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sábado, dezembro 31, 2011

GOVERNO HOLANDÊS COMEÇA A ENDURECER COM A MACONHA. TRÁFICO CAMPEIA PELAS RUAS DAS CIDADES HOLANDESAS.

Coffee-shop decorado com pés de maconha na vitrine. Engraçado é que coffee-shops deveríam ser locais onde se poderia degustar um bom café. Mas na Holanda se transformaram em antros de viciados nesse entorpecente. 
A Folha de São Paulo, um jornal, diria de viés descolado e supostamente libertário, supostamente porque costuma abrir espaço em suas páginas para receber artigos de notórios inimigos da liberdade, mandou à Holanda um enviado especial, Fernando Cansian, para cobrir a reação do governo holandês ao tráfico de drogas que campeia nas ruas das cidades holandesas. Eis a reportagem que está na Folha deste sábado. Transcrevo:
O governo da Holanda quer proibir a venda de maconha para estrangeiros no país, restringindo o tradicional consumo nos chamados "coffee-shops" a cidadãos holandeses ou residentes oficiais.
A partir de amanhã, "coffee-shops" nas províncias de Limburg, North-Brabant e Zeeland, no sul do país, devem passar a vender maconha só para holandeses. Mas a fiscalização acontecerá apenas a partir de maio.
Em Amsterdã, que é a capital da Holanda (embora a sede do governo fique em Haia) e tem como uma de suas características o "turismo da cannabis", a proibição passará a valer só em janeiro de 2013, quando os 670 "coffee-shops" licenciados na Holanda poderão estar cobertos pelas novas regras.
A idéia é que os "coffee-shops" funcionem como clubes, onde os usuários serão sócios e receberâo um "weed pass" (passe da maconha). Cada "coffee-shop" poderá ter até 2.000 membros.
A decisão de proibir a venda a estrangeiros foi tomada em maio de 2011 pelo gabinete do primeiro-ministro conservador Mark Rutte e está cercada de polêmica e desinformação entre os donos de "coffee-shops", os usuários da droga e os representantes da área de turismo no país.
Há alguns anos a Holanda vem considerando a proibição. Apesar de anúncios de decisões "definitivas", elas vêm sendo sistematicamente adiadas. A decisão que foi tomada em maio deveria valer para todo o país a partir do dia 1º de janeiro. Mas isso não aconteceu.
Antecipando-se à implantação da regra, donos de "coffee-shops" de Maastricht, capital da província de Limburg (no sul holandês), proibiram eles mesmos a venda de maconha a alguns estrangeiros.
Desde outubro, só são aceitos holandeses e cidadãos da Bélgica e Alemanha, países vizinhos à Holanda. É preciso mostrar o passaporte ou o documento de identificação oficial da União Europeia para entrar -quem não for de um desses três países de fato não entra.
Em entrevista à Folha, a porta-voz do Ministério da Justiça da Holanda, Charlotte Menten, afirmou que desta vez o governo está "determinado" a adotar a proibição.
Mas o governo já adiou de amanhã para 1º de maio o início do controle da polícia para fazer valer o cumprimento das novas regras nas três províncias do sul.

Menten reconhece que o governo ainda desconhece totalmente o impacto que a regra teria sobre a receita do turismo em Amsterdã. Os quase 300 "coffee-shops" da cidade seriam a principal atração para mais de um quarto dos visitantes.
O "turismo da maconha" segue a todo vapor na cidade, para onde milhões de pessoas viajam atrás de drogas, prostitutas em vitrines no "Red Light District", cassinos e diversão.
'DESORDEM'
Em Maastricht, onde foi iniciado o "ensaio" de como seria a proibição, o presidente da Associação de Coffee-Shops Oficiais da cidade, Marc Josemans, diz que a medida se destina a turistas de países mais distantes que, ao chegarem de carro, "perturbam a ordem do trânsito local e causam desordem e destruição, principalmente durante o fim de semana".
"Só que eu sinto vergonha de ter de mostrar a porta da rua para clientes que vêm aqui há 28 anos e que nunca causaram qualquer tipo de problema", diz Josemans, dono do Easy Going.
"Mas estamos sob pressão. É uma tentativa de manter o negócio aberto até que a Holanda volte a ter um governo mais realista", acrescenta.
A decisão dos donos de "coffee-shops" de Maastricht já começou a causar outro tipo de problema: o tráfico de drogas pelas ruas na cidade, que a lei proíbe.

A reportagem da Folha foi barrada no Smoky, que funciona em um barco no rio que corta Maastricht. Do lado de fora, mais de uma pessoa ofereceu a droga a menos de 50 metros do "coffee-shop".
Questionada sobre esse fato -que tende a se agravar quando as regras restringirem a venda aos holandeses, principalmente em Amsterdã-, Charlotte Menten afirmou que o Ministério da Justiça terá "todo o apoio das autoridades policiais para cumprir a lei e conter o tráfico de forma severa". Da Folha de São Paulo desste sábado

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terça-feira, junho 14, 2011

AULA DE DE CULTIVO DA MACONHA NO CAMPUS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

O campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) foi utilizado nesta segunda-feira à tarde para um aula, no mínimo, inusitada: como se cultivar um pé de maconha. A chamada "Oficina de Cultivo de Cannabis" teve 60 "alunos" e foi ministrada pelo antropólogo Sérgio Vidal, autor do livro "Canabbis Medicinal - Introdução ao Cultivo Indoor", lançado à noite em Recife. Durante o evento na UFPE, quinze volumes foram comercializados.
O oficina começou no hall do Centro de Arte e Comunicação (CAC) da UFPE, mas a pedido da diretoria do curso foi transferido para um local ao ar livre, a apenas cinco metros da área onde a aula prática havia começado. De acordo com o Secretário do CAC, Inácio Silva, essa foi a melhor solução para evitar o conflito entre a universidade e os adeptos da maconha:
- O espaço é institucional, e os organizadores não solicitaram autorização para a realização desse evento. O assunto é muito polêmico e complicado e não fica bem discuti-lo dentro de um estabelecimento educacional. Não se pode misturar as duas coisas - disse Silva.
Vidal - que é membro do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas - Conad - já deu várias oficinas, inclusive na Bahia e em São Paulo. Mas em Recife foi a primeira vez que ela ocorreu no campus.
- Em Salvador não foi no campus, mas na sede do Diretório Central de Estudantes, que não é campus, mas uma casa dos estudantes - disse, ressaltando, ainda, que o cultivo doméstico do entorpecente é um meio de conseguir a redução de danos para o usuário da droga.
- A maconha poder causar danos à saúde? Pode. Mas a maior parte dos danos provocados pela marijuana deve-se à proibição dela. É o risco que o usuário sofre ao ir na boca de fumo, é o risco que tem do usuário apanhar da polícia, o risco que tem de fumar uma coisa estragada ou adulterada, porque o traficante não tem preocupação com a qualidade do que ele está vendendo - disse.
Para ele, a melhor saída para o dependente da droga - inclusive para fins medicinais - é cultivá-lo em casa.
- A pessoa tem como controlar a qualidade e se defender do mercado perverso que tem lá fora. Não vai precisar sair de casa, nem ir na boca de fumo, nem transportar maconha, nem correr o risco de ser abordado pela polícia - ressaltou.
O antropólogo reconhece, no entanto, que a recomendação, se seguida, implica em tipificação no Código Penal. Portanto, plantar maconha em casa também é crime.
- Ele pode responder por cultivar para consumo próprio. E vai ter uma pena se for flagrado, não tem prisão, mas vai ter pena sim por essa conduta. Mesmo assim, é menos arriscado. Porque hoje em dia, a pena para quem compra ou porta é a mesma para quem planta para fins medicinais. O que é curioso é que no Brasil o governo reprime quem cultiva para consumo pessoal. Mas quem faz isso está deixando de colaborar com o tráfico de drogas - afirmou.
Na aula, o antropólogo mostrou como se cultiva a erva, que tipo de componentes devem ser utilizados nos jarros e explicou quais as flores que têm o princípio ativo da maconha. Do portal de O Globo

terça-feira, maio 31, 2011

JORNALISMO MACONHEIRO INCENTIVA O ESTADO DE ANARQUIA E INSEGURANÇA PROMOVIDO PELO GOVERNO DO PT!

O debatre sobre a descriminação das drogas tem ocupado um espaço relevante nos últimos dias na grande imprensa. Na maioria dos casos as reportagens e análise sobre este assunto repercutem o que vai pela cabeça daquele pessoal descolado, até porque a maioria dos jornalistas é integrada por maconheiros. E, quando o jornalista não é maconheiro mesmo assim defende a liberação da droga, porque na sua totalidade os jornalistas são militantes do esquerdismo. E, como todos sabem, embora muita gente por conveniência ou oportunismo finja não saber, todo esquerdista defende a droga, os traficantes e toda a imundice correlata que faz da sociedade humana um verdadeiro inferno.
Já viram algum esquerdista defender a lei e a ordem? O resultado está aí. O Brasil já se tornou um dos países mais perigosos do planeta. A população brasileira vive um permanente estresse, ameaçada por todos os lados pelos botucudos assassinos turbinados pelas drogas. A maconha é uma espécie de 'carro de entrada' do mundo das drogas. A maioria dos assassinatos, assaltos e crimes hediondos são perpetrados por botocudos drogados. E quando não estão alucinados pelas drogas matam para roubar com objetivo de comprar droga ou saldar dívida com os traficantes os quais não têm qualquer contemplação e executam todos aqueles que não honraram o compromisso de saldar dívidas com os traficantes.
E o que faz a imprensa que forma a opinião pública? Ora, defende a discriminação das drogas e é primeira a satanizar a polícia. Os jornalistas militantes do esquerdismo estão sempre a favor dos bandidos e contra a lei e a ordem. Os jornalistas são os principais defensores do sistema de governo anárquico que vem sendo levado a efeito pelo PT. 
O Reinaldo Azevedo é dos poucos jornalistas da grande imprensa nacional a denunciar essa vagabundagem sustentada pelo governo PT e seus sequazes. Reportou nesta terça-feira no seu blog uma carta que recebeu do psiquiatra Ronaldo Laranjeira, conhecido e respeitado especialista no tratamento de drogados. Ele conta que participou de um debate promovido pelo Gilberto Dimenstein, o arauto da idiotia politicamente correta que escreve na Folha de São Paulo, e teve que sair do recinto escoltado por seguranças já que a platéia era integrada por maconheiros que ameaçam linchá-lo. Laranjeira foi vítima de uma 'pauta-cilada', ou seja uma arapuca montada por um jornalista para destruir o mais sério responsável participante do debate. 
Reproduzo na íntegra a carta de Ronaldo Laranjeira, porque comprova de forma irretorquível tudo o que tenho afirmado sobre o caráter da maioria dos jornalistas. É isso aí! Leiam:

"Caro Reinaldo,
Sou leitor diário do seu blog e respeito muito o que você escreve e concordo com a maioria das idéias. Em especial, concordo com o falso debate sobre a legalização das drogas. No fundo, é um tema que tem um apelo para a população de Ipanema e Vila Madalena, ou o seu equivalente em cada estado.
Tenho adotado a política pessoal de sempre atender aos jornalistas, mesmo quando fica claro que sou o “caretão de plantão”. Minha intenção é tentar pelo menos fazer um contraponto às muitas das idéias que considero simplistas e salvacionistas. Ou seja, as pessoas defendem que, ao termos maiores facilidades de acesso às drogas, resolveremos os problemas. Somente a força da irracionalidade e do pensamento mágico pode sustentar esse castelo de areia conceitual.
Você mencionou que, na matéria do Fantástico, a proporção foi de 12 pessoas favoráveis e somente eu fui o contraponto. E você usou até mesmo a expressão “desrespeitoso”. Isso tem ocorrido sempre. O pior que passei foi num debate na Folha de S. Paulo, manipulado pelo jornalista Gilberto Dimenstein. Ele colocou quatro favoráveis à maconha contra dois. Além disso, tinha uma platéia absolutamente hostil e que não deixava nem mesmo eu começar qualquer tipo de argumento contra a legalização. Aquela, com certeza, foi uma experiência de desrespeito. Pela primeira vez na minha vida, eu saí de um debate intelectual escoltado por dois seguranças da FSP, pois o lobby dos maconheiros queria me bater.
Enfim, desculpas por me alongar, mas esse debate, infelizmente, vai longe, não porque seja uma prioridade, mas porque um grupo significativo de pessoas, como FHC, Globo, jornalistas, parte do judiciário e o lobby da maconha vão querer fazer história.
Eu defendo um plebiscito para esse assunto. Valeria a pena.
Abraços,
Ronaldo Laranjeira
Professor Titular de Psiquiatria da UNIFESP"

sexta-feira, maio 27, 2011

LIBEROU GERAL! MACONHEIROS FARÃO MARCHA EM FLORIANÓPOLIS E UFSC ACOLHE SEMINÁRIO 'UM MUNDO MAIS LEGAL...'

A juíza de direito Maria Paula Kern, titular da 5ª Vara Cível da Comarca de Florianópolis, indeferiu o pedido de suspensão da Marcha da Maconha Brasil, que acontece neste sábado na Capital. A ação foi ajuizada pelo Centro Terapêutico Vida - CTV e JC - Associação Brasileira de Combate às Drogas, que pediam a suspensão da Marcha da Maconha Brasil.

Os autores alegam que a realização do evento seria ilícita, pois existiria a probabilidade da prática de crime (consumo de droga). De acordo com a magistrada, há impossibilidade jurídica do pedido. Para ela o pedido ofende o bom senso, pois seria uma liminar proibindo o que já é proibido — ela citou como exemplo uma decisão em que se proibisse o furto em uma determinada região.

Para reforçar sua decisão a juíza transcreveu argumentação do magistrado paulista Marcelo Semer, que assinala: "Não há espaço nesse admirável mundo novo para uma democracia que interdite o debate, um Estado que decida apenas ouvindo suas elites, uma política que sirva para o enriquecimento de seus burocratas, e juízes que se estabeleçam como censores."

Marcha na Capital será nesta sábado
A Marcha da Maconha: "Um Mundo Mais Legal" está marcada para este sábado às 16h20min no Trapiche da Avenida Beira-Mar Norte.

O ato é organizado pelo Instituto da Cannabis — InCa e o coletivo Marcha da Maconha Santa Catarina.

Nesta sexta-feira o seminário "Um mundo mais legal: perspectivas de mudança na lei de drogas no Brasil" abre o debate. O evento acontece a partir das 9h30min no Centro Sócioeconômico da UFSC.

Neste ano, a marcha já aconteceu em várias capitais brasileiras, a mais polêmica foi em São Paulo, onde houve confronto entre manifestantes e polícia. Do portal da RBS/Diário Catarinense

domingo, janeiro 16, 2011

MACONHA E BEBIDA ALCOÓLICA EM FESTA DE ESTUDANTES DENTRO DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA. IMPRESSIONANTE! VEJAM O VÍDEO!



No fim da tarde dessa quinta-feira (13), a equipe do Bom Dia DF entrou no subsolo da Universidade de Brasília (UnB) com uma câmera escondida. O corredor de paredes pixadas é conhecido por como corredor da morte. No caminho, salas onde há alguns anos funcionavam laboratórios de física, geologia e que hoje abrigam centros acadêmicos. 

Em horário de aula, uma turma estava reunida para jogar vídeo game e fumar maconha. Em pouco tempo, vários cigarros são preparados e passados de um para o outro. Na sala ao lado, a reunião era regada a muita cerveja, vendida no local. As geladeiras estavam lotadas de bebida. Nas paredes, tabelas de preços.

No início da noite, o encontro se transforma em festa. Para beber, cerveja, pinga e catuaba. A venda e o consumo de bebida alcoólica dentro da universidade são proibidos por uma resolução interna. Mas o prefeito do campus, Paulo César Marques, admite que a norma não é eficiente.

“A resolução diz que é proibido, mas não diz o que acontece com quem não cumpre a determinação. Essa norma está em revisão. O Conselho de Administração da universidade vai aprovar, vai estudar e vai aprovar uma nova norma que pode vir a penalizar”, explica.

A equipe de reportagem foi com o prefeito até o corredor da morte. Ele diz que há menos de uma semana esteve no local acompanhado do reitor da UnB, e afirma que eles não viram qualquer vestígio do que a equipe de reportagem presenciou.

No local onde ocorria a festa, os estudantes hostilizaram a presença da equipe da equipe do Bom Dia DF e do prefeito do campus. Eles tentaram impedir a entrada. “Esse espaço não pode ser fechado a uma autoridade da universidade”, disse Paulo César.

O prefeito ficou fechado na sala por cerca de dez minutos. Ele reafirmou que a reitoria da UnB não tinha conhecimento sobre a venda de bebida alcoólica dentro da área acadêmica.

“Isso [cartaz com preço] não estava aqui quando visitamos. de fato não estava. da mesma forma que ela [estudante] retirou, pode ter colocado com a mesma rapidez. Na sexta-feira, não estava aqui”, sublinhou o prefeito.

Durante toda a confusão, não apareceu nenhum segurança, mesmo a pedido do prefeito do campus.

Paulo César disse que, em março, as salas do subsolo do minhocão devem começar a ser desocupadas. Ele prometeu coibir esse tipo de atividade, com apoio da polícia e da comunidade acadêmica. Do site da Rede Globo/DF


MEU COMENTÁRIO: A dica desta reportagem é do blog Ciência Brasil. A propósito, em post mais abaixo noticiei pesquisa informando que 50% das vagas oferecidas pelas universidades brasileiras não são preenchidas.

Agora precisaria fazer uma pesquisa para ver o desempenho acadêmico do alunado que está nas universidades.

É impressionante e espantoso ver a degeneração da juventude brasileira ocorrendo dentro de uma universidade pública.

quarta-feira, dezembro 08, 2010

FLORIANÓPOLIS: POLÍCIA ESTOURA ESQUEMA DE TRAFICANTES QUE DISTRIBUÍAM COCAÍNA, MACONHA E CRACK EM SC . PRESOS DOIS HOMENS E MULHER

A Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) apresentou na manhã desta quarta-feira dois suspeitos de tráfico de drogas na Grande Florianópolis. Leomar Borges da Silva, de 39 anos, e Ademilson de Mello, 21, são apontados de traficar cocaína, maconha e crack.

Uma terceira pessoa, Inez Terezinha Martins, de 51 anos, também estaria envolvida no esquema e está detida no Presídio Feminino de Florianópolis.

Na madrugada de segunda-feira, a polícia prendeu Leomar, Ademilson e Inez em flagrante com quatro quilos de cocaína na casa da mulher, no Morro da Queimada, na Capital.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Cláudio Monteiro, os dois homens são grandes distribuidores de drogas e vendem entorpecentes para várias regiões do Estado. Do portal do Diário Catarinense