TRANSLATE/TRADUTOR

Mostrando postagens com marcador ECONOMIA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ECONOMIA. Mostrar todas as postagens

sábado, abril 14, 2012

EIS A RAZÃO PARA INUSITADA CAMPANHA DA DILMA PELA QUEDA DA TAXA DE JUROS. FARRA DE FINANCIAMENTO DE AUTOMÓVEL JÁ CRIOU A BOLHA PODRE DA ECONOMIA NACIONAL.

Volume de automóveis é incompatível com renda da maioria dos brasileiros
Quando a Dilma saiu por aí exigindo a diminuição dos juros bancários vi que poderia ter algo além da simples ilusão de pensar que é possível baixar a taxa de repente, se é ela que segura em parte a explosão da economia brasileira numa, digamos assim, cachoeira inflacionária.
Intuí logo de cara que algo andava atrapalhando esse "espetáculo do crescimento" na base do crédito fácil e nas centenas de financeiras oferecendo crédito consignado. Isto já faz alguns anos, começou no governo do Lula, e levou grande parte da população brasileira, que aufere salários diminutos, a lançar-se numa fervorosa corrida consumista e o produto mais comprado passou a ser o automóvel, concomitantemente com eletrodomésticos.
Houve um crescimento brutal de carros circulando em todo o Brasil. Estatísticas chegam a apontar um carro para cinco brasileiros, o que, convenhamos, não combina com o patamar dos salários, embora tenha melhorado nos últimos anos graças do Plano Real que, a a bem da verdade, foi a única coisa que teve impacto positivo na vida dos brasileiros em toda sua história. Estancou a tremenda espiral inflacionária que devorava os salários dos trabalhadores do dia para noitte.
Entretanto, não se muda uma situação de 500 anos de inflação da noite para o dia, com uma canetada. Tanto é que o resultado do Plano Real demorou quase uma década para surtir efeito e melhorar a vida da população em geral, quando acabou a memória da inflacionária.
Foi exatamente durante o primeiro período do governo do Lula que esse efeito benéfico do controle inflacionário começou a ser sentido. O governo do PT não mexeu um milímetro na economia e começou a flanar num então sistema econômico bem estruturado e que permitiria o planejamento de curto, médio e longo prazo.
O sistema financeiro reagiu positivamente. Já era possível a elasticidade do crédito, ainda que as taxas de juros permanecessem altas, como de fato ainda são altas. Mas têm o condão de segurar a inflação.
Isso foi o bastante para que o governo do PT caísse na farra da dinheirama que se derramava na economia via financiamentos.
Agora o que se vê é uma torrente de endividamento insuportável para as famílias que, desesperadas, estão entregando os automóveis de graça para se livrar das prestações de longo prazo, de 60 meses ou mais.
Assim, Dilma, premida pelas circunstâncias houve por bem buscar uma saída para esse problema que é perigoso para a economia como um todo. Assim, passou a defender a queda nos juros tendo em vista a necesidade de evitar o estouro dessa bolha econômica podre, com um refinanciamento geral das dívidas da tão decantada "nova classe média".
Aqui está uma matéria do site do jornal O Estado de São Paulo que, em parte, corrobora o que havia intuído quando a Dilma de uma hora para outra, sem maiores explicações, resolveu que as taxas de juros praticadas no mercado teriam que cair a um patamar civilizado.  
A verdade é que a coisa não está nada boa. Não sou economista e portanto posso estar até dizendo bobagem. Tomara que assim seja. Todavia, me baseio numa questão lógica. Leiam:

A inadimplência recorde e o aperto dos bancos no crédito têm causado algo além de concessionárias vazias. Muitos consumidores que, com o incentivo do governo, compraram carro financiado nos últimos anos, chegam a um verdadeiro limbo quando têm dificuldade em pagar as parcelas. Tentam vender o veículo, mas, como o carro deprecia rápido e há grande oferta, o valor conseguido na venda não é suficiente para quitar a dívida. 
Para resolver o problema, muitos consumidores têm tentado uma solução caseira: repassar o automóvel e a dívida a outra pessoa. Às vezes, no desespero, até de graça.
Em janeiro, o paulistano Felipe Di Luccio percebeu que as contas não fechavam. A faculdade, a parcela do apartamento recém-comprado e o financiamento do carro consumiam boa parte do salário.
Para sair do vermelho, decidiu vender o Celta comprado sete meses antes em 60 parcelas. "Mas não dava. Receberia R$ 20 mil, insuficiente para quitar a dívida de R$ 23,5 mil no banco. Então, decidi repassar a dívida."
O plano do estudante de arquitetura era simples. Como a venda do carro não bastava para liquidar a dívida, queria se livrar do financiamento com a entrega do carro para outra pessoa. "Vai o carro, vai a dívida", resume. Não há números oficiais, mas financeiras e lojas de automóveis reconhecem que a iniciativa de Luccio tem se repetido cada vez mais no País.
Após a exuberância do crédito fácil e abundante dos últimos anos, clientes com dificuldade financeira se desesperam ao perceber que não basta vender o carro para quitar o empréstimo. Os que mais sofrem são aqueles que optaram pelo financiamento de 100% do veículo, exatamente como Luccio.
Erro
"Um carro pode depreciar até 40% em um ano. Em um crédito de 60 meses, os pagamentos do primeiro ano amortizam 10% da dívida. Esse foi o erro que cometemos em 2010 e 2011. Reduzimos muito o juro, facilitamos demais as condições e, por isso, a inadimplência subiu", reconhece o presidente da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Renato Oliva.
Em outras palavras: o erro foi permitir que o bem que garante o crédito passasse a valer muito menos que a dívida. A partir daí, a entrega do carro já não é suficiente para resolver o problema gerado por um calote.
O presidente da Associação dos Revendedores de Veículos do Estado de São Paulo (Assovesp), George Chahade, lembra que o quadro fica ainda mais preocupante em situações como a atualmente enfrentada pelo setor, de inadimplência recorde.
"Aumenta a oferta de carros usados e, se o cliente tentar vender, os preços oferecidos são mais baixos que o normal, o que potencializa ainda mais o problema de quem tem dívida e obriga muitas pessoas a tentarem o repasse", diz Chahade. Do site do Estadão

quarta-feira, abril 04, 2012

MEDIDAS ECONÔMICAS DO GOVERNO DO PT TERÃO IMPACTO SEVERO CONTRA ECONOMIA CATARINENSE

Porto de Itajaí (SC) seriamente afetado pela medida do PT
Há pelo menos três décadas, vários estados lançam mão de uma prerrogativa que a Constituição lhes confere – a possibilidade de estabelecer as alíquotas de ICMS para importados – de modo a tornar suas docas mais atraentes que as dos vizinhos para produtos que vêm de fora. Como todas as modalidades de guerra tributária, essa “guerra dos portos” sempre teve seus críticos, que falam de injustiças fiscais e de desequilíbrios no comércio entre os estados. Também é inegável que ela trouxe benefícios ao país, contribuindo para que polos aduaneiros, com toda a teia negócios que tendem a surgir à sua volta, se formassem em Santa Catarina, Espírito Santo, Pernambuco e outras unidades da federação.  Qualquer medida que interfira nesse sistema deveria, portanto, ser objeto de estudo exaustivo e de muita negociação política. Mas foi exatamente o caminho oposto que o governo federal decidiu tomar para tratar do assunto.
Nas últimas semanas, o governo passou a trabalhar afoitamente para levar o Senado a modificar e aprovar o projeto de Resolução 72, de dezembro de 2010, criando uma alíquota interestadual  única de 4% para o ICMS. Na prática, isso anularia a vantagem competitiva que a adoção de alíquotas mais baixas nos portos pode representar para os estados. “A orientação é para que se obtenha a aprovação o quanto antes, se possível em quinze dias”, diz um senador governista ao site de VEJA. Não bastasse acionar o rolo compressor no Congresso, o Planalto também se mostra temerário ao submeter um assunto tão importante para o jogo federativo e para as finanças estaduais a uma lógica que lhe é alheia – a da “proteção  da indústria nacional”. Aprovar a Resolução 72 foi um dos itens incluídos no pacote econômico anunciado pela presidente Dilma Rousseff nesta terça-feira, inteiramente dedicado a socorrer a indústria e acabar com alegadas “distorções que favorecem os produtos importados”.
Pano de fundo – As zonas portuárias especializadas em comércio internacional oferecem hoje alíquotas de 2% a 5% de ICMS sobre bens adquiridos no exterior. Assim, mesmo quando é necessário transportar os insumos por grandes distâncias dentro do Brasil, empresas consideram mais vantajoso utilizar importados do que produtos similares produzidos no país sobre os quais incidem impostos maiores. A alíquota de 4% nas transações interestaduais tenderia a modificar essa equação, tornando mais caros os bens estrangeiros. É assim, basicamente, que raciocina o governo. Leia MAIS que é muito importante

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUIZIO AMORIM NO TWITTER

domingo, fevereiro 12, 2012

FALÁCIA DE QUE "OUTRO MUNDO É POSSÍVEL" PÔS A EUROPA EM CRISE. OU SEJA: QUANTO MAIS ESTADO MAIS MISÉRIA E SOFRIMENTO.


O Rodrigo Constantino acabou de postar um vídeo que está muito bom. De forma simples e direta, sem academicismos, vai ao ponto demonstrando de forma cabal que o bom e velho capitalismo continua e continuará a ser o único remédio contra a miséria.
Por outro lado, desmonta a falácia apregoada pelo movimento comunista de que "outro mundo é possível", observando acertadamente que o flagelo da crise européia reside exatamente no fato de que o estado de bem-estar social, a pedra de toque da social-democracia, foi o responsável direto pelo sequestro do futuro de milhares de jovens que tentam romper a muralha que os separa do mercado de trabalho.
Na verdade, essa muralha que impede que os jovens alcancem o horizonte, foi erguida a custa de Estados europeus que abocanham 50% do que é produzido pela força de trabalho dos cidadãos.
Constantino alude ao fato de que os arautos do comunismo que não deu certo em nenhum lugar do mundo suavizam o discurso e falam na criação de uma "face humana" do capitalismo onde não haveria a ganância. Ora, sem a ganância ninguém sequer sonharia em empreender. Por paradoxal que possa parecer, sonhadores gananciosos acabaram construindo impérios que mitigam o sofrimento e a miséria das pessoas. Ao abrirem fantásticas corporações privadas os gananciosos criaram oportunidades de empregos para milhares de pessoas ao redor do planeta.
Conclusão: quanto menos Estado mais liberdade e crescimento econômico. Uma lição do bom e velho liberalismo. O contrário se vê nos países comunistas como Cuba, Coréia do Norte e agora na Venezuela, embora este país possua uma montanha de petrodólares.

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUIZIO AMORIM NO TWITTER

terça-feira, janeiro 03, 2012

ECONOMIA AMERICANA REAGE! PAVILHÃO AMERICANO DERRAMA SUA BÊNÇÃO SOBRE O MUNDO! GOD SAVE AMERICA!

A bandeira da democracia e da liberdade tremula altaneira
A desastrada administração de Barack Obama não conseguiu - ainda - destruir os Estados Unidos. O gigante americano continua firme e forte. Sorte para o resto do mundo, embora a idiotia comunista continue alimentando o sonho estúpido de solapar essa Nação que alimenta o resto do mundo. Esta é que é a verdade. Os números que constam desta matéria que está no site da revista Veja, que transcrevo após este prólogo, podem ser também um esforço de Obama dizer aos americanos que está conseguindo dar a volta por cima. Tomara que consiga, porque isto é ótimo para o Brasil e para amenizar a crise européia. E também será ótimo para os republicanos, caso vençam as eleições.
No plano político Obama dará - anotem aí - uma guinada à direita. Como todo esquerdista durante campanha eleitoral, Obama caminhará para o centro e a meia direita do espectro político. Tanto é que dia desses a Casa Branca já mandou um recado para os tiranetes latino-americanos. Vai cair de pau em Hugo Chávez e sua trapaça bolivariana e sobre os esquerdistas que comandam o narco-tráfico de entorpecentes, sobretudo cocaína. Nos Estados Unidos, o departamento de narcoticos do FBI já está atuando contra a disseminação da maconha em Estados americanos que toleram o plantio para "uso medicinal", uma máscara para o tráfico do bagulho em território americano. Isto também faz parte da campanha eleitoral de Obama. A guinada à direita começou com a caçada a Bin Laden, morto no ano passado pelas forças de segurança americana.
Ainda na semana passada o governo americano decretou o cerco ao Irã. Quando Obama assumiu acenou com uma política de diálogo com os aiatolás e seu títere Ahmadinejad. 
Recentemente, Obama também sinalizou apoio a Israel. Obama vai se travestindo de conservador para ver se consegue amealhar votos mais à direita. 
Por isso é que transcrevo esta matéria do site de Veja com um pé atrás. Mas os inúmeros leitores que o blog possui nos Estados Unidos poderão esclarecer nos comentários se a minha análise faz ou não sentido. Agradeceria, portanto, que os leitores dos Estados Unidos deixassem aqui nos coments seus pontos de vista. Leiam:
A atividade manufatureira nos Estados Unidos cresceu em dezembro em seu ritmo mais rápido em seis meses, ampliando o ritmo no final de ano no setor, enquanto uma alta nas novas encomendas sugeriu boas perspectivas para 2012.
O Instituto de Gestão do Fornecimento (ISM, na sigla em inglês) informou que seu índice nacional de atividade fabril subiu para 53,9 em dezembro, a melhor leitura desde junho, ante 52,7 em novembro. O dado superou as expectativas de economistas, que previam um número de 53,2. Leituras acima de 50 indicam expansão.
"No todo, é um relatório muito bom", disse o economista-chefe do RBC Capital Markets, Tom Porcelli, em Nova York. "Não estamos agora num ritmo forte, mas também não estamos colapsando. Isso é consistente com nossa visão geral sobre a economia em 2012."
As novas encomendas – que para economistas é um indicador que antecede a atividade no setor – subiu para 57,6, ante 56,7.
O componente de emprego saltou para 55,1, frente a 51,8. O desempenho desse dado – que também atingiu seu maior nível desde junho – foi animador, tendo em vista uma economia que luta para superar uma taxa de desemprego de 8,6%, disse Porcelli. Dados previstos para esta sexta-feira devem mostrar que os Estados Unidos criaram 165 mil novos postos de trabalho em dezembro, mas também um ligeiro aumento no desemprego.
Os números industriais sugerem, por fim, que o setor manufatureiro americano está se saindo melhor que o de outras partes do mundo. Dados divulgados nesta semana mostraram que o setor industrial da zona do euro sofreu seu quinto mês consecutivo de contração em dezembro, enquanto as fábricas na Ásia também tiveram um mês fraco. Na Grã-Bretanha, dezembro fechou o pior trimestre para o setor em mais de dois anos.
Construção civil – O gasto com construção civil nos EUA também saltou em novembro para o nível mais alto em quase um ano e meio, conforme o investimento em projetos públicos e privados cresceram consistentemente, reforçando expectativas de um forte crescimento econômico no quarto trimestre.
O gasto com construção avançou 1,2%, para uma taxa anual de 807,1 bilhões de dólares, maior nível desde junho de 2010, informou nesta terça-feira o Departamento do Comércio dos Estados Unidos. Do site da revita Veja

domingo, janeiro 01, 2012

O QUE O PT ESBANJOU EM 2011 FALTARÁ EM 2012! ECONOMIA BRASILEIRA À BEIRA DE ESTAGNAÇÃO.

A manchete da Folha de São Paulo deste domingo, o primeiro dia do ano de 2012, antecipa que a economia brasileira poderá dar uma parada no seu ritmo de crescimento. Aliás parada que já se constatou pelo menos no último trimestre do ano. E o texto da manchete, que transcrevo após este prólogo, chora na rampa da amargura e desfia aquele velho novelo de problemas históricos que faz do Brasil o lixo ocidental.
A rigor, a Folha nem precisaria mobilizar sua reportagem para produzir o texto que gerou esta manchete. Bastaria que o editor compulsasse a coleção dos jornais e pinçasse de uma de suas edições mais antigas um texto análogo, soprasse a poeira e o editasse na íntegra. 
Já se sabe de antemão o discurso que vem por aí: as coisas ficam ruins para o Brasil por causa dos Estados Unidos, de Wall Street, da Europa, dos ricaços malditos, do neoliberalismo, da burguesia internacional e, enfim do capitalismo. É o mesmo discurso - notem bem - que embalou o fascismo italiano. A estratégia de poder de Mussolini foi transformar a Itália em vítima da guerra de nações unindo Governo, empresários e trabalhadores. A aventura terminou com Mussolini enforcado pela turba enfurecida e pendurado no teto de um posto de gasolina.
Já estou até vendo o que dirá Dilma, Lula e seus sequazes quando forem obrigados a governar num clima de adversidade econômica como o que pegou em cheio o governo de Fernando Henrique Cardoso, episódio que fez a contumaz enxurrada de dólares em busca de remuneração fora de série evaporasse de uma hora para outra.
Não. Não estou torcendo para o pior. Mas não irei tolerar os discursos mentirosos da vagabundagem comunista. E a manchete da Folha de São Paulo mostra como a grande mídia passará a dourar a pílula e como tratará o assunto daqui para frente. A sorte é que a economia dos Estados Unidos, mesmo num contexto de crise, está concluíndo 2011 com um PIB calculado em mais de R$ 15 trilhões de dólares, ou seja, quase o dobro da China. Isso não está sendo dito pela grande imprensa brasileira, porque é normalmente controlada pelo jornalismo de aluguel do PT. Entretanto, se a vaca não for diretamente para o brejo no primeiro semestre do ano é por causa da locomotiva americana, a nossa tábua de salvação.
Eis o texto da Folha:
O Brasil encerrou 2011 com um dos crescimentos mais baixos entre os emergentes. O país é o quinto que menos cresceu, em um grupo de 24 analisados, estima a consultoria britânica EIU (Economist Intelligence Unit). E deve repetir, em 2012, uma expansão ainda moderada.
Analistas projetam que o ano que começa será de recuperação, porém modesta e frágil. Traduzindo em números, o país deve crescer pouco mais de 3%, em média, nos dois primeiros anos do governo Dilma Rousseff.
O balanço é pior do que os celebrados 4,5% médios do segundo mandato do presidente Lula (2007-2010).
Embora a crise externa seja uma das causas da desaceleração, analistas dizem que os motores domésticos do crescimento começam a dar sinais de fadiga.
O enfraquecimento do setor fabril, por exemplo, é um problema de difícil conserto.
A EIU estima que o crescimento da indústria do país caiu de 10% em 2010 para 0,8% no ano passado.
Em 2011, o setor industrial teve o segundo pior desempenho entre 24 nações emergentes. Segundo a EIU, o Brasil só superou a Tailândia, afetada por graves enchentes.
Fatores como a valorização do real (que barateira os produtos importados), tributação pesada e deficiência de infraestrutura têm feito a indústria perder terreno para concorrentes externos.
"As dificuldades do setor são um problema estrutural preocupante", afirma Robert Wood, analista sênior da EIU.
CONSUMO
A expansão do crédito, que incentivou o consumo nos últimos anos, tem perdido fôlego. É uma tendência de difícil reversão no curto prazo porque o endividamento das famílias tem crescido, diz Luiz Carlos Mendonça de Barros, da Quest Investimentos.
Analistas ressaltam ainda que o Brasil tem fragilidades estruturais que limitam a capacidade de crescimento.
Aurélio Bicalho, economista do Itaú Unibanco, cita a baixa capacidade de investimento do governo, que tem o orçamento muito amarrado com gastos previdenciários:
"Esse é o grande diferencial dos países asiáticos. O investimento elevado aumenta a capacidade de produção e permite crescer a taxas maiores sem gerar inflação alta."
O quadro no Brasil é o oposto. O baixo nível de investimento ao longo dos anos criou empecilhos -como na infraestrutura- que impõe um teto baixo à capacidade de crescer sem gerar inflação.
A expansão de 7,5% de 2010, por exemplo, pressionou muito os preços e forçou o governo a tomar medidas para frear o crescimento.
Segundo Wood, a necessidade dessa freada ajuda a explicar porque o Brasil foi um dos países emergentes com menor expansão em 2011.
A piora da crise nos países desenvolvidos tende a agravar o cenário. Um dos canais de contágio já percebidos é a redução da confiança de empresários e consumidores, que acabam cortando gastos.
Uma menor demanda pelos produtos exportados pelo Brasil e uma queda no fluxo de investimentos externos também devem limitar a retomada econômica em 2012. Da Folha de São Paulo deste domingo

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUIZIO AMORIM NO TWITTER 

sexta-feira, dezembro 23, 2011

SANTA CATARINA NO RANKING DOS ESTADOS BRASILEIROS QUE IRÃO DECOLAR ECONOMICAMENTE EM 2012. VEJA A LISTA COMPLETA!

Esta foto mostra uma parte de Florianópolis, que tem crescido além da conta. Acima por ordem as pujantes cidades industriais de Joinville e Blumenau que também tem registrado enorme evolução. São as três maiores cidades catarinenses. Na seqüênica estão Iajaí, São José, Criciúma, Jaraguá do Sul, Chapecó, São Bento do Sul, Tubarão, Palhoça, Concórdia, Videira, Rio do Sul. Todas essas cidades são também centros industriais muito importantes. A característica execpcional de Santa Catarina é que suas cidades são todas de porte médio ou pequeno.
Destaco Santa Catarina no título por duas razões. A primeira circunscreve-se ao fato de que este blog é editado em Florianópolis, a capital catarinense e, a segunda porque o Estado de Santa Catarina é um dos menores Estados brasileiros em termos territoriais e também em população, mas há muitos anos se destaca como um dos mais produtivos, organizados e equilibrados socialmente, embora seja castigado pelo Governo Federal.
Destaco trecho desta matéria especial do site da revista Veja como segue com link para leitura completa e acesso ao ranking dos Estados brasileiros que reúnem todas as condições de avançar muito em 2012 e no próximo ano. São Paulo continua no topo. Se os paulistas não caírem no conto da carochinha petralha nas próximas eleições, bem como os demais Estados que apresentam boa performance, a economia e o bem-estar de suas populações melhorará significativamente com reflexos positivos sobre o país como um todo. Leiam:

A estabilidade política e econômica, o crescimento do mercado consumidor e os incentivos fiscais fazem do Brasil um país atraente para os investidores estrangeiros. Mas nem todos os estados conseguem aproveitar essa oportunidade como deveriam. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Distrito Federal e Santa Catarina são os únicos que apresentam um bom ambiente de negócios para quem quer investir no setor produtivo do país. Nos demais, problemas como a carga tributária elevada, a burocracia, as deficiências de infraestrutura e a falta de mão de obra qualificada afugentam o capital externo. Essas são as principais conclusões do primeiro Ranking de Gestão dos Estados Brasileiros, elaborado pela Unidade de Inteligência do grupo inglês Economist, patrocinado pelo Centro de Liderança Pública e publicado com exclusividade por VEJA. O relatório será atualizado anualmente e divulgado na última edição do ano da revista. O objetivo é ajudar a balizar os administradores públicos, a fim de que eles promovam as reformas necessárias e, assim, aumentem a sua capacidade de atrair o investimento estrangeiro e também nacional. Afinal de contas, legislações que proporcionem maior eficiência e produtividade funcionam como um ímã para o dinheiro de qualquer nacionalidade.
Para fazerem o ranking, os pesquisadores analisaram 25 indicadores em oito quesitos (um resumo das tabelas pode ser conferido nas próximas páginas e a íntegra do estudo está em veja.com). “A meta principal é fortalecer as instituições e evitar o personalismo. Por isso, não foi analisado o desempenho dos governantes, mas das políticas públicas implementadas ao longo dos últimos anos. Instituições vigorosas estão na base do sucesso de uma nação”, diz Luiz Felipe d’Ávila, diretor-presidente do Centro de Liderança Pública. De fato, a robustez das instituições explica o desempenho dos estados que estão no topo da avaliação. São Paulo está entre os três primeiros em sete dos oito quesitos e lidera a classificação geral. “O estado de São Paulo apresenta o melhor ‘ecossistema’ para a realização de negócios. Tem estabilidade política, as melhores universidades, boa infraestrutura e uma indústria de serviços consolidada. Só precisa simplificar seu sistema tributário”, aponta D’Ávila. Já o Piauí, o último colocado, é exatamente o oposto — trata-se de um estado com instituições sucateadas e um poder público deficiente. A infraestrutura é tão precária que a produção precisa ser escoada por meio dos estados vizinhos. Para se ter uma ideia, a construção do Porto de Luís Correia, obra que amenizaria o problema, arrasta-se há mais de trinta anos. Para ler TUDO clique AQUI

domingo, fevereiro 20, 2011

Estatísticas oficiais são fajutas. A coisa vai mal.

Um dos principais contribuintes do programa econômico do PSDB na eleição de 2010, o economista Gesner Oliveira nega que a proposta de um salário mínimo de R$ 600, derrotada na Câmara na semana passada, seja demagógica. "Deve ser vista em conjunto com propostas muito mais audaciosas de corte de gastos", afirmou ao Estado.
Presidente da Sabesp na administração José Serra em São Paulo e presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) na gestão FHC, avalia que o corte orçamentário de R$ 50 bilhões anunciado pela equipe econômica foi "insuficiente" e diz não haver credibilidade nas estatísticas fiscais feitas pelo governo.
Qual avaliação faz do começo do governo Dilma Rousseff?
É prematura qualquer avaliação definitiva. Mas questões e dificuldades da economia persistem. Chamo a atenção para anomalias de um juro real elevado, carga tributária grande em comparação às economias emergentes e problema sério de competitividade associado à precariedade da infraestrutura. E a tendência forte da apreciação do câmbio. A combinação desses elementos é perversa. Não há sinais de como isso será atacado.
Apesar desse quadro, a economia está crescendo.
A economia, embora tenha desacelerado no último trimestre, apresenta sinais positivos. Houve avanços em vários segmentos: em políticas estaduais e também um empreendedorismo pujante. Mas a política econômica não acompanhou esses espaços e impede que o Brasil cresça de forma equilibrada. Muitas vezes, um movimento de expansão gera satisfação que encobre desequilíbrios sérios. O debate fica mistificado em torno de uma ou duas questões, quando você precisa ver que há uma economia que funciona de maneira anômala. Qualquer médico percebe que esse organismo não está bom. Não adianta crescer de qualquer maneira.
O corte de R$ 50 bilhões no Orçamento é um passo para uma política fiscal mais austera? Leia MAIS AQUI

sábado, fevereiro 19, 2011

VÍDEO DESMASCARA IDEOLOGIA PETISTA


Um dos efeitos mais deletérios da máquina de propaganda esquerdista do PT e turbinada nesses últimos oito anos de seu (des)governo diz respeito à disseminação de uma visão distorcida da realidade que nega os fatos. No lugar da realidade o delírio ideológico procedente marxismo que sataniza o empreendedorismo e a produção. Tanto é que nunca se viu nenhum desses discípulos do marxismo botocudo produzirem alguma coisa de útil. A comprovação do que afirmo está no fato de que o maior líder desse bando de baderneiros profissionais é Lula, que na verdade nunca trabalhou e vive nababescamente depois que se transformou no pelego-mór da máfia sindical que fincou seus tentáculos em todas as instâncias estatais.
Não fossem os empresários, especialmente os que tocam o agronegócio e põem a comida na mesa dos brasileiros enquanto fazem crescer a exportação de commodities definindo o superávit na balança comercial e incrementando a arrecadação de tributos, o Brasil poderia estar muito pior no ranking dos ditos países emergentes. E não é exagero dizer que boa parte de sua população estaria passando fome!
O vídeo que ilustra este post foi feito pela BASF, uma grande multinacional alemã que é fornecedora de insumos para a atividade agroindustrial. Elenca uma série de números, muitos deles colhidos em instituições oficiais, para mostrar a pujança do agronegócio e o seu extraordinário impacto positivo sobre a economia brasileira. Diria até que na atualidade é a produção do campo o principal esteio da economia brasileira.
É portanto algo surrealista quando se vê o Lula e a Dilma com o boné do MST na cabeça açulando de forma irresponsável os baderneiros profissionais que invadem fazendas altamente produtivas destruindo suas instalações, promovendo quebra-quebra, incendiando lavouras e matando o gado.
O vídeo acima não reproduz um discurso vazio e idiota. Evoca dados fidedignos, fatos concretos que são desconhecidos da maioria da população brasileira, vítima nos últimos oito anos de uma permanente lavagem cerebral ideológica perpetrada por uma bando de vadios, com a complacência e engajamento da maioria da grande imprensa e seus jornalistas chapas-branca diletantes e chupins das tetas estatais.
Literalmente, para a salvação da lavoura, recomendo que este vídeo seja amplamente compartilhado por meio das redes sociais. Ao final do post, aqui imediatamente  abaixo estão disponíveis as ferramentas de compartilhamento, inclusive o email.
A dica do vídeo é do leitor e amigo Edson Goelder, a aquem agradeço.