TRANSLATE/TRADUTOR

Mostrando postagens com marcador FHC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FHC. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, janeiro 25, 2012

FERNANDO HENRIQUE TROCAVA AFAGOS COM DILMA ENQUANTO LÁ FORA O PAU COMIA.

O amor é lindo: Dilma se diverte!
A foto acima do site de O Globo, é um flagrande desta quarta-feira na cerimônia do aniversário de São Paulo. Enquanto os arruaceiros do PT tumultuavam o centro da capital paulista promovendo verdadeiro quebra-quebra, chutando automóveis oficiais, Fernando Henrique Cardoso trocava afagos com a Dilma. 
Supõem-se que FHC teria brincado com a Dilma em tom de ironia: "Bate neste gato véio que ele está gamado".
Tudo a ver. FHC foi certeiro, já que lá fora o pau comia solto.
Sabem, prezados leitores, nesta altura dos acontecimentos me nego a tentar fazer qualquer análise política séria, já que os fatos políticos disponíveis oferecem apenas material para blogs de humor.

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUIZIO AMORIM NO TWITTER

segunda-feira, janeiro 23, 2012

PENAS DE TUCANOS VOAM PARA TODOS OS LADOS: FHC ARQUIVA JOSÉ SERRA E ADUBA A CANDIDATURA DE AÉCIO NEVES À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso apontou o senador mineiro Aécio Neves como "candidato natural" do PSDB à Presidência em 2014. Em entrevista à publicação britânica The Economist, FHC prevê uma "luta interna muito forte" entre Aécio e o ex-governador de São Paulo, José Serra, pela indicação do partido nas eleições nacionais. 
Em uma conversa com a jornalista Helen Joyce, chefe do escritório da revista em São Paulo, realizada no dia 12 de janeiro, o ex-presidente destaca a importância de unidade dentro do PSDB para a escolha de seu candidato daqui a três anos. Questionado sobre quem seria o "candidato natural", FHC respondeu sem rodeios: "Aécio Neves".
O tucano não retira Serra da disputa, indicando que "as coisas ficarão mais claras depois das eleições municipais". No entanto, FHC indica que o ex-governador pode desistir da disputa para promover a renovação do partido e chega a compará-lo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputou a Presidência diversas vezes.
"No caso do PSDB, o ex-governador Serra desempenha o papel do Lula: ele tem coragem, ele gosta de competir. Eu não sei até que ponto ele vai estar convencido de que isso não é para ele, que deve abrir espaço para os outros", avaliou o ex-presidente.
Já a participação do governador paulista Geraldo Alckmin na disputa nacional de 2014 foi praticamente descartada por FHC.
O ex-presidente criticou a campanha tucana à Presidência em 2010, quando Serra foi derrotado por Dilma Rousseff no 2º turno. Ele afirma que "o PSDB cometeu erros enormes" e insinua que o fracasso se deveu ao isolamento de Serra dentro do partido.
"Nosso candidato estava isolado internamente. O que estou tentando expressar é que seria possível vencer. O erro foi nosso.", disse à Economist.
Perguntado pela jornalista se o partido conseguiria vencer com o mesmo candidato - Serra -, FHC foi reticente: "Bom... Talvez não".
Para o ex-presidente, o partido sabe que precisa estar unido, mas lamenta que a política partidária brasileira se baseie na personalidade de seus protagonistas, e não em valores. Ele diz acreditar que Aécio tenha forçar para vencer as eleições.
"Aécio é de uma cultura brasileira mais tradicional, mais disposta a estabelecer alianças. Ele tem apoio em Minas Gerais. São Paulo não é assim, é sempre dividido, é muito grande", disse.
FHC afirma que o PSDB ficou carente de lideranças fortes depois que deixou o Palácio do Planalto, em janeiro de 2003. Ele sinaliza que não houve consenso na organização hierárquica do partido após a morte do ex-governador de São Paulo Mário Covas - seu sucessor natural no partido.
"(Em 2002,) eu decidi que era hora de abrir espaço para outros, não apenas por generosidade, mas também porque eu estava cansado de exercer a liderança política. Covas morreu e nenhum líder claro me substituiu. Havia uma tensão permanente entre três ou quatro candidatos, e, no fim, o Serra se tornou candidato, mas sem convencer os outros de que ele era o homem certo", descreveu FHC. "Eu tomei a minha decisão: abrir espaço. E esse espaço ainda está aberto."
O ex-presidente aponta a existência de uma "nova geração" de líderes, em que se incluem, além de Aécio e Serra, o ex-governador do Ceará Tasso Jereissati; o governador do Pará, Simão Jatene; e o governador de Goiás, Marconi Perillo. FHC também faz um aceno ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos, presidente nacional do PSB.

"(Eduardo Campos) pode se tornar um líder - ele tem algumas das características necessárias. Ele seria capaz (de se fortalecer), mas ainda não. É uma possibilidade", disse. Do site do jornal O Estado de S. Paulo
MEU COMENTÁRIO: A análise de FHC é pertinente em alguns aspectos. Todavia, ao final, ao listar possíveis lideranças escorregou citando Tasso Jereissati.
A verdade é que o PSDB continua sendo apenas um partido paulista - por enquanto - e no resto do país é inexpressivo.
Além disso é completamente desarticulado em nível nacional. Honestamente, não vejo nenhuma possibilidade de unidade do PSDB.
Se Aécio Neves for o candidato, o que deverá mesmo ocorrer, a derrota será ainda mais vergonhosa, já que o mineiro não conseguirá os votos paulistas e nem mesmo do resto do Sul do país.
Embora FHC tenha minimizado o protagonismo político do Eduardo Campos, não resta a menor dúvida de que vai se consolidando como um nome fortíssimo na disputa presidencial.
A continuidade da hegemonia do PT depende do resultado das eleições municipais em São Paulo, sobretudo na capital. Aí será jogado o futuro tanto do PT como do PSDB.
Contudo, fazer prognósticos em política é algo muito difícil, senão impossível. As variáveis que possibilitam uma análise nesse momento podem não ter qualquer influência mais adiante quando as pedras do xadrez forem mexidas definitivamente.
Mas, pelas palavras de FHC, José Serra não será candidato à Presidência da República em 2014. E, pelo fato de sempre deixar para a última hora sua decisão de assumir oficialmente uma candidatura, como ocorreu na ultima eleição presidencial, nestas alturas Serra já não reúne condições nem para disputar a prefeitura de São Paulo.

quinta-feira, dezembro 15, 2011

FHC REAGE ÀS INFÂMIAS EM NOTA SUAVE COMO PÉTALAS DE ROSA. DO JEITO QUE O PT GOSTA!

Acabo de ler no blog do Reinaldo Azevedo, uma nota do ex-presidente Fernando Henrique Cardozo, cobrando de seu próprio partido e militantes uma reação indignada ao turbilhão de infâmias da qual ele mesmo FHC, além de outros tucanos incluindo, evidentemente, José Serra e respectivos familiares, são alvo.
Transcrevo a nota após este prólogo, não sem antes fazer notar que Fernando Henrique em nenhum momento é capaz de dar o nome àqueles que são responsáveis pelas infâmias: o PT. Aliás, o próprio Fernando Henrique recentemente participou de uma reunião do grupo Elder - que reúne políticos famosos aposentados - no Palácio do Planalto. E não custa lembrar que quando a Dilma era Ministra da Casa Civil, de lá saiu o rumoroso caso do "dossiê"que enxovalhava a finada esposa de Fernando Henrique.
Fernando Henrique, velho de guerra, sabe muito bem quem orienta e patrocina essa campanha difamatória e qual é o objetivo. No entanto, polidamente escamoteia o essencial. Mais parece que cumpre apenas uma obrigação de defender sua própria biografia. 
É por estas e outras que o PSDB tende a desaparecer do cenário político brasileiro e já está definhando e a um passo de entregar o estado de São Paulo justamente para os fabricantes de dossiês, ou seja, o PT.
A nota oficial de FHC está vazada nestes termos:
A infâmia, infelizmente, tem sido parte da política partidária. Eu mesmo, junto com eminentes homens públicos do PSDB, fomos vítimas em mais de uma ocasião, a mais notória das quais foi o “Dossiê Cayman”, uma papelada forjada por falsários em Miami para dizer que possuíamos uma conta de centenas de milhões de dólares na referida ilha. Foi preciso que o FBI pusesse na cadeia os malandros que produziram a papelada para que as vozes interessadas em nos desmoralizar se calassem. Ainda nesta semana a imprensa mostrou quem fez a papelada e quem comprou o falso dossiê Cayman para usá-lo em campanhas eleitorais contra os tucanos. Esse foi o primeiro. Quem não se lembra, também, do “Dossiê dos Aloprados” e do “Dossiê de Furnas”, desmascarado nestes dias?
Na mesma tecla da infâmia, um jornalista indiciado pela Polícia Federal por haver armado outro dossiê contra o candidato do PSDB na campanha de 2010, fabrica agora “acusações”, especialmente, mas não só, contra José Serra. Na audácia de quem já tem experiência em fabricar “documentos” não se peja em atacar familiares, como o genro e a filha do alvo principal, que, sem ter culpa nenhuma no cartório, acabam por sofrer as conseqüências da calúnia organizada, inclusive na sua vida profissional.
Por estas razões, quero deixar registrado meu protesto e minha solidariedade às vítimas da infâmia e pedir à direção do PSDB, seus líderes, militantes e simpatizantes que reajam com indignação. Chega de assassinatos morais de inocentes. Se dúvidas houver, e nós não temos, que se apele à Justiça, nunca à infâmia.
São Paulo, 15 de dezembro de 2011
Fernando Henrique Cardoso

terça-feira, outubro 04, 2011

"NADA SE EQUIVALE À UNIVERSIDADE AMERICANA"

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse nesta segunda-feira que o modelo americano de universidade é o melhor do mundo. "Nada se equivale à universidade americana", disse, em palestra organizada pela Fundação Estudar para divulgar Yale a estudantes brasileiros. Para FHC, a principal vantagem das instituições dos EUA é estarem conectadas a empresas e governos. "Lá, as universidades levantam pontes com o mundo empresarial e com a administração pública, e reconhecem que as boas ideias também podem vir de fora. No Brasil, a universidade é um bunker com medo de ser comprada pela empresa ou cooptada pelo governo", afirmou. "Assim, não cumpre sua função social maior, que é a de formar lideranças."

Pouco antes de fazer a palestra, em entrevista ao
Estadão.edu, FHC fez uma avaliação semelhante ao comentar a produção atual da USP. Disse que, ao menos na área de ciências humanas, vê um isolamento "muito grande". "Ficam discutindo livros sobre livros e não os processos reais que estão acontecendo", disse. "No meu tempo a universidade era mais de elite, mas acompanhávamos mais a vida social, política e cultural. Houve uma volta para dentro. O que é natural, porque a política hoje é de massas, ficou mais complicada", considerou. "A qualidade técnica pode ter avançado, mas a capacidade de produzir interpretações, visões mais globais, acho que não." Confira a seguir os principais trechos da palestra para a Fundação Estudar.

"Aprender não é memorizar. É despertar a curiosidade e a capacidade de perguntar de maneira correta, o método. Quando me perguntam o que vale a pena ler, respondo: 'Qualquer um que seja grande'. E vejam como ele desenvolveu o raciocínio. Se sabe alemão, vá ler Kant, que é muito complicado. Senão, vá ler Descartes, é mais fácil. Ou então, vá ler os modernos, vá ler Popper. Leia e veja o percurso que o autor faz. O aluno precisa perguntar de forma sistemática e ter método, ter disciplina."
"Outra coisa fundamental na vida é imaginação, produzir o que ninguém produziu porque juntou o que não estava junto antes. São fundamentais na formação: disciplina, capacidade de fazer perguntas, buscar métodos para respondê-las e ter imaginação."

"Não adianta chegar e dizer: 'Fiz isso'. A experiência de liderança não pode ser de imposição. No mundo de hoje, ela envolve compreender, entender, motivar e ir junto com as outras pessoas. E vai ser crescentemente assim."

"A produção de conhecimento é cooperativa. Daí a imensa vantagem da universidade americana. Não há nada que se equipare à instituição 'universidade' nos Estados Unidos. Porque ela não está isolada nem da empresa nem do governo. Ela levanta e suspende pontes com o mundo empresarial e o governo. Ela inova, cria, transmite essa criatividade e sabe que a criatividade também pode vir de fora. No Brasil, a universidade é um bunker com medo de ser comprada pela empresa ou cooptada pelo governo. E assim a universidade não cumpre sua função social maior, que é a de formar lideranças, formar modelos de conduta que são assimilados pela sociedade."

"No Brasil, a hierarquia [nas universidades] dificulta muita ver o que está acontecendo e inovar."

"O líder tem que discernir várias coisas ao mesmo tempo, tem que julgar. Ver o que está em jogo e é capaz de levar a reações em cadeia. Ninguém nasce com essa capacidade; é desenvolvida na escola. E quanto mais uma escola treinar isso, melhor." Do portal do Estadão


MEU COMENTÁRIO: O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não está dizendo nenhuma novidade. Mas é importante que isto seja dito pelo ex-Presidente por ser ele um intelectual reconhecido e respeitado internacionalmente. Além disso tem autoridade e conhecimento no que se refere à educação já que dedicou sua vida ao magistério.

Faltou apenas que FHC acrescentasse ao seu discurso aquilo que é mais deletério, para não dizer criminoso, que é o fato das escolas e universidades brasileiras terem se transformado em centros de lavagem cerebral dos jovens pela idiotia esquerdista que faz da cátedra um palanque para o proselitismo político.
Nunca, em momento algum da história da Educação no Brasil, se formou tantos estúpidos e boçais com títulos de mestres e doutores. Especialmente na área das ciências ditas humanas que, a rigor, não são ciência. 
Todavia, insistir nesse aspecto relevante fundado na distância abissal que separa o Brasil dos Estados Unidos no que tange à educação e à qualidade das universidades, já é o começo de um bom e necessário debate.
Mesmo assim sou completamente cético em relação a qualquer possibilidade de que o Brasil se torne uma Nação civilizada. Por inúmeras vezes já revelei aqui no blog a minha intuição, segundo a qual a maior parte do planeta é habitada por uma variante do homo sapiens, que denomino homo botocudus. Essa espécie, por razões que ciência poderá explicar num futuro breve, é dotada de um cérebro prejudicado por uma ou mais variáveis que tiveram e continuam tendo impacto no processo a evolução que, é bom frisar, não tem solução de continuidade. O Brasil e toda a América Latina é povoada de forma majoritária pelo homo botocudus.

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

segunda-feira, agosto 22, 2011

PT CONTINUARÁ CUSPINDO NO PSDB, A GENI DA POLITICA BRASILEIRA

Na eleição de 2012, PT agradecerá cuspindo na oposição
Está certo que governadores estaduais não podem prescindir do governo federal, já que o sistema federativo brasileiro é uma piada. É incrível como esse sistema, ele mesmo, é a forma mais eloqüente da corrupção transformada em lei. Tanto é que o governador de São Paulo, um estado que na verdade sustenta a maioria do Brasil, tem que render rapapés e salamaleques para a presidente da República. Dilma sai do nada para o exercício desse presidencialismo imperial que controla a aplicação de todos os recursos federais que são gerados pelos Estados. Os Estados produzem a riqueza que acaba nos cofres federais e depois o governador tem de tratar de não melindrar a rainha. Brasília funciona como a metrópole portuguesa na época do império.
Agora, convenhamos. O Alckmin está exagerando em misuras.
Seria mais decente que, como um governador que pertence a um partido que está na oposição, mantivesse uma postura mais reservada e se limitasse ao protocolo. O que se viu no final da semana foi abundância de fotos nos jornais mostrando FHC e Alckmin trocando afagos com Dilma, senão apoio explícito. Logo de FHC permanentemente atacado pelos petistas. E voltará a ser violentamente atacado na campanha eleitoral que se avizinha quando Lula voltar a soltar seus perdigotos de podridão trepado num palanque na Praça da Sé.
Até porque o PT não é um partido democrático. Já cansei de dizer isso aqui no blog. Um dos maiores objetivos do PT é fincar as suas garras em São Paulo. É parte do projeto político do Partido que não desistiu um milímetro de seu objetivo socialista de poder eterno preconizado pelo Foro de São Paulo, a organização esquerdista que comanda a comunização da América Latins. Tanto é que Lula vem se dedicando a montar um esquema para vencer o pleito municipal paulista no ano que vem. Sob as ordens de Lula verão vocês que Dilma vai também sentar praça em São Paulo, tarefa que já começou a executar como se vê. E a grana vai rolar para financiar uma campanha milionária do PT.
No momento em que o Brasil é banhado por águas fétidas da corrupção que banca o PT no poder através da base alugada é no mínimo vergonhoso que o PSDB tenha essa postura de bajuladora.
Ou Ackmin e FHC acreditam num rompimento da base alugada com o PT? Se acreditam, esperem sentados vendo os votos que amealharam na última eleição evaporando.
Mas o fato mais deplorável dessa postura ondulante da tucanada diz respeito ao esvaziamento do poder político parlamentar da Oposição, num momento em que se articulava a criação de uma CPI para investigar essa avalanche de corrupção que afronta a Nação. 
A inusitada submissão do PSDB à Dilma é um desserviço à Nação, quando não um deboche.

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

terça-feira, abril 26, 2011

FHC ADMITE POSSIBILIDADE DE FUSÃO DEM-PSDB

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso admitiu nesta terça-feira que existe a possibilidade de fusão entre o PSDB e o DEM, mas ressaltou que as conversas são "preliminares".
"Existem propostas nesse sentido. São aspectos delicados. Acho que o mais importante é manter a coesão dos partidos e, desde logo, dizer: aconteça o que acontecer, vamos nos manter unidos com certos objetivos maiores. Não sei qual a tendência, se vai haver fusão ou não", afirmou FHC. 
Ele, no entanto, negou relatos de que se reuniria amanhã com lideranças do PSDB para discutir a eventual fusão com a outra grande sigla oposicionista.
"Se tem reunião marcada eu não estou sabendo", brincou o ex-presidente.
As declarações forem feitas durante evento no Instituto FHC que debateu a situação política e econômica na Venezuela e recebeu várias lideranças de oposição ao presidente Hugo Chávez.
Mas o ex-presidente deixou claro que sua preocupação mais urgente é a debandada nas fileiras tucanas, em especial a saída do ex-deputado Walter Feldman do PSDB para o PSD, recém criado por Gilberto Kassab.
"Eu acho lamentável a saída de qualquer pessoa, sobretudo de uma pessoa importante. No momento nós devemos fazer um esforço pela coesão. Faço até mesmo um apelo. Não é o momento de ampliar divisões", disse o presidente de honra da PSDB.
"Se quisermos ter um objetivo maior, como têm os venezuelanos hoje, que é de voltar a ter uma situação em que o PSDB possa exercer um papel construtivo na república, temos que estar unidos", afirmou, numa referência à próxima disputa presidencial de 2014.
Segundo ele, "esse esforço implica em que as várias tendências do partido entendem que tendências são normais, que opções por pessoas são normais. O que não é normal é ruptura", acrescentou.
O ex-presidente não discursou durante o evento, mas elogiou os participantes do encontro, em especial a liberdade de tom dos jovens oposicionistas venezuelanos, que fizeram duras críticas a Chávez.
FHC disse que, ao contrário dos jovens venezuelanos, prefere ser cada vez mais prudente com declarações públicas e brincou com a polêmica gerada pelo recente artigo publicado na revista "Interesse Nacional", no qual defendeu que o PSDB desistisse dos votos do "povão" para investir na nova classe média.
"Passei a ser cautelosíssimo. Pensei que ninguém fosse ler", disse, arrancando gargalhadas do auditório. Do portal da Folha.com


CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

quarta-feira, abril 13, 2011

FHC LANÇA PORTAL NA INTERNET PARA DISCUTIR O PAPEL DA OPOSIÇÃO. ENTRETANTO SOLUÇÃO É SIMPLES: BASTA FAZER OPOSIÇÃO!

O movimento capitaneado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de refundar a oposição ao governo federal ganhará um braço digital a partir de junho. Com a contribuição de tucanos e intelectuais, o ex-presidente organiza o lançamento de uma comunidade virtual para a discussão de propostas políticas e econômicas para o Brasil.
O portal que pretende adotar um padrão de rede social, com a extensão de conteúdos para o Twitter e Facebook, tem a meta de reunir até um milhão de usuários e deve contar com um amplo time de blogueiros. Até o momento, foram convidados para colaborar com a iniciativa Francisco Weffort, Soninha Francine, Gustavo Franco, Pedro Abramovay e Paulo Renato Souza, entre outros.

O ex-deputado federal Xico Graziano, assessor do ex-presidente, tem idealizado o projeto que, segundo ele, vai receber o nome de Observador Político e terá como mote o princípio de acompanhar, participar e espalhar a informação. O lançamento oficial do site está programado para 18 de junho, dia em que o ex-presidente completa 80 anos, mas ele deverá entrar no ar em maio.

"O objetivo é oferecer uma plataforma para a discussão de temas atuais, partindo do ponto de que essa discussão é feita pouco pelos partidos políticos. Ela será aberta, transparente e apartidária, como em qualquer rede social. É um convite para que as pessoas criem páginas, discutam e se tornem observadores", explicou Graziano, complementando que o papel atual da oposição deve ser um dos temas discutidos na nova rede. "A ideia é aproximar temas atuais, como a discussão sobre a democracia e a questão das drogas, da juventude, promovendo um debate amplo entre gerações", acrescentou.
O portal surge num momento em que é discutido o futuro do PSDB. No centro do debate, há a tese de criação de um conselho político no partido, instância formada por líderes da sigla, sem funções administrativas, para discutir a atuação nacional da legenda. Uma outra teoria sugerida, e defendida inclusive pelo governador Geraldo Alckmin, é sobre a implantação de um rodízio anual para o comando nacional da agremiação.

Entre as propostas, o ex-presidente sugeriu em artigo divulgado na terça-feira, para a revista Interesse Nacional, que a oposição se aproxime da classe média e pare de disputar com o PT a influência sobre o "povão", opinião que gerou comentários tanto positivos como negativos de membros do PSDB. Do portal da revista Veja


PARTICIPE DO DEBATE NOS COMENTS DO BLOG! O QUE VOCÊ ACHA DESTA IDÉIA DE FHC? AQUI NO BLOG VC TAMBÉM PODE DAR LIVREMENTE A SUA OPINIÃO!

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER   

sexta-feira, outubro 15, 2010

FHC DESAFIA LULA PARA DEBATER 'CARA A CARA'

Em sua mais contundente incursão na campanha tucana até agora, que incluiu a defesa de seu legado à frente do Palácio do Planalto, o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, desafiou ontem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para um debate "cara a cara" após o fim das eleições.

Diante de centenas de militantes do PSDB, em um hotel na zona norte da capital paulista, FHC pediu a Lula que, quando "perder o monopólio da verdade", vá ao instituto que leva seu nome, em São Paulo, para debater. "Presidente Lula, quando acabar as eleições, quando você puser o pijama, será bem recebido. Venha ao meu instituto, vamos conversar, cara a cara", bradou, em discurso inflamado.

O ex-presidente, dizendo-se alvo de mentiras, passou a defender suas gestões na Presidência (1994–2002). As cenas, gravadas por uma equipe da campanha do presidenciável tucano José Serra – que não esteve no evento –, devem ir ao horário eleitoral.

"Estou calado há muitos anos ouvindo. Agora quando o presidente Lula vier, como deve vir, como todo presidente democrata eleito, perder a pompa toda, perder o monopólio da verdade, está desafiado a conversar comigo em qualquer lugar do Brasil", disse FHC.

"Não é para conversar para dizer o que eu fiz, o que ele fez. Isso o povo vai julgar. É para ter firmeza, olhando cara a cara, um ao outro, e ver se um é capaz de dizer ao outro as coisas que diz", continuou o ex-presidente.

Como exemplo dos pontos que abordaria no debate com Lula, FHC citou o Plano Real, principal bandeira tucana, e disse que questionaria o petista sobre as responsabilidades pela estabilização econômica do País.

"Quero ver o presidente Lula, que votou contra o Real, que fez o PT votar contra o Real, dizer que estabilizou o Brasil. Ele não precisa disso. Ele fez coisas boas que eu reconheço. Ele agiu bem na crise atual, financeira. Para que, meu Deus, ser tão mesquinho? É isso que quero perguntar a ele: ‘Lula, por que isso, rapaz?’", bradou.

Aos militantes tucanos, o ex-presidente apostou na veemência para que seu nome, antes escondido nas campanhas, passe a ser defendido abertamente.

"Eu não tenho do que me arrepender. Eu mudei o Brasil. Eu nunca disse isso. Agora, oito anos depois do governo Lula (digo que) eu mudei o Brasil. Não mudei sozinho, mas com o povo brasileiro, com uma equipe de gente competente, com outros partidos. Tudo o que foi inovador foi plantado naquele período. Chega de ficar calado", afirmou FHC. 

Privatizações. O ex-presidente elevou o tom e pediu "respeito" ao rebater nota divulgada ontem pelo presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, que o acusou de preparar a estatal para a privatização.

"Quem é esse Gabrielli pra falar isso pra mim, meu Deus? Eu mandei uma carta ao Senado para dizer que não privatizaria a Petrobrás. Eu perdi uma cátedra porque eu defendi a Petrobrás e fui processado", anotou FHC.

De acordo com FHC, a "politicalha" voltou avançar sobre a estatal após sua saída do governo. "Por isso, perdeu já 20% do valor de mercado sob a batuta dessa gente. O mercado, assim chamado, percebeu agora – custou – que tem ingerência política", anotou.

Ao final do discurso, o ex-presidente lembrou ainda a queda da ex-ministra chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, acuada por denúncias de lobby no Planalto. "Não queremos um Brasil de preguiçosos, não queremos um Brasil de amigos do rei. nós não queremos um brasil de companheiras tipo Erenice", anotou FHC, que pediu "apoio total" à candidatura de Serra. Do portal do Estadão

O QUE ESTÁ AI ACIMA É A MATÉRIA DO ESTADÃO. A QUE SEGUE É A MATÉRIA DA FOLHA DE SÃO PAULO. NÃO PRECISA DIZER MAIS NADA, APENAS OBSERVAR QUE ISTO É O SINTOMA MAIS VISÍVEL DE QUE A CANDIDATURA DE JOSÉ SERRA CRESCEU E EXTRAPOLOU TODAS AS EXPECTATIVAS E VENCERÁ A ELEIÇÃO! 

O PROUNCIAMENTO DE FHC FOI PRATICAMENTE IGNORADO E  MINIMIZADO PELA FOLHA QUE ESTÁ ACUMPLICIADA COM O PT E SEUS SEQUAZES. A FOLHA JÁ ERA. ESTÁ APOIANDO UMA FACÇÃO POLÍTICA QUE DESEJA AMORDAÇAR A IMPRENSA E ENTERRAR A DEMOCRACIA. ISTO É IMPERDOÁVEL.


Principal alvo de críticas do PT no programa eleitoral, o ex-presidente Fernando Henrique desafiou ontem o presidente Lula para uma conversa "cara a cara" quando o petista "puser o pijama".
 
Dizendo-se vítima de mentiras, FHC afirmou que Lula foi mesquinho ao não reconhecer o legado do PSDB e assumir a paternidade da estabilidade da moeda.

 
"Estou calado há muitos anos ouvindo. Agora, quando o presidente Lula vier, como todo candidato democrata eleito, de novo, perder a pompa toda, perder o monopólio da verdade, está desafiado a conversar comigo em qualquer lugar do Brasil. No PT que seja", discursou FHC a integrantes do PSDB.

 
Segundo ele, não é para enumerar as ações de cada governo. "É para ter firmeza, olhando cara a cara do outro", afirmou.
Da Folha de São Paulo desta sexta-fera 


CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

terça-feira, setembro 14, 2010

FERNANDO HENRIQUE ALERTA A NAÇÃO E O SUPREMO E AFIRMA QUE LULA MAIS SE PARECE COM MUSSOLINI, O DITADOR FASCISTA ASSASSINO!

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse hoje que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem agido como “militante e chefe de facção” durante a campanha eleitoral e defendeu que o Supremo Tribunal Federal (STF) atue para impedir esses excessos. Em entrevista ao Rede Mobiliza, portal de internet do PSDB utilizado para interagir com os eleitores, FHC acusou Lula de “extrapolar” e afirmou que ele abusa do poder político.

“Eu vejo um presidente que virou militante, chefe de uma facção política, e acho que isso esta errado”, afirmou. “Acho até que caberia uma consulta ao STF porque, se você não tiver instrumentos para conter essa vontade política, fica perigoso”, disse. “Alguma instância tem de dizer que presidente está extrapolando e abusando do poder político de maneira contrária aos fundamentos da democracia.”

FHC criticou também as recentes declarações de Lula, segundo as quais o DEM é um partido que deve ser “extirpado” da política brasileira. “Claro que tem de ter posição e defender ideias, mas outra coisa é querer massacrar o outro lado. Acho que isso ultrapassa o limite do Estado democrático de direito”, disse.
O ex-presidente afirmou que Lula age com “autoritarismo”. “Acho que, na medida em que o presidente quer eliminar o competidor, liquidar, ele quer o poder total. É autoritarismo isso, não tem outra palavra. É uma tremenda vontade de poder que se expressa de forma incorreta. Um presidente não pode fazer isso.”

O ex-presidente teceu comparações entre sua postura, em 2002, quando José Serra (PSDB) também concorreu à Presidência, e a de Lula, neste ano, em relação a Dilma Rousseff (PT). “Eu apoiei Serra, mas não fiz isso (extrapolar os limites), nunca, porque quando o presidente fala envolve o prestígio dele não como líder de um partido, mas da instituição que ele representa”, afirmou.
FHC chegou a comparar Lula ao ex-primeiro-ministro italiano Benito Mussolini, que também tinha grandes índices de popularidade. “Faltou quem freasse Mussolini. Claro que o Lula não tem nada a ver com o Mussolini, mas o estilo ”eu sou tudo e quero o poder total” não pode. Ele tem de parar.”

Quebra de sigilo
Ao falar sobre a quebra do sigilo fiscal de integrantes do PSDB e familiares de Serra, FHC deu a entender que o episódio não tem sido bem explorado pela campanha tucana. “Sigilo fiscal pouca gente vai entender, até porque pouca gente preenche o formulário da Receita”, afirmou.

“Sigilo fiscal é uma palavra abstrata. Nesse sentido, temos de ser claros: é um acúmulo de coisas erradas, você se sente violado, sua vida devassada. Isso o povo entende. Se você disser que estão entrando na sua vida privada, na vida da sua família, que amanhã vai ter fiscal entrando nas suas coisas, vendo o valor do seu salário na sua carteira de trabalho, falsificando documentos em seu nome para criar intrigas”, recomendou.

Cheque em branco
FHC disse ainda que é preciso esclarecer a população sobre a interação entre a Casa Civil e a Presidência da República e até propôs um novo slogan para o caso: “”É o mensalão de novo”. Tem de falar assim, que o homem (Lula) estava ao lado, como não viu ou não ouviu?”. “Tem de dizer claramente: é uma sala ao lado da do presidente em que ficam tramando para beneficiar empresas. Não pode falar lobismo que ninguém entende”, afirmou.

O ex-presidente disse ainda que a campanha não acabou e cobrou dos militantes um trabalho diário e persuasivo junto a amigos e familiares. “Campanha é todo dia, o dia inteiro, até o final. Tem de ter fé e convencer os outros. Ninguém ganha de repente, sem persistência. Tem de estar na luta o tempo todo e tentando mudar a opinião dos outros, se for o caso”, afirmou.
Sem citar o nome de Dilma, ele disse que votar na candidata corresponde a assinar um cheque em branco. “Agora é hora de buscar o voto. Tem de bater o bumbo mesmo, vão dar um cheque em branco? O nosso candidato tem história, realizações e futuro.”

O ex-presidente voltou a criticar a ocupação de cargos públicos por membros do PT e comparou a ação dos militantes a de cupins. “As agências reguladoras não regulam mais nada, estão penetradas por interesses partidários”, afirmou. “É como um cupim, vai comendo por dentro e, quando você acha que é uma tora, aperta e está oco.” FHC disse ainda que, para Lula, “tudo é terra arrasada”. “Ele diz que começou com tudo. Eu não tenho esse temperamento. As bases do governo foram lançadas no passado.” Da Agência Estado via blog do Reinaldo Azevedo 


CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

segunda-feira, agosto 16, 2010

FHC ADVERTE: CORAÇÃO DO PT BATE POR CHÁVEZ

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso declarou que o Brasil parece ter medo do venezuelano Hugo Chávez, "já que não exige que ele cumpra seus compromissos, como os que assinou" ao se integrar ao Mercosul.

De acordo com o ex-mandatário, que governou entre 1995 e 2002, o governo liderado por Luiz Inácio Lula da Silva --que deixará o cargo no final deste ano-- "tem uma indefinição a respeito dos valores que devem ser defendidos".

A Venezuela aguarda a aprovação do Parlamento do Paraguai ao protocolo de adesão que permite sua entrada como membro pleno do Mercosul. Brasil, Uruguai e Argentina já sancionaram o texto.

"O coração do Partido dos Trabalhadores, ao qual pertence Lula, bate por Chávez", afirmou FHC em entrevista ao jornal chileno "La Tercera". Leia mais no portal da Folha.com

CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

domingo, agosto 08, 2010

AOS SABUJOS VAGABUNDOS NEO-PETRALHAS

Dedico estes post para todos os sabujos vagabundos que adulam o PT de Lula e seus sequazes; a todos aqueles que de forma covarde, escondendo na cara-de-pau sua condição de neo-petralhas, proclamam que há muito dinheiro sustentando a campanha de Dilma Rousseff e por isso poderá vencer a eleição.

Não tenham dúvida. Quando o sujeito diz que vota em José Serra mas alega que o dinheiro que sustenta a Dilma fala mais alto você está conversando com um neo-petralha que não tem coragem de assumir essa nefasta opção. Ele tem vergonha; não tem coragem de admitir que já chafurdou no lodaçal da corrupção e está de tocaia esperando também locupletar-se.

Como disse, para esses tipos dedico este post e fui buscar lá no site do Augusto Nunes, dos poucos jornalistas brasileiros da grande imprensa que não se vendeu aos petralhas, um texto que, além de bem escrito, faz um inventário do lixo político que se chama PT. De lá extrai os parágrafos que seguem com link para leitura completa. Vale a pena ler:


Em novembro de 1984, por não enxergar diferenças entre Paulo Maluf e Tancredo Neves, o Partido dos Trabalhadores optou pela abstenção no Colégio Eleitoral que escolheria o primeiro presidente civil depois do ciclo dos generais. Em janeiro de 1985, por entenderem que não se tratava de um confronto entre iguais, três parlamentares do PT ─ Airton Soares, José Eudes e Bete Mendes ─ votaram em Tancredo. Foram expulsos pela direção.

Em 1988, num discurso em Aracaju, o deputado federal Luiz Inácio Lula da Silva qualificou o presidente José Sarney de “o grande ladrão da Nova República”. No mesmo ano, a bancada do PT na Constituinte rejeitou o texto da nova Constituição.

Em 1989, derrotados no primeiro turno da eleição presidencial, Ulysses Guimarães, candidato do PMDB, e Mário Covas, do PSDB, declararam que ficariam ao lado de Lula na batalha final contra Fernando Collor. Rechaçado de imediato, o apoio acabou aceito por insistência dos parceiros repudiados. Num comício em frente do estádio do Pacaembu, Ulysses e Covas apareceram no palanque ao lado do candidato do PT. Foram vaiados pela plateia companheira.

Em 1993, a ex-prefeita Luiza Erundina, uma das fundadoras do partido, aceitou o convite do presidente Itamar Franco para assumir o comando de um ministério. Foi suspensa e acabou empurrada para fora do PT. Em 1994, ainda no governo de Itamar Franco, os parlamentares petistas lutaram com ferocidade para impedir a aprovação do Plano Real. No mesmo ano, transformaram a revogação da providencial mudança de rota na economia, que erradicou a praga da inflação, numa das bandeiras da campanha presidencial.

Entre o começo de janeiro de 1995 e o fim de dezembro de 2002, a bancada do PT votou contra todos os projetos, medidas e ideias encaminhados ao Legislativo pelo governo Fernando Henrique Cardoso. Todos, sem exceção. Uma das propostas mais intensamente combatidas foi a que instituiu a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Em janeiro de 1999, mal iniciado o segundo mandato de Fernando Henrique, o deputado Tarso Genro, em nome do PT, propôs a deposição do presidente reeleito e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte. O lançamento da campanha com o mote “Fora FHC!” foi justificado por acusações, desacompanhadas de provas. Clique AQUI para ler o texto completo

CLIQUE E SIGA--->LOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER