Em razão do filtro da grande imprensa internacional nota-se que há um movimento conjunto que tenta salvar Barack Hussein Obama. Os analistas botocudos tentam levar água ao moinho de Obama. Lá acontece como aconteceu aqui no Brasil no que respeita ao comportamento da mídia local e internaciona. A diferença neste aspecto é que nem toda a grande imprensa americana reza pela cartilha democrata. Mas o noticiário que critica acerbadamente Obama não consegue chegar aos nossos ouvidos. O filtro da grande imprensa alinhada ao esquerdismo e ao pensamento politicamente correto promove um permanente ruído. Assim, temos um noticiário internacional vagabundo, distorcido e mentiroso.
Esse filtro da grande imprensa aos poucos vai sendo minado pela ação corrosiva da internet. Tanto é que ilustro este post com o perfil de Barack Obama no Twitter. Sigo o mandatário americano por meio do microblog o para cotejar as suas ações e reações com o que informam os colunistas do Estadão, Folha e agências internacionais.
Se vocês se derem ao trabalho de ler o que escrevem constatarão que todos, sem nenhuma exceção, além de serem petralhas de carteirinha, são politicamente corretos e adoradores de Hussein Obama, sem falar que são também sequazes do islamismo que pretende destruir a civilização ocidental. Todos esse sabujos cretinos defendem que os islâmicos construam uma gigantesca mesquita ao redor do Marco Zero, no coração de Nova York, onde os assassinos islâmicos praticaram o maior atentado terrorista da história da civilização ocidental.
Mas se vocês repararem, as tuitadas de Hussein Obama são de um líder de pés de barro. O homem está desesperado para tentar minimizar a avalanche da Oposição, enquanto as pesquisas registram há meses que a desaprovação ao seu desastrado governo alcança algo em torno de 52%.
Li hoje a coluna do Krugman no Estadão. Ele censura a ação governamental de Obama e diz que o Presidente não fez as reformas necessárias ao mesmo tempo em que deveria culpar os republicanos pela crise econômica que castiga os cidadãos americanos.
Entretanto, Krugman e os demais analistas esquerdistas botocudos esquecem (ou escamoteiam deliberadamente) que Obama foi um dos beneficiários da generosa ajuda das duas maiores empresas hipotecárias do Estados Unidos que, sob o comando do governo Cliton determinaram a tal bolha subprime que degenerou na crise financeira internacional. São elas a Fannie Mae e Freddy Mac. Ambas foram acionadas na época de Clinton para abrir o crédito imobiliário para os ditos excluídos. Foram também essas duas empresas que concederam apoio financeiro para as campanhas ao Senado de Obama e Hillary, a mulher do Clinton.
Obama preferiu não mexer nos esqueletos que continuam no armário. Krugman sabe disso, como devem saber esses 'gigantes' do jornalismo brasileiro. Mas eles escamoteiam o principal na sua insana tarefa de ajudar a destruir a civilização ocidental entorpecidos pelo feitiço do pensamento politicamente correto, o maior flagelo do século XXI.
Espero que a oposição americana dê o seu recado nas urnas e promova a virada. Disso não dependem apenas os americanos, mas nós brasileiros também, como de resto os demais países do mundo. Dependemos não só do consumismo e fortalecimento da economia americana, amaldiçoados pela idiotia esquerdista, mas também do fato de que só a heróica oposição dos cidadãos conscientes do Estados Unidos poderá salvar os já combalidos valores da civilização ocidental, fundamentos da apreciável prosperidade e bem-estar da humanidade.
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