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quarta-feira, fevereiro 15, 2012

BISPO EVANGÉLICO AVISA QUE 'KIT GAY' SERÁ USADO CONTRA HADDAD DURANTE CAMPANHA ELEITORAL EM SP

Na semana passada o deputado Jair Bolsonaro pregou um cartaz em seu gabinete na Câmara denunciando que Haddad, o candidato de Lula a Prefeito de SP, é o candidato do Kit Gay.
A polêmica sobre o chamado kit anti-homofobia, encomendado pelo Ministério da Educação durante a gestão de Fernando Haddad, fará o petista "sofrer" na eleição municipal de São Paulo.
A previsão é de Marcos Pereira, bispo da Igreja Universal e presidente nacional do PRB, partido aliado ao PT no governo Dilma Rousseff.
O dirigente afirma que o material, conhecido entre os evangélicos como "kit gay", será usado contra Haddad na campanha e vai fazê-lo perder votos neste segmento, estimado em cerca de 20% do eleitorado paulistano.
"Vai ser difícil tirar essa mancha do Haddad. Ele vai sofrer muito com isso", diz.
O petista tem procurado líderes de igrejas para tratar do assunto. Ele sustenta que o material vazou antes de ser distribuído e que o MEC vetaria seu uso em salas de aula.
Pereira afirma que a explicação não o convenceu.
"Se o kit chegasse às escolas, seria o pior dos mundos. Mas se o Haddad pagou por algo que seria vetado, mostrou ser um mau administrador. De um jeito ou de outro, ele vai apanhar", diz o bispo, que apoia o pré-candidato Celso Russomanno (PRB).
Em 2011, a TV Record, controlada pela Universal, levou ao ar reportagens de mais de dez minutos sobre o kit, em tom crítico contra Haddad.
Os petistas temem uma reprise da cruzada contra Dilma Rousseff na eleição presidencial de 2010, quando ela foi acusada de defender o aborto e ser contra a família.
Na semana passada, o pastor Silas Malafaia e o senador Magno Malta (PR-ES) usaram o kit para atacar Haddad.
O pré-candidato Gabriel Chalita (PMDB), católico, disse que o próximo prefeito precisará de "valores cristãos" para administrar a cidade.
O presidente estadual do PT, Edinho Silva, defende o ex-ministro. "Estão atribuindo ao Haddad posições que ele nunca assumiu. É uma imensa injustiça", diz.
Ele afirma, no entanto, que o PT "não pode recuar a ponto de não reconhecer a necessidade de orientação contra a homofobia". "O menino que se sente confuso não pode ser posto para fora da escola." Da Folha de S. Paulo desta quarta-feira

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quinta-feira, fevereiro 09, 2012

EM CIMA DA HORA: MANOBRA DE BOLSONARO IMPEDE APROVAÇÃO DA 'LEI DA PALMADA' QUE DEVE VOLTAR À DISCUSSÃO NO PLENÁRIO DA CÂMARA!

Bolsonaro: ampliando o debate.
O projeto, que prevê punições a pais que batem em seus filhos, foi aprovado em dezembro do ano passado em uma comissão especial da Casa e, como tramitava em caráter conclusivo, deveria seguir direto para o Senado.
O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) protocolou na segunda pedido para que a Lei da Palmada seja votada pelo plenário da Câmara.
Bolsonaro, porém, conseguiu o apoio de outros 51 deputados contra a análise da proposta em caráter conclusivo. Sua alegação é de que o "assunto é polêmico", por isso precisa ser mais discutido e contar "efetivamente com a vontade da maior parte da população brasileira".
"É um projeto com entendimento não pacificado pela sociedade, no qual o Estado poderá intervir na dinâmica procedimental para que a família exerça sua autoridade com fins educativos, ainda que de forma moderada", diz ele no requerimento.
O procedimento agora é o seguinte: a Câmara deve conferir, até o final da semana, as 51 assinaturas conseguidas por Bolsonaro. Caso elas sejam procedentes, o requerimento deve ser votado pelos deputados no plenário. Se for aprovado pela maioria simples, o projeto da Lei da Palmada passa por nova análise do plenário antes de seguir para o Senado.
O projeto, assinado pelo ex-presidente Lula, sujeita os pais infratores a penas socioeducativos e até ao afastamento dos filhos, por meio de alteração ao ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), de 1990, que não define os "maus-tratos". Do site Folha.com

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quarta-feira, fevereiro 08, 2012

BOLSONARO ALERTA SÃO PAULO E AVISA QUE HADDAD É CANDIDATO DO "KIT GAY" E PERGUNTA SE CRIANÇAS DE 6 ANOS TERÁO AULA DE HOMOAFETIVIDADE!

O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) colocou, na porta de seu gabinete, em Brasília, um cartaz contra o ex-ministro da Educação e pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad.
O cartaz está em uma parede chamada pelo deputado de "mural da vergonha" e diz que Haddad é o candidato do "kit gay". O cartaz pergunta ainda: "As crianças de seis anos terão aula de homoafetividade nas escolas?".
Questionado sobre o assunto, Bolsonaro disse que colocou "aquilo para quem tem vergonha na cara não votar no Haddad".
"O pessoal de São Paulo tem que conhecer melhor o candidato, não só essa palhaçada do Enem", diz o deputado referindo-se aos problemas na realização das provas do Enem quando Haddad comandava o Ministério da Educação.
Bolsonaro já fez diversos protestos contra o que chama de "kit gay", material que seria distribuído em escolas para combater o preconceito contra homossexuais. Do site da Folha.com

sábado, novembro 26, 2011

KIT GAY VOLTA AO DEBATE E BOLSONARO CONTRA-ATACA: NÃO VOU PEDIR DESCULPAS PARA NINGUÉM!

A tribuna da Câmara é para Jair Bolsonaro o “lugar onde a gente bota pra fora”. Pois quando Bolsonaro resolveu botar para fora mais algumas pérolas contra o polêmico kit gay nas escolas acabou complicando-se com a turma do PT, que não gostou nada de vê-lo colocando em dúvida a opção sexual de Dilma Rousseff.
Nesta tarde, porém, longe da tribuna, Bolsonaro disse que não quis dizer o que disse. Só cobrou a promessa de Dilma de acabar com o kit da discórdia:
– Sei que deu dupla interpretação, mas não vou pedir desculpa para ninguém. Ela que seja, assuma e faça o que bem entender. Não tenho nada com isso.
Polêmica instalada, Bolsonaro comemora o fato de ter colocado sua pauta novamente na mídia, “o Natal está chegando e eu levando porrada de novo”, mas reclama da quantidade de e-mails e telefonemas negativos que tem recebido:
– Esse grupo homossexual é muito ativo. Da coluna do Lauro Jardim/Veja

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quinta-feira, novembro 24, 2011

BOLSONARO VOLTA À CARGA CONTRA 'KIT GAY 2'

O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) voltou à carga. Em discurso na tribuna da Câmara nesta quinta-feira, além de repetir as tradicionais críticas às políticas pró-homossexuais do governo, deu um passo além: questionou a sexualidade da presidente da República. “Dilma Rousseff, pare de mentir! Se gosta de homossexual, assuma! Se o seu negócio é amor com homossexual, assuma, mas não deixe que essa covardia entre nas escolas do primeiro grau!”, esbravejou, ao apontar aquilo que chama de Kit Gay 2 – uma campanha elaborada sob o pretexto de combater o preconceito contra homossexuais nas escolas.
O deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ), que discursou em seguida, reprovou a postura de Bolsonaro: “O que nós ouvimos aqui hoje foi um discurso que, se entendi direito, faltou com o decoro parlamentar ao fazer insinuações a respeito da própria presidente da República, quando acho que a opção sexual de qualquer ser humano, deputado, é uma questão de foro íntimo desse mesmo ser”. Do site da revista Veja

quinta-feira, julho 14, 2011

BOLSONARO ENTRA COM REPRESENTAÇÃO CONTRA MARINOR BRITO

No mesmo dia em que a representação do PSOL contra ele foi arquivada pela Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) anunciou ter entrado com uma representação contra a senadora Marinor Brito (PSOL-PA).
No pedido, o deputado afirma que a senadora, em entrevista à televisão, o chamou de “pedófilo e corrupto”, dentre outras ofensas. Bolsonaro alega também que ela o teria agredido durante uma discussão ocorrida no dia 12 de maio, no debate no Senado sobre o Projeto de Lei que criminaliza a homofobia.
“Eu não posso ver uma senadora me chamar de pedófilo e corrupto e ficar quieto. Ela muito menos pode ficar sem apresentar qualquer prova, qualquer indício para isso seja investigado”, afirmou Bolsonaro nesta quarta-feira, 13.
Sobre a alegação de agressão física, o deputado disse que, durante a discussão, a senadora desferiu um tapa na sua mão e que as imagens da briga comprovam sua versão.
Bolsonaro destacou que não espera que a senadora do PSOL perca o mandato por causa da representação. “Eu não quero a cassação de mandato de ninguém não, só quero que ela tenha a sua dor de cabeça justa lá no Senado”, observou o deputado.
Na representação arquivada nesta quarta, o PSOL acusava Bolsonaro de disseminar preconceito e estimular violência com declarações contra negros e homossexuais. A representação do partido citava a discussão com a senadora e também declarações feitas durante entrevista ao programa CQC, da Band.
A reportagem procurou Marinor Brito para comentar o fato, mas a senadora não atendeu a ligação. Do portal do Estadão

quarta-feira, junho 29, 2011

CONSELHO DE ÉTICA REJEITA PROCESSO CONTRA BOLSONARO E DETONA A ESQUERDA FESTIVA DO PSOL

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar rejeitou o processo disciplinar contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). Os deputados votaram contra o parecer preliminar do relator, deputado Sérgio Brito (PSC-BA), que defendia a admissibilidade do processo. Foram dez votos contrários ao relatório prévio, sete a favor e cinco ausências, segundo a Agência Câmara.
A representação, apresentada pelo PSOL, pedia a cassação do mandato de Bolsonaro e se referia a declarações prestadas pelo parlamentar em um programa de televisão e também a um desentendimento com a senadora Marinor Brito (PSOL-PA).

Ao rejeitarem o parecer, os deputados alegaram  o direito de expressão dos parlamentares. O deputado Vilson Covatti (PP-RS) disse que o conselho pode “concordar ou não com as ideias de um parlamentar, mas tem que respeitá-las, porque ele foi trazido aqui [ao Congresso] por essas ideias”.

Já o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) afirmou que “acima do Código de Ética vem a Constituição, que diz que os parlamentares são invioláveis, civil e penalmente, por opiniões, palavras e votos.”

Durante a reunião do Conselho de Ética, o relator defendeu a continuidade do processo, ao justificar que o caso estava apto a ser investigado. Em sua defesa, Bolsonaro respondeu ter certeza de que seria absolvido e que tinha “asco de ser processado por uma questão como essa”.
“Um partido que defende o kit gay não tem condição de representar ninguém”, disse, em referência ao PSOL. Do portal G1 da Rede Globo

quarta-feira, junho 01, 2011

POLÊMICA GAY: SENADOR DIZ QUE LEI NÃO PODE CRIAR 'TERCEIRO SEXO'. 20 MIL PROTESTAM CONTRA LEI DA HOMOFOBIA EM BRASÍLIA.

Marcha da Família: 20 mil pessoas contra lei da homofobia
O senador Magno Malta (PR-ES) disse nesta quarta-feira (1), durante manifestação em frente ao Congresso Nacional contra a aprovação do projeto de Lei da Câmara (PLC) 122, que criminaliza a homofobia, que o Senado não tem poder para criar “um terceiro sexo” por meio de legislação.
"Se Deus criou macho e fêmea, não vai ser o Senado que vai criar um terceiro sexo com uma lei" disse. "É preciso que eles [homossexuais] entendam que o anseio grotesco de uma minoria não vai se fazer engolir", afirmou.

O evento, batizado de Marcha pela Família, foi organizado pelo pastor Silas Malafaia e reuniu diversos parlamentares contrários ao projeto de lei em cima de carros de som – entre eles os deputados federais João Campos (PSDB-GO), Ronaldo Fonseca (PR-DF), Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Anthony Garotinho (PR-RJ), e os senadores Marcelo Crivella (PR-RJ) e Walter Pinheiro (PT-BA). A PM estimou em até 20 mil pessoas os presentes na Marcha pela Família.

Garotinho se manifestou contra a aprovação do projeto. “Eles [os participantes da marcha] amam a todas as pessoas, só que não concordam com o pecado de algumas”, disse.
Em oposição ao evento,um grupo de integrantes de movimentos ligados a causas homossexuais fez uma espécie de contra-marcha à Marcha Pela Família. Eles se reuniram em frente à Catedral de Brasília às 15h e seguiram até o Congresso, no mesmo local onde ocorria a Marcha pela Família. Texto e foto do portal G1 da Rede Globo

segunda-feira, maio 30, 2011

QUANDO SINDICALISTA, LULA FOI À LÍBIA PEGAR DINHEIRO COM KADAFI PARA FINANCIAR COMBATE AO REGIME MILITAR, ACUSA BOLSONARO.


Muita gente pode discordar do deputado Jair Bolsonaro. A verdade no entanto é que sistematicamente Bolsonaro é patrulhado pela grande imprensa que escamoteia sua atividade parlamentar. Bolsonaro quando aparece na mídia é para ser duramente criticado ou motivo de gozação por parte do jornalismo militante do PT.
Este vídeo é da semana passada, enfocando trecho de intervenção do deputado no plenário da Câmara a respeito da famigerada Comissão da Verdade, instituída pelo PT através de seu serviçal Nelson Jobim, e que tem por objetivo denegrir as Forças Armadas.
Nessa oportunidade Bolsonaro leu documento em que revela que Lula, quando ainda era sindicalista, foi à Libia se encontrar com Kadafi. O objetivo era buscar dinheiro para aplicar no combate ao regime militar.
Quando estourou a rebelião na Líbia, Lula foi um dos primeiros a hipotecar solidariedade a Kadafi a quem qualificou de irmão.

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quinta-feira, maio 26, 2011

BOLSONARO COMEMORA VITÓRIA CONTRA KIT GAY E DEFLAGRA CAMPANHA PELA DERRUBADA DO PLC 122

Bolsonaro: meta agora é derrubar PLC 122
O site do deputado Jair Bolsonaro, intitulado 'Família Bolsonaro' onde o parlamentar aparece ao lado de dois de seus filhos, destaca matéria que comemora como vitoriosa a campanha contra o Kit Gay.
Lembra que se querer o teor do kit-gay, foi descoberto em 23 de novembro de 2010, durante audiência pública na Comissão de Direitos Humanos da Câmara, aonde pessoas travestidas com vestimentas diferenciadas proferiam palavras do tipo: ”As minhas melhores professoras foram as prostitutas” e comentários grotescos sobre como seria finalizado um filme do denominado kit Gay, feitos pelo Secretário de Educação Continuada e Diversidade do MEC.
“Ficamos três meses discutindo até aonde a língua de uma menina adentrava a boca da outra” - relembra o deputado Bolsonaro (PP-RJ) membro dessa Comissão, afirmando que se sentiu na obrigação de deflagrar e levar aos pais o real teor daquela matéria que era tratada de maneira no mínimo sorrateira até aquele momento.

A partir daí o parlamentar deflagrou uma campanha contra o Kit Gay, com discursos e entrevistas em todos os meios de comunicação sobre este assunto, quando passou a ser massacrado e a  qualificado de homofóbico pela patrulha polilticamente correta. Em diversos casos - lembra o texto - os debates não obtiveram o conteúdo desejado alcançado, ou seja, discussões calorosas sem objetivo prático não permitiam que o parlamentar denunciasse a emboscada que estavam fazendo com nossas crianças.

Posteriormente Bolsonaro passou a sistematizar todo o material com transcrições do Plano Nacional de Direitos Humanos LGBT. Lembra que "era notório a tentativa gay de influenciar na alfabetização e desenvolvimento das crianças de 6, 7 e 8 anos da escolas públicas do Brasil.˜" Esse documento elaborado por Bolsonaro,  apesar de tratar-se apenas de transcrições de uma documentação oficial do Governo, ficou conhecido como "Kit-Gay" e teve sua veracidade negada e mais uma vez o parlamentar atacado violentamente pelos defensores do Plano que teve a chancela do Ministério da Educação.
Mais adiante, o texto do site da Família Bolsonaro, afirma que "finalmente com o passar de aproximadamente 7 meses, com a ajuda de seus filhos, o Vereador Carioca Carlos Bolsonaro e o Deputado Estadual Flávio Bolsonaro, a campanha contra o Kit Gay foi ganhando adeptos na sociedade e nas três esferas do legislativo." E aduz: "A internet e as conversas entre seus pares e amigos transformaram-se em uma avalanche de parlamentares e cidadãos em prol da família,  contrários à tentativa da implementação da Ditadura Cor de Rosa no Brasil." 
O texto conclui afirmando que "diante da insustentável negação de existência do kit-gay e com a pressão dos parlamentares das bancadas Evangélica, Católica, Frente Pela Família, avulsos e principalmente da esmagadora maioria da população brasileira, a Presidente da República decidiu tirar de circulação a divulgação dos filmetes do kit-gay considerando-os inapropriados para o público a que iriam ser distribuídos."

Entretanto, Bolsonaro adverte: " a batalha foi vencida, entretanto ainda há muito o que fazer, como por exemplo, derrubar o PLC 122 que transforma os homossexuais em uma “super classe”, acima da lei aplicada a qualquer cidadão comum pois todos respondemos igualmente por nossos atos independentemente de credo, cor ou sexualidade. "

E arremata: "A guerra ainda inclui a derrubada do Plano Nacional de Cidadania e Direitos LGBT que entre 180 itens, cria cotas para professores homossexuais, estágio remunerado para gays, cotas para alunos LGBT, entre outros absurdos que somente estimulam o homossexualismo na tão concorrida luta por uma vaga de trabalho ou pelo direito de estudar em uma boa instituição de ensino pelos cidadãos de bem." Leia o texto completo do site da Família Bolsonaro

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sexta-feira, maio 20, 2011

BOLSONARO DÁ DETALHES DO 'KIT GAY' DO PT. VEJAM VÍDEO COMPLETO DE ENTREVISTA À TV!


Nesta entrevista o deputado Jair Bolsonaro aborda de forma detalhada aspectos do Kit Gay do MEC qeu contém um série de filmes considerados controvertidos. A certa altura, Bolsonaro que é militar reformado, indaga à entrevistadora se ela já imaginou a possibilidade de um Coronel das Forças Armadas apaixonado por um sargento? Há também, segundo Bolsonaro um projeto que prevê o crime de 'lesbofobia'.
 
Outro aspecto levantado por Bolsonaro alerta para o fato de que o PL 122 pode complicar a vida dos homoafetivos porque as empresas temendo eventuais complicações legais podem evitar a contratação de gays. Bolsonaro mostra que a queixa formulada por um homoafetivo de acordo com o PL 122, alegando que sua eventual dispensa do emprego deveu-se a perseguição de homofobica complica seriamente o empresário que poderá pegar cadeia.

 
Na análise de Bolsonaro o projeto da homofobia mais prejudica do que protege os homossexuais.

 
Vale a pena ver este vídeo porque Bolsonaro é dos poucos deputados - pode-se ou não concordar com a sua forma de agir - que tem se aprofundado em todos os aspectos do PL 122. Ao contrário de seus pares na Câmara Federal não faz corpo mole e não tem medo da patrulha politicamente correta.

 
Este blog, como já afirmei, não faz campanha homofóbica mas se posiciona contrariamente à desabusada ação do governo do PT que adota o pensamento politicamente correto como norte de ação política.

quarta-feira, maio 11, 2011

BOLSONARO LANÇA 50 MIL PANFLETOS CONTRA 'KIT GAY' DO GOVERNO DO PT E ACIRRA POLÊMICA

Deputado Jair Bolsonaro, do PP-RJ
Jair Bolsonaro mandou imprimir 50 mil cópias de um panfleto contra o plano nacional que defende os direitos dos gays. O deputado federal eleito pelo PP do Rio está distribuindo o material em residências e escolas do Estado.

Um dos textos do impresso chega a associar o homossexualismo à pedofilia.


Bolsonaro não revelou quanto gastou, mas já disse que pretende repassar a conta para os cofres públicos: fala em incluir a despesa em sua verba de gabinete e pedir reembolso da Câmara.


"EMBOSCADOS"

"Apresento alguns dos 180 itens deste que chamo Plano Nacional da Vergonha, onde meninos e meninas, alunos do 1º Grau, serão emboscados por grupos de homossexuais fundamentalistas, levando aos nossos inocentes estudantes a mensagem de que ser gay ou lésbica é motivo de orgulho para a família brasileira", diz o folheto na primeira de suas quatro páginas.

Segundo a leitura de Bolsonaro, que é capitão da reserva do Exército, o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais do governo cria de "cotas para professor gay", "batalhões policiais gays nos Estados", "Bolsa Gay" e "MST Gay".

Mas o principal alvo é o que o deputado chama de "kit gay", material didático antidiscriminação preparado pelo Ministério da Educação que será distribuído a escolas públicas. No material há filmes em que adolescentes descobrem que são gays.

"Querem, na escola, transformar seu filho de 6 a 8 anos em homossexual. Com o falso discurso de combater a homofobia, o MEC, na verdade incentiva o homossexualismo nas escolas públicas do 1º grau e torna nossos filhos presas fáceis para pedófilos", diz o panfleto do deputado.

O MEC diz que o material ainda está sob análise, mas deve ser distribuído no segundo semestre somente em escolas do ensino médio, cujos alunos têm 14 anos ou mais. O uso será opcional.

"FUNDAMENTALISTAS"

O secretário-executivo da Secretaria de Direitos Humanos, André Lázaro, e o presidente da ABGLT, Toni Reis, são citados no panfleto como "defensores do fundamentalismo homossexual".

Reis diz que, apesar da imunidade parlamentar, entrará com queixa-crime contra Bolsonaro, devido à afirmação de que ele estaria de casamento marcado com um homem casado com sua mãe.

Reis, cuja mãe já morreu, formalizou sua união estável anteontem. Seu parceiro jamais foi casado com ela, diz.

Já Lázaro disse que o deputado "usa de má-fé" ao criticar o kit anti-homofobia, pois sabe que ele não será distribuído a crianças de seis anos. "O kit não tem conotação de estímulo a comportamentos."

 
Lázaro descarta, porém, tomar medidas contra o deputado. "Nós, democratas, lutamos para que ele pudesse ter liberdade de opinar sobre os fatos, contrariamente à opinião dele, que defende a ditadura militar", afirmou. Da Folha de S. Paulo desta quarta-feira

quarta-feira, março 30, 2011

BOLSONARO VOLTA A POLEMIZAR REAFIRMANDO CRÍTICAS AO MOVIMENTYO GAY.

Mesmo após ser processado pela cantora Preta Gil por discriminação racial e pela Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ) por quebra de decoro parlamentar, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) 'voltou a fazer declarações preconceituosas nesta quarta-feira em Brasília', segundo afirma a jornalista Luciana Marques, que assina matéria no site da revista Veja a respeito das declarações do deputado. Leiam o restante da matéria:

Ele (Bolsonaro) disse que está “se lixando” para o movimento gay que, segundo ele, “o detesta”. “O que esse pessoal tem para oferecer à sociedade? Casamento gay? Adoção de filhos?”, reagiu Bolsonaro.
Questionado por um jornalista se era homofóbico, o deputado respondeu: “Cada um faz o que quer com seu corpinho cabeludo entre quatro paredes. Não tenho nada contra isso." Bolsonaro afirmou ainda que “nunca gostou” de Preta Gil e que a cantora não tem credibilidade para falar em ética. “Que exemplo ela tem de vida para cobrar ética? Em seu blog ela diz que participou de atos sexuais com outras
O deputado, que entrou com um processo para que ele mesmo fosse investigado no Conselho de Ética, disse já ter passado “por momentos piores” no Congresso, como quando disse que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deveria ser fuzilado.
Justiça - Preta Gil anunciou que vai processar o deputado por suas declarações no quadro “O povo quer saber”, do programa humorístico CQC, da TV Bandeirantes, exibido na noite de segunda-feira. O advogado da cantora, Ricardo Brajtermann afirmou que entrará com uma representação criminal contra o deputado no Ministério Público Federal por discriminação racial e homofobia.
Além disso, o advogado deve ajuizar uma ação indenizatória por danos morais e entrar com uma representação na Câmara dos Deputados para que seja investigada a quebra de decoro parlamentar por Bolsonaro. 
Na TV, o deputado defendeu o regime militar no Brasil, manifestou-se contra o regime de cotas raciais e defendeu “porrada” contra homossexuais. Entre outras coisas, o deputado disse que não entraria num avião pilotado por um cotista, a quem considera inferior. Do site da fevista Veja