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sexta-feira, julho 15, 2011

DENÚNCIA AFASTA SADOK DA DIREÇÃO DO DNIT

Sadok: afastamento temporário
A presidente Dilma Rousseff decidiu afastar o diretor executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), José Henrique Sadok de Sá. A decisão foi tomada após a revelação do Estado, na edição desta sexta-feira, 15, de que a Construtora Araújo Ltda, da mulher de Sadok, assinou contratos que somam pelo menos R$ 18 milhões para tocar obras em rodovias federais entre 2006 e 2011, todas vinculadas a convênios com o órgão. 
O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, assinou portaria determinando o afastamento temporário de Sadok e a abertura de um processo de administrativo que pode resultar na demissão dele do serviço público. O ministério divulgou nota sobre o assunto: "O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, decidiu afastar temporariamente o diretor-executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT) que estava respondendo pela Diretoria Geral do órgão. Ao mesmo tempo, constituiu Comissão de Processo Administrativo Disciplinar para apuração dos fatos noticiados pelo jornal Estado de São Paulo, na edição do dia 15 de julho de 2011".
Sadok acumulava o cargo de diretor-geral interino do Dnit em substituição a Luiz Antônio Pagot, que tirou férias após ameaça de ser demitido em meio ao escândalo de corrupção no Ministério dos Transportes.
A mulher de Sadok, Ana Paula Batista Araújo, é dona da Construtora Araújo, contratada para cuidar de obras nas rodovias BR-174, BR-432 e BR-433, todas em Roraima e ligadas a convênios com o Dnit, principal órgão executor do Ministério dos Transportes. A aplicação de aditivos, que aumentam prazos e valores, ocorreu em todos os contratos. Sadok trabalhou em Roraima em 2001, no antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), como diretor de obras.
Em entrevista nesta quinta-feira, 14, ao Estado, Sadok de Sá contou que conhece a empresária desde 2001 e vive com ela há pelo menos quatro anos. "É minha mulher", disse. Ele alegou que, apesar de serem obras vinculadas a convênios com o Dnit, os contratos são assinados com o governo de Roraima por licitações. "Nunca me meti na empresa dela. O contrato do Dnit é com o Estado. O Estado pega e licita as obras", disse. Do portal do jornal O Estado de São Paulo

ESCÂNDALO DOS TRANSPORTES: MULHER DE DIRETOR DO DNIT É DONA DE CONSTRUTORA E OBTEVE CONTRATOS DE R$ 18 MILHÕES

A mulher do diretor-executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), José Henrique Sadok de Sá, obteve contratos no valor de 18 milhões de reais com o órgão público entre 2006 e 2011. Ana Paula Batista Araújo é dona da construtora Araújo Ltda, que foi contratada para para tocar obras em rodovias federais.
Sadok hoje acumula o cargo de diretor-geral interino do Dnit, em substituição a Luiz Antonio Pagot, em férias após ameaça de ser demitido em meio ao escândalo de corrupção no Ministério dos Transportes - que culminou com a saída do ministro Alfredo Nascimento.
A construtora da mulher do diretor foi contratada para cuidar de obras nas rodovias BR-174, BR-432 e BR-433, em Roraima. Em todos os contratos houve aplicação de aditivos, para aumentar prazos e valores. Sadok trabalhou em Roraima em 2001, no antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), como diretor de obras.
Aditivos - A construtora Araújo assinou em abril de 2006 um contrato de dois anos, no valor de 7,2 milhões de reais, com o governo de Roraima para obras de melhoria na BR-174, rodovia apontada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) como foco de irregularidades. A obra tocada pela mulher de Sadok refere-se a um dos lotes de um convênio firmado entre o governo de Roraima e o Dnit, no valor inicial de 19,2 milhões de reais. Desde 2006, a União liberou ao menos 200 milhões de reais para melhorias nessa rodovia, segundo dados do Portal da Transparência, do governo.
Só esse contrato da construtora Araújo para a BR-174 rendeu três aditivos. Ana Paula Araújo aparece assinando o terceiro, em 2008. Em outros, ela nomeou procuradores. Um dos aditivos somou 1,5 milhão de reais ao contrato e outro aumentou o prazo para três anos de vigência. Já o próprio convênio do governo de Roraima com o Ministério dos Transportes recebeu pelo menos sete acréscimos durante sua execução.
O amor acaba - Sadok disse que não tem influência nos contratos fechados pela empresa de sua mulher com obras de rodovias federais. "Eu não tenho nada com a empresa dela. Não me meto em nada. Se a empresa for bem, que vá bem, ser for mal, que vá mal. Não tenho nada com isso."
O diretor alega que a construtora participa de concorrências públicas no governo de Roraima, o que impede que ele interfira em qualquer ação para favorecê-la. "As obras são de licitações legítimas no Estado. Ela não está ganhando porque eu sou o diretor executivo", afirmou. "Não posso proibir uma empresa de exercer o seu direito."
Para ele, não há problema no fato de as obras serem vinculadas a convênios do Dnit. "Não vejo conflito de interesse. Quando cobro alguma coisa da obra, cobro do estado, não da empresa", justificou. "Ela não tem nenhuma obra com o Dnit. Você quer quebrar a empresa? Não pode trabalhar?"
O diretor do Dnit contou que conhece Ana Paula desde 2001 e que vive com ela há cerca de quatro anos. "Não sou casado. É minha mulher hoje. É um relacionamento como todo mundo hoje tem. Já me separei cinco vezes, se bobear vou separar a sexta. O amor acaba", afirmou. "Agora estamos juntos, juntamos as escovinhas." Do site da revista Veja

quinta-feira, julho 14, 2011

PAGOT DIZ QUE É "LEAL COMPANHEIRO" E QUE DILMA SABIA DE TUDO QUE ACONTECIA DO MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES

Pagot pediu para ficar e disse que é 'companheiro leal'
O diretor afastado do Dnit, Luiz Antonio Pagot, afirmou ontem na Câmara ter "convicção absoluta" de que a presidente Dilma Rousseff "sabia de tudo" que acontecia no Ministério dos Transportes, inclusive de eventuais irregularidades.
O Planalto não quis comentar as declarações.

 
Segundo Pagot, até 2009, como chefe da Casa Civil, Dilma coordenou reuniões do PAC 1 (Programa de Aceleração do Crescimento) sobre rodovias, muitas sob suspeita de fraude. Depois, continuou a receber relatórios.

 
"Até outubro de 2009, tenho convicção absoluta que ela sabia de tudo o que estava acontecendo", disse.

 
Pagot afirmou que a primeira reunião sobre as rodovias do PAC 2 foi em 24 de junho, quando Dilma "tomou um susto" ao verificar aumento de preços nas obras.
A presidente teria dado prazo para a reavaliação dos contratos, mas decidiu demitir a cúpula dos Transportes antes da data marcada.

 
"Ela tomou um susto. (...) Falou que precisava mudar isso, fazer alterações e nos deu prazo até 15 de julho."

 
No dia 2, Dilma afastou Pagot e outros três dirigentes da pasta depois de a revista "Veja" noticiar a reunião.

 
Ontem, Pagot disse ainda que a ministra Miriam Belchior (Planejamento), secretária-executiva do PAC no governo Lula, acompanhou as obras do Dnit quando Dilma estava afastada.

 
Após o depoimento, Pagot foi questionado se Dilma, por acompanhar tudo até 2009, também saberia se houvesse irregularidades nas obras do Dnit. "É claro", respondeu.

 
Segundo o dirigente, quem faz a "gestão de um programa como este (...), colocando as obras para frente, quer saber quais são as irregularidades". "E o tempo todo as irregularidades vão sendo corrigidas", disse.

 
Em depoimento de oito horas de duração, o diretor do Dnit repetiu estar em férias e não afastado por ordem de Dilma, como informou a Presidência semana passada.

 
"O Planalto, se quisesse, deveria ter me demitido", afirmou ele, que fez apelo para ficar no cargo. "Sou um leal companheiro." Da Folha de São Paulo desta quinta-feira


*Foto de O Globo onde há mais informações sobre o escândalo do Ministério dos Transportes

MEU COMENTÁRIO: Tanto nesta matéria da Folha quanto aquela que está no site de O Globo, constituem apenas jornalismo declaratório, na verdade poderiam perfeitamente ser press-releases do próprio setor de imprensa do Palácio do Planalto. 
E notem, a reportagem da revista Veja que denunciou as irregularidades na pasta dos Transportes derrubou o Alfredo Nascimento do cargo de Ministro e Pagot tirou férias .
A grande imprensa agora limita-se apenas a reportar o que dizem os protagonistas de mais este escândalo, enquanto a Presidente da República fala através de interlocutores. Está até meio parecido com a época do regime militar, quando deputados e senadores da Arena é que falavam em nome do general que estava na Presidência.
Em alguns dos jornalões nota-se inclusive que os jornalistas também fazem o serviço para os interesses do governo ou então em proveito de certas correntes do PT.
Notem por exemplo que a Folha de São Paulo, que revelou em manchete que Palocci estava enriquecendo de forma surpreendente, fato que o derrubou do governo, depois recolheu-se. A informação foi aprofundada pela equipe de reportagem da revista Veja.  
Já estive até pensando em escrever um livrinho com o seguinte título: Manual de interpretação da grande imprensa.

sexta-feira, julho 08, 2011

PR INDICA TIRIRICA PARA MINISTRO DOS TRANSPORTES, PORQUE PIOR DO QUE ESTÁ NÃO FICA.

O clima de animosidade entre os líderes do Partido da República (PR), integrante da base alugada e a turma do PT pode ser medido pelas reações dos 'republicanos' à degola de  Alfredo Nascimento. 
O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), ao ser indagado sobre quem indicaria para o Ministério dos Transportes não titubeou e sugeriu o deputado Francisco Everardo Oliveira, o Tiririca, segundo a Folha de S. Paulo
Garotinho justificou a indicação: "Dizem que a presidente Dilma Rousseff anda nervosa, aborrecida, estressada. Se eu fosse ela, nomeava o Tiririca. Pelo menos ela se divertiria", disse ele. 
Sob o império do PT mistura-se a galhofa com a trambicagem institucionalizada e tudo é carnavalizado.

E, ao que tudo indica, Alfredo Nascimento volta normalmente para o Senado e fica o dito pelo não dito?

quinta-feira, julho 07, 2011

ROUBALHEIRA DERRRUBA MAIS UM MINISTRO DO GOVERNO DO PT

Embora esta notícia esteja em todos os site e nas manchetes dos jornais desta quinta-feira, faço esta postagem até como registro aqui no blog. Em seis meses do governo da Dilma, dois ministros já caíram, sendo que Palocci caiu duas vezes. A primeira quando era o todo poderoso Ministro da Fazenda. Podem fazer um inventário: o governo do PT é o campeão absoluto em matéria de corrupção e roubalheira. O lulopetismo é o maior mal que já se abateu sobre o Brasil. E todos que apóiam esse governo corrupto são coniventes com o crime e, portanto, são também criminosos. Leiam:
Alfredo Pereira do Nascimento (PR-AM), de 58 anos, deixou o Ministério dos Transportes, pasta que ocupava desde o governo Lula, nesta quarta-feira. Ele encaminhou seu pedido de demissão à presidente Dilma Rousseff "em caráter irrevogável". Na nota, Nascimento afirma que decidiu encaminhar um requerimento à Procuradoria-Geral da República (PGR) pedindo a abertura de investigação e autorizando a quebra dos seus sigilos bancário e fiscal. "O senador está à disposição da PGR para prestar a colaboração que for necessária à elucidação dos fatos", diz o texto.
O agora ex-ministro reassumirá sua cadeira no Senado Federal e a presidência nacional do Partido da República (PR). O nome mais cotado para o posto é o do secretário-executivo, Paulo Sérgio Oliveira Passos. Passos está neste momento no Palácio do Planalto em reunião com a presidente Dilma Rousseff. Oficialmente, o encontro é para tratar da transposição do rio Sâo Franscisco. Também participam da conversa a ministra do Planejamento, Míriam Belchior, e o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra.
A saída de Nascimento ocorreu após reportagem de VEJA revelar o funcionamento de um esquema baseado na cobrança de propinas, feita por caciques do PR, a empreiteiras e empresas de consultoria que elaboram os projetos de obras em rodovias e ferrovias. É o segundo ministro a cair na gestão de Dilma - o primeiro foi o ex-titular da Casa Civil, Antonio Palocci, que não resistiu às revelações de seu incrível salto patrimonial.
O escândalo teve reação imediata da presidente Dilma, que, no sábado seguinte à reportagem de VEJA,  afastou o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, o presidente da Valec Engenharia, José Francisco das Neves, o chefe de gabinete do Ministério, Mauro Barbosa Silva, e o assessor Luís Tito Bonvini. Mas errou a petista ao dar sobrevida a Nascimento e prolongar a crise.
Dilma saiu em defesa de Nascimento na segunda-feira, primeiro dia útil após as revelações de VEJA. A presidente também ordenou à Controladoria Geral da União (CGU) uma investigação rigorosa nas licitações e contratos da pasta. E mandou Nascimento abrir uma sindicância no ministério - com toda a isenção que o ministério comandado pelo PR tem para investigar a si mesmo.
O ritual foi uma tentativa de evitar desgaste político semelhante ao que ocorreu no episódio Palocci . Não adiantou: os oposicionistas aumentaram a pressão: pediram investigações ao Ministério Público e passaram a recolher assinaturas no Congresso para uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A manobra da presidente revelou-se, portanto, não-produtiva.
Nesta terça-feira, o escândalo chegou à família de Nascimento. De acordo com reportagem do jornal O Globo, o filho do ministro é dono de uma empresa cujo patrimônio cresceu 86.500 % desde 2005. O caso fez com que a oposição apertasse ainda mais o cerco ao ministro, que acabou entregando o cargo. O PSDB pediu ao Ministério Público um acréscimo na representação que apresentou contra Nascimento.
Biografia - Nascimento responde a processos na Justiça por acusação de improbidade administrativa e crime de responsabilidade na época em que era prefeito de Manaus – entre 1997 e 2004. Na Justiça Eleitoral, quase teve seu mandato cassado por suspeita de compra de votos na disputa de 2006, quando conquistou uma vaga no Senado.
O ex-ministro assumiu o Ministério dos Transportes pela primeira vez no início do governo Lula, em março de 2004, cargo em que permaneceu por dois anos. Afastou-se em março de 2006 para candidatar-se a senador e, em 2007, deixou a vaga conquistada novamente para ocupar o ministério. Em março de 2010, deixou o governo federal para ser candidato ao comando do Amazonas, mas não foi eleito. Com a vitória de Dilma Rousseff, foi reconduzido à pasta - cota do PR.

De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), durante os anos em que esteve no ministério, o patrimônio de Nascimento dobrou. Em 2006, quando foi candidato ao Senado, ele declarou à Justiça Eleitoral ter bens no valor total de 594.723,82 reais. Nas eleições de 2010, seu patrimônio subiu para 1.092.676,35 reais. Uma das empresas da família, a Forma Construção Ltda., é alvo de uma investigação da Receita Federal sobre lavagem de dinheiro.
Sua mulher, Francisca Leonia de Morais Pereira, e o filho Gustavo Nascimento, de acordo com as investigações, chegaram a ser multados por omitir em suas declarações de Imposto de Renda um total de 7 milhões de reais.
O ex-ministro nasceu em Martins, no Rio Grande do Norte, é formado em Letras e Matemática, foi sargento da Aeronáutica e empresário. Na carreira política, também foi vice-governador do Amazonas, secretário municipal de Economia e Saúde em Manaus, secretário de Estado de Administração e da Fazenda do Amazonas, presidente da Empresa de Processamento de Dados do Amazonas (Prodam) e superintendente da Zona Franca de Manaus (Suframa).
É o atual presidente do Partido da República, desde que seu antecessor, o deputado federal Valdemar da Costa Neto, deixou a vaga ao ser acusado de envolvimento no mensalão, o maior escândalo do governo Lula, em 2005. Do site da revista Veja

domingo, julho 03, 2011

DILMA AFASTA CÚPULA DO MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES ENVOLVIDA EM ESQUEMA DE PROPINAS DENUNCIADO POR VEJA

A presidente Dilma Rousseff decidiu neste sábado afastar do cargo os representantes do Ministério dos Transportes envolvidos em denúncia apontada em matéria de VEJA desta semana. A reportagem revela um esquema de pagamento de propina para caciques do PR, Partido da República, em troca de contratos de obras.
Dilma conversou com o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, neste sábado e acertou o afastamento dos envolvidos. São eles: Mauro Barbosa da Silva, chefe de gabinete do ministro; Luís Tito Bonvini, assessor do gabinete do ministro; Luís Antônio Pagot, diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit); e José Francisco das Neves, diretor-presidente da Valec. O desligamento dos funcionários será formalizado a partir da próxima segunda-feira, pela Casa Civil.
"Para garantir o pleno andamento da apuração e a efetiva comprovação dos fatos imputados aos dirigentes do órgão, os servidores citados pela reportagem serão afastados de seus cargos, em caráter preventivo e até a conclusão das investigações", diz o Ministério dos Transportes, em nota.
Por enquanto, Nascimento continuará à frente do cargo. O ministro disse que vai instaurar uma sindicância interna para apurar "rápida e rigorosamente" o envolvimento de dirigentes da pasta e seus órgãos vinculados nos fatos mencionados pela revista.
"Além de mobilizar os órgãos de assessoramento jurídico e controle interno do Ministério dos Transportes, o ministro decidiu pedir a participação da Controladoria-Geral da União (CGU). As providências administrativas para o início do procedimento apuratório serão formalizadas a partir da próxima segunda-feira", diz a nota.

O ministro rechaçou qualquer ilação ou relato de que tenha autorizado, endossado ou sido conivente com a prática de quaisquer ato político-partidário envolvendo ações e projetos do Ministério dos Transportes.
Oposição - Representantes da oposição ameaçam tentar colher assinaturas para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as denúncias envolvendo o Ministério dos Transportes. Também querem convocar o ministro Alfredo Nascimento para prestar esclarecimentos no Congresso Nacional.
Senadores da oposição ouvidos por VEJA neste sábado exigiram uma postura mais firme da presidente Dilma sobre ao caso. Leia MAIS

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