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sábado, abril 14, 2012

EIS A RAZÃO PARA INUSITADA CAMPANHA DA DILMA PELA QUEDA DA TAXA DE JUROS. FARRA DE FINANCIAMENTO DE AUTOMÓVEL JÁ CRIOU A BOLHA PODRE DA ECONOMIA NACIONAL.

Volume de automóveis é incompatível com renda da maioria dos brasileiros
Quando a Dilma saiu por aí exigindo a diminuição dos juros bancários vi que poderia ter algo além da simples ilusão de pensar que é possível baixar a taxa de repente, se é ela que segura em parte a explosão da economia brasileira numa, digamos assim, cachoeira inflacionária.
Intuí logo de cara que algo andava atrapalhando esse "espetáculo do crescimento" na base do crédito fácil e nas centenas de financeiras oferecendo crédito consignado. Isto já faz alguns anos, começou no governo do Lula, e levou grande parte da população brasileira, que aufere salários diminutos, a lançar-se numa fervorosa corrida consumista e o produto mais comprado passou a ser o automóvel, concomitantemente com eletrodomésticos.
Houve um crescimento brutal de carros circulando em todo o Brasil. Estatísticas chegam a apontar um carro para cinco brasileiros, o que, convenhamos, não combina com o patamar dos salários, embora tenha melhorado nos últimos anos graças do Plano Real que, a a bem da verdade, foi a única coisa que teve impacto positivo na vida dos brasileiros em toda sua história. Estancou a tremenda espiral inflacionária que devorava os salários dos trabalhadores do dia para noitte.
Entretanto, não se muda uma situação de 500 anos de inflação da noite para o dia, com uma canetada. Tanto é que o resultado do Plano Real demorou quase uma década para surtir efeito e melhorar a vida da população em geral, quando acabou a memória da inflacionária.
Foi exatamente durante o primeiro período do governo do Lula que esse efeito benéfico do controle inflacionário começou a ser sentido. O governo do PT não mexeu um milímetro na economia e começou a flanar num então sistema econômico bem estruturado e que permitiria o planejamento de curto, médio e longo prazo.
O sistema financeiro reagiu positivamente. Já era possível a elasticidade do crédito, ainda que as taxas de juros permanecessem altas, como de fato ainda são altas. Mas têm o condão de segurar a inflação.
Isso foi o bastante para que o governo do PT caísse na farra da dinheirama que se derramava na economia via financiamentos.
Agora o que se vê é uma torrente de endividamento insuportável para as famílias que, desesperadas, estão entregando os automóveis de graça para se livrar das prestações de longo prazo, de 60 meses ou mais.
Assim, Dilma, premida pelas circunstâncias houve por bem buscar uma saída para esse problema que é perigoso para a economia como um todo. Assim, passou a defender a queda nos juros tendo em vista a necesidade de evitar o estouro dessa bolha econômica podre, com um refinanciamento geral das dívidas da tão decantada "nova classe média".
Aqui está uma matéria do site do jornal O Estado de São Paulo que, em parte, corrobora o que havia intuído quando a Dilma de uma hora para outra, sem maiores explicações, resolveu que as taxas de juros praticadas no mercado teriam que cair a um patamar civilizado.  
A verdade é que a coisa não está nada boa. Não sou economista e portanto posso estar até dizendo bobagem. Tomara que assim seja. Todavia, me baseio numa questão lógica. Leiam:

A inadimplência recorde e o aperto dos bancos no crédito têm causado algo além de concessionárias vazias. Muitos consumidores que, com o incentivo do governo, compraram carro financiado nos últimos anos, chegam a um verdadeiro limbo quando têm dificuldade em pagar as parcelas. Tentam vender o veículo, mas, como o carro deprecia rápido e há grande oferta, o valor conseguido na venda não é suficiente para quitar a dívida. 
Para resolver o problema, muitos consumidores têm tentado uma solução caseira: repassar o automóvel e a dívida a outra pessoa. Às vezes, no desespero, até de graça.
Em janeiro, o paulistano Felipe Di Luccio percebeu que as contas não fechavam. A faculdade, a parcela do apartamento recém-comprado e o financiamento do carro consumiam boa parte do salário.
Para sair do vermelho, decidiu vender o Celta comprado sete meses antes em 60 parcelas. "Mas não dava. Receberia R$ 20 mil, insuficiente para quitar a dívida de R$ 23,5 mil no banco. Então, decidi repassar a dívida."
O plano do estudante de arquitetura era simples. Como a venda do carro não bastava para liquidar a dívida, queria se livrar do financiamento com a entrega do carro para outra pessoa. "Vai o carro, vai a dívida", resume. Não há números oficiais, mas financeiras e lojas de automóveis reconhecem que a iniciativa de Luccio tem se repetido cada vez mais no País.
Após a exuberância do crédito fácil e abundante dos últimos anos, clientes com dificuldade financeira se desesperam ao perceber que não basta vender o carro para quitar o empréstimo. Os que mais sofrem são aqueles que optaram pelo financiamento de 100% do veículo, exatamente como Luccio.
Erro
"Um carro pode depreciar até 40% em um ano. Em um crédito de 60 meses, os pagamentos do primeiro ano amortizam 10% da dívida. Esse foi o erro que cometemos em 2010 e 2011. Reduzimos muito o juro, facilitamos demais as condições e, por isso, a inadimplência subiu", reconhece o presidente da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Renato Oliva.
Em outras palavras: o erro foi permitir que o bem que garante o crédito passasse a valer muito menos que a dívida. A partir daí, a entrega do carro já não é suficiente para resolver o problema gerado por um calote.
O presidente da Associação dos Revendedores de Veículos do Estado de São Paulo (Assovesp), George Chahade, lembra que o quadro fica ainda mais preocupante em situações como a atualmente enfrentada pelo setor, de inadimplência recorde.
"Aumenta a oferta de carros usados e, se o cliente tentar vender, os preços oferecidos são mais baixos que o normal, o que potencializa ainda mais o problema de quem tem dívida e obriga muitas pessoas a tentarem o repasse", diz Chahade. Do site do Estadão

sexta-feira, setembro 16, 2011

GOVERNO DO PT DIVULGA TABELA DO IPI QUE FARÁ AUMENTAR O PREÇO DOS AUTOMÓVEIS

O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para as empresas não habilitadas no regime automotivo, anunciado nesta quinta-feira pelo governo, ficará entre 37% e 55% para automóveis, 30% para caminhões e 34% para caminhonetes e comerciais leves, segundo tabela distribuída pelo Ministério da Fazenda. Atualmente, o IPI para automóveis varia de 7% a 25%, enquanto caminhões são isentos e as caminhonetes e comerciais leves têm tributação de 4%.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que as empresas que não atenderem aos requisitos estabelecidos pelo governo de investimentos e utilização de componentes nacionais terão uma elevação na alíquota de IPI em 30 pontos porcentuais até o final de 2012.
Pela tabela, automóveis de até mil cilindradas têm atualmente IPI de 7%, mas para as empresas que não se habilitarem o imposto ficará em 37%, nesta faixa de classificação dos automóveis. Para os carros entre mil e 2 mil cilindradas, o IPI atual é de 11%, para carros bicombustíveis (flex), e de 13% para os movidos somente a gasolina. Nessa faixa, o IPI para as empresas não habilitadas no novo regime saltará para 41% e 43%, respectivamente. Os automóveis com mais de 2 mil cilindradas recolhem, hoje, IPI de 18%, para modelos bicombustíveis; e 25%, para os que só usam gasolina. As novas alíquotas serão de 48% e 55%, respectivamente. Do site da revista Veja

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