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terça-feira, março 06, 2012

NA BOLÍVIA INSEGURANÇA E VIOLÊNCIA LEVA POPULAÇÃO A QUEIMAR VIVOS OS BANDIDOS

Cidadãos das cidade de El Alto protestam contra insegurança
Um ladrão foi queimado vivo por habitantes da cidade de El Alto, na Bolívia, após ser surpreendido em flagrante roubando uma casa do bairro Río Seco, segundo informou Jorge Toro, diretor da Força Especial da Luta Contra o Crime.
"As pessoas estão enfurecidas em El Alto. No sábado houve três tentativas de queimar outros ladões. Não se permitu o ingresso de policiais em Rio Seco, onde se queimou um homem e se incendiou o automóvel que utilizavam os deliquentes", relatou o chefe policial.
A morte de dois jornalistas há nove dias enfureceu os habitantes de El Alto, a segunda segunda cidade de maior população da Bolívia, que pediram o retorno da pena de morte.
O pedido foi rechaçado pela igreja católica da Bolívia. "Temos que dizer a nossos irmãos que levantam a voz com indignação pedindo morte e morte; que a morte não soluciona a morte, que à morte devemos responder com vida", respondeu o cardeal Julio Terrazas. Do site El Mundo em tradução livre - Leia en español


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quinta-feira, fevereiro 23, 2012

INSEGURANÇA PÚBLICA SOB O O GOVERNO DO PT TENDE A PROVOCAR ÊXODO DAS PESSOAS QUE DISPÕEM DE SITUAÇÃO FINANCEIRA PARA ABANDONAR O BRASIL

Matéria que está na Folha de São Paulo desta quinta-feira, que transcrevo após este prólogo, é aterradora. A esmagadora maioria dos inquéritos policiais sobre assassinatos encerrada não por se haver achado o culpado, mas exatamente por não encontrá-lo.
A profusão de crimes já cobre todo o território brasileiro. Episódios antes restritos apenas aos grandes centros hoje se espalha como fogo em palheiro em todos os rincões do país. 
A persistir essa situação as pessoas que tiverem condições financeiras abandonarão o Brasil. Quando a isto não há dúvida.
Notem que este aumento da violência no Brasil teve um consideravel aumento desde que o PT assumiu o governo  federal e em vários Estados. Basta que cada um faça um balanço de sua vida nos últimos anos e compare com o que vem ocorrendo pelo menos nos últimos cinco anos. Poderá notar que passou a cultivar hábitos atinentes à segurança que jamais imaginaria. 
Os brasileiros de bem não são alvo das políticas de direitos humanos do governo do PT. Pelo contrário, desde que o PT chegou ao poder os direitos humanos são invocados em favor dos bandidos, enquanto a polícia é execrada. A ponto de que na atualidade muitos policiais sentem medo de agir. Sob o governo do PT, pautado pelo pensamento politicamente correto, é muito mais fácil um policial ir para a cadeia do que um bandido. Esta é a lamentável realidade. Leiam esta matéria da FSP desta quinta-feira. É de arrepiar:

Mutirão nacional lançado com o objetivo de retomar investigações de assassinatos ou tentativas de assassinatos que estavam abandonadas teve pouco efeito prático.
A meta estabelecida por governo federal, Justiça e Ministério Público era concluir até o fim do ano passado 143 mil inquéritos abertos antes de dezembro de 2007 e que estavam sem solução.
Até dezembro de 2011, apenas 28 mil, 20% do total, tiveram um fim. E esse fim não resultou em apontar culpados. Cerca de 80% desses 28 mil inquéritos só foram concluídos porque os casos foram arquivados, sem qualquer solução.
O número de casos remetidos para o Ministério Público para que uma denúncia formal fosse oferecida à Justiça é de 4.652. Ou seja, pouco mais de 3% dos 143 mil casos que eram alvo do mutirão tiveram um culpado apontado.
Para um inquérito policial ser arquivado é preciso um parecer do Ministério Público e a concordância da Justiça.
O número de arquivamentos em todo o país só não foi maior porque 69 mil casos que a polícia queria arquivar foram mandados de volta às delegacias pelo Ministério Público sob o argumento de que as investigações eram insuficientes para que culpados não fossem apontados.
O Estado que mais arquivou inquéritos foi o Rio de Janeiro: cerca de 96% das investigações foram encerradas sem a descoberta do criminoso.
A promotora fluminense Renata Bressan nega que tenha havido arquivamento em massa de casos no Estado.
A conselheira do Enasp Taís Ferraz afirma que os inquéritos policiais arquivados podem, no futuro, ser reabertos caso apareçam novas provas que ajudem a encontrar culpados pelos casos de homicídio ou tentativa de homicídio.
Com o fracasso do mutirão, o Enasp (Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública), que reúne o Ministério da Justiça e os conselhos de Justiça e do Ministério Público, resolveu adiar o prazo de conclusão dos inquéritos para abril deste ano -não são previstas punições para o não cumprimento da meta.
FALHAS
Delegados e promotores atribuem o volume de arquivamentos a falhas de investigação. Há inquéritos sem autores ou testemunhas e suspeitos identificados como "Yara de Tal" ou "Zé Gordo". Também há crimes prescritos ou em que o autor já morreu.
"Não é só falha na investigação, mas ausência de investigação por falta de estrutura", diz o promotor Paulo Panaro, do Espírito Santo. Matéria da Folha de S. Paulo desta quinta-feira

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sexta-feira, fevereiro 03, 2012

URGENTE! BAHIA VIVE CLIMA DE GUERRA! BANDIDOS PROMOVEM MEGA-ARRASTÃO, ASSASSINATOS, LOJAS SAQUEADAS E QUEBRA-QUEBRA!

Comércio está sendo saqueado em Salvador
O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), anunciou na noite desta sexta-feira em rede estadual de rádio e TV que a Justiça determinou a prisão de 12 pessoas ligadas à greve dos policias militares do Estado.
O petista não citou os nomes das pessoas a serem presas. Assessores do governador também não revelaram os nomes, que estão sendo mantidos em sigilo. O anúncio aumentou a tensão na Assembleia Legislativa, onde os grevistas estão acampados.
"Não podemos conviver com um movimento já decretado ilegal pela Justiça", disse Wagner. A PM da Bahia, segundo ele, "não pode permitir se transformar num instrumento de intimidação e desordem".
O governador disse não aceitar que "um pequeno grupo, de forma irresponsável, cometa atos de desordem para assustar a nossa população".
MORTES E SAQUES
Com a greve da Polícia Militar, Salvador viveu um dia de forte alta do número de assassinatos e de ataques ao comércio, nesta sexta-feira. Shows foram cancelados e lojas fecharam após onda de violência.
Shows do Olodum e de outras bandas de axé music foram cancelados até o fim de semana. A apresentação da cantora Ivete Sangalo, marcada para hoje, na Praia do Forte, também foi adiada.
Ontem à noite, o músico do Olodum Denilton Souza Cerqueira, 34, voltava para casa em sua moto quando foi baleado por dois assaltantes no bairro da Mata Escura, onde vivia. O músico foi levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. 
Da meia-noite até as 18h de hoje, foram registrados 20 homicídios na região metropolitana, segundo a Secretaria de Segurança Pública. No mesmo dia da semana passada, houve 13 assassinatos ao longo de 24 horas.
No Pelourinho, o policiamento passou a ser feito por homens do Exército, com metralhadoras e fuzis. Nem a ostentação das armas de guerra nem a presença dos militares amenizaram o clima de insegurança no local.
A joalheria H.Stern fechou as portas ao meio-dia. Outras lojas do centro histórico também reduziram o horário de funcionamento desde quinta-feira, por temerem que os saques se alastrem para a região turística.
Em outro ponto de grande fluxo turístico, o farol da Barra, a presença de visitantes foi 70% menor ontem, segundo estimativa de comerciantes da região. No local, havia apenas um carro da PM durante a tarde.
Ao menos cinco lojas tiveram os estoques saqueados no bairro da Liberdade, de acordo com relatos de comerciantes e moradores a rádios e televisão. A Polícia Civil diz que os donos das lojas ainda não haviam registrado as ocorrências até as 12h de hoje.
REFORÇO
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, general José Carlos De Nardi, e a secretária Nacional da Segurança Pública, Regina Miki, desembarcam na manhã de sábado (4) em Salvador para acompanhar as operações das Forças Armadas no Estado.
Tropas do Exército começaram a fazer o patrulhamento nas ruas de Salvador no início da tarde desta sexta-feira. Também já estão em Salvador 150 homens da Força Nacional e outros 500 deverão chegar até o fim do dia de amanhã. O Exército também deverá encaminhar, ao todo, 2.000 homens até o próximo domingo (5).
NEGOCIAÇÃO
O governo estadual recebeu uma pauta de reivindicações de seis associações de policiais, mas não aceita negociar com a Aspra (Associação dos Policiais e Bombeiros da Bahia), entidade que lidera a greve.
A Secretaria de Segurança Pública da Bahia informou que a sede da Aspra foi lacrada por determinação da Justiça, após um pedido do Ministério Público.
Com isso, disse a secretaria, fica proibida a realização de assembleias e reuniões entre os integrantes da Aspra. Do site da Folha.com

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quinta-feira, outubro 06, 2011

SOCIEDADE BRASILEIRA JÁ É REFÉM DOS BANDOLEIROS! É HORA DAS FORÇAS ARMADAS AGIREM EM DEFESA DA LEI E DA ORDEM. CHEGA DE ANARQUIA, VIOLÊNCIA E IMPUNIDADE!


Vejam esta reportagem. O que eu venho escrevendo alertando para o fato de que Florianópolis é um caldeirão de violência é pouco. Na verdade não há cadeia nem contingente policial suficientes para prender todos os esses criminosos. Mais ao final do vídeo ouça o que diz o coronel da Polícia Militar sobre o caso dos menores delinquentes, bandidos crueis e impunes. Ouça o que diz o tenista Guga Kuerten que foi objeto de post que escrevi nesta quarta-feira mais abaixo aqui no blog.
 

Vejam este vídeo até o final. 

E vejam, finalmente, como os fatos que estão neste vídeo decorrem da maldição do pensamento politicamente correto transformado em lei que protege a vangabundagem e penaliza os cidadãos honestos.


Notem que atualmente as pequenas cidades, como é o caso de São Pedro de Alcântara, que compreede a região da Grande Florianópolis, com apenas cerca de 5 mil habitantes, tornam-se o alvo das quadrilhas que explodem caixas eletrônicos, já que contam com um pequeno aparato policial. Nunca houve isto em toda a história do Brasil NUNCA!


A situação chegou num limite extremo. Ou as autoridades agem e põem fim ao banditismo ou a sociedade irá se organizar armada para liquidar essa peste que nos tira o direito de viver em paz.


E mais uma vez alerto: a escalada de violência tornou-se aguda no Brasil depois que o PT chegou ao poder e constituiu um Ministério de Direitos Humanos para execrar as polícias e as Forças Armadas e todos aqueles que levantam a sua voz contra esse descalabro em termos de segurança pública. E, por incrível que pareça, bandidos são tratados como vítimas de "exclusão social", o que é uma mentira histriônica, uma sacanagem desses celerados comunistas que estão no poder. Eles são os culpados. Foram eles que transformaram a idiotia do pensamento politicamente correto em lei. Estamos reféns da vagabundagem liderada pelo Lula, a Dilma, o Zé Dirceu e demais terroristas que fincaram suas garras no coração do Brasil.


Está na hora da sociedade se organizar e fazer valer a lei e a ordem. Se não for por bem será pelas Forças Armadas, como foi em 1964! Afinal, Exército, Aeronáutica e Força Aérea não são para tocar tambor e marchar no dia 7 de Setembro, mas para atuar em defesa dos cidadãos decentes e honestos que deploram a anarquia, o terrorismo e clamam por segurança.


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terça-feira, maio 31, 2011

JORNALISMO MACONHEIRO INCENTIVA O ESTADO DE ANARQUIA E INSEGURANÇA PROMOVIDO PELO GOVERNO DO PT!

O debatre sobre a descriminação das drogas tem ocupado um espaço relevante nos últimos dias na grande imprensa. Na maioria dos casos as reportagens e análise sobre este assunto repercutem o que vai pela cabeça daquele pessoal descolado, até porque a maioria dos jornalistas é integrada por maconheiros. E, quando o jornalista não é maconheiro mesmo assim defende a liberação da droga, porque na sua totalidade os jornalistas são militantes do esquerdismo. E, como todos sabem, embora muita gente por conveniência ou oportunismo finja não saber, todo esquerdista defende a droga, os traficantes e toda a imundice correlata que faz da sociedade humana um verdadeiro inferno.
Já viram algum esquerdista defender a lei e a ordem? O resultado está aí. O Brasil já se tornou um dos países mais perigosos do planeta. A população brasileira vive um permanente estresse, ameaçada por todos os lados pelos botucudos assassinos turbinados pelas drogas. A maconha é uma espécie de 'carro de entrada' do mundo das drogas. A maioria dos assassinatos, assaltos e crimes hediondos são perpetrados por botocudos drogados. E quando não estão alucinados pelas drogas matam para roubar com objetivo de comprar droga ou saldar dívida com os traficantes os quais não têm qualquer contemplação e executam todos aqueles que não honraram o compromisso de saldar dívidas com os traficantes.
E o que faz a imprensa que forma a opinião pública? Ora, defende a discriminação das drogas e é primeira a satanizar a polícia. Os jornalistas militantes do esquerdismo estão sempre a favor dos bandidos e contra a lei e a ordem. Os jornalistas são os principais defensores do sistema de governo anárquico que vem sendo levado a efeito pelo PT. 
O Reinaldo Azevedo é dos poucos jornalistas da grande imprensa nacional a denunciar essa vagabundagem sustentada pelo governo PT e seus sequazes. Reportou nesta terça-feira no seu blog uma carta que recebeu do psiquiatra Ronaldo Laranjeira, conhecido e respeitado especialista no tratamento de drogados. Ele conta que participou de um debate promovido pelo Gilberto Dimenstein, o arauto da idiotia politicamente correta que escreve na Folha de São Paulo, e teve que sair do recinto escoltado por seguranças já que a platéia era integrada por maconheiros que ameaçam linchá-lo. Laranjeira foi vítima de uma 'pauta-cilada', ou seja uma arapuca montada por um jornalista para destruir o mais sério responsável participante do debate. 
Reproduzo na íntegra a carta de Ronaldo Laranjeira, porque comprova de forma irretorquível tudo o que tenho afirmado sobre o caráter da maioria dos jornalistas. É isso aí! Leiam:

"Caro Reinaldo,
Sou leitor diário do seu blog e respeito muito o que você escreve e concordo com a maioria das idéias. Em especial, concordo com o falso debate sobre a legalização das drogas. No fundo, é um tema que tem um apelo para a população de Ipanema e Vila Madalena, ou o seu equivalente em cada estado.
Tenho adotado a política pessoal de sempre atender aos jornalistas, mesmo quando fica claro que sou o “caretão de plantão”. Minha intenção é tentar pelo menos fazer um contraponto às muitas das idéias que considero simplistas e salvacionistas. Ou seja, as pessoas defendem que, ao termos maiores facilidades de acesso às drogas, resolveremos os problemas. Somente a força da irracionalidade e do pensamento mágico pode sustentar esse castelo de areia conceitual.
Você mencionou que, na matéria do Fantástico, a proporção foi de 12 pessoas favoráveis e somente eu fui o contraponto. E você usou até mesmo a expressão “desrespeitoso”. Isso tem ocorrido sempre. O pior que passei foi num debate na Folha de S. Paulo, manipulado pelo jornalista Gilberto Dimenstein. Ele colocou quatro favoráveis à maconha contra dois. Além disso, tinha uma platéia absolutamente hostil e que não deixava nem mesmo eu começar qualquer tipo de argumento contra a legalização. Aquela, com certeza, foi uma experiência de desrespeito. Pela primeira vez na minha vida, eu saí de um debate intelectual escoltado por dois seguranças da FSP, pois o lobby dos maconheiros queria me bater.
Enfim, desculpas por me alongar, mas esse debate, infelizmente, vai longe, não porque seja uma prioridade, mas porque um grupo significativo de pessoas, como FHC, Globo, jornalistas, parte do judiciário e o lobby da maconha vão querer fazer história.
Eu defendo um plebiscito para esse assunto. Valeria a pena.
Abraços,
Ronaldo Laranjeira
Professor Titular de Psiquiatria da UNIFESP"

sexta-feira, abril 15, 2011

PRESIDENTE DA OAB DIZ O QUE JÁ DEVERIA TER DITO: CAMPANHA DO DESARMAMENTO É 'CORTINA DE FUMAÇA'. PRECISA É COMBATER CRIMINALIDADE

Para o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, a proposta do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) , de um plebiscito nacional sobre o comércio de armas de fogo pode ser considerada "uma cortina de fumaça para desviar o foco dos reais problemas". Na avaliação de Ophir Cavalcante, o que o país precisa, na verdade, é de um plano nacional de segurança pública, de forma a combater o comércio ilegal de armas e munição, que é o grande propulsor da violência.

- Hoje, vive-se no Brasil uma verdadeira guerra civil urbana pela ausência de uma política clara, consistente e efetiva de combate à criminalidade e o tráfico de armas - afirmou, ressaltando que já houve um referendo em 2005 :

- O plebiscito pode ser uma cortina de fumaça para desviar o foco dos reais problemas de segurança que devem ser enfrentados pelo governo, além de se constituir num desrespeito à vontade popular legitimamente expressada no referendo de 2005

Ainda segundo o presidente nacional da OAB, o governo precisa cuidar da questão da segurança pública como um problema social macro.

- É necessário um olhar nacional e global a respeito de uma política de segurança pública para nosso país - finalizou Ophir.

A proposta de realização de um plebiscito em outubro próximo para que a população brasileira decida se apoia ou não a comercialização de armas de fogo e munição no país divide os partidos no Senado. Em debate, senadores alertaram para o fato de que aprovar o plebiscito pode ser uma decisão precipitada, sem condições de ser executada de fato ainda este ano. A oposição - PSDB e DEM - se posiciona contra a realização em outubro próximo. O líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), concorda com o plebiscito, mas só em 2012, alegando que não há previsão de recursos orçamentários para a realização este ano.

O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), mostrou contrariedade diante da proposta do presidente do Senado. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, também se posicionou:

- A parte de desarmamento diz respeito à segurança, aos problemas do Ministério da Justiça. Se o Ministério da Justiça pretende ter o auxilio das Forças Armadas, aí é outra coisa. Mas a gerência e as decisões são com o Ministério da Justiça.

Na solenidade de instalação no Senado da Subcomissão Permanente em Defesa da Mulher, a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, defendeu nesta terça-feira a proposta para realização de um novo referendo popular sobre o comércio de armas. Do portal de O Globo


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quarta-feira, março 30, 2011

POLICIAIS FAZENDO RONDA DE BICILETA? ISTO PODE DAR CERTO NA NORUEGA.

Vejam esta matéria que está no site G1 e que transcrevo após este prólogo. Os moradores dos Jardins, em São Paulo, pedem que a Polícia utilize bicicletas para fazer a segurança do bairro. Enquanto isso os bandoleiros usam motocicletas, automóveis, armas pesadas e ainda contam com a impunidade e a bênção dos direitos humanos invocada pela patrulha politicamente correta. Florianópolis, que era uma das capitais mais tranqüilas,  tornou-se um valhacouto de botocudos assaltantes. A ordem e o progresso que sempre caracterizaram o Estado de Santa Catarina, vêm sendo vilipendiadas. Estatísticas apontam que há um homicídio a cada hora em Santa Catarina e as duas cidades mais violentas são Joinville e Florianópolis, sendo que a ex-adorável 'Floripa' é a campeã dos assassinatos, furtos, roubos e assaltos.
Assim sendo, policiais fazendo a segurança de ruas utilizando biciletas como quer a população dos Jardins em São Paulo, é uma idéia que pode dar certo na Noruega.
Quando José Serra, durante a última campanha presidencial defendeu um rigoroso plano de segurança pública foi alvo de gozação não só pela turma do PT, mas sobretudo pelo colunismo político militante da idiotia esquerdista politicamente correta.
Dá uma saudade danada dos militares que no dia 31 de março de 1964, acabaram com a baderna e implantaram um governo que mudou a história do Brasil. O diabo é que agora querem punir justamente eles, os militares, enquanto o banditismo impera nas ruas. 
Vejam aqui o resultado da ação da patrulha politicamente correta. Falta só exigir que os policiais andem desarmados:

Uma série de medidas serão implementadas pela Polícia Militar nos próximos dias para melhorar a segurança na região dos Jardins, bairro nobre de São Paulo. Dentre elas, haverá intensificação no patrulhamento, fiscalização e cadastro de vigilantes, uso de bicicletas pelos policiais militares nas rondas nas ruas e interligação de sistemas de câmeras de vigilância com a Polícia Militar.
As ações foram anunciadas após reunião na manhã desta quarta-feira (30) entre representantes da Associação Ame Jardins com o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, com o comandante-geral da PM, coronel Álvaro Batista Camilo, e com o delegado-geral de polícia, Marcos Carneiro Lima.
Ferreira Pinto manifestou sua preocupação com as ocorrências registradas na região. “Uma época utilizamos a Rota, mas não podemos colocar só aqui nessa região. Temos como objetivo colocar a Rota na periferia, onde a polícia tem uma presença precária. Aqui vamos intensificar com motos, bicicletas e monitoramento”, disse.
A região dos Jardins é o local com o maior número de vigilantes clandestinos da cidade, de acordo com o delegado-geral Marcos Carneiro. “Há uma delegacia especializada no Departamento de Identificação e Registros Diversos (Dird) só para registro dos vigilantes. Os vigilantes de empresa são controlados pela Polícia Federal, mas isso não impede que na ação de patrulhamento seja feita a verificação para saber se o vigilante armado está devidamente autorizado”.
A pedido dos moradores da região, os policiais militares passarão a utilizar bicicletas no patrulhamento de rua. “Temos a quantidade de bicicletas suficiente, vamos avaliar quantas serão necessárias, já que o patrulhamento é feito em duplas”, afirmou o coronel Camilo.
Outro pedido frequente dos moradores da região é a utilização de câmeras de monitoramento. O responsável por um empresa de segurança privada doou quatro câmeras de vigilância, que, segundo Camilo, serão interligadas com a PM e estarão em funcionamento nos próximos 30 dias.
Outra novidade é o uso de GPS, que possibilita localizar viaturas, motocicletas ou bicicletas mais próximas da ocorrência para um atendimento mais rápido e eficaz.
O encontro terminou com o anúncio de que as duas bases da Polícia Militar localizadas nos Jardins passarão a registrar boletins de ocorrência, como já é feito em bases da Zona Leste da capital. Do site G1

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

PORTARIA DE LULA BAIXADA NO ÚLTIMO DIA DE SEU GOVERNO INIBE A AÇÃO POLICIAL E FAZ AUMENTAR A INSEGURANÇA PÚBLICA EM TODO O PAÍS

Aqui em Santa Catarina, um Estado que antes da chegada PT ao poder era dos mais tranqüilos, hoje registra um homicídio a cada 24 horas, segundo recente levantamento que postei aqui no blog. O banditismo não assombra apenas o Estado de Santa Catarina, especialmente Florianópolis e Joinville, mas se espalhou por todo o Brasil e alcança os mais remotos rincões do território nacional. Os cidadão não têm mais segurança para transitar pelas ruas. 
Para completar seus oito anos afagando bandidos e invocando os direitos humanos para a corja de assassinos Lula assinou no último dia de seu governo uma portaria que limita a utilização de armas de fogo pela polícia e é tema de um editorial do jornal O Estado de S. Paulo que transcrevo após este prólogo. Na verdade essa diretriz inibe a ação da polícia que já vem sendo cerceada desde que o PT se encastelou no poder. Representa um maná para os criminosos que, como se tem visto estão armados até os dentes e utilizam armamentos pesados e de alta letalidade contra o povo brasileiro.
Tal procedimento por parte do governo do PT é reflexo da vagabundagem ideológica esquerdista que continua alegando que os atos criminosos decorrem de injustiças sociais, o que é uma deslavada mentira, uma sacanagem contra os cidadãos brasileiros hoje à mercê desses semoventes assassinos brutais. 
A difusão dessa bestial ideologia comunista botocuda é lamentavelmente levada a efeito pela grande imprensa brasileira dominada pela patrulha de jornalistas petistas sempre prontos a execrar a ação policial. Tanto é que não há um só artigo da lavra de jornalistas dos grandes veículos de comunicação do país que defendam a polícia e os policiais. Muito pelo contrário. As coberturas que fazem de conflagrações que ocorrem em defesa da lei e da ordem sempre transformam os bandidos em vítimas e a polícia em algoz.
Sem o exemplo do primeiro mandatário da Nação de valorização das polícias e das Forças Armadas e do reconhecimento de que fazem parte do conjunto das instituições democráticas, a escalada do terror e do crime não será detida no Brasil. Pelo contrário, aumentará, como de fato está aumentando de forma vertiginosa. Acresce a tudo isso para intranquilidade da Nação a ação solerte dos jornalistas da grande mídia que menosprezam os órgãos de segurança pública e as Forças Armadas e insuflam permanentemente o ódio da população à instituição policial. 
Tanto é que essa portaria chega só agora ao conhecimento público pelo editorial do Estadão embora os setoristas dos grandes jornais que atuam na cobertura do Palácio do Planalto com toda certeza sabiam dessa portaria da insegurança antes mesmo de sua publicação oficial. Leiam na íntegra o editorial do Estadão intitulado timidamente 'O uso de armas pela polícia', que embora não vá ao âmago da questão detalha o alcance dessa nefasta iniciativa de Lula no apagar das luzes de seu desgoverno:
Passou praticamente despercebida do público a assinatura, no último dia do governo Lula, da Portaria Interministerial n.º 4.226/10, que limita a utilização de armas letais pelas forças policiais do País. Segundo as novas diretrizes, o agente de segurança pública só poderá disparar sua arma em caso de "legítima defesa própria ou de terceiro contra perigo iminente de morte ou lesão grave".
As diretrizes fixadas pela portaria devem ser obedecidas pelos agentes da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, do Departamento Penitenciário Federal e da Força Nacional de Segurança Pública. Não têm, portanto, caráter compulsório para os órgãos estaduais de segurança pública.
Entre outras inovações, a Portaria n.º 4.226/10 determina que, a partir de abril, os agentes policiais devam portar, no mínimo, dois instrumentos de baixo potencial ofensivo, além de arma de fogo. Pelas novas regras, o uso da força deverá obedecer às convenções e tratados internacionais de proteção aos direitos humanos e "aos princípios da legalidade, da necessidade, da proporcionalidade, da moderação e da conveniência". Os tiros de advertência, portanto, não são "prática aceitável".
A Portaria n.º 4.226/10 recomenda ainda que os agentes policiais não apontem armas de fogo contra pessoas, durante os procedimentos de abordagem, e proíbe que atirem contra veículos que desrespeitarem bloqueios policiais em vias públicas - a não ser quando o ato representar risco imediato de morte ou lesão grave aos agentes ou a cidadãos.
As novas regras foram preparadas pelo Ministério da Justiça e pela Secretaria de Direitos Humanos, da Presidência da República, e seu alcance está provocando polêmica nas áreas de segurança pública. A portaria destina-se aos órgãos federais de segurança.
No entanto, seu artigo 4.º determina que os Estados que quiserem receber recursos federais para a área de segurança pública terão de enquadrar suas Polícias Civil e Militar nas novas regras. Os governos estaduais que não seguirem as determinações da portaria não receberão verbas federais para treinamento e para aquisição de viaturas, armas e equipamentos policiais. Vários secretários de Segurança Pública e dirigentes das polícias estaduais alegam que há muito tempo adotam técnicas de "uso progressivo da força", que são previstas por leis - e não por simples portarias.
É o caso do comandante da Polícia Militar de São Paulo, coronel Álvaro Batista Camilo, para quem a portaria é uma cópia do que já acontece no Estado. Segundo ele, desde 1999 os 100 mil homens da corporação fazem, em média, 30 mil abordagens com armas de fogo por dia, seguindo os procedimentos consagrados pela Portaria de 31 de dezembro. Já o secretário de Defesa Social de Minas Gerais, Lafayette Andrada, afirma que a polícia mineira, desde 2002, treina seus homens em técnicas de uso de armas não letais, capacitando-os para o policiamento comunitário.
As críticas mais contundentes à Portaria n.º 4.226/10 partem de entidades de delegados e de investigadores de polícia. Seus dirigentes afirmam que, por fazer exigências impossíveis de serem atendidas e conter dispositivos irrealistas, como a proibição do uso de armas de fogo em bloqueios policiais, ela teria sido escrita por quem não tem experiência na linha de frente do combate à criminalidade. "Por que assaltantes em fuga respeitariam um bloqueio, se não existe a possibilidade de interceptação do carro para identificação?" Faltou debate com aqueles que conhecem a atuação policial, afirma Reinaldo de Almeida Cesar, secretário de Segurança Pública do Paraná e ex-diretor da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal. A entidade está propondo ao ministro da Justiça, Martins Cardozo, a revisão de algumas das novas regras.
Algumas dessas críticas são procedentes, mas a portaria tem o mérito de padronizar condutas e procedimentos. Isso ajuda a coibir abusos, evitando que os agentes exorbitem de suas prerrogativas, aumenta a eficácia das operações e dá mais segurança à sociedade. Do portal do Estadão

segunda-feira, janeiro 17, 2011

BANDIDOS ENCAPUZADOS INVADEM RESIDÊNCIA DE DESEMBARGADORA EM SANTA CATARINA

A Polícia Civil de Laguna, no Sul de Santa Cataria, prendeu na manhã desta segunda-feira oito homens que entraram durante a madrugada no sítio da desembargadora do Tribunal de Justiça de Santa Catarina Salete Sommariva. O sítio está localizado no bairro Nova Fazenda, em Laguna.

De acordo com o delegado Rubem Thomé, os homens estavam armados e encapuzados. Foram apreendidos dois notebooks, um revólver calibre 38 e dois veículos da desembargadora, entre eles um Citröen C4.

A família da desembargadora ficou refém dos bandidos por cerca de duas horas. Houve troca de tiros com a polícia durante a fuga dos bandidos. Uma pessoa foi baleada. Do portal RBS/Diário Catarinense


MEU COMENTÁRIO: Está aí mais um episódio de violência em Santa Catarina. A única solução para extirpar essa maldição é a adoção do sistema de segurança conhecido como TOLERÂNCIA ZERO e que implicará na montagem de barreiras nas BRs, rodoviárias e aeroportos em todo o Estado e a polícia nas ruas descendo o sarrafo nos bandoleiros.

Se isto não for feito com todo o rigor o Estado de Santa Catarina tornar-se-á um covil de bandidos. O clima já é de insegurança e medo em todo o Estado. 

Note-se que o Estado de Santa Catarina sempre foi um Estado pautado pela tranqüilidade e pela ética do trabalho. Entretanto, depois de oito anos do governo federal nas mãos do PT o banditismo se espalhou por todo o Brasil chegando às outroras pequenas, tranqüilas e ordeiras cidades catarinenses, como é o caso de Laguna, palco dessa invasão à residência de uma Desembargadora!
As autoridades estaduais têm de agir com firmeza. Terão o apoio irrestrito da população catarinense que hoje vive um cotidiano de horror.

quarta-feira, dezembro 01, 2010

SECRETÁRIO DA INSEGURANÇA DO RIO DE JANEIRO CONFESSA: "MINHA PRETENSÃO NÃO É ACABAR COM O TRÁFICO"

Esta é a geração Y brasileira: cheia de garra e vontade
O secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, disse nesta terça-feira que não tem a pretensão de acabar com o tráfico de drogas no Estado.  "Minha pretensão não é acabar com o tráfico: ele existe em Londres, em Paris. O que é inaceitável é a pessoa ser vigiada, é levar o filho na escola e ver um homem com um fuzil", afirmou Beltrame.

Nos holofotes desde a semana passada, quando começou a megaoperação policial no Rio, Beltrame respondia às perguntas de usuários do Twitter. Os participantes - cerca de 300 no auge da transmissão - enviavam as mensagens por escrito ao secretário. Uma assessora então as selecionava e as lia a Beltrame, que respondia ao vivo, transmitido por uma "twitcam".

A maior parte das mensagens parabenizava o secretário pelas operações, mas também houve perguntas críticas, como uma que questionava quais eram as garantias de que os traficantes expulsos das favelas não voltariam a se armar. "Não existe garantia. Ninguém vai assinar um cheque em branco. Mas não fazer (a operação) sob a alegação de que o traficante vai voltar é muito fácil. A gente apresentou uma solução concreta, e agora é outra realidade para manter isso", respondeu Beltrame.

Formação. O secretário afirmou que a ocupação de áreas ainda controladas por traficantes levará tempo. "Temos que ir por partes, formar policiais com outro perfil, de polícia comunitária, e aí entrar nas comunidades. Isso demanda tempo, não podemos fazer de forma atabalhoada." Segundo ele, o "Rio ficou muito tempo sem se preocupar com a polícia, com as academias sem nenhuma lógica para fazer concursos".

O secretário afirmou que a operação policial em curso no Estado, que resultou na ocupação do Complexo do Alemão e da Vila Cruzeiro, tradicionais redutos de facções criminosas, aconteceu 14 meses antes do previsto. Segundo Beltrame, os planos foram antecipados porque as forças de segurança perceberam que grupos criminosos haviam se articulado para promover ataques por toda a cidade, em resposta à implantação de postos policiais em favelas anteriormente controladas por traficantes.

Beltrame também tratou das denúncias de abusos cometidos nas favelas recém-ocupadas - alguns moradores afirmam que tiveram o patrimônio danificado por policiais nas revistas.

Ele disse que as forças de segurança estão à procura de famílias que se queixaram das ações e que, se comprovadas as irregularidades, os policiais serão punidos e as famílias poderão ser ressarcidas. "Mas precisamos de denúncias sérias. Se só levantar a bola e não provar, vamos ficar no achismo, no denuncismo."

O secretário ainda afirmou que a polícia não tem condições de evitar que traficantes fujam para outros Estados. "Tem muita gente (criminosos) daqui que vai para o Nordeste, e temos que ir lá fazer as prisões, mas não temos condição de não permitir que vão para lá".

Forças Armadas. Nesta terça-feira, o governo do Rio formalizou um pedido ao Ministério da Defesa para que as Forças Armadas permaneçam atuando no Estado até outubro de 2011.

O presidente Lula aceitou o pedido, dizendo que os militares ficariam à disposição do Estado o tempo que fosse necessário para garantir a paz. O prazo de 11 meses, maior do que o previsto inicialmente, foi adotado "por precaução", segundo o governador Sérgio Cabral, que disse que o período será usado para formar policiais para atuar em Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) no Complexo do Alemão e na favela de Vila Cruzeiro.

Na segunda-feira, Cabral havia dito que solicitaria a presença de pelo menos 2 mil militares para as operações de pacificação do Complexo do Alemão. Do portal do Estadão

MEU COMENTÁRIO: Ora, Beltrame, isso o Brasil inteiro já sabia, principalmente depois que a Rede Globo mostrou os bandoleiros fugindo em massa da Vila Cruzeiro. 

Desde o início de todo esse oba-oba é destinado a criar um clima, digamos, mais civilizado para a Copa do Mundo. Só um idiota pode acreditar que tudo não passa de maquiagem. O lixo ocidental permanece intocável. 

O Brasil está se tornando um favelão gigante dominado por bandoleiros que já possuem maiores poderes que os poderes constituídos da República.

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