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quarta-feira, julho 13, 2011

DEPUTADOS DO PT OCUPAM TODOS OS ESPAÇOS PARA DEBATER IDIOTICES COMO DIPLOMA DE JORNALISTA E AGROECOLOGIA PARA QUILOMBOLA

Vale a pena de vez em quanto dar uma passada pelo site da Câmara Federal só para ver o que fazem os deputados. É simplesmente impressionante. Debatem apenas abobrinhas e idiotices como a exigência de diploma para jornalista ou ainda o ensino de agroecologia para quilombolas.
Vejam por exemplo: o deputado e jornalista Paulo Pimenta (PT-RS), autor da PEC que defende a obrigação de diploma para jornalista afirmou que "o escândalo de grampo no jornal Britânico “News of the World” reacende a discussão sobre a obrigatoriedade do diploma para o exercício da função de jornalista. Para Pimenta, o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil reforça o movimento para colocar a PEC na pauta do Plenário, já que a matéria está pronta para votar."
Ora, esse escândalo dos famigerados tablóides ingleses não tem nada ver com exigência de diploma. Muito menos para jornalista, justamente por causa do instituto da liberdade de expressão prevista na Constituição brasileira. O Brasil é um dos únicos, se não o único do planeta, que se ocupa desse debate bizarro.
Não existe exigência de diploma de jornalista em nenhuma Nação verdadeiramente democrática no mundo.
Seria a mesma coisa que exigir o curso de Letras para um escritor ou o de cinema para um cineasta. Trata-se portanto de uma idiotice completa que tem em mira - pasmem - o tal 'controle social da mídia'. É que os cursos de jornalismo estão todos dominados por moscas varejeiras do esquerdismo travestidos de professores, sem falar que a maioria jamais pisou numa redação e sequer consegue manter um blog como este que vocês estão lendo. O que a bandalha do PT pretende é que no futuro as redações de todos os veículos de comunição passem a ser ocupadas pelos egressos desses cursos vagabundos, verdadeiros centros de lavagem cerebral dos jovens. 
O próprio autor desse PEC é um dos que teve o cérebro abduzido pela idiotia esquerdista e agora cumpre o seu papel de autômato petralha. 


sábado, abril 23, 2011

DITADURA ECOCHATA IMPÕE MAIS UMA DESPESA PARA OS BRASILEIROS QUE TERÃO QUE PAGAR POR 'SACOLAS ECOLÓGICAS'

A maldição do pensamento politicamente correto em parceria com os ecochatos, os esquerdistas e os jornalistas idiotas da grande imprensa brasileira arranjaram mais uma despesa que nunca existiu para os brasileiros: todos agora terão que pagar pelas sacolas dos supermercados. Vejam só esses ecochatos exercendo a ditadura politicamente correta em conluio com os donos de supermercados que aumentarão os seus lucros já que os consumidores terão que pagar pelas sacolas ditas 'ecológicas'. Reproduzo após este prólogo matéria que está na Folha de S. Paulo deste sábado.
Ora, as sacolas plásticas são recicláveis, como todo material plástico, como as garrafas Pet e outros plásticos.
E ainda tem um fato ligado diretamente à saúde pública. As sacolas plásticas contribuem enormemente para diminuir a presença de moscas, baratas e outros insetos que varejam os lixos. Antes das sacolas plásticas as lixeiras de edifícios consistiam num poço de imundice, como também as das residências, embora pelo volume os edifícios geram quantidade de lixo extraordinária! Qualquer sanitarista pode confirmar o que estou dizendo. Basta fazer o cálculo custo-benefício sanitário.
Com o advento das sacolas plásticas oferecidas pelos supermercados o produto passou a ser utilizado para acondicionar o lixo das residências e isto contribuiu muito para acabar com as verdadeiras pocilgas que se formavam.
O Brasil inteiro já não possui tratamento de esgoto; o recolhimento de lixo é precário em várias regiões e esta decisão de banir as sacolas plásticas e cobrar por embalagens ditas 'ecológicas' só contribui para deteriorar a qualidade do ambiente urbano. Leiam:

Acordo entre o governo de São Paulo e supermercados prevê o fim do uso de sacolas plásticas até o fim do ano no Estado. A campanha será oficializada em maio, na feira anual da Apas (Associação Paulista de Supermercados). 
 
A extinção das sacolas plásticas, que demoram mais de cem anos para se decompor no ambiente, foi acertada entre o governo paulista, as grandes redes supermercadistas -Pão de Açúcar/Extra, Carrefour e Walmart, que têm 35% do setor no Estado- e também as redes pequenas.


São Paulo deverá ser o primeiro Estado do país a banir as sacolas plásticas -já há iniciativas assim em grandes cidades do país.


A medida, entretanto, não tem força de lei e é fruto de um acordo do governo com os supermercados. Feiras e lojas, por exemplo, poderão continuar a dar sacolas plásticas aos clientes.

 
A partir da data da feira da Apas, os estabelecimentos terão seis meses para deixar de distribuir as sacolas.

 
Juntamente com as garrafas do tipo PET (usadas em refrigerantes), as sacolinhas são os maiores poluentes de rios e de mananciais no país.

 
As sacolas plásticas serão substituídas por embalagens ecológicas, confeccionadas com uma espécie de "plástico verde" biodegradável de amido de milho. O material se decompõe em até dois meses. "É um material comestível. Seu filho vai poder comer a sacola", disse João Galassi, presidente da Apas, em tom de brincadeira.

ALTERNATIVAS
Cada sacolinha de milho custará R$ 0,19 -preço de custo- e será vendida nos caixas. A ideia é que a cobrança pelas embalagens diminua a sua utilização. Além da "sacola comestível", os supermercados venderão sacolas retornáveis de pano com a grife de entidades assistenciais, a R$ 1,80.

 
"Vamos incentivar entidades assistenciais e ONGs a fazer suas sacolinhas retornáveis. Os supermercados também vão comprar essas sacolas para vender no caixa." As caixas de papelão, nas quais o varejista recebe os produtos da indústria, também serão disponibilizadas aos clientes, prática que atualmente já acontece em alguns estabelecimentos.

 
Antes de levar o programa a todo o Estado, os supermercados testaram o programa em Jundiaí (58 km de SP). A substituição teve forte apoio popular e tirou de circulação 132 milhões de unidades em seis meses, o equivalente a 480 toneladas de plástico.

 
Estima-se que os brasileiros consumam 12 bilhões de sacolas por ano -média de 63 unidades por habitante. 
Da Folha de S. Paulo deste sábado

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sábado, fevereiro 26, 2011

Não fosssem os americanos, mais de 600 brasileiros ainda estariam a ver navios na Líbia

Em excelente artigo em seu site, Augusto Nunes resume de forma lapidar toda a idiotia esquerdista cuja bandeira é o antiamericanismo. A ilustração ao lado reproduz de forma bem acabada o idiota lantino-americano. Mas não fossem os americanos mais de 600 brasileiros estariam a ver navios na Líbia. Transcrevo um excerto do artigo do Augusto Nunes que pode ser lido AQUI na íntegra. Vale a pena! Leiam esta parte que selecionei: 
(...) Sem a ajuda dos Estados Unidos, mais de 600 brasileiros ainda estariam a ver navios no litoral de Tripoli e Benghazi. Mas Obama não vai ouvir de Lula, quando o mais loquaz dos governantes recuperar a voz, um único e escasso tanquiú gaguejado em surdina. Tampouco deve esperar agradecimentos formais do Itamaraty. Nessa parceria à brasileira, o País do Carnaval não só entra sempre com o problema como, entre um socorro e outro, debita na conta de quem o socorreu todos os males e pecados do mundo.
É o que fez a companheirada nos oito anos do que Ricardo Setti batizou de lulalato. É o que sempre fizeram os esquerdopatas que passam a vida sonhando com o extermínio do Grande Satã, mas não conseguiriam viver sem ele. “Nós precisamos do imperialismo norte-americano, assim como um retirante precisa de sua rapadura”, ironizou o grande Nelson Rodrigues em março de 1968. “Ele é a água da nossa sede, o pão da nossa fome, é o nosso gesto, é a nossa retórica. Quem nos justifica e quem nos absolve? O imperialismo”.
Num dos parágrafos, o cronista previu o que aconteceria “se Deus convocasse as nossas elites, as nossas esquerdas, inclusive a católica; se chamasse os estudantes, se chamasse os escritores e lhes perguntasse: ‘Venham cá. Vocês querem que eu expulse o imperialismo americano?”". Nem pensar, concordariam prontamente os consultados, prontos para a cena descrita por Nelson Rodrigues: ‘”Cairíamos de joelhos, na calçada, soluçando o apelo: ‘Não faça isso, Excelência, não faça isso!’”.
A ÚLTIMA BÚSSOLA
Se as coisas eram assim há 50 anos, pioraram extraordinariamente com o sumiço de todas as demais referências que orientavam os combatentes da Guerra Fria. De lá para cá, desapareceram a União Soviética, o Muro de Berlim, a Cortina de Ferro, o Pacto de Varsóvia, a China maoísta, o Partidão, até a Albânia. Fidel Castro virou garoto-propaganda da Adidas e agoniza numa Cuba em decomposição. A última bússola é o imperialismo ianque.
A hostilidade aos Estados Unidos é o derradeiro traço comum da tribo que junta stalinistas farofeiros, vigaristas bolivarianos, terroristas islâmicos, populistas malandros, socialistas gatunos e ditadores africanos de diferentes túnicas e contas bancárias na Suiça. Neste começo de milênio, caso acordassem num mundo sem os Estados Unidos, todos se sentiriam mais órfãos que um Pedro II sem pai nem mãe, sem trono e sem José Bonifácio.
“O tal ódio aos americanos não chega a ser um sentimento, não chega a ser uma paixão. É uma defesa”, diagnosticou Nelson Rodrigues. “O imperialismo é culpado de tudo e nós, de nada”. A acreditar na lengalenga dos guerrilheiros de festim, é por culpa da nação que garantiu em duas guerras o triunfo da liberdade sobre o totalitarismo que o Brasil ainda não acabou de vez com a fome, o analfabetismo, a seca do Nordeste, o impaludismo, os naufrágios do Enem, a mortalidade infantil, o déficit público, a impunidade dos corruptos e dos assassinos, o desmatamento da Amazônia e a pouca vergonha epidêmica.(...)


segunda-feira, novembro 22, 2010

MARXISMO: A MÁQUINA ASSASSINA

Karl Marx: mistificador e mentiroso
Se você está fazendo algum curso universitário da área das ditas "ciências humanas", não deixe de ler este artigo. E, se você tem percebido que algum professor tenta promover a lavagem cerebral da classe com a apologia dos marxismo, utilize os comentários aqui no blog para denunciar.

Vale a pena ler este post. É um texto curto e ao final há o link para a leitura integral. Aproveite e compartilhe na sua rede social. Abaixo do post há as ferramentas de compartilhamento, inclusive email para enviar este post completo para seus amigos. Leiam:

Com a queda da União Soviética e dos governos comunistas da Europa Oriental, a grande maioria das pessoas tem a impressão de que o marxismo, a religião do comunismo, está morto. Nada disso. O marxismo está bem vivo em muitos países hoje, tais como Coréia do Norte, China, Cuba, Vietnã, Laos, um grupo barulhento de países africanos e na mente de muitos líderes políticos da América do Sul. No entanto, o que é mais importante para o futuro da democracia é que o comunismo ainda polui o pensamento de uma vasta multidão de acadêmicos e intelectuais do Ocidente.

De todas as religiões, seculares ou não, o marxismo é de longe a mais sangrenta — mais sangrenta do que a Inquisição Católica, as várias cruzadas católicas e a Guerra dos Trinta Anos entre católicos e protestantes. Na prática, o marxismo significa terrorismo sanguinário, expurgos mortais, campos letais de prisioneiros e trabalhos forçados assassinos, deportações fatais, fomes provocadas por homens, execuções extrajudiciais e julgamentos “teatrais”, descarado genocídio e assassinatos em massa.

No total, os regimes marxistas assassinaram aproximadamente 110 milhões de pessoas de 1917 a 1987. Para se ter uma perspectiva desse incrível alto preço em vidas humanas, note que todas as guerras internas e estrangeiras durante o século 20 mataram 35 milhões de pessoas. Isso é, quando marxistas controlam países, o marxismo é mais mortal do que todas as guerras do século 20, inclusive a 1 e 2 Guerra Mundial e as Guerras da Coréia e do Vietnã.

E o que o marxismo, o maior dos experimentos sociais humanos, realizou para seus cidadãos pobres, nesse muitíssimo sangrento custo em vidas? Nada de positivo. Deixou em seu rastro desastres econômicos, ambientais, sociais e culturais.
Clique AQUI para ler o artigo completo que está no site Movimento Endireitar