TRANSLATE/TRADUTOR

Mostrando postagens com marcador neo-petralhas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador neo-petralhas. Mostrar todas as postagens

domingo, agosto 08, 2010

AOS SABUJOS VAGABUNDOS NEO-PETRALHAS

Dedico estes post para todos os sabujos vagabundos que adulam o PT de Lula e seus sequazes; a todos aqueles que de forma covarde, escondendo na cara-de-pau sua condição de neo-petralhas, proclamam que há muito dinheiro sustentando a campanha de Dilma Rousseff e por isso poderá vencer a eleição.

Não tenham dúvida. Quando o sujeito diz que vota em José Serra mas alega que o dinheiro que sustenta a Dilma fala mais alto você está conversando com um neo-petralha que não tem coragem de assumir essa nefasta opção. Ele tem vergonha; não tem coragem de admitir que já chafurdou no lodaçal da corrupção e está de tocaia esperando também locupletar-se.

Como disse, para esses tipos dedico este post e fui buscar lá no site do Augusto Nunes, dos poucos jornalistas brasileiros da grande imprensa que não se vendeu aos petralhas, um texto que, além de bem escrito, faz um inventário do lixo político que se chama PT. De lá extrai os parágrafos que seguem com link para leitura completa. Vale a pena ler:


Em novembro de 1984, por não enxergar diferenças entre Paulo Maluf e Tancredo Neves, o Partido dos Trabalhadores optou pela abstenção no Colégio Eleitoral que escolheria o primeiro presidente civil depois do ciclo dos generais. Em janeiro de 1985, por entenderem que não se tratava de um confronto entre iguais, três parlamentares do PT ─ Airton Soares, José Eudes e Bete Mendes ─ votaram em Tancredo. Foram expulsos pela direção.

Em 1988, num discurso em Aracaju, o deputado federal Luiz Inácio Lula da Silva qualificou o presidente José Sarney de “o grande ladrão da Nova República”. No mesmo ano, a bancada do PT na Constituinte rejeitou o texto da nova Constituição.

Em 1989, derrotados no primeiro turno da eleição presidencial, Ulysses Guimarães, candidato do PMDB, e Mário Covas, do PSDB, declararam que ficariam ao lado de Lula na batalha final contra Fernando Collor. Rechaçado de imediato, o apoio acabou aceito por insistência dos parceiros repudiados. Num comício em frente do estádio do Pacaembu, Ulysses e Covas apareceram no palanque ao lado do candidato do PT. Foram vaiados pela plateia companheira.

Em 1993, a ex-prefeita Luiza Erundina, uma das fundadoras do partido, aceitou o convite do presidente Itamar Franco para assumir o comando de um ministério. Foi suspensa e acabou empurrada para fora do PT. Em 1994, ainda no governo de Itamar Franco, os parlamentares petistas lutaram com ferocidade para impedir a aprovação do Plano Real. No mesmo ano, transformaram a revogação da providencial mudança de rota na economia, que erradicou a praga da inflação, numa das bandeiras da campanha presidencial.

Entre o começo de janeiro de 1995 e o fim de dezembro de 2002, a bancada do PT votou contra todos os projetos, medidas e ideias encaminhados ao Legislativo pelo governo Fernando Henrique Cardoso. Todos, sem exceção. Uma das propostas mais intensamente combatidas foi a que instituiu a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Em janeiro de 1999, mal iniciado o segundo mandato de Fernando Henrique, o deputado Tarso Genro, em nome do PT, propôs a deposição do presidente reeleito e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte. O lançamento da campanha com o mote “Fora FHC!” foi justificado por acusações, desacompanhadas de provas. Clique AQUI para ler o texto completo

CLIQUE E SIGA--->LOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER