eu queria compreender o que leva os seres humanos ocidentais a cavarem a própria sepultura com um sinistro sorriso de satisfação.

sexta-feira, novembro 26, 2010

DEMAGOGIA DO ESQUERDISMO POLITICAMENTE CORRETO E JORNALISMO 'COMPANHEIRO' ALIMENTAM BENEVOLÊNCIA COM O MUNDO DO CRIME

No dia 17 de junho deste ano postei na íntegra entrevista que o economista Sérgio Besserman concedeu à revista Veja. Besserman foi presidente do IBGE no perído de 1999-2002. As últimas estatísticas sobre favelas datam de sua gestão à frente do IBGE, informa a revista. A entrevista gira em torno de como solucionar esses problema da favelização das grandes cidades brasileiras e particularmente do Rio de Janeiro. Besserman afirma que "A questão precisa ser discutida com rigor lógico, a salvo das influências de ideologias e do romantismo".

Trago de volta ao blog trechos dessa entrevista que seguem após este prólogo com link para leitura completa, porque diz muito sobre o episódio de violência vivido pelo Rio de Janeiro. E o faço ao constatar segundo o que é noticiado pelos jornais da dita grande imprensa e em seus portais da internet sobre a luta da polícia contra o narco-terror que está ocorrendo agora, que não se verifica por parte da maioria dos jornalistas um apoio às forças da ordem e da legalidade. Lendo, por exemplo, a Folha de São Paulo desta sexta-feira tem-se um resumo dessa lamentável constatação.

Já afirmei inúmeras vezes aqui no blog que o Brasil, ao contrário dos países de alto capitalismo, democráticos e civilizados (leia-se Estados Unidos e os países anglo-saxônicos da Europa) as Forças Armadas e as Polícias são sempre desqualificadas, escarnecidas e vilipendiadas. Alguns portais da internet já estão priviligiando fotografias de civis feridos pelos tiroteiros. Não que essas notícias não devam ser veiculadas, entretanto o que causa espécie é a forma como esta realidade é abordada, deixando no ar a idéia de que civis são feridos e mortos por causa da polícia.

Por outro lado, minimiza-se o apoio que grande parte da população dá a ação das forças de segurança. Há neste caso, a deletéria combinação entre o pensamento politicamente correto com o esquerdismo e sua visão tacanha e enviesada  que contribui para a destruição da credibilidade da polícia. E o jornalismo, não apenas brasileiro é lamentavelmente dominado por essa estupidez.

Destaco, como disse, trechos da entrevista do ex-presidente do IBGE, Sérgio Besserman, que resumem muito bem porque o Rio de Janeiro chegou a esta lamentavel situação: 

A prefeitura e o governo do estado do Rio de Janeiro começaram, na semana passada, a retirar barracos de áreas de risco. Por que nenhum governante fez isso a tempo de evitar tragédias?
Por um misto de incompetência e demagogia. No Rio de Janeiro, a remoção de favelas passou a ser um grande tabu, sustentado por um assistencialismo barato segundo o qual o estado deve prover tudo aos pobres dos morros - ainda que sua permanência ali possa pôr a própria vida em risco e acarretar prejuízos à cidade como um todo. A ideia absurda embutida nesse raciocínio é a de que quem vive em favela é um cidadão especial, que não precisa se submeter nem à Constituição e não tem os mesmos deveres dos outros brasileiros. Sob essa ótica obtusa, remover favelas é visto como uma afronta aos direitos dos mais necessitados. Essa bobagem demagógica tem suas raízes no populismo que há décadas contamina a política fluminense. O inchaço das favelas do Rio é resultado da combinação desses fatores. 

Como o populismo contribuiu para a proliferação das favelas?
Historicamente, ele foi a mola propulsora das favelas fluminenses, tendo como seu principal expoente o governador Leonel Brizola, na década de 80, quando se chegou ao auge de proibir a entrada de policiais nas favelas. O resultado foi um surto de ocupações irregulares. Sem polícia, foi dado o sinal verde para o banditismo. Sob o pretexto absurdo de que havia uma dívida social a ser quitada, foram concedidos aos moradores das favelas direitos inacessíveis aos demais brasileiros pobres ou ricos. Enquanto isso, os populistas iam esparramando nos morros seus currais eleitorais, ganhando votos em troca de tijolos, cimento, dentaduras e bicas-d’água. Isso explica a perpetuação dessa classe de políticos em uma sociedade que se pretende moderna. Eles e as favelas estão aí como símbolos do atraso. Quando alguém fala em remoção de barracos, são justamente eles os primeiros a levantar a voz contra. Claro, não querem perder seus currais eleitorais.

A quem mais interessam a perpetuação e o crescimento das favelas no Rio?
Os políticos são apenas os tentáculos mais visíveis de uma enorme rede de ilegalidades que sustenta milhares de pessoas. Prospera no Rio de Janeiro uma indústria da favelização. No braço imobiliário há, de um lado, os grileiros, que invadem terrenos para vender depois, e, do outro, pessoas de fora das favelas que constroem barracos e os alugam. Os bandidos dominam a vida nas favelas. Eles controlam o comércio de botijões de gás e vendem acessos clandestinos às redes de TV a cabo. Os bandidos cobram até uma taxa a título de oferecer proteção aos moradores. É grande, portanto, o grupo dos que lucram com a existência das favelas. Infelizmente, aos poucos a sociedade foi deixando de se espantar com essa aberração urbana, a despeito das atrocidades cometidas a toda hora em plena luz do dia por um estado paralelo. 

Por que a aberração foi assimilada?
Isso se deve, em boa medida, a uma visão romântica e evidentemente deturpada sobre as favelas, que começou a ser propagada por parte da esquerda ainda nos anos 70. Essa corrente passou a difundir a ideia de que a convivência entre a cidade formal e o mundo da ilegalidade não apenas era aceitável como deveria ser pacífica. Acabou resultando numa glamourização da bandidagem. Nessa ótica distorcida, criminosos são tratados como líderes populares e toda e qualquer favela ganha apelido de comunidade, ainda que as pessoas vivam ali sob o jugo dos bandidos e à margem da lei. Isso tudo fez do Rio de Janeiro um péssimo exemplo de tolerância e benevolência com o mundo do crime no Brasil. Também não ajudou a combater o surgimento das favelas. Ao contrário: do ponto de vista cultural, só lhes deu legitimidade. CLIQUE AQUI PARA LER A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA

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