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terça-feira, novembro 02, 2010

DESESPERADO, OBAMA APELA AO TWITTER E ANALISTAS DA GRANDE IMPRENSA CONTINUAM MENTINDO SEM PARAR SOBRE A ELEIÇÃO AMERICANA

As eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos deverão, segundo as pesquisas, eleger maioria republicana nas duas Casas do Congresso. Na Câmara de Representantes é praticamente certo que os Republicanos consigam retomar a maioria. No Senado o jogo pode ser mais equilibrado, mas também não está afastada a hipótese de uma virada.

Em razão do filtro da grande imprensa internacional nota-se que há um movimento conjunto que tenta salvar Barack Hussein Obama. Os analistas botocudos tentam levar água ao moinho de Obama. Lá acontece como aconteceu aqui no Brasil no que respeita ao comportamento da mídia local e internaciona. A diferença neste aspecto é que nem toda a grande imprensa americana reza pela cartilha democrata. Mas o noticiário que critica acerbadamente Obama não consegue chegar aos nossos ouvidos. O filtro da grande imprensa alinhada ao esquerdismo e ao pensamento politicamente correto promove um permanente ruído. Assim, temos um noticiário internacional vagabundo, distorcido e mentiroso.

Esse filtro da grande imprensa aos poucos vai sendo minado pela ação corrosiva da internet. Tanto é que ilustro este post com o perfil de Barack Obama no Twitter. Sigo o mandatário americano por meio do microblog o  para cotejar as suas ações e reações com o que informam os colunistas do Estadão, Folha e agências internacionais.

Se vocês se derem ao trabalho de ler o que escrevem constatarão que todos, sem nenhuma exceção, além de serem petralhas de carteirinha, são politicamente corretos e adoradores de Hussein Obama, sem falar que são também sequazes do islamismo que pretende destruir a civilização ocidental. Todos esse sabujos cretinos defendem que os islâmicos construam uma gigantesca mesquita ao redor do Marco Zero, no coração de Nova York, onde os assassinos islâmicos praticaram o maior atentado terrorista da história da civilização ocidental.

Mas se vocês repararem, as tuitadas de Hussein Obama são de um líder de pés de barro. O homem está desesperado para tentar minimizar a avalanche da Oposição, enquanto as pesquisas registram há meses que a desaprovação ao seu desastrado governo alcança algo em torno de 52%.

Li hoje a coluna do Krugman no Estadão. Ele censura a ação governamental de Obama e diz que o Presidente não fez as reformas necessárias ao mesmo tempo em que deveria culpar os republicanos pela crise econômica que castiga os cidadãos americanos.

Entretanto, Krugman e os demais analistas esquerdistas botocudos esquecem (ou escamoteiam deliberadamente) que Obama foi um dos beneficiários da generosa ajuda das duas maiores empresas hipotecárias do Estados Unidos que, sob o comando do governo Cliton determinaram a tal bolha subprime que degenerou na crise financeira internacional. São elas a Fannie Mae e Freddy Mac. Ambas foram acionadas na época de Clinton para abrir o crédito imobiliário para os ditos excluídos. Foram também essas duas empresas que concederam apoio financeiro para as campanhas ao Senado de Obama e Hillary, a mulher do Clinton.

Obama preferiu não mexer nos esqueletos que continuam no armário. Krugman sabe disso, como devem saber esses 'gigantes' do jornalismo brasileiro. Mas eles escamoteiam o principal na sua insana tarefa de ajudar a destruir a civilização ocidental entorpecidos pelo feitiço do pensamento politicamente correto, o maior flagelo do século XXI. 

Espero que a oposição americana dê o seu recado nas urnas e promova a virada. Disso não dependem apenas os americanos, mas nós brasileiros também, como de resto os demais países do mundo. Dependemos não só do consumismo e fortalecimento da economia americana, amaldiçoados pela idiotia esquerdista, mas também do fato de que só a heróica oposição dos cidadãos conscientes do Estados Unidos poderá salvar os já combalidos valores da civilização ocidental, fundamentos da apreciável prosperidade e bem-estar da humanidade.

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quinta-feira, setembro 09, 2010

OBAMA PISOTEIA A CONSTITUIÇÃO AMERICANA. NEGA AO PASTOR O DIREITO DE PROTESTAR CONTRA O FANATISMO ISLÂMICO. PASTOR É VITIMA DA CANALHICE POLITICAMENTE CORRETA!

O pastor Terry Jones, que lidera uma pequena igreja com tendências anti-islâmicas em Gainesville, na Flórida, cancelou nesta quinta-feira, 9, a queima de exemplares do Alcorão - o livro sagrado do Islã -  que planejava fazer no próximo sábado, aniversário dos atentados 11 de setembro.

"Somos agora contra qualquer outro grupo que defenda queimar o Alcorão. Não pediríamos a ninguém para fazer isso mais. Temos certeza disso. Não é o momento de fazê-lo", disse, ao lado do imã
Muhammad Musri, da Sociedade Islâmica Central da Flórida.

O Pentágono disse que o secretário de Defesa Robert Gates telefonou para Jones antes do anúncio e o alertou dos riscos de levar a empreitada adiante.
O reverendo, que havia idealizado o 'dia da Queima do Alcorão', já havia sinalizado que poderia voltar atrás caso a Casa Branca, o departamento de Estado ou o Pentágono assim o pedissem. Leia MAIS

MEU COMENTÁRIO: O caso chega a ser bizarro. O Pastor Terry Jones lidera uma pequenia paróquia no interior dos Estados Unidos. Um mero ato simbólico levou o governo dos Estados Unidos e o próprio Pentágono a intimar o Pastor que, a bem da verdade, tem de se admitir que está coberto de razão e é um emblema da resistência que felizmente começa  crescer em defesa dos valores da Civilização Ocidental.

E os Estados Unidos, sob Obama, resolveram se ajoelhar ante os algozes da Nação. Sim os fanáticos islâmicos insuflados pelo conteúdo do Alcorão cometeram o maior atentado terrorista no coração de New York, assassinando milhares de cidadãos americanos que foram cozidos e esmagados vivos dentro das torres gêmeas em chamas.

Como já afirmei aqui, o islamismo não é uma religião. É um seita fanática que deseja dominar a Civilização Ocidental e varrer Israel do mapa, conforme já proclamou Ahmadinejad, o amigo de Lula e de toda a esquerda vagabunda, politicamente correta e antissemita que leva água ao moinho do terrorismo.

E agora, os fanáticos de toalha na cabeça encontraram em Obama e no Partido Democrata no poder seus - pasmem! - protetores. As vítimas pedem perdão aos seus algozes.

Os Estados Unidos, que lideraram o mundo na guerra contra o nazismo agora, sob Hussein Obama, abandonam de forma covarde todos os valores da Civilização Ocidental, edificados sobre os pilares da democracia e da liberdade, e os imola no altar do fanatismo islâmico.

O ato idealizado pelo Pastor Terry Jones se no lugar do Alcorão propusesse queimar a Constituição Americana, por certo não sofreria qualquer admoestação por parte de Obama e seus sequazes. Tanto é que a Bandeira dos Estados Unidos já foi queimada milhares de vezes em território americano pela idiotia esquerdista que enlameia a Nação americana. A esses celerados os benefícios da Constituição liberal americana. No caso do Pastor, Obama e seus sequazes não tiveram pejo em pisotear a Carta Magna da maior e mais sólida democracia do mundo ao negar um direito assegurado pela Lei Maior.

Não tenho a menor dúvida, se o Pastor resolvesse clamar pelo seu direito na Côrte de Justiça tenho certeza que os magistrados americanos jamais o negariam.

Por enquanto. É verdade. 

O politicamente correto - repito - é o maior flagelo do século XXI.

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sábado, agosto 14, 2010

OBAMA DEFENDE MESQUITA QUE MUÇULMANOS PRETENDEM CONSTRUIR PRÓXIMO AO LOCAL DO ATENTADO DE 11 DE SETEMBRO

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou nesta sexta-feira, 12, que os muçulmanos têm direito a construir uma mesquita perto do Marco Zero, em Nova York, onde ficavam as torres gêmeas, apesar da polêmica gerada pelo projeto.

"Como cidadão e como presidente, acho que os muçulmanos têm o mesmo direito a praticar sua religião como qualquer outra pessoa neste país. Isso inclui o direito a construir um lugar de oração e um centro comunitário em uma propriedade privada em Manhattan, de acordo com as leis e ordenanças locais", disse Obama.

O presidente americano fez as declarações em um jantar iftar, refeição que quebra o jejum diário do mês sagrado do Ramadã, na Casa Branca.

Obama quebrou assim seu silêncio sobre o controvertido projeto de construir um centro cultural perto do lugar onde foram derrubadas as torres gêmeas nos atentados de 11 de setembro de 2001.

Durante seu discurso diante de líderes da comunidade muçulmana nos EUA, o presidente destacou a tolerância religiosa como um dos alicerces do país.

Ele enfatizou ainda que os inimigos dos EUA não respeitam a liberdade de religião e que a causa seguida pela Al Qaeda - responsável pelos atentados terroristas de 2001 - "não é o islã, é uma grande distorção do islã". Do portal do Estadão

MEU COMENTÁRIO: A charge acima, publicada pela New Yorker durante a última campanha eleitoral americana diz tudo. Entretanto, acrescento mais alguns detalhes.

Já comentei aqui no blog - vejam - a acintosa e descabida construção de um centro islâmico a uma quadra do local onde se erguiam as torres gêmeas destroçadas pelo atentado terrorista justamente perpetrado pelos seguidores do islamismo.

Ora, o ilsmamismo não é religião. É uma organização terrorista, posto que o corão, a biblia maometana, prega a "guerra santa" contra os infiés.

Tolerância religiosa? Conta outra, Obama. Essa tolerância invocada não passa de um embuste, uma estupidez, porque é de mão única. Se um grupo cristão tentar entrar no mundo islâmico será escorraçado.

A ordem mais sensata é mandar fogo nos botocudos. É a única forma de salvar o que resta de liberdade e democracia no mundo ocidental que vem sendo invadido por essa horda de fanáticos assassinos.

Nego-me a aceitar essa complacência suicida de bobalhões politicamente corretos.

Obama simplesmente passeia sobre os cadáveres do World Trade Center e ignora solenemente o fato de que o islamismo tem por objetivo destruir o Estado de Israel e promover um novo Holocausto. Enfim, o islamismo deseja submeter o Ocidente às suas ordens. Agora com a anuência de Obama.

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