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sexta-feira, abril 13, 2012

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ABRIGA EVENTO DE MACONHEROS

Estudantes fazem propaganda da Semana da Maconha na USP
Alunos da USP que organizaram a Semana de Barba, Bigode e Baseado disseram nesta sexta-feira que não imaginavam a repercussão do evento, marcado para ocorrer entre segunda e sexta-feira na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), na Cidade Universitária. "O evento incita muito mais a discussão do que o uso de qualquer droga", diz Caetano Patta, de 23 anos, um dos fundadores da Frente Uspiana de Mobilização Antiproibicionista (Fuma), organizadora da semana. 
Para Caetano e seu colega do 5.º ano de Ciências Sociais, Leôncio Silva, o debate que surgiu nas redes sociais após a divulgação do evento mostra que a questão da legalização da maconha está em pauta e precisa ser discutida pela sociedade. "A questão da legalização das drogas está sujeita ao preconceito, mas a universidade é o lugar onde isso precisa ser discutido", afirma Caetano. Segundo ele, a Fuma usou de ironia para chamar a atenção das pessoas e levantar o debate de forma menos agressiva.
A frente foi fundada no fim do ano passado, em meio aos protestos surgidos após a Polícia Militar flagrar três estudantes com maconha na FFLCH. Alunos invadiram o prédio da diretoria da faculdade e, depois, o da reitoria da USP.
Leôncio, de 22 anos, diz que o objetivo do evento é discutir a "autonomia sobre o próprio corpo". "Não é uma questão de endeusar uma substância, mas abordar o assunto de forma mais abrangente."
Na segunda-feira, 16, serão apresentados documentários sobre drogas e mulheres que vivem no mundo do tráfico. As sessões serão exibidas no Espaço Verde, um sala da FFLCH, a partir das 20 horas. No dia seguinte, será a vez da noite do fumo, que, "para efeitos jurídicos", terá "apenas orégano, substância lícita". Os organizadores afirmam que não serão fornecidas drogas no local.
O convite para o evento é feito pelo Facebook. Professores da USP estão entre os palestrantes anunciados na rede social.
No último dia de discussões, previsto para a próxima sexta-feira, será realizada uma cervejada na faculdade. O dinheiro arrecadado com a venda de bebidas será revertido para a Marcha da Maconha, movimento que defende a legalização da droga no Brasil.
A aluna do 3.º ano de Ciências Sociais Nina Simões, de 22, diz que vai participar do evento porque apoia o debate sobre a legalização da maconha. "Fiquei muito incomodada ao ver na internet algumas pessoas dizendo que a legalização não pode ser discutida. Além de preconceituosos, esses comentários são perigosos."
Para o calouro de Economia Lucas Gomes, de 21, a semana terá discussões "justas e democráticas". "Esse tipo de debate também deveria ocorrer na FEA", diz.
Luciana Takamori, de 23 e caloura de Atuariais, sentiu-se incomodada com a divulgação do evento. "Fica parecendo que a USP inteira está participando, quando é só um pequeno grupo de estudantes", afirma. "Esta não é uma questão de toda a universidade."
Ketrin Silva, de 24 e também caloura de Atuariais, concorda. Quando soube da programação da semana, disparou: "Estão fazendo apologia ao uso de drogas". Do site do Estadão

quarta-feira, novembro 30, 2011

NO FACEBOOK, MILHARES DE LEITORES DÃO SEU APOIO E SOLIDARIEDADE AO JORNALISTA REINALDO AZEVEDO, AMEAÇADO PELAS FALANGES ESQUERDISTAS DO ÓDIO!

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada
Em razão de suas críticas, diga-se de passagem, totalmente procedentes, sobre os sucessivos ataques que a Universidade de São Paulo (USP), vem sofrendo pelas falanges do ódio constituídas por grupelhos do PT, PSOL, PCdoB e assemelhados, o jornalista e blogueiro Reinaldo Azevedo vem sendo sistematicamente ameaçado, inclusive no que respeita à sua integridade física, o que é inadmissível. 

A truculência dos esquerdistas seria apenas ridícula, se não fosse perigosa, porque parte de grupos organizados e insuflados pelo PT. Tanto é que os petistas calam e, conforme o velho adágio, quem cala consente. Temos portanto, sem meias palavras, Lula, Dilma e seus sequazes apoiando um bando de fanáticos que, sob o manto da impunidade oficial, agride um jornalista, no caso Reinaldo, agressão essa que vai além da pessoa do jornalista para atingir em cheio a liberdade de imprensa consagrada na Constituição da República. 

Dissentir é um coisa muito diferente de agredir e ameaçar a integridade física de um jornalista ou de qualquer outro cidadão. Neste caso, as ameaças configuram crime capitulado no Código Penal, fato que requer a ação dos órgãos policiais do Estado de Direito Democrático.
Pelo que li lá no blog do Reinaldo não dá para acreditar que as ofensas e as ameaças tenham partido de alunos da USP, a maior e melhor universidade do Brasil. Reinaldo inclusive selecionou e publicou no seu blog as ameaças, conforme vocês poderão conferir aqui.
Em razão disso, surgiu por iniciativa de leitores de Reinaldo Azevedo, que são milhares, já que o seu blog é dos mais acessados no Brasil, uma página no FaceBook intitulada "NÓS APOIAMOS REINALDO AZEVEDO" (facsímile acima).
Pela liberdade de imprensa, pela manutenção do Estado de Direito Democrático que os petistas querem destruir, pelo direito dos jornalistas exercerem livremente a sua profissão convido os leitores para deixarem suas mensagens de solidariedade ao Reinaldo Azevedo lá no FaceBook. Basta clicar AQUI.

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terça-feira, novembro 22, 2011

O DIREITO ACHADO NA SARJETA

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada
Este é o cartaz-convite de comemoração da turma de Faculdade de Direito da USP, a famosa Arcadas do Largo de S. Francisco. Dá bem a medida do cérebro dos novos bacharéis. Não há dúvida que o cartaz é inspirado no "direito achado na rua". Matéria que está no Estadão interpretou de forma errada o conteúdo desse cartaz idiota. 

sexta-feira, novembro 18, 2011

COMUNISTAS BOTOCUDOS DA USP AMEAÇAM AGREDIR FISICAMENTE JORNALISTA DE VEJA

O jornalista Reinaldo Azevedo, colunista e blogueiro da revista Veja foi ameaçado pelos comunistas botocudos que continuam enxovalhando a USP. Usando o anonimato prometem que lhe vão "quebrar a cara" insinuando que armam uma tocaia para agredir fisicamente o jornalista. Reinaldo relata no seu blog a ameaça. Transcrevo parte do post com link para leitura completa.
Desde que o blog foi criado, em 24 de junho de 2006, não passa dia sem que receba uma penca de ameaças. O anonimato na Internet permite os maiores absurdos. Mas nunca, como nestes dias, em que resolvi denunciar a truculência dos trogloditas da USP, elas foram tão intensas e, à sua maneira, presentes. Bem, tomei as providências necessárias — e isso significa apelar às instâncias do estado democrático e de direito, que protege as pessoas honestas e coíbe a ação de bandidos.
Não aceitam a defesa que faço aqui da Constituição. Não aceitam a defesa que faço aqui do Regimento Interno da USP. Não aceitam a defesa que faço aqui do Regimento do DCE. Não aceitam que eu discorde deles. Não aceitam que colegas de universidade divirjam. Por isso deram um golpe nas eleições (falo mais a respeito no post abaixo) e ameaçam, então, quebrar a minha cara. Cadeia para quem precisa de cadeia. Asseguro que é o que vai acontecer se tentarem. Do blog do Reinaldo Azevedo

sexta-feira, novembro 11, 2011

BUCCI, UM PETRALHA QUE QUER SER 'LIMPINHO'

Neste momento estava ensaiando a música" Desafinado" do imortal Tom Jobim na minha guitarra velha de guerra Giannini Sonic ano 1965! Uau!, mas tive que dividir o tempo com o blog. E nesse interregno entre a minha viagem musical e a política primeiro dei uma volta pelos principais sites e blogs noticiosos. Tirante o site da revista Veja e o excelente blog do incansável Reinaldo Azevedo o resto, como sempre, é mais do mesmo, ou seja, estampam aqueles textos ondulantes e pretensamente imparciais e isentos mas que no final das contas rendem, invariavelmente, dividendos para Lula e seus petralhas e, de forma especial, para o seu Haddad, cuja lema de sua campanha à Prefeitura de São Paulo deverá ser "A Anarquia em Primeiro Lugar".
Para começar a atualização do blog sou obrigado a reproduzir um post do Reinaldo a respeito de um petista enrustido, ou nem tanto, o Eugênio Bucci, versão esquerdista de tucano em cima do muro. Os textos e certamente as aulas de Bucci têm a mesma característica: um porcaria. Tanto é que segundo informa Reinaldo esse professor da ECA-USP deu uma aula pública no campus e, mais uma vez teria ficado entre a cruz e a espada. Ou, mais precisamente, brandindo a espada fascista que golpeia a democracia. Esta é a verdade!
Transcrevo o texto do Reinaldo:
Li em algum lugar que o jornalista Eugênio Bucci, professor da ECA, deu uma aula pública ou coisa assim no campus. “Aulas públicas” marcam a adesão de professores a manifestações de protesto e assemelhados. No caso, ele estava dando seu apoio à minoria fascista que quer se impor na USP na base do berro e da força bruta, como evidencia o vídeo sobre a libertação das Letras. Como vocês viram, os trogloditas tinham interditado o edifício. É para essa gente que Bucci exerce o seu charme supostamente tolerante. Deu sua forcinha aos autoritários, mas certamente sem se comprometer demais, como é de seu feito. Flertou com a ilegalidade, mas sempre fazendo um “hedge” com as forças da ordem. É muito esperto.
Faz sentido.
Bucci é um dos “intelectuais” que cantam as glórias de Fernando Haddad por aí, como deixa evidente num texto de 11 de fevereiro de 2010, que eu desconstruí lindamente. Voltei ao tema em 15 de junho deste ano e em 13 de setembro. Por que lhe dei alguma trela? Ex-presidente da Radiobras por vontade de Lula, claro!, Bucci se apresenta como um amigo da propriedade privada dos meios de comunicação e avesso às tentativas totalitárias do PT de “controlar a mídia”. E muitos ficam encantados: “Nossa! Que esquerdista bacana!”. Como se ele nos fizesse algum favor. Segue sendo petista porque assevera a natureza essencialmente boa do partido, eventualmente desvirtuado por homens maus, como José Dirceu. Sim, Bucci é inteligente o bastante para deixar claro que não é da turma do “chefe de quadrilha”.
Mas é da turma de Haddad! É um de seus principais propagandistas. Se o petista se eleger prefeito, ele certamente será um dos seu “luminares” — a mulher de Bucci, Maria Paula Dallari (filha do petista Dalmo Dallari), já foi a principal executiva do ministro na Educação. Era ela, coitada!, quem dava a cara ao tapa a cada besteira que seu chefe fazia.
Por que escrevo isso tudo? Porque Bucci, articulista da grande imprensa e debatedor supostamente isento de temas ligados à comunicação, gosta de se apresentar apenas como um amigo da verdade, quando é evidente que ele é mais amigo daquele a quem considera um Platão: Fernando Haddad!
E o que disse  Haddad quando a PM restabeleceu o estado de direito na USP, coisa de que, parece, Bucci não gostou muito? “Não se pode tratar a USP como se fosse a Cracolândia e a Cracolândia como se fosse a USP”. Ou seja: flertou com os invasores e tratou uma questão dramática de todas as cidades do Brasil (há duas cracolândias a metros do MEC, em Brasília) como se fosse mero caso de polícia — polícia que ele pede para os pobres, mas não para os baderneiros que infelicitam a universidade.
Vale dizer: Haddad fez exploração eleitoreira vigarista das duas questões: da Cracolândia e da USP. E ainda flertou com criminosos, que desrespeitavam uma decisão judicial. Ouso dizer, como simples dedução, que Bucci, um de seus principais prosélitos, ao dar uma “aula pública” para a minoria truculenta que quer parar a USP, seguiu-lhe os passos.
Mas de modo muito “isento”, como sempre. É outro petista que não gosta de sujar o shortinho, a exemplo de Gugu-dadá Haddad.

quinta-feira, novembro 10, 2011

DEMOCRACIA VENCE OS BADERNEIROS DA USP E A GALERA GRITA: AULA, AULA, AULA! E TODOS SE DIRIGEM ÀS SALAS DE AULA!


Apesar da gordacha comunista tentar impor a sua truculência, como vocês podem ver neste vídeo, os estudantes verdadeiros que não são paus-mandados de Lula e seu Haddad, obtiveram um vitória importante acabando com uma greve sem causa.
Veja o vídeo até o final, quando os estudantes em coro gritam aula! aula! aula!

Uma bela lição de civilidade e democracia o que comprova que apenas uma minoria de paus-mandados do Lula e seus petralhas irresponsáveis queriam fazer greve. E o que é pior: queriam tocar fogo na USP, pois já tinham preparado bombas conhecidas como coquetéis molotov.

"SOCIEDADE PAULISTA ESTÁ FARTA DE INVASÕES"

Reitor João Grandino Rodas
O reitor da USP, João Grandino Rodas, esteve nesta quarta-feira, 9, no prédio da administração central, na Cidade Universitária. Em entrevista por e-mail ao Estadão, ele diz que a situação do local é “deprimente”. Mas Rodas vai esperar a conclusão do trabalho da polícia para formar comissões que indicarão que medidas tomar com o grupo de invasores - há possibilidade de abertura de processos administrativos e disciplinares. Aqui a íntegra da entrevista:
O sr. esteve hoje (quarta-feira) na reitoria? Houve danos à sua sala?
Meu gabinete estava fechado e não foi invadido. A situação é deprimente, em virtude da destruição e das pichações. O que mais me chamou a atenção foram coquetéis molotov e reservatórios com gasolina. Isso não é indício da boa intenção dos grupos responsáveis nem de bom prognóstico para o futuro!
O que o sr. achou do trabalho da polícia? 
A PM ingressou desarmada no prédio e, em minutos, retirou os invasores incólumes, tendo toda a operação sido filmada. Meu parecer de leigo é que cumpriu seu múnus (papel).
O que a reitoria vai fazer em relação a quem ocupou o prédio?
Após o recebimento das documentações acerca dos fatos e dos prejuízos causados, que estão sendo finalizados pela perícia técnica, serão formadas comissões para estudar toda a questão e indicar o que fazer para que a lei seja cumprida.
Qual a sua opinião sobre a greve dos alunos?
É difícil fazer exercício de futurologia. Não é a primeira greve nem a última na USP.
Nas negociações com os invasores, a universidade se comprometeu a montar um grupo de trabalho para fazer o detalhamento dos termos do convênio com a PM, caso eles deixassem o prédio no prazo estabelecido pela Justiça. Como isso será feito a partir de agora? A reitoria vai analisar o acordo por conta própria?
Continuará a ser feito sob a égide do Conselho Gestor do Câmpus e com a participação de alunos, funcionários e professores que desejem participar, além de organismos afeitos à área. 
De que forma a invasão da reitoria afeta a imagem da USP?
O que chamou a minha atenção é que o grupo invasor violou até mesmo regra dos próprios movimentos estudantis. Inconformado por perder em votação de assembleia (na qual foi deliberada a desocupação do prédio administrativo da FFLCH), mesmo assim levou a cabo seus intentos! Quanto à imagem da universidade, ela é sempre depreciada por ações desse naipe. É digno de nota a USP estar bem situada nos rankings internacionais, apesar de sofrer ataques como o atual há anos.
Esta foi a terceira vez que ocuparam a reitoria da USP desde 2007. O sr. estuda medidas para melhorar a segurança do prédio para evitar novas invasões?
A segurança do prédio ocupado era razoável, tanto nos equipamentos, quanto na guarda. Não considero que a universidade deva ter prédios de segurança máxima para seus órgãos centrais por não se tratar de cadeia e, também, por não haver prédios inexpugnáveis (que não podem ser conquistados).
A polícia vai investigar a ligação dos alunos com partidos políticos. O sr. vê uma ação orquestrada de partidos para desgastar sua gestão e a imagem do governador Geraldo Alckmin?
A ligação desses grupos com micropartidos, com ideologia radical, é óbvia. O desgaste das instituições, quer universitárias, quer governamentais faz parte do “quanto pior melhor” e da “teoria da terra arrasada”.
O sr. se notabilizou como alguém que enfrenta resistências, não foge ao debate na defesa do que considera correto para a uiniversidade. Mas hoje (quarta-feira), por exemplo, o articulista José Nêumanne, do 'Estado’, acusou-o de fraqueza no episódio da ocupação da reitoria. O que o sr. acha de críticos que viram falta de pulso na condução da crise?
Quando a reitoria foi invadida, tomei as providências legais devidas, entre as quais figura a tentativa de negociação, dentro dos parâmetros legais possíveis. Não houve fraqueza no episódio. Entretanto, entendo a posição do jornalista Nêumanne, que, como toda a sociedade paulista, está farta dessa repetição anual de invasões na USP, que tanto custa em dinheiro público, em desgaste de imagem e em perda irrecuperável de tempo precioso.

terça-feira, novembro 08, 2011

VÍDEO REVELA CÉREBRO IDIOTIZADO DOS REVOLTOSOS DA USP. NAO DEIXEM DE VER DE JEITO NENHUM! É A IDIOTIA NO SEU ESTADO PURO!


Este é um daqueles vídeos que a Rede Globo jamais colocará no ar. Os jornalões com certeza também não irão postá-lo nos seus respectivos sites. O Coronel oportunamente postou e o faço aqui e agora também. O vídeo é de uma estudante de jornalismo. Ela está eufórica com a ocupação da Reitoria e exulta: "como nos tempos áureos da ditadura".
A polícia aparece e ela vai se desesperando e se revelando por inteiro e começa a utilizar palavras chulas e gíria do baixo mundo do tráfico de drogas. Em determinada altura enfrenta o policial e o chama de "mano".
Está aí a prova completa do que eu afirmo sempre aqui no blog. Os cursos de jornalismo formam militantes do esquerdismo, e não jornalistas. Na verdade, formam idiotas que depois vão trabalhar nas redações - e o pior de tudo é que esses tipos estão nas redações - eu os conheço de longe. Já convivi com essa gente. Foi nas redações que encontrei o maior número de idiotas em toda a minha vida profissional.
O que eu lamento é que um moça como essa sofreu lavagem cerebral em sala de aula, praticada por um professor que seguramente tem o título de Doutor.
Também quero informar que encontrei um monte de asnos no Curso de Mestrado que fiz na UFSC. E acreditem: os cursos de Mestrado e Doutorado nas áreas de Ciências Humanas constituem usinas de produção de imbecis. As exceções confirmam a regra. 
Tanto é que quando fiz a graduação em Direito, também na UFSC, tive a sorte de não ter esses "doutores" como professores. A maioria era integrada por juízes e promotores que lecionavam as disciplinas de forma reponsável.
Esses professores já estão todos aposentados. No lugar deles proliferam os idiotas com PhD que se encarregam de promover a lavagem cerebral dos jovens transformando-os em fanáticos como essa estudante que produziu este vídeo. Ela se diz jornalista! Eu sei.

EM TEMPO: O site UOL editou parte este vídeo que está aí acima junto com sua reportagem. A edição é francamente favorável aos invasores da Reitoria. Quem vê supõe que os PMs estavam maltratando os estudantes, o que é uma deslavada mentira. O site UOL mais parece um blog do PT. Só confirma o que afirmo neste post.

BADERNEIROS DA USP QUEREM PROMOVER NOVA OCUPAÇÃO DA REITORIA. É A CAMPANHA DO HADDAD À PREFEITURA DE SP. QUANTO A ISSO NÃO HÁ DÚVIDA. QUEREM UM CADÁVER!

Segundo o portal do Estadão, os baderneiros continuam aprontando na USP e preparam uma nova ocupação da Reitoria. Conclusão: Ou ou São Paulo acaba com o PT ou o PT acaba a pau com São Paulo. E o que é pior: com o Brasil! Leiam:
Uma assembleia de cerca de 2 mil alunos reunidos no vão da Faculdade de História acaba de decretar, após votação, greve geral dos estudantes da USP.
Os alunos agora vão votar se fazem um acampamento ou ocupação. Há a possibilidade de nova invasão à Reitoria.

UM BANDO DE IDIOTAS E IRRESPONSÁVEIS

No site da revista Veja há um slide show com diversas fotos dos "revolucionários"da USP. Por pouco esses idiotas não provocam uma tragédia. Os coquetéis molotov, como mostra esta foto, já estavam preparados para serem lançados.
Na foto abaixo, vê-se que entre os estudantes existem uns tipos estranhos já bem crescidinhos, não? É uma cena típica dos anos 60 do século passado. 
Parece que os ditos "estudantes profissionais", continuam fazendo o serviço de agitação e propaganda em favor de "outro mundo possível". 
Agora imaginem se o PT vence as eleições para a prefeitura de São Paulo e, posteriormente para o governo do Estado?
A evidência de que isto seria um desastre absoluto é o fato de que não se ouviu um pio de condenação a esse ignominioso ato de vandalismo contra a Universidade de São Paulo por parte dos petistas.

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PARABÉNS POLÍCIA MILITAR DE SÃO PAULO! PARABÉNS GOVERNO PAULISTA! PARABÉNS AUTORIDADES ACADÊMICAS DA USP QUE NÃO SE CURVARAM ANTE À BANDALHA DO PT!


MEUS PARABÉNS À POLÍCIA MILITAR DE SÃO PAULO, PELA AÇÃO EXEMPLAR, ABSOLUTAMENTE DENTRO DA LEI, REALIZANDO O CUMPRIMENTO DE ORDEM JUDICIAL DE REINTEGRAÇÃO DE POSSE DO PRÉDIO DA REITORIA DA USP.
O QUE TEM DE FICAR CLARO PARA A OPINIÃO PÚBLICA É QUE OS ESTUDANTES, INCITADOS POR PROFISSIONAIS DA AGITAÇÃO LIGADOS EVIDENTEMENTE AO PT E SEUS SATÉLITES ANARQUISTAS, TOMARAM A REITORIA DA USP SEM QUALQUER MOTIVO. FOI UM PROTESTO SEM CAUSA.
O FATO QUE DESENCADEOU ESSE ATO DE BRUTAL VANDALISMO FOI JUSTAMENTE A INICIATIVA DA REITORIA DE FIRMAR CONVÊNIO COM A POLÍCIA MILITAR PARA SALVAR A INTEGRIDADE DOS ESTUDANTES E DE TODA A COMUNIDADE ACADÊMICA, DADO AO FATO DE QUE O CAMPUS DESSA IMPORTANTE UNIVERSIDADE SE TRANSFORMOU NUMA ÁREA DE VIOLÊNCIA COMANDADA PELOS NARCOTRAFICANTES.
COMO SE VÊ, ESSE GRUPO DE ESTUDANTES É VÍTIMA DA LAVAGEM CEREBRAL ESQUERDISTA QUE VEM SENDO METODICAMENTE APLICADA POR PROFESSORES.
ISTO É INCRÍVEL, MAS É VERDADE!
NUM PAÍS SÉRIO TODOS OS PROFESSORES E SERVIDORES DA USP QUE APOIARAM ESSE ATO DE VANDALISMO TERIAM DE SER PROCESSADOS NA FORMA DA LEI POR INCITAÇÃO À DESORDEM E EXPULSOS DO SERVIÇO PÚBLICO.
É ISTO QUE A TV GLOBO E DEMAIS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO TÊM O DEVER DE INFORMAR À SOCIEDADE BRASILEIRA, OU SEJA, REPORTAR A REALIDADE DOS FATOS.
RENOVO MEUS CUMPRIMENTOS À POLÍCIA MILTAR DE SÃO PAULO, AO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO E AS AUTORIDADES ACADÊMICAS QUE NÃO SE DEIXARAM PAUTAR PELA VAGABUNDAGEM ESQUERDISTA.
É CLARO QUE TUDO ISTO QUE ESTÁ ACONTECENDO EM SÃO PAULO TEM UMA RAZÃO APENAS: LULA E O PT QUEREM DOMINAR ESSE ESTADO QUE SUSTENTA MAIS DA METADE DO BRASIL, FRUTO DO TRABALHO SÉRIO, APLICADO E INCESSANTE DE SEU POVO.
DESTA FORMA, FICA MUITO EVIDENTE PARA OS PAULISTAS QUE VOTAR NO CANDIDATO DE LULA A PREFEITO DE SÃO PAULO É ENTREGAR O OURO PARA O BANDIDO, É AUTORIZAR A ANARQUIA. É DESTRUIR O BRASIL! 

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OCUPAÇÃO DA REITORIA DA USP: QUANDO ORDEM JUDICIAL É DESOBEDECIDA TEM-SE A ANARQUIA

Momento em que jornalistas são agredidos pelos vândalos da USP
Na noite desta segunda-feira, os manifestantes acampados no prédio da reitoria da Universidade de São Paulo rejeitaram as propostas da direção da universidade, feitas durante a tarde. Eles optaram por manter a ocupação do edifício, iniciada na terça-feira à noite. A decisão desrespeita o acordo judicial firmado pelos alunos no sábado, durante audiência de conciliação no Fórum Hely Lopes Meirelles, região central da cidade. Segundo o acordo, os manifestantes deixariam o prédio até às 23 horas de hoje.
No decorrer da assembleia, agentes da Polícia Militar à paisana rondavam o prédio da reitoria, fotografando possíveis pontos de entrada nos fundos e nas laterais do edifício. Cabelos longos e rosto coberto, um dos estudantes, Nicolas (ele não quis dar o sobrenome), informou que a comissão de segurança da ocupação traçou rotas de fuga e se equipou com fogos de artifício no caso de a PM aparecer para cumprir a ordem judicial de reintegração de posse. Por volta das 22 horas desta noite, o Batalhão de Choque da PM estava de prontidão.
Confusão - A assembleia realizada em frente ao prédio da administração central reuniu cerca de 450 estudantes. Às 23h10 ─ depois de decidir pela manutenção da ocupação sob gritos de "Ocupa! Ocupa!" ─, os alunos resolveram colocar outros temas em votação. Os invasores decidiram, por exemplo, eleger o reitor João Grandino Rodas persona non grata na universidade. Também colocaram em pauta a distribuição em favelas vizinhas de panfletos com críticas à PM, a exigência da renúncia de Rodas, os horários de assembleias e passeatas futuras e até a possibilidade de eleger um dos invasores para participar do programa de Heródoto Barbeiro na TV Record.
A TV Record dificilmente deve manter o convite, depois que uma pedra acertou um de seus cinegrafistas na testa. O incidente foi apenas uma das agressões sofridas pelos jornalistas que trabalhavam no local. Ao mesmo tempo em que os alunos tentavam decidir se atendiam ou não à "imprensa golpista", o fotógrafo Cristiano Novais, da agência de notícias CPN, era jogado no chão depois de ter sua câmera roubada. Agredido a chutes, Novais quebrou um dos dedos da mão e foi encaminhado a um hospital. A câmera apareceu posteriormente, com imagens dos agressores registradas no cartão de memória. Outro cinegrafista, do SBT, também teve a câmera atingida por uma pedra.
Os invasores, de braços dados, organizaram um cordão humano para isolar a imprensa. Uma hora após o vencimento do prazo para a desocupação ordenado pela Justiça, os manifestantes fumavam maconha, xingavam jornalistas e ajeitavam pedaços de madeira para uma fogueira. Outros desfilavam com flores em sinal de paz. Os manifestantes agendaram para às 14 horas desta terça-feira um ato em frente ao prédio ocupado. Na próxima quarta, às 18h, haverá nova assembleia. Do site da revista Veja

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segunda-feira, novembro 07, 2011

ENCAPUZADOS NÃO ACEITAM ACORDO, DESAFIAM A JUSTIÇA, A DIREÇÃO DA USP E PERMANECEM OCUPANDO REITORIA.

Em assembleia realizada na noite desta segunda-feira (7) cerca de 600 estudantes da USP (Universidade de São Paulo) rejeitaram a proposta apresentada pela reitoria na tarde de hoje e decidiram continuar a ocupação do prédio da administração da universidade.

Os alunos ocupam o local desde a madrugada da última quarta-feira (2), em manifestação contra a presença da Polícia Militar na Cidade Universitária e contra processos administrativos envolvendo funcionários da USP.

O prazo dado pela Justiça para que os manifestantes deixassem o prédio terminava hoje, às 23h. Não há, entretanto, policiais no local para um possível processo de reintegração de posse.
A reunião entre integrantes da Comissão de Negociação da Reitoria da USP, representantes dos alunos que ocupam o prédio da Administração Central e diretores do Sintusp (Sindicato dos Funcionários da USP) demorou três horas e meia e não chegou a nenhum acordo sobre a desocupação.

A direção da USP propôs a criação de duas comissões: uma, para avaliar a atuação da Polícia Militar no campus, já que a reitoria não abre mão da presença dos policiais; outra, para a reavaliação de processos administrativos contra alunos e funcionários. Após análise, os processos que tiverem orientação "política" seriam anulados. No entanto, a gestão João Grandino Rodas só aceita implantá-las se os estudantes desocuparem a reitoria até as 23h de hoje --o que não vai ocorrer.

Além de manter a ocupação, os estudantes marcaram para esta terça-feira (8), às 14h, um ato que deve começar em frente à reitoria.
A assessoria de imprensa da USP foi procurada para comentar o resultado da assembleia, mas não atendeu os telefonemas. Do site UOL

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sexta-feira, novembro 04, 2011

MANSO ACUSA POLÍCIA DE SP COMO A MAIS VIOLENTA DO MUNDO. MAS PARECE SER MANSO COM OS BANDIDOS. ESTE É O JORNALISMO BRASILEIRO!

Não tenho a paciência do incansável Reinaldo Azevedo, um dos poucos jornalistas competentes da grande imprensa, para dissecar o que os idiotas escrevem quando o assunto é o respeito à lei e a ordem.
Manso, por exemplo, resolveu sugerir uma causa para o bando de vadios que depreda o patrimônio público na USP. No texto em que tergiversa sobre os vândalos da USP, cai de pau na Polícia de São Paulo, acusando-a de ser a mais violenta do mundo. Manso sugere então que os vagabundos deveriam era questionar os métodos dos policiais paulistanos! Inacreditável!
É o que eu afirmo sempre aqui no blog. Os jornalistas que atuam na grande imprensa brasileira não são apenas incompetentes, têm um texto pobre e invariavelmente fundamentado no pensamento politicamente correto, mas vão mais além: são militantes do esquerdismo do PT e seus satélites.
Desta forma a população brasileira vai sendo doutrinada a ser contra a polícia, as Forças Armadas e a deplorar a lei e a ordem. 
Afinal, é através dos veículos de comunicação que a opinião pública é formada. 
Tirante a revista Veja, o resto da grande imprensa brasileira é um braço militante do esquerdismo.
E fica a mensagem da matéria de Manso: A polícia de São Paulo é a mais violenta do mundo. Já os bandidos são mansos, educados e cordiais.
O Estadão sucumbiu à ditadura petralha. E ajuda a enterrar o Brasil no lodaçal da esculhambação.
Para mim, isto é um ato criminoso!

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PM JÁ ESTÁ DE POSSE DA PLANTA DA REITORIA DA USP E PREPARA PLANO DE EVACUAÇÃO DOS ENCAPUZADOS CASO RESISTAM

A Justiça concedeu na quinta-feira, 3, uma liminar determinando a desocupação da Reitoria da Universidade de São Paulo (USP) e a reintegração de posse em um prazo de 24 horas, contado desde o início da noite de quinta-feira. Cerca de 300 estudantes que invadiram na terça-feira a Reitoria se reuniram em assembleia e decidiram por aclamação, às 23h de quinta-feira, manter a ocupação.
Eles também resolveram transferir para a Reitoria, na quinta-feira, uma festa de alunos da Escola de Comunicações e Artes (ECA) que estava previamente agendada, o que indica que pretendem ficar no prédio por um bom tempo. Hoje os manifestantes esperam a chegada de uma caravana de universitários da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para reforçar o protesto.
A ordem para a desocupação da Reitoria foi dada pela juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9.ª Vara da Fazenda Pública Central. A liminar determina também que a desocupação seja realizada sem violência. Deve incluir participação de representante dos ocupantes e outro da Reitoria.
Caso seja ultrapassado o prazo de 24 horas para negociações, foi autorizado pela Justiça o uso da força policial. “Como medida extrema, contando com o bom senso das partes e o empenho da melhoria das condições de vida no câmpus”, explicou a juíza. 

Inquéritos.
A Polícia Civil abriu dois inquéritos contra os estudantes. O primeiro por danos ao patrimônio público, por causa das seis viaturas depredadas durante a prisão dos três estudantes com maconha, na semana passada, que desencadeou todo o protesto. Esse inquérito também apura suposta formação de quadrilha e resistência à prisão dos estudantes. Um segundo inquérito foi aberto para apurar os danos ao prédio da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), invadido na quinta-feira da semana passada e desocupado na quinta-feira.
A polícia já teve acesso à planta da Reitoria da USP e tem planos para a reintegração de posse, caso necessário. “Já começamos a estudar, mas também queremos que a saída dos estudantes seja a menos traumática possível”, diz o coronel Marcos Chaves, comandante do Policiamento da Capital. “Mas se não houver acordo, teremos de cumprir nosso dever legal.”
Divisão.

A ocupação da Reitoria ocorreu após assembleia definir a desocupação da FFLCH. O Diretório Central dos Estudantes (DCE) da USP criticou a ocupação na quinta-feira. “Infelizmente, setor minoritário do movimento, derrotado na votação, agiu de forma antidemocrática ao ocupar a Reitoria”, disse, em nota. O DCE afirma, porém, que não concorda com a reintegração. Do portal do Estadão

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quinta-feira, novembro 03, 2011

VÍDEO MOSTRA VÂNDALOS ENCAPUZADOS DESTRUINDO INSTALAÇÕES DA REITORIA DA USP. JUSTIÇA CONCEDE LIMINAR DE REINTEGRAÇÃO!

O Tribunal de Justiça de São Paulo deferiu o pedido da reitoria da Universidade de São Paulo (USP) para a reintegração de posse do prédio invadido por alunos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) na última terça-feira, dia 1º. A juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9ª Vara da Fazenda Pública, endossou a solicitação da reitoria e emitiu sua decisão às 18h40 desta quinta-feira.

A desocupação deve ser consumada no prazo de 24 horas, segundo a decisão. A Polícia Militar poderá ser acionada para desocupar à força o prédio da reitoria, onde manifestantes permanecem acampados. "Sem a desocupação, autorizo, como medida extrema, contando com o bom senso das partes e o empenho na melhoria das condições de vida no ‘câmpus’, o uso da força policial", diz o texto. Contudo, integrantes da Comissão de Negociação da Reitoria tentarão evitar ao máximo o conflito entre alunos e PMs. Os negociadores comunicarão a determinação aos manifestantes e tentarão articular uma saída pacífica.


Histórico ─ O prédio da reitoria da faculdade foi invadido por estudantes inconformados com a derrota em uma assembleia realizada na noite desta terça-feira, dia 1º, que decidiu ─ por 559 a 458 votos ─ pela desocupação do edifício da administração da FFLCH. A ocupação da FFLCH ocorrera na madrugada da última sexta-feira, 28 de outubro, depois que três estudantes de geografia foram flagrados por policiais militares fumando maconha dentro do campus. Os invasores pedem o fim do convênio entre a PM e a USP – firmado em setembro deste ano, que passsou a permitir a atuação de policiais dentro da Cidade Universitária – e a extinção de processos internos contra funcionários e estudantes.


Maconha ─ Na terça-feira, dia 1º, antes da invasão do prédio da reitoria, cerca de mil estudantes organizaram uma assembleia regada a maconha e cerveja para dar sequência aos protestos que pedem a retirada dos policiais do perímetro do câmpus. Enquanto alunos esgoelavam frases como "Fora PM! Abaixo a repressão!" num microfone conectado a caixas de som, outros sentavam-se no chão, bebiam e fumavam. Às 19h30 daquele dia, num gramado bem perto do lugar reservado aos oradores, e também nos mezaninos do prédio, dezenas de alunos esfarelavam maconha nas mãos, enrolavam cigarros e tragavam à vontade. A polícia não apareceu no local.
Do site da revista Veja

LEIA TAMBÉM: OS PAUS-MANDADOS DE LULA. CAMPANHA ELEITORAL JÁ COMEÇOU 

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USP INGRESSA EM JUÍZO NESTA QUINTA PEDINDO REINTEGRAÇÃO DE POSSE DA REITORIA OCUPADA POR AGITADORES ENCAPUZADOS

A reitoria da USP vai pedir na Justiça, nesta quinta-feira, a reintegração de posse do prédio da administração central da universidade. O edifício, no câmpus da zona oeste, foi invadido por um grupo de estudantes na madrugada desta quarta. Até as 22h47, os ocupantes não haviam se manifestado sobre a decisão da USP por meio de seus canais de comunicação: Twitter e blog.
Segundo nota da Assessoria de Imprensa da USP, a decisão foi tomada esta noite, em reunião extraordinária da comissão permanente de negociação que terminou às 21h45 (horário de Brasília). Fazem parte da comissão o chefe de gabinete da reitoria, o procurador geral da USP e os superintendentes de relações institucionais e assistência social.
“Importante destacar que, por dever legal, o gestor público tem obrigação de pedir a reintegração de posse do imóvel invadido”, afirma a nota da assessoria. “O deferimento da reintegração deverá ser analisado pelo juiz.”
No entanto, a reitoria espera que o impasse seja resolvido antes da atuação da Polícia Militar, que será
Invasão
O prédio foi invadido e ocupado por alunos derrotados na assembleia de terça à noite que decidiu pela desocupação da administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), tomado na madrugada da última sexta-feira em protesto contra a abordagem da PM que flagrou três estudantes de Geografia com maconha.
Cerca de cem pessoas ocuparam a reitoria. O grupo pede a saída da PM da Cidade Universitária e a revogação de processos administrativos contra alunos, professores e funcionários. Do portal do Estadão

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terça-feira, novembro 01, 2011

VERDADEIROS ALUNOS DA USP (A MAIORIA), PEDEM PERMANÊNCIA DA PM NO CAMPUS. MACONHEIROS REVIDAM COM FESTIVAL DE DROGAS!

Cerca de 300 estudantes de diversos cursos da Universidade de São Paulo (USP) se reuniram na tarde desta terça-feira para pedir a permanência da Polícia Militar na Cidade Universitária. A manifestação, que ocorreu na Praça do Relógio, no perímetro do câmpus, foi uma resposta aos manifestantes que protagonizaram o conflito com a PM na última quinta-feira, 27, e acabaram invadindo um prédio da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), onde permanecem acampados.

Às 17h08, a manifestação desta tarde tomou forma com a chegada de um carro de som, que estacionou na frente de uma base da Guarda Universitária. Cartazes anunciavam a principal bandeira dos manifestantes: "Eu estudo na USP e sou a favor da PM no câmpus", dizia um deles, em letras garrafais. O movimento foi organizado por um grupo de cerca de dez alunos, que mobilizaram os participantes por meio de redes sociais. Antes do início da manifestação, a página que os representa no Facebook contava com mais de 1.200 seguidores.

Marina Grilli, 22 anos, integrante do 2º ano do curso de Letras da FFLCH, criou o espaço na internet. Hoje, ela apareceu na Praça do Relógio para clamar por segurança. "Queremos a PM no câmpus, os policiais estão aqui para cumprir a lei", disse. "Enquetes em redes sociais confirmam que somos maioria".
Maconha ─ Os estudantes que protagonizaram o conflito com a PM na semana passada, e passaram a ocupar as dependências do prédio da administração da FFLCH, se reuniram no vão do prédio do curso de História no fim da tarde desta terça-feira. O motivo da reunião: dar sequência aos protestos que pedem a retirada dos policiais do perímetro do câmpus. Enquanto alunos esgoelavam frases como "Fora PM! Abaixo a repressão!" num microfone conectado a caixas de som, outros sentavam-se no chão e bebiam cerveja.
Às 19h30, num gramado bem perto do lugar reservado aos oradores, e também nos mezaninos do prédio, dezenas de alunos esfarelavam maconha nas mãos, enrolavam cigarros e fumavam à vontade. A reunião, que promete virar a noite por conta do feriado de Finados no dia seguinte, foi regada a drogas. Até o início da noite, a polícia não tinha aparecido no local. Leia a reportagem completa AQUI

CINISMO E FALÊNCIA DA CRÍTICA: UM PAÍS DE IDIOTAS E PERVERSOS!


Este vídeo reproduz gravação de entrevista do professor da USP, Vladmir Safatle, que também escreve na Folha de São Paulo. Na edição desta terça-feira, seu artigo versa sobre o episódio que envolve a reação de estudantes à ação da polícia no campus da USP que, como todos sabem, vive assediada pelos traficantes de drogas.
 
Não será preciso mais do que este vídeo e a íntegra do artigo que Safatle escreve na Folha desta terça-feira para que se possa entender porque o Brasil é um país dos mais atrasados do planeta.

 
E por falar em USP relembro um fato que jamais esqueço. Lá por volta de 1995, quando cursava o Mestrado em Direito na UFSC, fui a São Paulo para pesquisas nas bibliotecas da Faculdade de Direito e das Ciências Sociais da USP. No velho prédio do Largo de S. Francisco, encontrei muita coisa que precisava. Entretanto, fiquei impressionado com o desleixo e a sujeira, sendo impossível o uso das instalações sanitárias.

 
Depois fui ao campus e lá, depois de ir à biblioteca de ciências sociais, procurei um local onde pudesse tomar um café e me alimentar. Fiquei apavorado com a sujeira e a imundice. Não tomei sequer um cafezinho porque não havia as mínimas condições de higiene naqueles locais. No fundo dos bares, na rua, havia montes de engradados de bebidas já consumidas exalando aquele odor caracterísmo. Isto foi no final dos anos 90. 


Pelo que vi nas reportagens sobre os arruaceiros que ocuparam prédio da Filosofia da USP, suponho que aquele cenário imundo que presenciei nessa que é a maior e mais importante universidade do Brasil, não tenha mudado. Com toda certeza está pior, o que certamente levou as autoridades acadêmicas a solicitar a presença permanente da polícia no campus.
 
Transcrevo o artigo de Safatle para que vocês tirem suas próprias conclusões. O primeiro período do título do post reproduz o título de livro desse professor e que é objeto da entrevista que concede no vídeo acima.
Veio a calhar. Já o título de seu artigo é Abaixo da lei. Leiam:

"Ninguém está acima da lei." Com esta frase, o governador Geraldo Alckmin procurou justificar o fato de, mais uma vez, a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP ser alvo de bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral lançadas pela Polícia Militar.

No entanto talvez fosse o caso de dizer que ninguém deveria ser tratado dessa forma pela lei. Um delito menor, como o porte de um cigarro de maconha, não justifica a presença de um batalhão da PM em ambiente escolar.
Trata-se de um delito que nem sequer é considerado como tal em vários países europeus e que vem sendo objeto de discussões sobre sua descriminalização por parte de pessoas insuspeitas de agirem em favor do tráfico internacional, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Não se trata aqui de fazer apologia às drogas. O ambiente universitário não é um território livre e não deve ser espaço para alunos fazerem uso de maconha, mas a abordagem para problemas dessa natureza vista na quinta está longe de ser a adequada. Mais uma vez, a PM demonstra sua total inaptidão para mediar conflitos sociais e manifestações estudantis. Estudantes saíram, mais uma vez, feridos.
Mas abaixo desse uso da PM há outro problema. A atual reitoria tem dificuldades de dialogar com todos os setores da comunidade acadêmica. Ela deveria lembrar que foi escolhida à revelia da maioria, já que a nomeação do atual reitor foi obra do ex-governador José Serra que, pela primeira vez desde Paulo Maluf, resolveu escolher o segundo colocado em uma lista tríplice.
Esperava-se que, devido a esse deficit de legitimidade, a atual reitoria demonstrasse mais habilidade na criação de consenso. Não foi isso o que aconteceu. Vários setores da universidade alertaram para o caráter delicado da presença da PM no campus. Mas nenhum desses setores foi convidado a discutir com a reitoria seus pontos de vista.
A PM se justifica se for o caso de coibir crimes como o assassinato de um estudante, há alguns meses.
Mas ela não está lá para correr atrás de aluno com cigarro de maconha ou para mostrar aos estudantes que a corporação não aceita provocações. Há maneiras mais inteligentes de resolver problemas banais como esse.
A tal episódio somam-se problemas como a querela da reitoria com a Faculdade de Direito, a construção de um monumento aos perseguidos pela "revolução" de 1964, entre outros.
A USP precisa de pessoas capazes de desativar problemas e conflitos, e não de acirrá-los. A FFLCH, que deu ao país intelectuais do porte de Sérgio Buarque de Holanda, Milton Santos, Bento Prado Jr., Florestan Fernandes e Antonio Candido, merece mais cuidado.


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quinta-feira, maio 19, 2011

OS 'OS CHURRASQUEIROS DIFERENCIADOS' DA USP

Um estudante foi assassinado por um bandido dentro do campus da USP nesta quarta-feira. Para refrescar a memória acima a foto de uma manifestação dos estudantes dessa universidade em 2009 contra a presença da Polícia Militar dentro do campus. Reparem que um dos cartazes ataca o então governador José Serra.
Durante a campanha eleitoral Serra defendeu rigor na segurança pública e foi ironizado e ridicularizado não apenas pelos estudantes da USP, mas sobretudo pelos jornalistas irresponsáveis da grande imprensa brasileira, todos militantes do PT.
Repito: o Brasil é um país habitado pelo povo mais idiota do planeta. No entanto qualificam os idiotas como 'diferenciados'.
Esses estudantes da USP que protestam contra a presença das forças de segurança dentro do campus são, com toda a certeza, os mesmos que promovem 'churrascões diferenciados' contra a lei e a ordem. 
O resultado está aí!