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terça-feira, abril 03, 2012

MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL PEDE REPROVAÇÃO DAS CONTAS DA CAMPANHA ELEITORAL DO PT DE SANTA CATARINA. PARTIDO AMEAÇADO DE PERDER COTA DO FUNDO PARTIDÁRIO.

O Ministério Público Eleitoral pediu a reprovação das contas de 2010 do PT de Santa Catarina, responsável por 81% dos custos da campanha da ministra Ideli Salvatti ao governo do Estado. De acordo com a Procuradoria Regional Eleitoral, as irregularidades encontradas "ostentam gravidade suficiente a ensejar a desaprovação as contas".

A manifestação foi seguida pelo parecer técnico da Coordenadoria de Controle Interno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SC). Para o órgão, as infrações comprometem a confiabilidade das contas prestadas, indicando inconsistência. O relatório pediu ainda a perda, por parte do PT-SC, da cota do Fundo Partidário. A Corte, no entanto, decidiu aprovar com ressalvas as contas do Comitê Financeiro. Os juízes entenderam que as irregularidades identificadas na documentação eram "formais". O acórdão foi publicado em 17 de agosto de 2011.

De acordo com o relatório do Controle Interno do TRE, o PT de Santa Catarina recebeu doações não registradas e usou recursos que não eram da campanha para quitar gastos eleitorais.

Inconsistências
Também foram identificadas inconsistências no cruzamento de informações com as doações de candidatos e com a base de dados da Receita Federal. O partido, por exemplo, declarou ter recebido, em 30 de outubro de 2010, um cheque de R$ 1.000 da então candidata Ideli Salvatti.

Segundo o relatório, no entanto, a ministra não registrou a doação. O Controle Interno do TRE-SC afirma ainda que foram feitas alterações no demonstrativo de Receitas e Despesas do partido, sem esclarecimentos. Os recursos provenientes de pessoas físicas passaram de R$ 27.172,41 para R$ 26.932,50. As doações de combustível sofreram decréscimo, enquanto as locações de veículos aumentaram em R$ 5,3 mil.

Pelo menos 18 recibos de doações eleitorais foram preenchidos incorretamente, inclusive sem a assinatura do doador. A própria prestação de contas do PT não está assinada. O parecer diz que "embora o comitê tenha declarado que o presidente encontra-se em Brasília, onde exerce suas funções de chefe de gabinete da ministra da Pesca e Aquicultura do governo Federal, com compromissos que impossibilitaram assinar o documento, consigna-se a irregularidade da ausência da sua assinatura."

Segundo os técnicos, o partido não conseguiu comprovar despesas de R$ 74,9 mil da Associação dos Jornais do Interior de Santa Catarina. "Foram detectadas despesas contraídas junto a pessoas jurídicas cuja comprovação se deu irregularmente por meio de outros documentos, o que denota que tais despesas não foram comprovadas por documentação hábil", afirma o relatório final, que diz ter encontrado indícios de doações de fontes vedadas. O presidente do PT-SC, José Fritsch, ex-ministro da Pesca, não foi encontrado. Segundo o diretório, ele está na Bahia e o partido não tem assessoria de imprensa. Do portal da RBS/Diário Catarinense

segunda-feira, novembro 22, 2010

PSDB CONTINUA RELUTANDO EM ASSIMILAR O RECADO DAS URNAS QUE REPUDIA O ESQUERDISMO

Presidente municipal do PSDB de São Paulo, José Henrique Reis Lobo vê 'papel fundamental' para Serra na oposição, rechaça a ideia de 'refundação' do partido ancorada em novas lideranças advertindo que os planos de Aécio, de figurar como candidato de consenso da oposição à Presidência em 2014, encontrarão forte resistência em São Paulo. Vê-se por aí que os tucanos continuam engalfinhados numa luta interna. Vocês podem ler AQUI a entrevista completa de Reis Lobo. Mas o que vou analisar nestas linhas circunscreve-se ao recado dados nas urnas e que é crucial para Oposição e, particularmente o PSDB, se deseja comandar o país no futuro.

 

 Na minha opinião, considero que a análise de Reis Lobo é procedente quanto ao fato de que falar em refundação do PSDB é uma tremenda bobagem se "refundação" for o eufemismo para o descarte das lideranças tucanas mais fortes. Nenhum partido cometeria a estupidez de aposentar um um político como José Serra que, embora derrotado amealhou 44 milhões de votos. E é bom que se frise que juventude em política não significa credencial de competência e confiabilidade eleitoral para ninguém.

 

 Creio que o PSDB reluta em assumir que quase a metade do Brasil como o próprio Reis Lobo admite indicou nas urnas que deseja uma outra condução política e administrativa para o Brasil. Contrapõe-se, portanto, de forma muito clara, ao esquerdismo que tipifica o PT. Os votos dados à oposição foram votos de corte conservador. Suponho que um candidato que concorresse no pleito passado advogado as teses do liberalismo econômico e do resgate dos valores que dão forma à civilização ocidental no mínimo dividiria com o PSDB os votos contabilizados nesse pleito pela oposição.

 

 Nesse caso, o conteúdo programático do partido tem de ser revisto. O PSBD foi fundado em 1988, para representar a social-democracia no Brasil. Tem sua vertente ideológica ligada à esquerda. Um ano depois o Muro de Berlim vinha abaixo sinalizando as grandes mudanças que o mundo conheceria mais adiante com a globalização da economia aliada ao deslanche do avanço tecnológico. É forçoso reconhecer-se que a distinção da filosofia política clássica entre esquerda e direita ruiu com o Muro de Berlim. O PSDB, como o próprio PT é filho tardio da finada guerra fria.

 

Não existe nenhum país desenvolvido e democrático que não possua um partido conservador. No caso brasileiro encontra-se este vácuo político e a maioria dos políticos, dentre eles os mais conservadores, jamais admitem que o são, como se fosse pecado mortal ser conservador.

 

 Há necessidade evidente de uma agremiação que aglutine um importante segmento da população brasileira que situa no âmbito ideológico de centro-direita democrático. Prova disso é que o próprio candidato José Serra foi obrigado a acenar com as bandeiras mais conservadoras, mais atinentes ao centro-direita democrático durante sua campanha, ainda que ficasse preso às teses da preponderância do estatismo definidas no conjunto da mensagem programática que deu vida ao partido tucano em 1988.

 

A oposição tem de se diferenciar de forma nítida, clara e objetiva do esquerdismo que embala o PTe que se expressa no deletério gigantismo estatal que alimenta o patrimonialismo e asfixia o desenvolvimento real do país. Esta é uma demanda, acreditem, de quase a metade do eleitorado brasileiro.

 

sábado, novembro 06, 2010

SOBRE O MURO: QUEM SERÁ O LÍDER DA OPOSIÇÃO?

A revista Veja faz um alentado inventário da campanha da Oposição, que junta os cacos e promete fazer Oposição. Por enquanto, está sendo um desastre. Haja vista o caso do retorno da CPMF, defendida por Aécio Nevez e o governador eleito de Minas Gerais, Antonio Anastasia, que venceu o pleito com mais de 60% dos votos no primeiro turno. No segundo, esse apreciável poder de Aécio para transferir votos para seu candidato migrou praticamente todo para Dilma Rousseff. Ao mesmo tempo Aécio vem articulando com a base aliada do PT para conseguir a Presidência do Senado. Leiam o que informa a reportagem de Veja:

Com a derrota de José Serra na disputa pelo Palácio do Planalto, líderes dos PSDB, DEM e PPS tentam juntar os cacos e se reorganizar para enfrentar Dilma Rousseff e uma numerosa base aliada no Congresso. Uma segunda chance para aprender a ser oposição, após oito anos de governo Lula. “Pecamos por ter sido muito cordatos. Mesmo com o mensalão, os aloprados, nós nos encolhemos. Não fizemos a oposição que deveríamos”, admite a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS).

Pela frente, eles têm ainda a tarefa de consolidar um líder, que os conduza com menos sobressaltos à eleição presidencial de 2014. Os candidatos ao posto: os senadores Aécio Neves (MG) e Aloysio Nunes (SP) e os governadores Geraldo Alckmin (SP) e Beto Richa (PR). Sem cargo, o candidato derrotado à Presidência deve assumir função semelhante a do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso – a de conselheiro.

Mesmo sem vencer a eleição, Serra conquistou para a oposição um capital político de 43,7 milhões de votos, 43,9% do eleitorado. Juntos, PSDB e DEM vão governar 10 estados, entre eles os estratégicos e populosos São Paulo, Minas Gerais e Paraná. São quase 97 milhões de brasileiros – mais da metade da população. No Nordeste, reduto do PT, a oposição conquistou o Rio Grande do Norte e Alagoas.

Em meio ao debate eleitoral, Serra conseguiu fazer um contraponto ao governo Lula. Questões como a corrupção, as deficiências de infraestrutura, o atraso em obras federais, a necessidade de aumentar o investimento público e de reduzir a taxa de juros foram mencionadas – porém, de forma tardia.

A demora de Serra em assumir-se candidato à Presidência, enquanto Dilma viajava o Brasil na pose de sucessora de Lula, angustiou e desmobilizou políticos e militantes da oposição. Em janeiro de 2010, o tucano, de quem se esperava a largada para investidas contra o governo federal, deixou claro: “Candidato a presidente não é chefe de oposição.” Poucos se habilitaram para a tarefa. E a oposição teve voz fraca nas grandes decisões do país.

Marisa Serrano atribui a moderação dos tucanos ao medo de parecerem com os petistas durante o governo FHC. “Nunca agimos de forma raivosa. Isso sempre foi o perfil do PT. Fomos tachados como um país sem oposição. Na verdade, estávamos aprendendo a ser oposição”, diz a senadora. “Teremos agora mais ação e fiscalização. Não deixaremos passar nada.”

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), promete firmeza. “Faremos uma oposição segura.” Uma das mais contundentes vozes contra o governo Lula, o senador tucano Alvaro Dias (PR) quer uma oposição “sem adjetivos”, nem agressiva, nem suave. “O discurso de um oposicionista chega a poucos. O de um presidente, a milhões”, avalia. “Precisamos nos organizar para dar mais volume à oposição. Mais gente precisa falar por nós.”


O presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), pretende trabalhar por um discurso unificado para desgastar o PT e o governo de Dilma e por um projeto próprio, com a cara da oposição. “O Congresso foi combativo durante o governo Lula, mas os governadores de oposição só se pronunciaram muito perto do período eleitoral”, diz. “Os governador eleitos este ano devem agora ajudar a vocalizar nossas ideias por todo o país. São eles que estão mais próximos dos eleitores.” Clique AQUI para continuar lendo 


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sexta-feira, novembro 05, 2010

DA OPOSIÇÃO, APENAS MINEIRO ANASTASIA É A FAVOR DA CPFM. SE A TURMA DO ÁECIO NÃO QUER FAZER OPOSIÇÃO QUE VÁ PARA O PT.

A maioria dos governadores eleitos em outubro defende a recriação de um imposto nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), extinta pelo Senado em 2007. Apenas seis governadores de oposição - dois do DEM e quatro do PSDB - disseram ser contra a medida. Mesmo assim, um tucano, o mineiro Antonio Anastasia, está entre os 14 que se manifestaram a favor da volta do imposto do cheque.

O Estado procurou os 27 governadores que continuam no cargo ou tomam posse em janeiro. Dois não foram localizados e cinco não se manifestaram. Entre esses está o alagoano Teotonio Vilela, que em 2007 chegou a dizer que “todos os governadores do PSDB” queriam a aprovação da CPMF. Os cinco petistas eleitos apoiaram a iniciativa.

Ontem, Anastasia lembrou que “a maioria esmagadora” dos governadores se posicionou a favor da manutenção do tributo em 2007, derrubado pelo Senado na principal derrota no Congresso sofrida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “A saúde é a chamada política pública de demanda infinita”, disse o mineiro, que esteve ontem com o senador eleito Aécio Neves (PSDB) em Caeté (MG).

Mobilização. O novo movimento em prol de um tributo para financiar a saúde pública tem à frente os seis governadores eleitos pelo PSB, partido da base de apoio de Lula. Um dia depois de a presidente eleita Dilma Rousseff ter defendido novos mecanismos de financiamento para o setor, os socialistas lançaram sua mobilização, em reunião da Executiva Nacional em Brasília.

“É um sacrificiozinho muito pequeno para cada brasileiro em nome de um grande número de brasileiros que precisa dos serviços de saúde e precisa que esses serviços sejam de qualidade”, afirmou o governador reeleito do Ceará, Cid Gomes.

Cid Gomes defende a regulamentação do artigo 29 da Constituição (conhecida como Emenda 29), que obriga União, Estados e municípios a investirem mais em saúde, e também a aprovação do projeto que cria a Contribuição Social da Saúde, a CSS, com alíquota de 0,10% sobre as movimentações financeiras.
Ambas estão paradas na Câmara dos Deputados. “A vantagem desse projeto é que se trata de uma contribuição para a saúde dentro de recursos que já existem”, disse o governador reeleito do Piauí, Wilson Martins.

O presidente nacional do PSB e governador reeleito de Pernambuco, Eduardo Campos, mostrou-se um dos mais empenhados. Pelos cálculos dele, o subfinanciamento do setor chega a R$ 51 bilhões. “Essa é uma questão que está na ordem do dia. Se precisar ser em parte ou totalmente a CPMF, vamos fazer isso. Depois que baixou a CPMF, não vi cair o preço de nada”, disse o pernambucano.

A mobilização, no entanto, não é consenso dentro do PSB. Deputados eleitos temem o prejuízo político de aprovar a instituição de um novo tributo. “O medo é aprovar a CPMF, o ônus cair para o Parlamento e daqui a um ano o dinheiro não ir para a saúde de novo”, afirma o deputado Júlio Delgado (PSB-MG).
Reforma. O senador Renato Casagrande, eleito governador do Espírito Santo, foi o mais cauteloso ao falar sobre a iniciativa. Ele ponderou que a criação de tributos deve ocorrer dentro de uma reforma tributária. “Você onera de um lado e desonera de outro.”

Os governadores eleitos pela oposição, como Geraldo Alckmin (PSDB-SP) e Beto Richa (PSDB-PR), também lembraram a urgência da reforma tributária como justificativa para questionar a simples criação de mais um tributo. “O mais urgente é discutir o modelo tributário de maneira mais ampla”, disse Alckmin. “É preciso resolver o grave problema do subfinanciamento da saúde, mas o ideal é evitar a criação de tributos.” Do portal do Estadão 

MEU COMENTÁRIO: Num país sério esse tal de Anastasia já teria sido expulso do partido. Ou a direção do PSDB toma alguma providência ou o partido ficará completamente desacreditado. 

Para quem acreditou nno PSDB para fazer frente ao turbilhão de escândalos promovidos pelo PT amarga agora o maior desapontamento e vergonha. Terão o troco. Antes da internet eles podiam fazer o que bem entendiam e tungar o bolso dos cidadãos, fazer o dinheiro público sumir pelo ralo da roubalheira e ficava tudo bem.

Mas desta vez essa gente haverá de ser execrada publicamente.

Nesta quinta-feira já começou pelo twitter uma campanha denunciando a traição do PSDB que se cala e consente de forma pusilânime, covarde, frente as declarações do PT afirmando que os tucanos apóiam a CPMF, inclusive José Serra e colocam na orfandade política 44 milhões de eleitores.

Ora, se o Anastasia e o Aécio não desejam cumprir o mandato outorgado pelos eleitores para fazerem oposição de verdade que vão então para o PT ou para o raio que os parta. Não farão nenhuma falta. Se a oposição dependesse de Aécio Neves e desse Anasatasia, simplesmente não existiria.

Por enquanto o único partido da aliança oposicionista que emitiu nota oficial repudiando a bandalheira adesista foi o DEM, por meio de seu líder na Câmara, o deputado catarinense Paulo Bornhausen.

Os tucanos fecharam-se em copas. Isto é indesculpável; é uma atitude vergonhosa e inaudita.

O Brasil tem uma  das maiores cargas tributárias do mundo. Não precisa aumentar nenhum imposto para resolver os problemas da área da saúde. Basta que o governo pare de roubar, de desviar dinheiro para ONGs, financiar agitadores do MST, da Via Campesina, da CUT; parar com o desperdício e o empreguismo.

Os prédios públicos de Brasília já não têm nem mais lugar para o volume de funcionários. Só no Palácio do Planalto são 1.750 servidores. No Ministério do Planejamento os últimos concursados que entraram estão trabalhando no porão porque não há mais lugar para ninguém. Isto sem falar nas estatais, como a Petrobras, cujos salários de diretores, conforme revelou o Estadão no ano passado, atingem até R$ 60 mil mensais. Tanto é que o rolo compressor do PT-PMDB abortou a CPI da Petrobras, essa fabulosa caixa preta hoje dominada por sindicalistas da CUT.

Imaginem agora, com o novo governo fruto de um aliança gigantesca com todos os aliados querendo mamar nas tetas estatais. Tanto é que na esteira da CPMF já há mais propostas de criação de novos tributos, justamente para que o poder petralha possa distribuir as mamatas reivindicadas pela sua base aliada.

Portanto, está na hora do PSDB tomar uma atitude e honrar os 44 milhões de votos que obteve neste pleito. Se sentir pruridos para fazer o que tem de fazer que se incorpore ao PT ou ao PMDB. É muito mais honesto que dissolvam o partido e que suas lideranças fiquem livres para se agarrar ao governismo.

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quarta-feira, novembro 03, 2010

ALCKMIN, ANASTASIA E RICHA: OS TRÊS PATETAS

A confirmar-se o que está na coluna painel da Falha de São Paulo desta quarta-feira, surgem os três patetas da Oposição: Geraldo Alckmin, Anastasia e Beto Richa, que já teríam corrido ao telefone para enviar cumprimentos à Madrasta dos dossiês.

Os eleitores que votaram na Oposição são simplesmente mandados às favas. Passada a eleição resolvem tripudiar sobre os votos que receberam e passam a manobrar de acordo com seus próprios interesses. Há, como se vê, um enorme espaço para a criação de uma versão brasileira do Tea Party. Leiam:

Ainda sob efeito da ressaca eleitoral, expoentes do PSDB ensaiam o matiz da "nova oposição", prescrito, sobretudo, pelos governadores eleitos em São Paulo, Paraná e Minas. Anteontem, Geraldo Alckmin telefonou a Dilma Rousseff para cumprimentá-la. Propôs parcerias e elogiou o primeiro discurso. Beto Richa conversará hoje com a eleita e pregará "boa relação" com o Planalto, a exemplo de Antonio Anastasia. 

Com o gesto, interlocutores entendem que o trio começa a reposicionar as peças no tabuleiro tucano após três reveses nacionais consecutivos, ofuscando, ao menos por ora, rancores residuais entre os grupos de José Serra e Aécio Neves.

Um antiemético, por favor! 

A propósito na mesma Falha de SãoPaulo desta quarta-feira, há um artigo do professor Marco Antonio Villa que cai como uma luva para o assunto em pauta. Recomento ao Alckmin, Anastasia e Beto Richa que leiam. Transcrevo na íntegra:
44% ESTÃO NA OPOSIÇÃO

A OPOSIÇÃO acreditou que criticar o governo levaria ao isolamento político. O resultado das urnas sinalizou o contrário: 44% do eleitorado disse não a Dilma. Ela era candidata desde 2008. Ninguém falou em prévias, nenhum líder fez muxoxo. Lula uniu não só o partido, como toda a base.
Articulou, ainda em 2009, as alianças regionais e centrou fogo para garantir um Congresso com ampla maioria, para que Dilma pudesse governar tranquilamente.

Afinal, nem de longe ela tem sua capacidade de articulação política.
E a oposição? Demorou para definir seu candidato. Quando finalmente chegou ao nome de Serra, o partido estava dividido, vítima da fogueira das vaidades. Ao buscar as alianças regionais, encontrou o terreno já ocupado. Não tinha aliados de peso no Norte e Centro-Oeste, e principalmente no Nordeste.

Neste cenário, ter chegado ao segundo turno foi uma vitória. No último mês deu mostras de combatividade, de disposição de enfrentar um governo que usou e abusou como nunca da máquina estatal. Como, agora, fazer oposição?
Não cabe aos governadores serem os principais atores desta luta -a União pode retaliar e isso, no Brasil, é considerado "normal".

É principalmente no Congresso Nacional que a oposição deve travar o debate. Lá estará, inicialmente, enfraquecida. Perdeu na última eleição, especialmente na Câmara, quadros importantes. Mesmo assim, pode organizar um "gabinete fantasma" e municiar seus parlamentares e militantes com informações e argumentos. Usar as Câmaras Municipais e as Assembleias estaduais como espaços para atacar o governo federal. E abastecer a imprensa -como sempre o PT fez- com denúncias e críticas.

Espaço para a oposição existe. O primeiro passo é assumir o seu papel. Deve elaborar um projeto alternativo para o Brasil. Sair da esfera dos ataques pessoais e politizar o debate, acabar com o personalismo e o regionalismo tacanho, formar quadros e mobilizar suas bases.

É uma tarefa imediata, não para ser realizada às vésperas da eleição presidencial de 2014.

O lulismo tem pilares de barro. É frágil. Não tem ideologia. Não passa de uma aliança conservadora das velhas oligarquias, de ocupantes de milhares de cargos de confiança, da máfia sindical e do grande capital parasitário. Como disse Monteiro Lobato, preso pelo Estado Novo e agora perseguido pelo lulismo: "Os nossos estadistas nos últimos tempos positivamente pensam com outros órgãos que não o cérebro -com o calcanhar, com o cotovelo, com certo penduricalhos, raramente com os miolos".

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terça-feira, novembro 02, 2010

FERNANDO HENRIQUE ANALISA A ELEIÇÃO E AFIRMA QUE NÃO ENDOSSARÁ MAIS PSDB QUE NÃO DEFENDA SUA PRÓPRIA HISTÓRIA

Nesta entrevista que está na Folha de São Paulo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso faz uma boa análise da política e, sobretudo, do seu próprio partido, o PSDB. Afirma que não mais endossará um PSDB que não defenda a sua história. Cai de pau na na ditadura do marketing da campanha e diz como deve ser feito. Fernando Henrique deveria ser ouvido pelos tucanos. Suas colocações são pertinentes, embora nas minhas contas faltou que lembrasse que política é coisa para profissionais e que a indecisão e a vaidade pessoal são sempre fatais. Leiam aqui na íntegra:

"Não estou mais disposto a dar endosso a um PSDB que não defenda a sua história", disse o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), ontem, em entrevista no instituto que leva seu nome, no centro de SP.
Presidente de honra do PSDB, Fernando Henrique defende que o partido anuncie dois anos antes das eleições presidenciais seu candidato. "O PSDB não pode ficar enrolando até o final para saber se é A, B, C ou D."
O ex-presidente diz que Lula "desrespeitou a lei abundantemente" na campanha e que promove "um complexo sindical-burocrático-industrial, que escolhe vencedores, o que leva ao protecionismo".Para FHC, a tradição brasileira de "corporativismo estatizante está voltando". Lula é uma "metamorfose ambulante que faz a mediação de tudo com tudo". 


Folha - José Serra aproveitou a oportunidade do segundo turno como deveria? Fernando Henrique Cardoso - Serra foi fiel ao estilo dele. Tomou as decisões na campanha, com o [marqueterio Luiz] Gonzalez. Não fez diferente do que se esperaria de Serra como um candidato que define uma linha e vai em frente. O PSDB, e não o Serra, tem outros problemas mais complicados. Precisa ter uma linguagem que expresse o coletivo. Os candidatos esqueceram a campanha e não definiram o futuro. O nosso futuro vai ser fornecer produtos primários? Ou vamos desenvolver inovação, a educação, a industrialização? Isso não foi posto. 

O governo Lula patrocina a formação de grandes empresas, uma espécie de complexo "industrial-burocrático". Qual a diferença para o seu governo, que também usou o BNDES nas privatizações?
Tudo é uma questão de medida. Os fundos [de pensão] entraram na privatização porque já tinham ações nas teles e participar do grupo de controle lhes dava vantagem. Mas tive sempre o cuidado da diversificação.
O problema agora é de gigantismo de uns poucos grupos, nesse complexo, que na verdade é sindical-burocrático-industrial, com forte orientação de escolher os vencedores. Isso é arriscado do ponto de vista político e leva ao protecionismo. 


A fila do PSDB andou? Chegou a vez de Aécio Neves para presidente?
Eu não posso dizer que passou a primeiro lugar, mas que o Aécio se saiu bem nessa campanha, se saiu. Não posso dizer que passou a primeiro lugar porque o Serra mostrou persistência e teve um desempenho razoável.
Não diria que existe um candidato que diga "Eu naturalmente serei". Mas o PSDB também não pode ficar enrolando até o final para saber se é A, B, C ou D. Dentro de dois anos temos de decidir quem é e esse "é" e tem de ser de todo mundo, tem de ser coletivo.
Não estou disposto mais a dar endosso a um PSDB que não defenda a sua história. Tem limites para isso, porque não dá certo. Tem de defender o que nós fizemos. A privatização das teles foi boa para o povo, para o Tesouro e para o país. Do ponto de vista econômico, as questões estão bem encaminhadas. O problema não é saber se a economia vai crescer, é se a sociedade vai ser melhor. 


Houve sinais do que o sr. chama de "espírito" da democracia no processo eleitoral?
Não vejo. O presidente Lula desrespeitou a lei abundantemente. Na cultura política, regredimos. Não digo do lado da mecânica institucional -a eleição foi limpa. Mas na cultura política, demos um passo para trás, no caso do comportamento [de Lula] e da aceitação da transgressão, como se fosse banal.
Aqui ocorre outra confusão: pensar que democracia é simplesmente fazer as condições de vida melhorarem. Ela é também, mas não se esqueça que ditaduras fazem isso mais depressa. 


Como o sr. vê a volta de temas como religião na campanha?
Com preocupação. O Estado é laico, e trazer a questão religiosa para o primeiro plano não ajuda. 


A dose dos marqueteiros nas campanhas está exagerada?
Sim, em todas as campanhas. Nós entramos num marquetismo perigoso, que despolitiza. Hoje a campanha faz pesquisas e vê o que a população quer naquele momento. A população sempre quer educação, saúde e segurança, e então você organiza tudo em termos de educação, saúde e segurança.
Sem perceber que a verdadeira questão é como você transforma em problema algo que a população não percebeu ainda como problema. Liderar é isso. Você abre um caminho. A pesquisa é útil não para você repetir o que ela disse, mas para tentar influenciar o comportamento a partir de seus valores.
O que nós temos na campanha é a reafirmação dos clichês colhidos nas pesquisas. Onde é que está a liderança política, que é justamente você propor valor novo. O líder muda, não segue. 


A polarização nacional entre PT e PSDB completou 16 anos. Tem feito mais bem ou mais mal ao Brasil?
O que o Chile fez na forma da Concertação [aliança entre Partido Socialista e Democracia Cristã que governou o país de 1990 a 2010], fizemos aqui sob a forma de oposição. Há muito mais continuidade que quebra. O pessoal do PT aderiu grosso modo ao caminho aberto por nós. Isso é que deu crescimento ao Brasil. Agora tem aí o começo de um rumo que não é mesmo o meu, que é esse mais burocrático-sindical-industrial. E tem uma diferença na concepção da democracia. 


O que seria essa social-democracia tucana?
Social-democracia, vamos devagar com o ardor. O sujeito da social-democracia europeia eram a classe trabalhadora e os sindicatos. Aqui são os pobres. O Lula deixou de falar em trabalhador para falar em pobre. Mudou. Nós descobrimos uma tecnologia de lidar com a pobreza, mas estamos por enquanto mitigando a pobreza.
Tem de transformar o pré-sal em neurônio. Esse é o saldo para uma sociedade desenvolvida. Está se perfilando, no PT e adjacências, uma predominância do olhar do Estado, como se o Estado fosse a solução das coisas. 


Então a diferença entre PT e PSDB, para o sr., se dá em relação ao papel do Estado.
A nossa tradição é de corporativismo estatizante, e isso está voltando. É uma mistura fina, uma mistura de Getúlio, Geisel e Lula. O Lula é mais complicado que isso, porque é isso e o contrário disso. Como é a metamorfose ambulante, faz a mediação de tudo com tudo. Lula sempre faz a mediação para que o setor privado não seja sufocado completamente. Não sei como Dilma vai proceder. 


Isso tende a se aprofundar nesse novo governo?
A segunda parte do segundo mandato de Lula foi assim. A crise global deu a desculpa para o Estado gastar mais. E o pobre do [John Maynard] Keynes pagou o preço. Tudo é Keynes. Investimento não cresceu, gasto público se expandiu, foi Keynes. Não acho que o Brasil vá no sentido da Venezuela porque a nossa sociedade é mais forte. Aqui há empresas, imprensa, universidades, igrejas, uma sociedade civil maior, mais forte. Isso leva o governo a ter cautela. Veja o discurso da Dilma de ontem [domingo]. Ela beijou a cruz. Ela tem que dizer isso, que vai respeitar a democracia, porque senão não governa. 


O que esperar de Dilma?
Não sabemos o que ela pensa, nem como é que ela faz. O Brasil deu um cheque em branco para a Dilma. Vamos ver o que vai acontecer com a conjuntura econômica. Há um problema complicado na balança de pagamentos, um deficit crescente, uma taxa de juros elevada e uma taxa de câmbio cruel.
Da Falha de São Paulo desta terça-feira 



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segunda-feira, novembro 01, 2010

ARTIGO: País partido

Por Nilson Borges Filho (*) 

Confirmou-se tudo aquilo que as pesquisas vinham divulgando nas últimas semanas: a vitória de Dilma Rousseff  à presidência da República.  A candidata petista venceu com  54 milhões de votos. Pode-se afirmar que a eleição da candidata petista não se deu pelos seus méritos, mas pelo atrelamento da sua candidatura à popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que, queiram ou não, é inquestionável, principalmente quando se trata das camadas mais pobres da população.

Por outro lado, não se pode desconsiderar que 43 milhões de brasileiros que votaram em Serra não desejavam Dilma Rousseff na presidência do Brasil.  Não é pouca coisa, são  44% dos votos válidos despejados nas urnas por esse País afora. Lula transformou o pleito de 2010 numa questão pessoal. Por conta disso, atropelou a Constituição, desqualificou a justiça eleitoral, mentiu, utilizou o bem público em campanha, abandonou o emprego, menosprezou adversários, perdeu a compostura por sua incontinência verbal e, por tudo isso, sai da presidência menor do que entrou.

O presidente desembarca do cargo com altos índices de aceitação, mas sua sucessora herda um País dividido, nos planos geográfico, politico e eleitoral. São muitas as feridas deixadas por Lula, a maioria de difícil cicratização. Pior, nos armários da presidência existem esqueletos que virão à tona, cedo ou tarde. A bomba da vez atende pelo nome de Erenice Guerra, a ex-Chefe da Casa Civil e braço direito da presidente eleita. Está para explodir, com efeito devastador, novas informações sobre o Bancoop. O cadáver do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, continua insepulto.

Embora tais questões se direcionem mais ao PT do que à Dilma, não se pode negar que afetarão à presidência. Estruturalmente, Dilma vai ter que enfrentar o endividamente do Estado, a questão cambial, o déficit previdenciário, a reforma política e tributária e, principalmente, a falta de infraestrutura para enfrentar uma Olimpíada e  uma Copa do Mundo.

Como o Brasil adotou um sistema de presidencialismo de coalizão, Dilma ficará nas mãos de um arco extenso de alianças, nada confortável em se tratando do fisiologismo partidário brasileiro. Na outra ponta, a presidente vai enfrentar as demandas dos movimentos sociais e o apego ao Estado pelo sindicalismo chapa-branca. O neopeleguismo, antes do encerramento do pleito, já se movimentava na divisão dos cargos.

As instituições no Brasil ainda são frágeis e não se encontram totalmente consolidadas no campo democrático. O PT, que não é muito atento às regras democráticas, pressionará o governo para que endureça com a imprensa e a mantenha no cabresto, com a justificativa desonesta de controle social da mídia.

O Brasil melhorou em muitos indicadores sociais, mas ainda permanece aquém do mínimo desejável nas áreas da educação, saúde e segurança – isso em comparação aos nossos vizinhos, até mesmo com a República Oriental do Uruguay. Dilma saiu das costelas de um homem, chegou à presidência por que esse homem assim a quis e levará para o Palácio do Planalto o fastasma de um ex-presidente com 80% de aprovação. Dilma contará com a maioria na Câmara e no Senado, desde que atenda o apetite do PMDB.

E, para concluir, um dado relevante: a maior parcela do PIB brasileiro encontra-se nos Estados governados pela oposição. O Brasil que emerge destas eleições é um País partido: de um lado o Brasil que produz, do outro o Brasil do bolsa-família. Duas notícias: uma boa, a outra ruim. A boa: sai a farsa. A ruim: entra a fraude. 

(*) Nilson Borges Filho é mestre, doutor e pós-doutor em Direito. Foi professor da UFSC e da UFMG. É articulista colaborador deste blog.

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domingo, outubro 31, 2010

TRIUNFO DAS INIQÜIDADES NÃO É BOM PRESSÁGIO

Se olharmos o mapa com o resultado das eleições vemos de forma acentuada dois países: naquele que sustenta a Nação vence José Serra e, no restante, vence a candidata do PT.

Não é a primeira vez que a maioria dos eleitores brasileiros faz uma escolha completamente errada. Tanto é que já elegeram Jânio Quadros, Collor, Lula e agora Dilma.

A verdade é que a maioria nem sempre tem razão e na esmagadora maioria das vezes não tem razão nenhuma. É por isso mesmo que os Estados Unidos, a maior democracia do mundo possui um sistema eleitoral vinculado à representatividade efetiva dos Estados e, ao final, um colégio eleitoral cuja finalidade é afastar o risco de ser eleito um candidato tiririca à Presidência da República, caso uma onda de estupidez domine o cérebro da maioria dos eleitores.

O Brasil é em si mesmo uma deformidade que provavelmente jamais será corrigida. A maior causa dessa nefasta realidade decorre fundamentalmente do predomínio da boçalidade. As variáveis que concorrem para esse estado de permanente carnavalização das instituições são inúmeras, mas a minha intuição indica que decorre da desigual evolução da espécie ao redor do planeta.

A prova disso é a apreciável prosperidade da civilização ocidental que ainda prevalece se não for destruída nos próximo anos, foi forjada com base na racionalidade científica que surgiu um pequeno pedaço da Europa anglo-saxônica e que posteriormente alastrou-se pelo planeta. Beneficiou indistintamente toda a humanidade.

Não há uma descoberta científica importante que não tenha surgido desse grupamento humano. O próprio Estado de Moderno caracterizado pelo império da lei, o Direito racional, a tripartição dos poderes, o voto universal e vai por aí. Os politicamente corretos são os primeiros a se insurgirem contra este raciocínio absolutamente lógico e pautado apenas pelos fatos.

É possível que a ciência nos próximos anos desvende este mistério: por que há essa brutal diferença na evolução da espécie humana? Observem por exemplo o Estado de Israel, aquele pequenino pedaço de terra inóspito, desértico; é o único país democrático do Oriente Médio e o único a produzir ciência e tecnologia e por incrível que pareça é alvejado por todos os lados noite e dia.

Digo tudo isto porque não vejo, fora do contexto da evolução da espécie, qualquer explicação que justifique a decisão dos eleitorado brasileiro em apoiar todo esse turbilhãode iniqüidades, de grosseria e de estupidez que marcou esses oito anos de reinado de Lula e seus sequazes. 

O triunfo das iniqüidades, além de ser um evento vergonhoso do ponto de vista moral, não é um bom presságio. Oxalá esteja errado.

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sábado, outubro 30, 2010

SERRA SUPERIOR EM TUDO. VENCERÁ A ELEIÇÃO!



EXTRA! NESTE VÍDEO O DEBATE DA GLOBO COMPLETO
No derradeiro debate antes da eleição deste domingo ficou mais uma vez comprovada a superioridade de José Serra, como mais preparado em todos os aspectos. Tem experiência ampla, conhecimento profundo de todos os temas apresentados pelas perguntas dos eleitores. E mais: foi objetivo, dizendo como os problemas podem ser solucionados e, ao mesmo tempo, apontando a inércia flagrante do governo do PT em todas as áreas da administração federal.

Reafirmou o propósito de governar para os brasileiros e não apenas para um partido político, aludindo ao evidente aparelhamento de todas as instâncias estatais pela turma do PT.

Para quem viu o debate ficou mais do que claro que Dilma Rousseff não tem o preparo e muito menos estofo político para lidar com a complexidade do cargo de Presidente da República. Além disso, tem uma dificuldades imensa de articular uma frase com começo, meio e fim. Em certos momento não se entende nada do que ela quer dizer.

Suponho que a maioria dos indecisvos que formulava as perguntas entendeu menos ainda, ao passo que neste aspecto José Serra foi extremamente didático, simples, conciso e dominou o tempo, enquanto Dilma patinou.

É claro que a maioria dos analistas dos jornalões e da própria TV Globo vão tentar equiparar os dois candidatos, o que não corresponde à verdade. Os jornalistas da grande imprensa brasileira quando não são petistas de carteirinha tentam posar como imparciais. A imprensa brasileira quando não apóia o poder também não exprime uma opinião. Especialmente as televisões e o rádio.
A opinião legítima e clara cabe na atualidade brasileira ao jornalismo digital, ou seja, aquilo que estou fazendo aqui no blog e o que vocês podem encontrar nos blogs independentes como este.

Para os eleitores brasileiros tudo está muito claro. Chegamos ao final de uma campanha quando nunca antes na história da República o poder do Estado, o avanço nos cofres públicos e os escândalos tiveram a dimensão que todos estão vivenciando. Dilma, essa desconhecida, foi imposta pelo Lula que do alto de sua suposta populariadade de 100% imaginou que poderia empurrar goela abaixo da população brasileira a sua marionete.

Vemos, apesar disso tudo, que a eleição chega à reta final do segundo turno equilibrada e com a alegre possibilidade de uma virada, de todo necessária para oxigenar a democracia, permitir a saudável alternância do poder.

No caso presente é forçoso reconhecer-se que esta eleição não só é necessária para cumprir a alternância governamental, mas surge como um marco definitivo no que diz respeito ao futuro da democracia e da liberdade no Brasil, haja vista o dito projeto de poder do PT que deseja implantar uma ditadura comuno-bolivariana.

A  primeira medida desse nefasto projeto petista é a censura à imprensa, enquanto a leniência no que respeita à segurança pública faz parte desse maquiavélico plano de domínio do PT, como faz também a destruição dos valores morais, éticos e religiosos cujo o emblema é não a descriminalização do aborto, mas o seu incentivo. Isto implica, sem dúvida, a desconsideração pela vida e a indução ao crime que cresceu assombrosamente durante os últimos oito anos. O PT na verdade não governou, fez marketing político e tratou de desconstruir os valores que dão conformidade à civilização ocidental e que já agonizam o território latino-americano.

Neste aspecto a eleição que se fere neste domingo traz consigo uma pergunta fundamental aos eleitores: se desejam a democracia, o respeito à lei e à ordem e à vida, ou se submeterão aos ditames de um governo de corte socialista-bolivariano nos moldes do que existe atualmente na Venezuela.

Infelizmente a questão política não entrou como devia ter entrado neste último debate. O que me parece é que houve uma deliberada intenção da Rede Globo em pasteurizar a coisa toda. A questão política foi trocada por coisas não menos importantes, mas que estão do jeito que estão exatamente em razão da componente política levada a efeito pelo PT no seu afã de eternizar-se no poder.

Para concluir, nunca é demais reafirmar: José Serra, como em todos os debates e em toda essa campanha foi o grande vencedor. Nunca se curvou, ou baixou a cabeça ou ficou desanimado, mesmo tendo contra si praticamente toda a imprensa nacional; mesmo vendo seus familiares terem seus sigilos quebrados e sua esposa D. Mônica ser caluniada pelo jornal Folha de São Paulo.

Face a tudo isso José Serra já é um vencedor. Demonstrou, como já disse aqui, equilíbrio emocional, conhecimento, experiência e exposição clara de suas idéias, atributos que se exige para quem deseja ser Presidente de um país do tamanho do Brasil. 

No domingo os brasileiros terão a oportunidade de eleger o melhor candidato, o mais preparado que apareceu até hoje no Brasil, além do fato de nos dar a segurança da continuação da democracia e da liberdade, sobretudo da liberdade de expressão, da liberdade de Imprensa. Nem que seja para a Folha de São Paulo caluniar.

Pelo debate final, pelo clima eleitoral que se forma neste finalzinho de campanha José Serra reúne todas as condições de ser o vencedor. O jogo será jogado neste domingo!
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QUEM VENCEU O DEBATE DA GLOBO?
Vote na enquete: aqui

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sexta-feira, outubro 29, 2010

SITE DO PT VOLTA A AMEAÇAR A IGREJA, PROMETE APROVAR PNDH3 DO ABORTO E A IMPLANTAÇÃO DO SOCIALISMO DO SEC. XXI NO BRASIL!

Site do PT volta a ameaçar a Igreja e o movimento cristão contra o abordo e anuncia que Dilma no governo irão massacrar o Estado de São Paulo e o governo de Geraldo Alckmin que a vitória do PT representará o retorno ao governo de Zé Dirceu e José Genoíno e que conseguirão implantar o socialismo do século XXI e aprovar o PNDH3 que liberaliza o aborto e prevê a censura à imprensa.

Ameçam colocar todos os MST e demais bate-paus do PT nas ruas em permanente agitação política. Isto não é brincadeira. Isto não é um delírio, porque está escrito com todas as letras AQUI no site v ermelho do PT, conforme vocês poderão ver com seus próprios olhos. Eis um excerto desse texto que atenta contra o Estado de direito democrático. Transcrevo para que todos possam ficar cientes de que a democracia e a liberdade estão dependendo desta eleição:

"Finalmente poderemos aprovar o Plano Nacional de Direitos Humanos do presidente Lula, e continuar avançando no sentido de democratizar a mídia e fazer a separação definitiva entre Igreja e Estado no Brasil. Com Dilma, quem estará no poder serão os nomes tradicionais da ala mais ideológica do PT. Companheiros valorosos como José Dirceu e José Genoino, ambos agora de volta à política de forma oficial, que estão na luta contra o sistema capitalista há décadas, e conhecem as experiências feitas em outros países rumo ao socialismo do século 21." 

Conclusão: JOSÉ SERRA 45 é a última tábua de salvação para a democracia e a liberdade! Neste momento qualquer vacilo poderá ser fatal. Não desperdice seu voto. Não viaje antes de votar! Pelo menos uma vez na vida faça um pequenino sacrifício pelo BEM DO BRASIL! Garanta um Brasil livre e democrático, com respeito à lei e à ordem, sem escândalos e sem roubos do dinheiro público.

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quinta-feira, outubro 28, 2010

APESAR DO IBOPE, A DECISÃO SERÁ NO VOTO!

O Ibope largou mais uma de suas pesquisas que coloca a candidata do Lula 14 pontos à frente de José Serra. Isto quer dizer que boa parte dos brasileiros é completamente imoral e conivente com o crime, haja vista para o fato de que ninguém pode desconhecer a verdade.

A informação das pesquisas de acompanhamento da Oposição apontam para um empate técnico e a clara possibilidade de virada, que aliás se vê nas ruas.

No primeiro turno os institutos chegaram a afirmar que a candidata do PT teria até 20 pontos à frente de José Serra, enquanto o colunismo político acumpliciado com o PT já dava a eleição como favas contadas e iniciava as análises a respeito do futuro ministério da candidata.

Ora, o resultado do primeiro turno mostrou que a maioria dos brasileiros não se dispôs a sufragar nas urnas todo esse turbilhão de mentiras e iniqüidades.
No primeiro turno a crença em valores morais elevados norteou os eleitores. Resta saberse a maioria dos eleitores resolveu jogar os valores morais na lata do lixo e entregar o Brasil à sanha do PT que deseja amordaçar a Imprensa, tolher a liberdade das pessoas e, finalmente, consagrar a versão botocuda do comunismo a exemplo do que se assiste na Venezuela.

Entretanto, o Montenegro do Ibope sabe que eleição se ganha na urna e não em índices manipulados. Sabe, como sabem os bandoleiros do PT, que a eleição está aberta e vai ser decidida no voto.

E tanto é verdade que os institutos estão completamente desmoralizados e desacreditados pelos erros assombrosos que apresentaram como verdade ao longo desta campanhas eleitoral, mais escandalosa da história do Brasil, onde o uso da máquina pública vem sendo usada sem nenhuma cerimônia.

Repito: quem vota no PT é conivente com o crime. As iniqüidades sustentadas pelo dinheiro público e do crime organizado parecem que podem tudo, mas nenhuma sociedade cresceu e evoluiu pantinando tolerante ante essa afrontosa e nefasta ação protagonizada por Lula e seus sequazes.

Há um momento crítico em que prevalece o altruísmo. A sua completa ausência tem o sentido de sucícido e loucura coletiva.

E para finalizar repito a frase que é lugar comum, mas que encerra a verdade: Se pesquisas eleitorais fossem suficientes para definir uma eleição, simplestemente se acabaria com a eleição. 

Portanto, seguimos para a reta finalíssima do segundo turno com projeções que indicam, no mínimo equilíbrio, e no máximo a surpresa da virada.

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PAPA CONDENA ABORTO E PEDE A BISPOS DO BRASIL QUE ORIENTEM POLITICAMENTEM OS FIÉIS

Em reunião em Roma na manhã desta quinta-feira, 28, o papa Bento XVI conclamou um grupo de bispos brasileiros a orientar politicamente fiéis católicos. Sem citar especificamente as eleições de domingo, o papa reforçou a posição da Igreja a respeito do aborto e recomendou a defesa de símbolos religiosos em ambientes públicos. "Quando projetos políticos contemplam aberta ou veladamente a descriminalização do aborto, os pastores devem lembrar os cidadãos o direito de usar o próprio voto para a promoção do bem comum", disse.

Falando a bispos do Maranhão, Bento XVI reconheceu que a participação de padres em polêmicas podem ser conturbadas. "Ao defender a vida, não devemos temer a oposição ou a impopularidade", continuou. O pontífice se posicionou também sobre o ensino religioso nas escolas públicas e, relembrando a história do País com forte presença católica e o monumento do Cristo Redentor, no Rio, orientou os sacerdotes que encampem a luta pelos símbolos religiosos. "A presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia de seu respeito", concluiu.

Leia abaixo a íntegra do discurso de Bento XVI:

"Amados Irmãos no Episcopado,

Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo" (2 Cor 1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5. Nos nossos encontros, pude ouvir, de viva voz, alguns dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.

Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à. união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina. 

Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf. Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. GS, 76). Continue lendo AQUI

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SERRA RECEBE GRANDE APOIO NO RECIFE

 Serra no Recife nesta quarta-feira: grande repercussão.
Afirmam os institutos de pesquisa e o colunismo político dos jornalões que José Serra praticamente não existe para o Nordeste. Li numa dessas matérias que a campanha de José Serra iria largar de mão o Nordeste e se concentrar apenas nas áreas onde o candidato é melhor posicionado nessas tais pesquisas.

Há pouco, no entando, um leitor me chamou atenção através do twitter afirmando: esta foto (postada acima) é a melhor pesquisa para o candidato tucano, enviando-me através do Twitpic.

A foto retrata um momento da caminhada de José Serra em campanha no Recife, justamente a capital de Pernambuco, Estado que, segundo as pesquisas e os pesquiseiros analistas, Serra leva meia dúzia de votos. Mas, pela animação que cerca o candidato, realmente o clima, como diria, não é tão hostil assim sob o radiante sol nordestino.

É claro que eu não pratico o 'isentismo'. Como já afirmei, tenho lado, o lado da democracia e da liberdade. Nesta disputa José Serra se transformou no fiador da nossa democracia e por isto - e apenas por isto, sem falar nas suas evidentes qualidades como administrador - tem o meu irrestrito apoio.

Nem por isso vou brigar com os fatos. Mas o que sinto nesta reta final da campanha do segundo turno é uma tendência geral pró-Serra muito melhor do que no primeiro turno. Sei que posso estar errado ao afirmar isso. No entanto, vendo que Serra sofre agressões e críticas infundadas de seus adversários e apanha sem parar de praticamente todo o colunismo político dos grandes jornais, sem falar no atentado ocorrido no Rio de Janeiro, quando lhe acertaram a cabeça com objeto contundente (já comprovado pelos laudos de dois peritos) é de admirar momentos de exaltação à sua candidatura como esse ocorrido nesta quarta-feira em Recife, a capital de um Estado onde o tucano não teria a menor chance, segundo os analistas.

Essa indisfarçável tendência que abençoa Serra nessa reta final, refletida nos apoios importantes que recebeu no segundo turno, tanto do Partido Verde quanto da dissidência sulista do PP, além de outras lideranças de peso, insiste em não se fazer presente nas sondagens dos institutos de pesquisa.  Repito que posso estar enganado, mas os fatos estão a indicar que esta eleição continua aberta e pode até mesmo acontecer uma surpresa.

Tanto é que o turbilhão de pesquisas eleitorais não conseguiu desmobilizar a militância da aliança que sustenta a candidatura do tucano. É que no primeiro turno os institutos erraram tanto que as pesquisas já não estão sendo levadas a sério pela Oposição. 

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quarta-feira, outubro 27, 2010

VÍDEO DA CORRENTE DO BEM PELA LIBERDADE



Em pleno século XXI estamos lutando arduamente para manter a democracia. No dia 31 o futuro da democracia estará sendo decidido na urna.

Repasse este vídeo usando as ferramentas de compartilhamento aqui abaixo ou ainda clique no ícone do envelope para enviar daqui mesmo do blog por email para seus amigos, parentes e colegas de trabalho.

Incorpore-se à corrente do bem em favor da democracia e da liberdade. Esta eleição é defintiva para o futuro do regime democrático no Brasil e para a nossa liberdade.

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NÃO HÁ CARTA NA MANGA. TENDÊNCIA É DE VIRADA E POR ENQUANTO EMPATE, ANALISA SÉRGIO GUERRA

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra, disse nesta quarta-feira (27), em Recife (PE), que a oposição "não tem carta na manga" para a reta final da campanha e que confia na "tendência" que afirma existir no eleitorado.

"Não tem carta na manga, tem tendência, e nós achamos que estaremos na eleição em condições exatas de competição", declarou Guerra. "Apostamos nisso, temos dados concretos sobre isso. Foi assim também no primeiro turno. Nesse quadro de disputa, a eleição vai chegar até o dia, e os votos vão resolver."

Segundo o dirigente tucano, "todas as peças estão articuladas, os Estados estão mobilizados e não há rigorosamente muita coisa a fazer, apenas sustentar ao longo dos últimos três dias essa mobilização ativa", afirmou.
Para ele, "há uma tendência" de o PSDB crescer em São Paulo, em Minas Gerais e na região Sul. "Aqui no Nordeste, há estabilidade. Houve um movimento inicial aqui no segundo turno e agora há uma estabilidade", disse.

"O que está se movendo é o Norte para nós favoravelment
e no Pará. O Centro-Oeste nas duas direções, e o Sudeste, em nossa direção", declarou. "Nordeste e Sul estão estáveis."

Guerra disse que, apesar das "tendências", existem "algumas variáveis que serão ou não confirmadas" no dia 31, como as votações nos grandes centros. Ele citou São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. "Não há definição sobre elas, qual o tamanho dos resultados que vão ser alcançados nesses três Estados."
Apenas uma variável, ele diz, não está sob controle: a abstenção. "É algo que não tem previsão. Quem diz que sabe como ela vai se dar, está falando bobagem." Do portal folha.com

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Sponholz: Dil-más companhias

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terça-feira, outubro 26, 2010

PESQUISA GPP MOSTRA POSSIBILIDADE DE VIRADA!

Apoiadores de José Serra tomam as ruas das cidades
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O jornal Diário de S. Paulo publica hoje pesquisa eleitoral nacional feita pelo Instituto GPP. No levantamento, a diferença entre a petista Dilma Rousseff e o tucano José Serra é de 5,5 pontos percentuais nos votos totais e de 6,4 pontos nos votos válidos. A margem de erro é de 1,8 ponto para mais ou para menos. O levantamento foi feito entre os dias 23 e 25 de outubro. A informação é do blog do Reinaldo Azevedo.
CandidatoTotaisVálidos
Dilma Rousseff46,4%53,2%
José Serra40,9%46,8%
Não sabe6,6%
Nulo/Nenhum6,1%

Veja a distribuição dos votos por região, segundo o Instituto GPP
Voto/RegiãoSulSudesteNordesteNorte/CO
Dilma35,1%42,9%56,9%49,3%
Serra52,9%42,6%30,7%42,4%
Nenhum4,1%7,8%5,9%3,2%
Não sabe7,9%6.7%6,5%5,1%

Estando certos os números do GPP, a vantagem de Dilma é dada por sua dianteira folgada no Nordeste (27,08% do eleitorado) e pelo empate no Sudeste: 43,46% do eleitorado. A área de resistência correspondente de Serra é o Sul, só que com colégio muito menor: 14,93% do total.

Sempre supondo que os números estão corretos, pode-se inferir que Serra tem pouco a fazer no Nordeste, e Dilma, pouco a fazer no Sul. Eventuais variações nas regiões Norte e Centro-Oeste interfeririam pouco no quadro porque o peso relativo dessas regiões no total é pequeno: 14,52%.

Com esses números, as chances de uma virada de Serra ou de um alargamento da vantagem de Dilma estão mesmo no Sudeste, onde ambos estão empatados. Em Minas, a diferença em favor da petista  seria de quatro pontos; o tucano lideraria em São Paulo por seis pontos; no Rio, ela estaria 11 na frente. Eventuais mudanças nesse triângulo pode m decidir a eleição. 

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