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domingo, novembro 13, 2011

FASCISMO REDIVIVO NO BRASIL! PT TRANSFORMA MUSEU DA REPÚBLICA NUM ALTAR DE CULTO À PERSONALIDADE DE LULA E AO SEU PARTIDO!

A curadora dessa exposição é uma tremenda mistificadora. Clique nas fotos para vê-las ampliadas. É algo inaudito transformar o Museu da República em máquina de propaganda do PT.
Depois de oito anos de megalomania lulista, a presidente Dilma Rousseff aproveitou os 80 anos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para devolvê-lo publicamente ao lugar de destaque na história recente do Brasil. Em carta aberta, Dilma definiu FH como “o ministro arquiteto de um plano duradouro de saída da hiperinflação e o presidente que contribuiu decisivamente para a consolidação da estabilidade econômica”, e lembrou “o espírito do jovem que lutou pelos seus ideais, que perduram até os dias de hoje”.

A grandeza de espírito da carta não chegou a uma instituição importante, que tem como sua principal missão a guarda da história do Brasil republicano. No Museu da República, instalado no Rio de Janeiro no histórico Palácio do Catete, uma exposição que pretende contar a história da república brasileira apresenta Fernando Henrique como um presidente que se aproveitou eleitoreiramente do Plano Real, promoveu privatizações que “venderam o Brasil” e conseguiu sua reeleição comprando votos de deputado e senadores no Congresso Nacional. O ex-presidente Lula, ao contrário, tem sua trajetória acompanhada desde o regime militar, como o líder operário que resistiu à ditadura, enfrentou a repressão e perdeu três eleições, até conseguir chegar à presidência, lugar que lhe era destinado. 
A concepção geral da mostra, que tem curadoria da historiadora Maria Helena Versiani, é bem tradicional. Em todas as salas, a ideia é a mesma. Textos curtos estampados nas paredes, muitas fotos, alguns objetos e poucos comentários. O início da parte dedicada à República Cidadã, que ocupa duas salas, não é muito diferente. A narrativa, linear, passa por Tancredo Neves, José Sarney, Ulysses Guimarães e a Constituição de 1988, e uma pincelada na força dos movimentos sociais, sintetizados em um cartaz da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) pedindo pela reforma agrária. Na última, a coisa muda de figura. Só dá Lula, e Fernando Henrique merece textos como o que se segue: “Em 1998, Fernando Henrique é reeleito em um processo marcado por denúncias de favorecimento político em troca de apoio. Consolidou-se um projeto de redução do papel do Estado na economia, que envolveu privatização de várias empresas.”

Bem diferente do tom da apresentação do governo Lula. “O candidato do PT, ex-metalúrgico e líder sindical Luiz Inácio Lula da Silva venceu as eleições presidenciais em 2002 e 2006, a partir da articulação de uma aliança que reunia extremos da política. Seu governo vem obtendo bons indicadores nas áreas econômica e social, com destaque para a erradicação da fome no Brasil. Não obstante, a sua gestão foi, em mais de um momento, associada a escândalos de corrupção”.

Mais do que as palavras, no entanto, o que marca a diferença de tratamento entre FH e Lula é a iconografia. O período de 1994 a 2002 é ilustrado por fotos burocráticas e charges contrárias à privatização. “Se privatizar, o Brasil vai rachar”, diz uma. Em outra, alguém diz a FH: “Presidente, não consigo achar o Brasil”. Ele responde: “Claro que não... Eu vendi”.
Enquanto isso, o louvor a Lula aparece na foto da grávida que escreveu na barriga “Lula eu te amo”, em uma pequena garrafa na qual um artesão nordestino desenhou com areia a imagem de Lula e de Mariza Letícia e escreveu: “Luiz Inácio Lula da Silva, a nação brasileira te ama.” Penduradas no teto, bandeiras do PT, do PDT, do PCdoB, do PMDB, do Movimento dos Sem Terra e da Força Sindical coroam a euforia lulista da República Cidadã.

Para o historiador e professor do departamento de ciências sociais da UFSCar Marco Antônio Villa, o discurso pró-Lula está contaminado pelo espírito do Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) da época de Getúlio Vargas, o último presidente a morar no Palácio do Catete. “Essa história que começa no dia 1º de janeiro de 2003 não faz sentido em um museu oficial que pretende contar a história republicana. “É uma leitura religiosa e, no fundo, reacionária”, afirma.
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MEU COMENTÁRIO: Nunca vi na da igual na minha vida! E o que vocês acham disso? Comentários estão abertos! 

segunda-feira, novembro 22, 2010

MARXISMO: A MÁQUINA ASSASSINA

Karl Marx: mistificador e mentiroso
Se você está fazendo algum curso universitário da área das ditas "ciências humanas", não deixe de ler este artigo. E, se você tem percebido que algum professor tenta promover a lavagem cerebral da classe com a apologia dos marxismo, utilize os comentários aqui no blog para denunciar.

Vale a pena ler este post. É um texto curto e ao final há o link para a leitura integral. Aproveite e compartilhe na sua rede social. Abaixo do post há as ferramentas de compartilhamento, inclusive email para enviar este post completo para seus amigos. Leiam:

Com a queda da União Soviética e dos governos comunistas da Europa Oriental, a grande maioria das pessoas tem a impressão de que o marxismo, a religião do comunismo, está morto. Nada disso. O marxismo está bem vivo em muitos países hoje, tais como Coréia do Norte, China, Cuba, Vietnã, Laos, um grupo barulhento de países africanos e na mente de muitos líderes políticos da América do Sul. No entanto, o que é mais importante para o futuro da democracia é que o comunismo ainda polui o pensamento de uma vasta multidão de acadêmicos e intelectuais do Ocidente.

De todas as religiões, seculares ou não, o marxismo é de longe a mais sangrenta — mais sangrenta do que a Inquisição Católica, as várias cruzadas católicas e a Guerra dos Trinta Anos entre católicos e protestantes. Na prática, o marxismo significa terrorismo sanguinário, expurgos mortais, campos letais de prisioneiros e trabalhos forçados assassinos, deportações fatais, fomes provocadas por homens, execuções extrajudiciais e julgamentos “teatrais”, descarado genocídio e assassinatos em massa.

No total, os regimes marxistas assassinaram aproximadamente 110 milhões de pessoas de 1917 a 1987. Para se ter uma perspectiva desse incrível alto preço em vidas humanas, note que todas as guerras internas e estrangeiras durante o século 20 mataram 35 milhões de pessoas. Isso é, quando marxistas controlam países, o marxismo é mais mortal do que todas as guerras do século 20, inclusive a 1 e 2 Guerra Mundial e as Guerras da Coréia e do Vietnã.

E o que o marxismo, o maior dos experimentos sociais humanos, realizou para seus cidadãos pobres, nesse muitíssimo sangrento custo em vidas? Nada de positivo. Deixou em seu rastro desastres econômicos, ambientais, sociais e culturais.
Clique AQUI para ler o artigo completo que está no site Movimento Endireitar


sexta-feira, julho 23, 2010

QUEM DIZ QUE JÁ GANHOU NÃO DEVIA TER COMPORTAMENTO NERVOSO E AGRESSIVO. ELEIÇÃO NÃO ESTÁ DECIDIDA. SERRA CONTINUA FORTE

Mesmo com uma pesquisa do instituto Vox Populi afirmando que Dilma estaria com sete pontos na frente (agora estão dizendo que é 8 porque 7 é conta de mentiroso), o os petistas continuam com um comportamento nervoso e agressivo.

Basta ler os sites do jornais onde o jornalismo a soldo continua malhando impiedosamente José Serra alvo, agora, de uma nota de ameaça do Fernando Pimentel, de processá-lo por ter afirmado ser mineiro um dos responsáveis pela episódio que culminou na montagem de um dossiê contra o vice-Pesidente do PSDB, Eduardo Jorge e a vergonhosa quebra de seu sigilo bancário. Pimentel era um dos chefões do bunker da Dilma que tinha o Lanzetta para terceirizar serviço sujo da campanha petista.

Partidos que estão com a vitória garantida, como propalam os petistas, não atuam com essa ferocidade.

O que deixam transparecer como essa atitude é que a candidatura de José Serra continua fortíssima e tem tudo para vencer esta eleição. É bom lembrar que recentemente na Colômbia, os institutos de pesquisa chegavam a afirmar que Antanas Mockus, oponente de Santos, venceria a eleição. Aberta as urns fez pouco mais de 20% dos votos, amargando uma derrota acachapante.

Recordo que à época se nos louvássemos pelo que dizia a grande imprensa e os institutos de pesquisa Mockus seria vitorioso e responsável por uma inusitada virada. Deu no que deu, uma vitória consagradora de Santos que sucederá o presidete Álvaro Uribe.

Concluindo. O Instituto Vox Populi fornece seus serviços à campanha da Dilma, executando o chamado tracking que mede a situação eleitoral de candidatos.

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