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quarta-feira, março 07, 2012

GRANDE MARCHA AMANHÃ, DIA 8, PELA RESTAURAÇÃO DA DEMOCRACIA E A LIBERDADE NO EQUADOR GANHA O MUNDO


Já está bombando nas redes sociais e espalha-se como fogo em palheiro um movimento internacional denunciando o tiranete do Equador, Rafael Correa, amigo de Lula, Dilma, Chávez e Fidel Castro e que tem cadeira cativa no Foro de São Paulo. No vídeo acima um grupo de equatorianos que organiza esse movimento que mobiliza os equatorianos no exterior a partir de Miami, convoca uma grande marcha para amanhã, quinta-feira, denunciando o governo do comunista Rafael Correa, que já decretou a censura à imprensa e persegue dissidentes e jornalistas.
O movimento pela liberdade no Equador e o restabelecimento das instituições democráticas neste país latino-americano já tem repercussão internacional.
Use as ferramentas de compartilhamento que abaixo deste post, principalmente FaceBook e Twitter e espalhe a informação pelas redes sociais. 
É hora de luta pela defesa da democracia e da liberdade que vem sendo solapada pelo movimento comunista internacional com o objetivo de transformar as nações latino-americanas em espantalhos comunistas como Cuba e Coréia do Norte.
A liberdade não tem preço! É inegociável!

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sábado, fevereiro 18, 2012

RAFAEL CORREA, O TIRANETE VAGABUNDO DO EQUADOR PISOTEIA A DEMOCRACIA E A LIBERDADE DE IMPRENSA E INSTALA UMA DITADURA NO PAÍS!

Acima Rafael Correa, o tiranente vagabundo do Equador; abaixo seus partidários queimando exemplares do jornal El Universo, um dos mais imporantes do país
Antes do post um aviso: problemas técnicos da NET me deixaram sem internet desde ontem à tarde. O sinal só retornou há cerca de 1 hora, razão pela qual o blog ficou sem atualização. Entretanto, o blog não irá parar durante esses dias de carnaval. Recomeço com uma postagem em defesa da liberdade de imprensa e da democracia denunciando o tiranete vagabundo do Equador, Rafael Correa, que praticamente decretou a censura à imprensa naquela país com o concurso da Suprema Corte de Justiça. Sim, como em Cuba, na Venezuela, na Argentina, na Bolívia e, se deixarmos correr solto no Brasil também, o Poder Judiciário tranformou-se numa máquina de moer a liberdade de expressão. 
No Equador, os bate-paus de Rafael Correa queimaram exemplares de um dos maiores jornais do país, enquanto jornalistas têm de pedir asilo política em outros países para não se transformarem em presos políticos mofando nas masmorras de Rafael Correa, da mesma forma que acontece em Cuba e na Venezuela dos opositores de Chávez. Correa é um capacho chavista, um idiota latino-americano alçado à condição de ditador pela malta que baba a baba da ignorância. Transcrevo o que está no site de O globo,  embora já tenha circulado ontem quinta-feira. Mas como fiquei sem internet faço a postagem para que fique registrado aqui no blog o meu repúdio a mais esse deletério atentado à democracia e à liberdade de expressão:

O chanceler do Equador, Ricardo Patiño, defendeu nesta quinta-feira a controversa condenação de três executivos e um jornalista do "El Universo", maior jornal do país, como legítima e sem caráter político. O ministro criticou ainda o Panamá por ter concedido asilo a Carlos Pérez, diretor do diário e um dos quatro condenados.
- Então todos os delinquentes neste país que sejam sentenciados que vão pedir asilo ao Panamá - disse Patiño em rápidas declarações a jornalistas.
A sentença da Corte Nacional de Justiça do Equador condenou por injúria o diretor, o vice-diretor e o gerente de Novas Mídias, os irmãos Carlos, César e Nicolas Pérez, respectivamente, e o colunista Emilio Palacio a três anos de prisão e a uma multa de US$ 40 milhões.
O controverso caso começou há cerca de um ano, quando o presidente Rafael Correa entrou na Justiça por causa da publicação de um artigo no "El Universo" que criticava suas ações durante a revolta policial de 30 de setembro de 2010. Em sua coluna, Palacio, que busca exílio político nos EUA, chamou Correa de ditador e o acusou de ter ordenado que um hospital cheio de civis fosse atacado.
A sentença gerou condenações de várias organizações de impresa internacional. A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP, na sigla em espanhol), o Repórteres Sem Fronteiras e o Comitê de Proteção para Jornalistas (CPJ) disseram estar preocupados com a liberdade de expressão no país e na América do Sul. O advogado de Defesa do "El Universo" disse que vai recorrer à Corte Interamericana e lamentou o que chamou de "submissão" do Judiciário equatoriano.
— Um editor está em busca de asilo político, três executivos podem ir para prisão, e um dos principais jornais do país pode ir à falência só porque o presidente Correa não gostou de um artigo de opinião — protestou Carlos Lauría, coordenador do programa do Comitê de Proteção para Jornalistas (CPJ) para as Américas.
Para Ricardo Trotti, da SIP, a sentença foi uma "represália à liberdade de imprensa". A Justiça equatoriana negou na madrugada desta quinta-feira um pedido de revisão do processo no julgamento por difamação movido pelo presidente Rafael Correa contra o "El Universo". Após 15 horas de audiência, o tribunal ratificou a sentença de prisão, além da multa que poderá levar o jornal à falência.
"A Corte Nacional de Justiça acaba de ratificar um verdadeiro estímulo à censura que poderia afetar amanhã outros meios de comunicação (...) É um desastre", escreveu o Repórteres Sem Fronteiras num comunicado. Do site de O Globo

segunda-feira, julho 25, 2011

A REPUBLIQUETA BANANEIRA DE RAFAEL CORREA

O editorial do jornal Folha de São Paulo deste domingo está mais do que perfeito quando denuncia a truculência do tiranete do Equador, Rafael Correa, contra a liberdade de imprensa. É importante assinalar que Correa faz parte da corriola de Lula, Dilma, Chávez e Morales, ou seja, integra o Foro de São Paulo, a organização esquerdista que dá as diretrizes para a implantação da URSAL - União das Repúblicas Socialistas da América Latina. Parece uma piada, mas não é.
Em um parágrafo o editorial resume o que é a liberdade de imprensa: "... a imprensa deve ser livre para criticar o governo sem temor de perseguição. O governante eleito tem de conviver com as críticas, mesmo as mais injustas ou delirantes. A pena de prisão para delitos de opinião é típica de regimes autoritários". O título do editorial é "A verdade de Correa". Trancrevo na íntegra:
"O Ditador deveria lembrar", escreveu um colunista do jornal equatoriano "El Universo" sobre o presidente Rafael Correa, que um sucessor inimigo "poderia levá-lo a uma corte penal por haver ordenado abrir fogo à vontade e sem aviso prévio contra um hospital cheio de civis e gente inocente".
 
Por esse trecho, de um texto intitulado "Não às Mentiras", o jornalista foi condenado a três anos de prisão, assim como três diretores do jornal. A multa total foi fixada em US$ 40 milhões.

 
O "Ditador", no caso, é o presidente democraticamente eleito do Equador. O texto se refere a uma rebelião policial do final de 2010.

 
Atingido por uma bomba de gás lacrimogêneo, Correa foi levado a um hospital. Lá, disse, foi mantido como refém. Uma equipe de elite executou um resgate, e houve troca de tiros com os rebelados.

 
O confronto de versões sobre o tumultuado motim, que Correa classificou como golpe de Estado, é secundário. O que está em jogo, agora, é a liberdade de imprensa.

 
A decisão afronta um princípio basilar da democracia: a imprensa deve ser livre para criticar o governo sem temor de perseguição. O governante eleito tem de conviver com as críticas, mesmo as mais injustas ou delirantes.

 
A pena de prisão para delitos de opinião é típica de regimes autoritários. A multa, de US$ 30 milhões para os jornalistas e US$ 10 milhões para o periódico, serve como ameaça nada velada a todos os que ousarem criticar o governo.

 
O presidente festejou com empáfia o que chamou de "marco histórico" para o fim do "reinado de terror" da mídia. Anunciou que vai recorrer da decisão, para tentar receber os US$ 80 milhões que pediu -como se a metade desse valor absurdo fosse pouco.

 
Felizmente, aos jornalistas e à empresa também se faculta recorrer da decisão. Por ora, nem a multa nem a prisão serão efetivadas.

 
Não é a primeira ofensiva de Correa a minar a democracia equatoriana. O presidente obteve, por meio de consulta popular em maio, autorização para reformas que lhe permitem regular o conteúdo da mídia e põem em xeque a independência do Judiciário.

 
Se prosperar, a decisão da Justiça do Equador será mais um degrau nessa escalada autoritária.


terça-feira, maio 10, 2011

'ESPIÕES' ANTECIPARAM A CHÁVEZ RELATÓRIO DO IISS QUE REVELOU TENTATIVA DE TERCEIRIZAR COM AS FARC ASSASSINATO DE OPOSITORES NA VENEZUELA

The New York Times :em destaque a acusação contra Chávez
O ditador venezuelano Hugo Chávez prometeu 300 milhões de dólares em 2007 às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), grupo terrorista ao qual forneceu apoio político e acesso territorial. Essas são algumas das conclusões de uma análise do material apreendido com o ex-líder rebelde conhecido como Raúl Reyes, divulgadas nesta terça-feira, em Londres, pelo Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês).

O relatório afirma ainda que a chegada de Rafael Correa à Presidência do Equador, em 2007, depois de ele "solicitar e aceitar recursos ilegais das Farc" durante a campanha, foi para a guerrilha colombiana o "clímax" de anos de esforços para infiltrar-se no Equador. Sobre a Venezuela, o documento destaca que, apesar da guerrilha ter chegado à Venezuela muito antes de Chávez, a relação se fortaleceu com o acesso dele ao poder, em 1999.


"Desde 2000, Chávez teve a clara intenção de fornecer apoio financeiro em uma escala calculada para afetar o equilíbrio estratégico da Colômbia", avalia o relatório. Em 2007, por exemplo, ele prometeu ao grupo 300 milhões de dólares", diz o texto, resultado de dois anos de análises dos milhares de arquivos encontrados nos três laptops, dois discos rígidos e três pen drives encontrados no acampamento das Farc em que Raúl Reyes foi morto.


Dinheiro e armas -
Reyes era o número dois do grupo rebelde e foi eliminado em 1º de março de 2008, após um bombardeio colombiano em território equatoriano. Os autores do relatório dizem que parece que Chávez não cumpriu a promessa financeira - mas destacam que nada permite afirmar que a oferta foi retirada. O instituto acrescenta que aconteceram "algumas transferências de valores menores de dinheiro, armas e munições" da Venezuela aos terroristas.

A aliança permitiu ao grupo ter acesso a sócios comerciais da Venezuela, como Bielorrússia e China - que, segundo o IISS, "em diferentes momentos mostraram interesse em fornecer armas às Farc" por meio de acordos triangulares através das exportações de petróleo venezuelanas. Os arquivos mostram que o ditador também concedeu às Farc um "importante respaldo político para promover sua legitimidade no exterior" e "prejudicar os interesses do governo colombiano".


Jogo de cena -
Como se isso não bastasse, Chávez permitiu aos rebeldes "utilizar livremente o território", apenas com algumas "restrições menores". Apesar dos riscos diplomáticos que acarretava, a relação com as Farc tinha para Chávez um "elemento defensivo" ante uma aliança entre Colômbia e Estados Unidos, que ele considerava um "verdadeiro perigo", sobretudo depois de quase ser derrubado por seus opositores internos em 2002.

Por isto, afirma o documento, "apesar de em várias ocasiões Chávez ter pedido às Farc que abandonassem a luta armada e buscassem uma solução política, ele fez isso apenas para desviar a pressão internacional". Depois, sempre recuava e voltava a ajudar os terroristas. Nesse contexto, o instituto considera "improvável" que a retomada das relações entre Caracas e Bogotá desde a chegada ao poder de José Manuel Santos na Colômbia em 2010 possa ser duradoura. Do portal da revista Veja

MEU COMENTÁRIO: Hugo Chávez havia marcado um périplo botocudo iniciando pelo Brasil, quando seria recebido pela Dilma no Alvorada, seguindo-se um almoço privê. Depois o bufão bolivariano iria encontrar-se com o ditador Rafael Correa, do Equador, terminando essa via sacra comuno-bolivariana abraçado com Fidel Castro em Havana. Chávez esquecera que o IISS já havia marcado para este dia 10 de maio a divulgação da análise feita nos arquivos do computador do porco assassino Raúl Reyes, liquidado naquela operação efetuada pela Colômbia contra as FARC em território equatoriano.
Resultado: Ontem, segunda-feira, o amiguinho de Lula, Dilma e sequazes, cancelou repentinamente a viagem alegando ter sofrido uma oportuna lesão no joelho... hehe...
O que fica muito claro é que obviamente alguém ligado ao próprio IISS, o instituto inglês que fez o relatório sobre o conteúdo do material aprendido pelas forças de segurança colombianas, a pedido do governo do então presidente Álvaro Uribe, deve ter avisado a Chávez sobre a informação que seria divulgada no momento em que estaria trocando afagos com Dilma Rousseff em Brasília, juntamente com os integrantes do Foro de São Paulo que tem como chefão o Lula. Não se descarta a hipótese de que algum desses jornalistas militantes da causa bolivariana - eles dominam as redações das agências de notícias internacionais - possa ter sido o mensageiro.
 

Digo isso porque uma declaração do autor dos estudos realizados pelo instituto inglês, James Lockhart Smith, tenta de alguma forma dar uma aliviada para o lado de Chávez, segundo está lá no site do Estadão. Transcrevo o trecho. Confiram:
"Entre as principais conclusões do relatório no que se refere à relação entre a Venezuela e as Farc, o IISS apurou que o governo Chávez teria permitido que o grupo operasse em território venezuelano. 
Além disso, o presidente teria oferecido ajuda às Farc em dinheiro. Segundo a AFP, Chávez teria prometido "300 milhões de dólares" ao grupo guerrilheiro em 2007.
O presidente venezuelano teria ainda, de acordo com o relatório, pedido aos guerrilheiros que "treinassem grupos paramilitares para 'defender a revolução' de outros golpes de estado ou invasões externas", segundo o autor do estudo, James Lockhart Smith.

Smith disse, no lançamento do relatório, em Londres, que é necessário colocar a revelação em um "contexto estratégico". "Depois do golpe de abril de 2002, o regime (de Caracas) se aterrorizou, porque notou que o golpe esteve perto de ter sucesso, e porque viu também que não podia contar com a lealdade das Forças Armadas", explicou." 
Deu para perceber?

sexta-feira, outubro 01, 2010

ENTREVISTA JOGA LUZ SOBRE AGITAÇÃO NO EQUADOR. GOLPE OU MANOBRA DE CORREA?

Apontado pelo presidente Rafael Correa como mentor dos distúrbios que levaram o caos ao Equador nesta quinta-feira, Lucio Gutiérrez estava bem longe de Quito quando membros da Polícia Nacional se sublevaram contra o governo

 Hospedado em um hotel de Brasília para --segundo ele mesmo-- observar o processo eleitoral do próximo domingo (3), o líder do Partido Sociedad Patriótica (PSP) conversou com a Folha por telefone e negou qualquer envolvimento com o levante policial. "Vim saber como funciona o processo de votação eletrônica", alega. "No Equador querem digitalizar as eleições, mas seguindo o modelo da Venezuela. Eu defendo que se utilize o sistema brasileiro." 

Gutiérrez não interpreta o episódio como uma tentativa de assassinar Correa. "Se quisessem, o teriam matado dentro do hospital." O ex-presidente tampouco vê inclinações golpistas nas manifestações. "Ninguém quer derrubar Correa. Queremos que ele termine seu mandato, vá para casa e deixe os equatorianos em paz." 

O líder da oposição já governou o país por duas ocasiões. Na primeira delas, em 2000, ele fez parte de um triunvirato que durou apenas uma noite antes de ser dissolvido pelas Forças Armadas. Em 2003, voltou ao poder pela via eleitoral, mas foi derrubado por intensos protestos populares que o obrigaram a fugir do Palácio de Carondelet e exilar-se no Brasil.

Maior adversário político de Correa, Gutiérrez deve retornar ao Equador no dia 6 de outubro com uma mensagem de "unidade nacional". "Os equatorianos mais que nunca devemos estar unidos para não permitir as manipulações do governo", diz. 

Leia a íntegra da entrevista concedida à Folha:

FOLHA - O sr. está por trás dos distúrbios policiais desta quinta-feira?
LUCIO GUTIÉRREZ- As acusações de Rafael Correa são falsas e temerárias. Está sempre me culpando de tudo. Quando os indígenas se rebelaram, me culpou. Quando os estudantes protestaram, me culpou. Quando os professores saíram às ruas, Correa disse que eu estava por trás das manifestações. O grande culpado por este episódio doloroso que aconteceu no Equador é Rafael Correa, porque seu governo é abusivo, corrupto e totalitário. É um governo intolerante, que não respeita os direitos dos cidadãos. 

A tentativa de golpe é justa?
Ninguém no Equador quer um golpe de Estado. Rafael Correa quer se vitimizar perante o mundo e desviar a atenção da opinião pública sobre o desemprego, a pobreza e as denúncias de corrupção. O único golpista é Rafael Correa. Ele mesmo confessou que participou de toda conspiração que resultou no golpe contra meu governo. 


As imagens de TV mostraram os policiais rebeldes gritando seu nome.
Eu ganhei a presidência com 3 milhões de votos, e todas essas pessoas certamente são contrárias às atitudes ditatoriais do presidente Correa. Estou no Brasil há dois dias. Tudo isso é fruto da irresponsabilidade do presidente, que abusa do poder e não permite que no Equador haja liberdade de expressão, independência de funções ou prestação de contas, que não permite que a Assembleia cumpra sua função de legislar e fiscalizar. Então, qualquer coisa que acontece no país, ele joga a culpa em mim. Por quê? Porque as pessoas dizem "com Lucio, estávamos melhor". Não foram apenas os policiais que gritaram meu nome. 


Por que a rebelião surgiu na Polícia Nacional?
Porque os policiais foram prejudicados em seus direitos. Rafael Correa aprovou uma lei para acabar com os benefícios da carreira. O presidente destruiu um órgão da Polícia Nacional chamado Unidade de Investigações Especiais, que descobriu funcionários do governo vinculados ao narcotráfico. Foi também a polícia que denunciou a presença de ex-guerrilheiros trabalhando na administração pública e que detém informação sobre os vínculos de Rafael Correa com as Farc e o narcotráfico. É por ter conhecimento de todos estes fatos que a polícia está protestando contra o desgoverno de Correa. 


Mas por que os policiais reagiram com tanta violenta, tiroteios e bombas?
Porque vêm sendo permanentemente agredidos pelo presidente. Assim também reagiram os indígenas e os estudantes, mas, como não têm armas para se defender, foram reprimidos de maneira brutal pelo governo. Como Rafael Correa manipula muito a informação, no exterior é publicada apenas a mentira de que no Equador está tudo bem --e não é assim. Espero que agora o mundo entenda que o país não vive uma democracia autêntica. Ninguém é louco: os policiais não vão arriscar suas vidas, suas carreiras e suas famílias protestando sem razão. Do portal Folha.com 


MEU COMENTÁRIO: Notem nessa entrevista a pergunta calhorda do entrevistador que sem ter a prova de que está havendo golpe de Estado no Equador formula a pergunta:"A tentativa de golpe é justa?", quando a pergunta correta é se está ou não havendo realmente um golpe de Estado.

Por enquanto ainda não havia postado nada sobre os acontecimentos do Equador porque o que está sendo veiculado pela grande imprensa brasileira e internacional não oferece segurança para uma análise mais consistente.
Essa entrevista já começa a jogar um pouco de luz sobre a ordinária manipulação da informação coisa na qual o tiranete equatoriano é um especialista. Todos sabem que Correa está alinhado a Hugo Chávez, Lula, Moralez e Daniel Ortega. 

Ao que tudo indica estamos vendo mais uma grande jogada do Foro de São Paulo que coincide com a reta final da eleição brasileira. Mas isso é outra história que provavelmente terei que abordar mais adiante. As informações que nos chegam são insuficientes. A primeira mais clara e consistente está nesta entrevista.


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