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| Gandhi com um grupo de mulheres em Bengala, 1946 |
A Índia abriu a porta ao Gandhi de carne e osso com o aparecimento nesse país de um livro atribuíndo a Gandhi tendências homossexuais e rasgos xenófobos ao pai da independência da Índia e mito pacifista universal.
O governo do Estado natal de Mahatma Gandhi, Gujarat, proibiu a distribuição do livro, mas a obra já se encontra em suas vbersão em inglês nas livrariase Nova Delhi, onde se converteu num êxito de vendas.
Grande Alma, o Mahatma Gandhi e sua luta pela Índia inclui citações cuja ambiguidade permite variadas interpretações, o que tem levado o autor, o Prêmio Pulitzer Joseph Lelyverld, a acusar a imprensa indiana e internacional de tergiversar o relato.
Entre os testemunho que Lelyveld recolhe no livro, figura uma carta de Gandhi a Hermann Kallenbarch, arquiteto e culturista alemão com quem o ativista indu viveu em Johanesburgo, e ao que Mahatma escreveu: "Tens tomado possessão de meu corpo".
O escritor Prêmio Pulitzer também revela que Gandhi rechaçava de maneira taxaftiva durante suas estada na África do Sul que a minoria branca equiparará a comunidade indiana com a africana, e que se referia ao nativos com o pejorativo epíteto de "niggers".
O escritor Prêmio Pulitzer também revela que Gandhi rechaçava de maneira taxaftiva durante suas estada na África do Sul que a minoria branca equiparará a comunidade indiana com a africana, e que se referia ao nativos com o pejorativo epíteto de "niggers".

