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quarta-feira, abril 18, 2012

BRIGA DE CACHORRO GRANDE: SE QUISER, CARLINHOS CACHOEIRA MANDA BOA PARTE DA REPÚBLICA PELOS ARES!

A  análise que o jornalidsta Reinaldo Azevedo postou em seu blog resume tudo sobre essa CPI do Cachoeira. Vale a pena ler. Aliás, o blog do Reinaldo Azevedo é dos poucos blogs alojados em portal da grande mídia que, quase solitário, dá o tom para o que resta de oposição no Brasil. 
A bem da verdade é o blog do Reinaldo que provavelmente traz o maior número de leitores para o site da revista Veja que, é bom frisar, de uns tempos para cá se dedica mais àquelas matérias sobre dietas para emagrecer e futilidades correlatas. Todavia continua sendo o site mais confiável da grande imprensa brasileira, se não o único.
Espero que o Civita não deixe a peteca cair. Leiam então a análise do Reinaldo sobre a CPI:

O pior que poderá acontecer ao país e às instituições é a instalação de uma CPI sob o signo do medo, que acabará não investigando porcaria nenhuma! Do clima de guerra, com a faca nos dentes e os olhos injetados de sangue, chegar-se-ia, para recorrer a uma palavra que caiu em desuso como conceito político, à CPI da “détente“, da inimizade cordial. Ninguém se atreveria a detonar primeiro o, digamos assim, artefato nuclear. Escolher-se-iam alguns bodes expiatórios, e pronto! Mas quem seria servido em postas apenas para fazer as honras da casa? Cachoeira aceitaria ir para o matadouro sem levar junto a Delta? Demóstenes iria para o sacrifício, preservando outros tantos íntimos do esquema Cachoeira?
O que há de governistas furiosos com Dirceu e seu estafeta, Rui Falcão, não está escrito! Avaliam que, para tentar salvar a própria pele e melar o processo do mensalão, ele não mediu consequências. Pode parecer incrível, senhoras e senhores, mas é  nas mãos do satanizado Carlinhos Cachoeira que está o botão vermelho. Se ele decidir apertar, manda boa parte da República pelos ares.
Imaginem uma CPI que teria de, a um só tempo, detonar e preservar o bicheiro. Por R$ 15 milhões, ele contratou um advogado e conselheiro bastante experiente: Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça e petista de comprovada autenticidade. Já sabemos o quanto custou. Vamos ver o que isso vai lhe valer. Do blog do Reinaldo Azevedo

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segunda-feira, março 26, 2012

NEM COM AS BOCAS DE ALUGUEL DA GRANDE IMPRENSA O "INTERVENTOR" DECOLA EM SÃO PAULO

Reinaldo Azevedo escreveu um post que diz tudo sobre o que na verdade ocorre na política paulista onde Lula pretendia empurrar goela abaixo dos paulistanos um "interventor". Reinaldo é um dos últimos jornalistas que está na grande imprensa (site da revista Veja), que resiste heroicamente. A maioria dos coleguinhas que atua nos veículos de mídia nacional são todos áulicos do PT, quando não militantes mesmo, com carteirinha e tudo o mais.
O texto do Reinaldo é mais que perfeito. Vai ao ponto e transcrevo na íntegra. Seu blog é leitura obrigatória diária para quem quer saber a verdade dos fatos. Leiam:
O jornalismo pautado pelo PT deveria se perguntar por que Lula deu um murro na mesa e decidiu que o candidato à Prefeitura de São Paulo seria Fernando Haddad —  E SEM PRÉVIAS. O PSDB, fato inegável, realizou as suas na cidade. O resultado foi compatível com um processo que de fato existiu, que não se limitou a cumprir uma formalidade.
Serra é, assim, o legítimo pré-candidato do PSDB à Prefeitura — candidato oficial tão logo se realize a convenção. Desafio um dos “cientistas políticos” tornados bocas de aluguel do PT a demonstrar que não. E faço a pergunta: “E Haddad? É o candidato legítimo do PT”?
Por que o partido não realiza uma prévia entre ele e Marta Suplicy pra gente ver no que dá? Mas quê… A direção do partido abortou o processo porque ele perderia feio. Se existe hoje um candidato imposto, que referenda os piores hábitos da política, é Haddad. As bocas de aluguel silenciam a respeito porque, afinal, são pagas para pensar outra coisa — é o “negócio” como ciência.
Para o bem e para o mal, o PSDB não tem um “coroné” como Lula. É para o mal porque a ausência de um líder unificador traz contratempos, é evidente. O partido demora, muitas vezes, a reagir e permite certa canibalização interna. Mas é “para o bem” porque o partido sobreviverá à saída de cena deste ao daquele ao longo da história, como sobreviveu. Sérgio Motta e Mário Covas se foram, e a legenda está aí. Na ausência de Lula, como está demonstrado, o PT se esfarela — e, curiosamente, o governo também. Rezar para que o Apedeuta se recupere plenamente, para os petistas, é mais do que um voto da decência humana, como é o meu. Também é uma questão se sobrevivência política.
Vamos, petistas, coragem! Vamos, “analistas”, coragem! Que o PT renuncie à prática velha do dedaço e realize prévias entre Haddad e Marta Suplicy — e sem interferência da máquina federal (assim como Geraldo Alckmin não interferiu na disputa tucana).
Que o PT escolha o legítimo representante do partido (ou “legítima”), a exemplo do que fez o PSDB. Fazer digressões desairosas sobre a eleição interna do PSDB — ignorando como se deu a “nomeação” do candidato do PT e chamando isso de “análise isenta” — é coisa de vigarista intelectual. Do Blog do Reinaldo Azevedo

quinta-feira, março 08, 2012

BIKERS ATACAM JORNALISTA REINALDO AZEVEDO

O jornalista Reinaldo Azevedo, um dos mais importantes e competentes da grande imprensa brasileira e que possui o blog mais acessado do Brasil, está sendo vítima mais uma vez da horda politicamente correta que agora anda de bicicleta complicando ainda mais o trânsito caótico das cidades.


É lamentável. Mas nas grandes cidades a bicicleta é uma coisa trágica. Uma temeridade! Um loucura que só cabe nos cérebros insanos.

Reinaldo está sendo vítima da patrulha porque, com toda a razão, censurou a tentativa do movimento biker de parar a cidade de São Paulo.

Em contrapartida ciclistas inteligentes deixaram comentários no blog do Reinaldo concordando com as suas análises a respeito. Sim, porque nem todo ciclista reza a cartilha politicamente correta; nem todo ciclista é macaco de auditório do PT.

Além disso, boa parte dos amantes da bicicleta não teve o cérebro abduzido pela idiotia politicamente correta.
Ainda bem.

sexta-feira, março 02, 2012

JORNALISTA BRASILEIRO DENUNCIA DUPLA DE ESPECIALISTAS EM BIOÉTICA QUE DEFENDE DIREITO NÃO SÓ DO ABORTO, MAS TAMBÉM ASSASSINATO DE RECÉM-NASCIDOS.

Reinaldo Azevedo, um dos mais importantes e influentes jornalistas brasileiros da atualidade e cujo blog é campeão de acessos no Brasil acaba de fazer uma denúncia contra dois acadêmicos que defendem não só o aborto, como também que bebês recém-nascidos sejam mortos. Por paradoxal que o fato possa parecer, mais paradoxal ainda é que esse artigo acadêmico esteja escrito numa revista que justamente se dedica abordar a Ética Médica, enquanto os autores se são especialistas em bioética.
O macabro artigo desses acadêmicos abortistas e infanticidas surge num momento em que o governo brasileiro sob o domínio de Lula, Dilma e seus sequazes, defende a legalização do aborto. Portanto, o assunto é pertinente e a descoberta o jornalista Reinaldo Azevedo constitui um furo de reportagem internacional, haja vista que essa tese, que está mais para filme de terror, por enquanto estava circunscrita ao recinto acadêmico.
Transcrevo a primeira parte do post do Blog do Reinaldo Azevedo com link para leitura completa. Leiam:
O macabro sorriso de Minerva
Os neonazistas da “bioética” já não se contentam em defender o aborto; agora também querem a legalização do infanticídio! Eu juro! E ainda atacam os seus críticos, acusando-os de “fanáticos”. Vamos ver. Os acadêmicos Alberto Giublini e Francesca Minerva publicaram um artigo no, ATENÇÃO!, “Journal of Medical Ethics” intitulado “After-birth abortion: why should the baby live? - literalmente: “Aborto pós-nascimento: por que o bebê deveria viver?” No texto, a dupla sustenta algo que, em parte, vejam bem!, faz sentido: não há grande diferença entre o recém-nascido e o feto. Alguém poderia afirmar: “Mas é o que também sustentamos, nós, que somos contrários à legalização do aborto”. Calma! Minerva e Giublini acham que é lícito e moralmente correto matar tanto fetos como recém-nascidos. Acreditam que a decisão sobre se a criança deve ou não ser morta cabe aos pais e até, pasmem!, aos médicos.
Para esses dois grandes humanistas, NOTEM BEM!, AS MESMAS CIRCUNSTÂNCIAS QUE JUSTIFICAM O ABORTO JUSTIFICAM O INFANTICÍDIO, cujo nome eles recusam — daí o “aborto pós-nascimento”. Para eles, “nem os fetos nem os recém-nascidos podem ser considerados pessoas no sentido de que têm um direito moral à vida”. Não abrem exceção: o “aborto pós-nacimento” deveria ser permitido em qualquer caso, citando explicitamente as crianças com deficiência. Mas não têm preconceito: quando o “recém nascido tem potencial para uma vida saudável, mas põe em risco o bem-estar da família”, deve ser eliminado.
Num dos momentos mais abjetos do texto, a dupla lembra que uma pesquisa num grupo de países europeus indicou que só 64% dos casos de Síndrome de Down foram detectados nos exames pré-natais. Informam então que, naquele universo pesquisado, nasceram 1.700 bebês com Down, sem que os pais soubessem previamente. O sentido moral do que diz a dupla é claro: soubesse antes, poderia ter feito o aborto; com essa nova leitura, estão a sugerir que essas crianças poderiam ser mortas logo ao nascer. Não! Minerva e Giublini ainda não haviam chegado ao extremo. Vão chegar agora.
Por que não a adoção?
Esses dois monstros morais se dão conta de que o homem comum, que não é, como eles, especialista em “bioética”, faz-se uma pergunta óbvia: por que não, então, entregar a criança à adoção? Vocês têm estômago forte?. Traduzo trechos da resposta:
“Um objeção possível ao nosso argumento é que o aborto pós-nascimento deveria ser praticado apenas em pessoas (sic) que não têm potencial para uma vida saudável. Conseqüentemente, as pessoas potencialmente saudáveis e felizes deveriam ser entregues à adoção se a família não puder sustentá-las. Por que havemos de matar um recém-nascido saudável quando entregá-lo à adoção não violaria o direito de ninguém e ainda faria a felicidade das pessoas envolvidas, os adotantes e o adotado?
(…)
Precisamos considerar os interesses da mãe, que pode sofrer angústia psicológica ao ter de dar seu filho para a adoção. Há graves notificações sobre as dificuldades das mães de elaborar suas perdas. Sim, é verdade: esse sentimento de dor e perda podem acompanhar a mulher tanto no caso do aborto, do aborto pós-nascimento e da adoção, mas isso NÃO SIGNIFICA que a última alternativa seja a menos traumática.”
A dupla cita trecho de um estudo sobre mães que entregam filhos para adoção: “A mãe que sofre pela morte da criança deve aceitar a irreversibilidade da perda, mas a mãe natural [que entrega filho para adoção] sonha que seu filho vai voltar. Isso torna difícil aceitar a realidade da perda porque não se sabe se ela é definitiva“. Para ler o texto completo de Reinaldo Azevedo clique AQUI

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quarta-feira, fevereiro 22, 2012

AVES DE RAPINA DANÇAM SAMBA DO CRIOULO DOIDO

A carnavalização da política ou a politização do carnaval
Reinaldo Azevedo volta em grande estilo de seu retiro carnavalesco e chegou mandando ver. Produziu um excelente texto que deve ser lido por todos. Transcrevo só os primeiros parágrafos. Trata dos gaviões enlouquecidos depois que o povão, digamos assim, não se sensibilizou muito com o enredo lulístico. Vê-se, daí, que Lula não se dá bem no cinema e nem como personagem de destaque de escola de samba. O Filho do Brasil deve estar preparando, talvez, quem sabe, outra façanha. Leiam:

De volta! Fim do ziriguidum, mas ainda neste clima de carnavalização da política, de samba-do-crioulo-doido em que estão transformando — ou transfugando?, se me permitem o neologismo — a política brasileira. O único pecado abaixo do Equador é pertencer à oposição. Nesse ritmo, ainda acaba “proclamada a escravidão, lá iá lá iá lá ia”…
Viram o espetáculo deprimente na apuração do resultado do desfile das escolas em São Paulo? Os partidários da Império da Casa Verde e da Gaviões da Fiel eram os mais exaltados. E o pau quebrou, sendo necessária a intervenção dos Unidos da Lei e da Ordem, mas com a devida moderação, ou os petralhas acusam o governo de São Paulo de “militarizar o Carnaval”… Se as pessoas descontentes não puderem, vamos ser modernos, trollar o processo, onde está a democracia, não é mesmo? Precisamos dar vivas à intervenção direta, ao fim da fantasia, ao fogo na alegoria (isso é uma alegoria)! Chegando em casa, este novo ser político deve se armar com um micro, um celular, um iPad — qualquer um desses instrumentos criados pelo maldito capitalismo para oprimir os excluídos — e trollar também os sites, blogs e páginas pessoais de adversários reais ou supostos. Precisamos de um mundo sem mediação, de ação direta, sem oponentes, como queria Ernst Röhm, antes de ser contido por Hitler, o progressista, lá iá lá iá lá ia… Leia TUDO aqui

quarta-feira, novembro 30, 2011

NO FACEBOOK, MILHARES DE LEITORES DÃO SEU APOIO E SOLIDARIEDADE AO JORNALISTA REINALDO AZEVEDO, AMEAÇADO PELAS FALANGES ESQUERDISTAS DO ÓDIO!

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada
Em razão de suas críticas, diga-se de passagem, totalmente procedentes, sobre os sucessivos ataques que a Universidade de São Paulo (USP), vem sofrendo pelas falanges do ódio constituídas por grupelhos do PT, PSOL, PCdoB e assemelhados, o jornalista e blogueiro Reinaldo Azevedo vem sendo sistematicamente ameaçado, inclusive no que respeita à sua integridade física, o que é inadmissível. 

A truculência dos esquerdistas seria apenas ridícula, se não fosse perigosa, porque parte de grupos organizados e insuflados pelo PT. Tanto é que os petistas calam e, conforme o velho adágio, quem cala consente. Temos portanto, sem meias palavras, Lula, Dilma e seus sequazes apoiando um bando de fanáticos que, sob o manto da impunidade oficial, agride um jornalista, no caso Reinaldo, agressão essa que vai além da pessoa do jornalista para atingir em cheio a liberdade de imprensa consagrada na Constituição da República. 

Dissentir é um coisa muito diferente de agredir e ameaçar a integridade física de um jornalista ou de qualquer outro cidadão. Neste caso, as ameaças configuram crime capitulado no Código Penal, fato que requer a ação dos órgãos policiais do Estado de Direito Democrático.
Pelo que li lá no blog do Reinaldo não dá para acreditar que as ofensas e as ameaças tenham partido de alunos da USP, a maior e melhor universidade do Brasil. Reinaldo inclusive selecionou e publicou no seu blog as ameaças, conforme vocês poderão conferir aqui.
Em razão disso, surgiu por iniciativa de leitores de Reinaldo Azevedo, que são milhares, já que o seu blog é dos mais acessados no Brasil, uma página no FaceBook intitulada "NÓS APOIAMOS REINALDO AZEVEDO" (facsímile acima).
Pela liberdade de imprensa, pela manutenção do Estado de Direito Democrático que os petistas querem destruir, pelo direito dos jornalistas exercerem livremente a sua profissão convido os leitores para deixarem suas mensagens de solidariedade ao Reinaldo Azevedo lá no FaceBook. Basta clicar AQUI.

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sexta-feira, novembro 18, 2011

COMUNISTAS BOTOCUDOS DA USP AMEAÇAM AGREDIR FISICAMENTE JORNALISTA DE VEJA

O jornalista Reinaldo Azevedo, colunista e blogueiro da revista Veja foi ameaçado pelos comunistas botocudos que continuam enxovalhando a USP. Usando o anonimato prometem que lhe vão "quebrar a cara" insinuando que armam uma tocaia para agredir fisicamente o jornalista. Reinaldo relata no seu blog a ameaça. Transcrevo parte do post com link para leitura completa.
Desde que o blog foi criado, em 24 de junho de 2006, não passa dia sem que receba uma penca de ameaças. O anonimato na Internet permite os maiores absurdos. Mas nunca, como nestes dias, em que resolvi denunciar a truculência dos trogloditas da USP, elas foram tão intensas e, à sua maneira, presentes. Bem, tomei as providências necessárias — e isso significa apelar às instâncias do estado democrático e de direito, que protege as pessoas honestas e coíbe a ação de bandidos.
Não aceitam a defesa que faço aqui da Constituição. Não aceitam a defesa que faço aqui do Regimento Interno da USP. Não aceitam a defesa que faço aqui do Regimento do DCE. Não aceitam que eu discorde deles. Não aceitam que colegas de universidade divirjam. Por isso deram um golpe nas eleições (falo mais a respeito no post abaixo) e ameaçam, então, quebrar a minha cara. Cadeia para quem precisa de cadeia. Asseguro que é o que vai acontecer se tentarem. Do blog do Reinaldo Azevedo

terça-feira, julho 26, 2011

OBSCURANTISMO E CRETINICE VESTIDOS DE HIPOCRISIA

A grande imprensa nacional e internacional tornou-se um lixo só. E contam-se nos dedos os jornalistas que trabalham nessas grandes corporações de difusão da notícia e da opinião que não sejam estúpidos ou que ainda não tiveram seus cérebros abduzidos pela maldição do pensamento políticamente correto, essa peste que solapa os valores da civilização ocidental.
A inteligência sempre foi rarefeita, sempre foi uma exceção na história da humanidade. Não fosse assim a cada ano, pelo menos, nascería um novo gênio da ciência, da filosofia ou das artes. No entanto, o mundo continua venerando e aprendendo com a filosofia grega. E lá se vão dois mil anos. 
Essa predominância do obscurantismo e a cretinice vestidos de hipocrisia tem uma explicação: o extraordinário crescimento da população do planeta que decorre justamente da genialidade de alguns humanos que desenvolveram a ciência e a tecnologia graças à consagração do direito racional que possibilitou a estruturação do Estado laico, o regime democrático e as liberdades. 
Contudo deparamo-nos com o inevitável paradoxo das conseqüências: o avanço da ciência até aqui que permite a longevidade, a qualidade de vida e viabiliza a gestação em profusão de novos seres humanos não traz à luz a inteligência, que continua reduzida. Este aspecto da natureza humana torna-se mais evidente em decorrência do fato de que existem mais humanos povovando o planeta, algo hoje em torno de 7 bilhões. Ou seja, existem muito mais imbecis! Eles se tornaram a maioria absoluta!
O resultado disso é que as iniqüidades passaram a ser a regra. Assiste-se a um esforço gigangtesco para impor a imbecilidade e a estupidez como o únicos parâmetros a nortear a organização social. E a justificativa não pode ser mais cretina, pois se baseia num conceito completamente idiota que atende pelo designativo de 'inclusão'. E os principais difusores dessa torrente de estupidez são os veículos de comunicação onde predomina em 99% o jornalismo politicamente correto. É possível intuir então que a humanidade provavelmente já iniciou o caminho de volta às cavernas. E o fará com os pés e as mãos no chão.
Na atualidade brasileira sobram muito poucos jornalistas da grande imprensa que têm cérebro. Dentre eles estão o Reinaldo Azevedo, o Augusto Nunes e mais meia dúzia de bravos resistentes. Rendo minha homenagem ao Civita, dono de uma das maiores empresas genuinamente brasileira, que é o Grupo Abril que edita a revista Veja e mais um montão de títulos, por não se entregar ao politicamente correto e permitir que a inteligência ainda tenha lugar na imprensa brasileira.
A propósito, Reinaldo Azevedo postou nesta tarde no seu blog um artigo muito especial cujo título condensa o pensamento dessa maioria de asnos travestidos de jornalistas: "Abaixo a Democracia!" Transcrevo porque está mais do que perfeito. Bravo Reinaldo! Leiam:

A imprensa “liberal” americana, que quer dizer “de esquerda” (a possível) nos EUA, e amplos setores da imprensa brasileira estão com o saco cheio da democracia. A síntese poderia ser mais ou menos esta: “Se é para todo mundo ter direito a uma opinião e se os progressistas [é o que pensam de si mesmos] não puderem impor a sua agenda, então democracia pra quê? Esse sistema é bom quando a gente ganha e quando a nossa vontade triunfa. A democracia que dá a vitória aos nossos adversários é o princípio do apocalipse”.
Não vivemos dias muito fáceis, não, embora nunca tenha sido tão fácil viver se nos dedicarmos a uma mirada, digamos assim, histórica. Sim, existe muita pobreza no mundo (desde que o mundo é mundo), mas nunca, por exemplo, a tecnologia de ponta chegou com tanta rapidez ao povo. Tanto é assim que os reacionários de esquerda estão preocupadíssimos com o interesse das massas pela sociedade de consumo. Bons eram aqueles tempos em que os trabalhadores pediam “liberdade” em vez de iPad. O marxismo lírico-pegador de Arnaldo Jabor parecia fazer mais sentido… Afinal, pensam, “se o nosso objetivo não for nos libertar deles [os conservadores], vamos lutar por qual causa?”
Incrível! Deploram a democracia, mas voltam o dedo acusador contra os adversários. Os atentados praticados por Anders Behring Breivik, o delinqüente norueguês, soltou a besta antidemocrática que estava mais ou menos aprisionada no coração das esquerdas, mesmo as mais moderadas — até aquelas que se fingiam de tolerantes multiculturalistas no New York Times. Então vamos ver.
Não há editorialista politicamente correto, islamicamente correto, multiculturalisticamente correto que já não tenha escrito o seu texto deplorando os atentados terroristas praticados por extremistas islâmicos como uma contrafação do islamismo, o verdadeiro, o essencial, que seria pacífico, tolerante, ecumênico, inclusivo, até mesmo, creiam, democrático. Tomadas em seus fundamentos, todas as crenças têm seu rol de prescrições — e, pois, de limitações. A violência não é estranha ao Velho Testamento, ao Novo ou ao Corão. Digamos que o cristianismo tenha descoberto o caminho da democracia de massas, etapa ainda não alcançada pelo Islã. Se vai conseguir chegar lá, não sei. De todo modo, chamo a atenção para o fato de que, contra as evidências, a experiência e a realidade empírica, afirma-se a existência de um islamismo libertário como contraposição ao delírio terrorista. Este não é visto como uma exacerbação dos fundamentos daquele, mas como o seu oposto.
Pois bem. Alguém notou algum esforço dessa imprensa “correta” para distinguir um vagabundo como Anders Behring Breivik dos cristãos ou, se quiserem ainda, do “fundamentalismo cristão”? Não! De súbito, vejam que formidável!, os supostos extremistas da cruz passaram a ser vistos como uma ameaça. Além deles, claro!, a perigosa “direita” estaria na raiz de tudo o que ameaça o bem-estar da humanidade. Jabor, para ficar na expressão caricata desse pensamento, depois de nos contar pela enésima vez que ele abatia menininhas em Ipanema, afirma em sua coluna de hoje que “os homens-bomba nasceram aos milhares, paridos pelos criminosos Bush e Dick Cheney…”   Entenderam? Não fossem os republicanos, a direita, os fundamentalistas cristãos, não haveria terrorismo islâmico. É um juízo boçal, que joga a história no lixo. E daí? Um ficcionista não precisa ser fiel à realidade.
Embora boa parte do mundo seja hoje composta de teocracias islâmicas — não há uma única cristã — e o terrorismo seja financiado por estados constituídos, o mundo parece à beira do apocalipse por causa, pasmem!, da “islamofobia” dos “fundamentalistas cristãos”!!! Osama Bin Laden ou até mesmo o Hamas podem ser tomados, então, como contrafação do “verdadeiro islamismo”, mas Breivik não! Ele seria a expressão verdadeira, sem hipocrisia, da “ultradireita” e do “fundamentalismo cristão”. Não custa notar: o que chamam “ultradireita” são partidos legais, que disputam eleições e que não recorrem à luta armada como método de tomada de poder. O New York Times foi longe: num texto sobre a intolerância, chegou a botar Nicolas Sarkozy e Angela Merkel no saco de gatos dos… intolerantes porque direitistas e adversários do “multiculturalismo”.
Faz sentido! O New York Times (vamos ver se consigo escrever a respeito ainda hoje) descobriu que o que impede o Barack Obama presidente de fazer o que o Barack Obama candidato prometeu são os… republicanos! Essa gente tem a ousadia de se opor ao presidente e pode, ameaça o jornal, conduzir os EUA para o caos. Isso quer dizer que o país chegou ao ponto em que a democracia pode destruir a América. Sendo assim, das duas uma: ou se acaba com a democracia ou se acaba com os republicanos. Pensando bem, as duas coisas querem dizer uma só.
Huuummm… Democracia nunca foi mesmo uma questão programática para as esquerdas, não é mesmo? Talvez elas estejam ficando menos hipócritas.

terça-feira, maio 31, 2011

JORNALISMO MACONHEIRO INCENTIVA O ESTADO DE ANARQUIA E INSEGURANÇA PROMOVIDO PELO GOVERNO DO PT!

O debatre sobre a descriminação das drogas tem ocupado um espaço relevante nos últimos dias na grande imprensa. Na maioria dos casos as reportagens e análise sobre este assunto repercutem o que vai pela cabeça daquele pessoal descolado, até porque a maioria dos jornalistas é integrada por maconheiros. E, quando o jornalista não é maconheiro mesmo assim defende a liberação da droga, porque na sua totalidade os jornalistas são militantes do esquerdismo. E, como todos sabem, embora muita gente por conveniência ou oportunismo finja não saber, todo esquerdista defende a droga, os traficantes e toda a imundice correlata que faz da sociedade humana um verdadeiro inferno.
Já viram algum esquerdista defender a lei e a ordem? O resultado está aí. O Brasil já se tornou um dos países mais perigosos do planeta. A população brasileira vive um permanente estresse, ameaçada por todos os lados pelos botucudos assassinos turbinados pelas drogas. A maconha é uma espécie de 'carro de entrada' do mundo das drogas. A maioria dos assassinatos, assaltos e crimes hediondos são perpetrados por botocudos drogados. E quando não estão alucinados pelas drogas matam para roubar com objetivo de comprar droga ou saldar dívida com os traficantes os quais não têm qualquer contemplação e executam todos aqueles que não honraram o compromisso de saldar dívidas com os traficantes.
E o que faz a imprensa que forma a opinião pública? Ora, defende a discriminação das drogas e é primeira a satanizar a polícia. Os jornalistas militantes do esquerdismo estão sempre a favor dos bandidos e contra a lei e a ordem. Os jornalistas são os principais defensores do sistema de governo anárquico que vem sendo levado a efeito pelo PT. 
O Reinaldo Azevedo é dos poucos jornalistas da grande imprensa nacional a denunciar essa vagabundagem sustentada pelo governo PT e seus sequazes. Reportou nesta terça-feira no seu blog uma carta que recebeu do psiquiatra Ronaldo Laranjeira, conhecido e respeitado especialista no tratamento de drogados. Ele conta que participou de um debate promovido pelo Gilberto Dimenstein, o arauto da idiotia politicamente correta que escreve na Folha de São Paulo, e teve que sair do recinto escoltado por seguranças já que a platéia era integrada por maconheiros que ameaçam linchá-lo. Laranjeira foi vítima de uma 'pauta-cilada', ou seja uma arapuca montada por um jornalista para destruir o mais sério responsável participante do debate. 
Reproduzo na íntegra a carta de Ronaldo Laranjeira, porque comprova de forma irretorquível tudo o que tenho afirmado sobre o caráter da maioria dos jornalistas. É isso aí! Leiam:

"Caro Reinaldo,
Sou leitor diário do seu blog e respeito muito o que você escreve e concordo com a maioria das idéias. Em especial, concordo com o falso debate sobre a legalização das drogas. No fundo, é um tema que tem um apelo para a população de Ipanema e Vila Madalena, ou o seu equivalente em cada estado.
Tenho adotado a política pessoal de sempre atender aos jornalistas, mesmo quando fica claro que sou o “caretão de plantão”. Minha intenção é tentar pelo menos fazer um contraponto às muitas das idéias que considero simplistas e salvacionistas. Ou seja, as pessoas defendem que, ao termos maiores facilidades de acesso às drogas, resolveremos os problemas. Somente a força da irracionalidade e do pensamento mágico pode sustentar esse castelo de areia conceitual.
Você mencionou que, na matéria do Fantástico, a proporção foi de 12 pessoas favoráveis e somente eu fui o contraponto. E você usou até mesmo a expressão “desrespeitoso”. Isso tem ocorrido sempre. O pior que passei foi num debate na Folha de S. Paulo, manipulado pelo jornalista Gilberto Dimenstein. Ele colocou quatro favoráveis à maconha contra dois. Além disso, tinha uma platéia absolutamente hostil e que não deixava nem mesmo eu começar qualquer tipo de argumento contra a legalização. Aquela, com certeza, foi uma experiência de desrespeito. Pela primeira vez na minha vida, eu saí de um debate intelectual escoltado por dois seguranças da FSP, pois o lobby dos maconheiros queria me bater.
Enfim, desculpas por me alongar, mas esse debate, infelizmente, vai longe, não porque seja uma prioridade, mas porque um grupo significativo de pessoas, como FHC, Globo, jornalistas, parte do judiciário e o lobby da maconha vão querer fazer história.
Eu defendo um plebiscito para esse assunto. Valeria a pena.
Abraços,
Ronaldo Laranjeira
Professor Titular de Psiquiatria da UNIFESP"

domingo, maio 15, 2011

CAMINHÃO DO LIXO NÃO PASSOU EM HIGIENÓPOLIS

Foto da FSP mostra o lixo amontoado no bairro Higienópolis
Disfarçado de cachorro, o jornalista Reinaldo de Azevedo, que mora no bairro Higienópolis, passou por perto do monte de lixo que emporcalhou o bairro neste sábado e revelou depois no seu blog que do entulho exalava o indefectível odor petralha. O texto está ótimo. Tanto é que o afanei na íntegra para este registro histórico aqui no blog. Dá a medida exata do tamanho do estrago moral e ético que vive o Brasil sob o governo do PT. Disso decorre um ambiente marcado pela inversão de valores, representado pela glamourização da desordem, da defaçatez, do deboche, da anarquia, da insegurança pública e da deletéria prática do anti-semitismo. É o mesmo ambiente sombrio e pegajoso que levou o comunismo e o nazismo ao poder na Europa. A grande imprensa e seus jornalistas militantes do PT fazem de uma ignominiosa e ultrajante mentira destaque do noticiário de seus veículos. Elevam à glória aquele montão de lixo no cruzamento das duas avenidas de Higienópolis. Quem achar que estou sendo exageradamente preconceituoso acertou! Sim, tenho preconceito contra a burrice e a estupidez!
Transcrevo o texto do Reinaldo Azevedo. Está mais do que perfeito:

Falharam os esforços da Folha, do Estadão e da CBN. Não mais do que 50 ou 60 pessoas — e estou sendo generoso — se reuniram em frente ao Shopping Higienópolis para “protestar” contra a população do bairro que supostamente rejeita o metrô. Trata-se de uma mentira, de uma invenção originalmente surgida na Folha, adotada pelos demais veículos, e que ganhou corpo etéreo da Internet. No auge do protesto, não havia mais do que 150 pessoas por ali, a maioria, era visível, formada por curiosos e por freqüentadores do shopping que foram ver o que estava acontecendo. É sempre assim: se aparece a mulher barbada, o homem da perna de pau ou o chimpanzé que dá cambalhotas, as pessoas param para ver. Eu estava no meio da turma, disfarçado de cachorro, para não ser identificado.
O grupo se deslocou depois para a Avenida Angélica, que teve duas quadras interditadas. Ali se instalaram algumas churrasqueiras. Quando deixei o local, aí, sim, havia algumas centenas no que era, então, um happening: os passantes iam chegando e parando. Nada tinham a ver com o protesto.
Posso estar enganado, mas seria capaz de jurar que vi a minha musa por ali. Seria Laura Capriglione? Acho que sim. Espero que sim! Estou com síndrome de abstinência. Há tempos não leio um daqueles seus textos em que o incauto, coitado!, estimulado pela interlocutora, expõe os seus demônios e é tomado como símbolo de uma coletividade. Trata-se de um estilo de jornalismo. Eu o chamaria de “Boa noite, Capriglione”. Quando o entrevistado acorda, já era… Prevejo para a amanhã o testemunho de judeus moradores do bairro favoráveis ao protesto e ao metrô. É preciso retirar a mácula escandalosamente anti-semita que assumiu a manifestação na Internet.
Em sua coluna de hoje na Folha, Fernando Barros especulava sobre o evento: “Até o momento em que escrevo, estavam ‘confirmadas’ 55.103 pessoas para o ato público convocado pelo Facebook, hoje à tarde, contra aqueles que se opõem à estação do metrô em Higienópolis. Mais de 50 mil pessoas! Mas quantos desses facebookers irão mesmo ao ato? - 50%? 10%? 1%? Nem isso? Para quantos o próprio ‘ato’ se resume ao impulso de apertar o botão sentado na cadeira e dizer ‘confirmo’? Podemos, no entanto, inverter o raciocínio: quantos estariam simplesmente alheios a qualquer engajamento ou debate público se não fosse essa ferramenta tão à mão? Estamos diante de algo novo: um espaço de comunhão e cacofonia, nem público nem privado, em que exibição confessional e política se misturam como leite no café.”
Em texto opinativo, sempre é mais fácil fazer perguntas do que arriscar respostas. A chance de errar é menor. Compareceu ao “protesto” um décimo da estimativa mais pessimista de Barros: 0,1%. A Praça Vilaboim, onde estava marcada a concentração, não é a Praça Tahir. Que coisa espantosa, não? O policiamento foi reforçado; a CET se mobilizou para organizar o trânsito. Afinal, prometia-se botar nas ruas um Pacaembu inteiro… O movimento deve ter atingido 1% dos signatários do Facebook — umas 500 pessoas —  só quando o estado franqueou o espaço público aos manifestantes.
E quem era aquela gente que estava em frente ao shopping? Pela pegada, dá para conhecer o gigante. Eram os “descoletes” endinheirados de sempre, muitos deles com a camiseta do “Movimento Passe Livre”, que reúne “burguesotes extremistas” de colégios particulares, cujo propósito, segundo seu site, é criar o socialismo no Brasil; a expropriação dos ônibus seria só a primeira etapa do fim da propriedade privada. Tanto quanto a Folha “inventou” o “Caso Higienópolis”, o “Passe Livre” é uma invenção da CBN, a rádio das Organizações Globo — notórias pela defesa, como se sabe, da socialização dos meios de produção, exceção feita, naturalmente, à radiodifusão…
Outros tantos tinham aquele “shape” de consumidores recreativos — como diria o deputado Paulo Teixeira, do PT — de substâncias ilícitas. À turma se misturavam os festivos de sempre. Frango assado, refrigerante sabor laranja, cerveja, uma gororoba que lembrava farofa… Botaram fogo numa traquitana que parecia ser uma catraca de ônibus, tudo na maior alegria… Nem parecia que tinham sido convocados nas mesmas páginas que lamentavam, dois dias antes, o fato de os nazistas não terem feito seu serviço direito, permitindo a sobrevivência dos judeus… Uma dona lá, falando em nome do povo, ostentava um cartaz que anunciava: “Só ando de Metrô em Nova York, Londres e Paris.” Um movimento, como se vê, de raiz inequivocamente popular.
Só na Angélica os “descoletes” se encontraram, de fato, com o povo, que ia parando para ver o que estava acontecendo. A interdição da rua e o churrasco ajudaram. Era engraçado o contraste entre a timidez desconfiada das pessoas que realmente andam de ônibus e metrô e a saliência dos militantes para quem o povo se expressa mesmo é por meio do churrasco na laje e da farofa. Na Angélica, notei que ia se avolumando também a presença de uma “turma” cuja linguagem é bem conhecida: ouviam-se ataques a Gilberto Kassab, Alckmin, os tucanos. Num outro grupo, Marta Suplicy (PT) já era dada como eleita. O cheiro era inequívoco: os petralhas estavam ali.
Para mim, já estava de bom tamanho. O preconceito contra os ricos, que derivou para a pregação anti-semita, havia assumido, finalmente, a sua face petralha. A campanha eleitoral para a Prefeitura começou. Aquele era só primeiro evento.
Fui pra casa tomar banho. Amanhã, no Rio (depois falo a respeito), lerei o “Boa noite, Capriglione!”

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sexta-feira, novembro 19, 2010

SERRA E SEUS ELEITORES SÃO OS PROPRIETÁRIOS EXCLUSIVOS DOS 44 MILHÕES DE VOTOS OPOSICIONISTAS.

Reinaldo Azevedo comenta com a sua peculiar ironia a respeito dos três oráculos da política convocados pela Falha de São Paulo para predizer o futuro de José Serra. Transcrevo após este prólogo. É que embora a aliança do PT com o PMDB tenha levado a taça não se pode jamais ignorar que os 44 milhões de votos amealhados pelo candidato tucano. É justo que se assinale que esse extraordinário cacife eleitoral contabilizado por José Serra emergiu das urnas porque existe de fato uma oposição forte ao PT. Não uma oposição partidária.

Os partidos oposicionistas não fizeram absolutamente nada na campanha, muito pelo contrário, conspiraram contra José Serra. Entretanto, como afirmei aqui em várias análises, Serra demonstrou pertinácia inaudita e fez praticamente de forma solitária a sua campanha e os 44 milhões de votos são exclusivamente dele e de seus eleitores e de mais ninguém. Isso, é claro, incomoda uma barbaridade um monte de gente, particularmente gente do próprio PSDB, como a banda mineira.

Por enquanto, o grande líder da Oposição quer queiram ou não, é José Serra. Quem argumenta que perto de completar 70 anos de idade Serra estaria por isso fora da jogada se engana. Na última eleição no Uruguai um tumpamaro com mais de 70 anos foi eleito presidente, muito mais detonado fisicamente que Serra.

Transcrevo o comentário do Reinaldo que está supimpa. Sorry, esquerdistas, mas vocês não têm nenhum polemista como Reinaldo Azevedo. A razão é muito simples: esquerdista é completamente destituído de inteligência. Leiam: 

A Folha convocou um numerólogo/tarólogo, uma especialista na leitura de borra de café, um babalorixá, uma astróloga e um cientista político (aqui) para tentar desvendar o futuro do tucano José Serra. Como se sabe, todas essas especialidades podem ser definidas como “artes adivinhatórias” e têm os seus arcanos, só revelados aos iniciados. Além dos signos com os quais cada um deles lida, há a interpretação — que requer, como querem esses adivinhadores, sensibilidade.

As opiniões se dividem, mas não muito. A astróloga acha que a bola está com Aécio Neves. O cientista político não diz isso, mas tem um argumento científico imbatível, incontestável por qualquer ciência: “política tem fila” — uma fila que, parece, vem lá da caverna de Platão. O tarólogo, o babalorixá e a especialista em borra vêem Serra disputando de novo a Presidência da República.

O que eu acho? Bem, eu não pratico artes adivinhatórias. Acho que quem sai de uma eleição com as características que teve esta de 2010 com 44 milhões de votos pode reivindicar, gozando dos direitos partidários, o que bem entender desde que tenha condições objetivas para tanto. “Política tem fila”? Tem se aquele que a metafísica influente diz estar em primeiro lugar exibe condições de ganhar a eleição. E, obviamente, ter as condições não quer dizer alcançar o objetivo. O arcano das urnas é o eleitor.

O que não é aceitável — e quem entrar nessa vai quebrar a cara — é cobrar o suicídio político de quem teve 44 milhões de votos. É uma perspectiva boçal. A tese de que “Serra tem de sair para que o partido se renove” é uma tolice sem par. Não é ciência política, mas expressão de uma escolha e de um desejo. O adivinhador Alberto Carlos de Almeida,  “cinetista político”, que previa a vitória de Dilma no primeiro turno com uns 15 pontos de diferença (era o que lhe diziam as cartas de Marcos Coimbra), escreveu dia desses um artigo em que cravou a seguinte delicadeza (vai com a sintaxe dele): 

“Vão se os nomes, ficam as instituições. Vão se os derrotados, ficam os vencedores. Em algum momento o PSDB derrotará o PT. Para tornar isso mais tangível, para antecipar no tempo esse desfecho, seria fundamental que o PSDB fizesse a mais profunda possível renovação em sua direção partidária, uma renovação que eliminasse todos os serristas e desse a direção do partido a políticos jovens alinhados com Aécio Neves e Beto Richa.”

Almeida consultou a borra de sua “ciência” e descobriu no fundo da xícara o “Pogrom libertador”. Ele quer “eliminar” Serra e os serristas. Só assim ele acha que o PSDB terá futuro. Para que o pensamento desse gigante prospere, é preciso sair eliminando pessoas da vida pública. Essa é a qualidade do debate.

Bem, não será assim. É bom civilizar esse debate. Como se nota, o “Paradigma Almeida” não é exatamente composto de argumentos. Ele prefere quebrar uma lâmpada na cara daqueles a quem quer vencer. É seu jeito de caminhar na rua do pensamento.

segunda-feira, outubro 04, 2010

REINALDO AZEVEDO, AUGUSTO NUNES E RICARDO SETTI, EM TV AO VIVO DIRETO DA REDAÇÃO DE VEJA AQUI NO BLOG


Watch live streaming video from veja at livestream.com
ATENÇÃO: VOCÊ PODE VER AS ENTREVISTAS MOSTRADAS AO VIVO AQUI LÁ NO PORTAL DA REVISTA VEJA. VALE A PENA.

Vejam que diferença do time da Rede Globo. Aí estão três craques do jornalismo político: Augusto Nunes, Reinaldo Azevedo e Ricardo Setti. Não é à toa que pertencem à revista Veja, praticamente a única publicação da grande imprensa brasileira que não sucumbiu ante Lula e seus sequazes.

Esses três ilustres colegas e mais alguns poucos salvam o jornalismo brasileiro que chafurda de forma geral numa mediocridade absurda, quando não pratica um adesismo sem qualquer pudor.

O portal de Veja bem que poderia brindar seus leitores e visitantes com um programa pelo menos semanal deste tipo e com esta qualidade. Reinaldo, Ricardo e Augusto estão fazendo a coisa certa.

Eis aí uma idéia que pode jogar um pouco de luz nessa escuridão que turva a visão de certos coleguinhas que pintam e bordam nas páginas dos jornalões, nas televisões e no rádio louvando desabusadamente o Poder, ou mais precisamente, qualquer Poder cujos métodos de ação consistem na trapaça e na corrupção.

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sábado, agosto 14, 2010

UM BOM PROGRAMA QUE POUCOS VÊEM. TV ABERTA TRATA SEUS TELESPECTADORES COMO IDIOTAS

Embora muitos de vocês já viram este vídeo no site da Globo ou mesmo lá no blog do Reinaldo, considerei conveniente postá-lo aqui também. Se por ventura alguém não viu, tem a oportunidade de fazê-lo agora.

Trata-se da entrevista-debate do programa "Entre Aspas", apresentado pela jornalista Monica Waldvogel. Os entrevistados são o jornalista Reinaldo Azevedo e o cientista político Carlos Melo. O programa está muito bom. Pena que esteja restrito à TV por assinatura. A Globo acredita que o grande público que vê televisão não se interessaria por este tipo de programa preferindo apenas novelas, pastelões e futebol.

É lamentável que a televisão, que por enquanto ainda é o veículo de comunicação mais consumido pelo público, seja manipulado de forma estúpida e idiota ao sonegar informação e debates importantes para a grande maioria da população.

Duvido que um bom programa de debates e entrevistas que abordasse a política não tivesse uma ótima audiência na TV aberta.

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