Em 2009, o Senador Álvaro Dias tentou e não conseguiu criar a CPI da Petrobras, que iria abrir a fabulosa caixa preta dessa empresa que nas mãos do PT passou a espoliar o povo brasileiro praticando um dos maiores preços pela gasolina e também o etanol. Mas o que é pior e acintoso: a média salarial dos diretores da Petrobras chega a R$ 60 mil por mês valor que a maior parte dos brasileiros não ganha por ano! E a diretoria está toda dominada pelo PT, todos são sindicalistas da CUT, enquanto a Dilma preside o Conselho dessa empresa. Por causa dessa prática nefasta de aparelhamento da Petrobras, as ações dessa companhia despecaram no mercado, causando um grande prejuízo principalmente para os pequenos investidores que acreditaram nessa empresa.
Como as últimas pesquisas começaram a mostrar um empate técnico possibilitando concretamente a vitória de José Serra neste segundo turno, o mercado já reagiu positivamente, como foi noticido pela imprensa e as ações começaram a subir outra vez. Está tudo no noticiário econômico dos jornais.
Mas para provar o que estou afirmando, reproduzo matéria que saiu no jornal O Estado de São Paulo no ano passado, quando foi noticiado o descalabro da Petrobras sob o comando do PT e os altos salários pagos para sua diretoria e conselheiros, inclusive para o empresário gaúcho sabujo Jorge Gerdau e, claro, para a Dilma também que acumulava funções de ministra e conselheira chefe da Petrobras.
Eis o que afirma a matéria publicada no Estadão em 26 de junho de 2009. Nessa época estava começando a vir à tona o descalabro da Petrobras e o escândalo dos altos salários de sua diretoria: Leiam:
Diante da revelação que os integrantes da cúpula da Petrobrás recebem supersalários, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) cobrou ontem a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás já na próxima semana. De acordo com reportagem do jornal Correio Braziliense, documentação enviada pela Petrobrás ao Ministério da Previdência e à Receita Federal mostra que os vencimentos - salários mais bônus - de cada um dos diretores e do presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, fecharam 2007 em torno de R$ 710 mil, uma média mensal salarial de R$ 60 mil.
O senador, autor do requerimento de criação da CPI, criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, por autorizarem reajustes de até 90%, entre 2003 e 2007, para a diretoria executiva da estatal. A diretoria é em boa parte loteada entre nomes do PT e do PMDB. Indicado pelo PT, o diretor de Operações e Exploração da empresa, Guilherme de Oliveira Estrella, por exemplo, teve rendimentos aumentados de R$ 368.711,36 em 2003, para R$ 701.764,79 em 2007.
"É evidente que dirão: ?Mas isto é legal?. Não há dúvida, deve ser legal; afinal, os atos foram praticados em função de normas estabelecidas pela empresa, com o aval do Poder Executivo, já que quem preside o Conselho da Petrobrás é a ministra da Casa Civil. Nós não estamos discutindo a legalidade: nós estamos questionando a moralidade", afirmou Dias.
Para ele, a necessidade da CPI estaria mais do que justificada pela irregularidades reveladas nas operações Águas Profundas, Royalties e Castelo de Areia da Polícia Federal. "São fatos relevantes que justificam investigação em profundidade, para a necessária responsabilização civil e criminal, se os ilícitos forem confirmados. A CPI tem a função de colocar o mal à luz para chegar ao conhecimento da população, que pressiona e exige providências" , disse ele, referindo-se a denúncias de superfaturamento e pagamentos indevidos nas obras da refinaria de Pernambuco e na construção de plataformas para exploração de petróleo em alto mar.
Ao contrário dos demais servidores da Petrobrás, cujos aumentos salariais são definidos em acordo coletivo da categoria, os vencimentos dos diretores são decididos em assembleia-geral ordinária do conselho administrativo e fiscal da empresa, uma vez por ano. A assembleia deste ano, diz a reportagem, aprovou, em 8 de abril, a destinação de R$ 8,2 milhões para o pagamento de salários e benefícios aos diretores, conselheiros e presidente da estatal.