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quarta-feira, junho 29, 2011

JOSÉ SERRA FIRMA QUE ATÉ AS PAREDES SABEM DO ENVOLVIMENTO DE MERCADANTE COM O DOSSIÊ DOS ALOPRADOS

O  ex-governador de São Paulo José Serra afirmou nesta quarta-feira que o envolvimento do ministro Aloizio Mercadante com a elaboração do Dossiê dos Aloprados em 2006 é algo notório. Após uma visita à bancada do PSDB no Senado, o tucano disse que "inclusive as paredes" sabem da ligação do petista com o caso.
“Foi um processo coordenado pelo então candidato ao governo Aloizio Mercdante. Isso todo mundo sabe, inclusive as paredes”, ressaltou. Serra disse ainda que a confissão de Expedito Veloso, delator do esquema - como revelou VEJA - confirma o envolvimento do ministro com as irregularidades.
 Copa - José Serra criticou ainda o Regime Diferenciado de Contratação (RDC), aprovado nesta terça-feira pela Câmara. Para o tucano, a flexibilização das regras de licitações para a Copa do Mundo e as Olimpíadas é digna de antigas “repúblicas bananeiras”.

Em Brasília para participar da primeira reunião do recém-criado Conselho Político do PSDB, comandado por ele, Serra afirmou ainda que o encontro desta quarta-feira servirá para definir as prioridades do grupo de trabalho. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também visitou o Senado. Do site da revista Veja

quarta-feira, junho 22, 2011

ESTADÃO VOLTA A MENTIR SOBRE DOSSIÊ ALOPRADO

Furado impiedosamente pela revista Veja, o jornal O Estado de Sao Paulo continua a estrebuchar tentando livrar a cara de Aloísio Mercadante e seus aloprados do dossiê fajuto, o maior crime eleitoral da história da República brasileira. Leiam a matéria como segue na íntegra. Abaixo, acrescento algumas informações para corrigir esse texto vagabundo e mentiroso:
Deputados do PSDB protocolaram nesta quarta-feira, 22, pedidos de reabertura do inquérito sobre a suposta compra, por petistas, de um dossiê contra o tucano José Serra em 2006, episódio que ficou conhecido como o caso dos "aloprados". Os pedidos foram feitos à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR).

A oposição quer mais investigações sobre o caso devido à reportagem da revista Veja ter apontado o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, como um dos mentores da compra do suposto dossiê. Segundo a entrevista de um dos envolvidos, Mercadante era um dos responsáveis por arrecadar o dinheiro para realizar a compra das informações.
Em 2006, a PF apreendeu R$ 1,7 milhão com militantes petistas. O dinheiro seria usado para a compra de informações que poderiam envolver Serra com "a máfia dos sanguessugas", esquema pelo qual se desviavam recursos destinados a compra de ambulâncias. O empresário Luiz Vedoin, apontado como mentor do esquema, negou, posteriormente, o envolvimento de Serra. Do portal do Estadão

MEU COMENTÁRIO: O sujeitinho que escreve esta essa nojeira ou é mais um petralha infiltrado na redação do Estado ou então é um idiota completo. Ou as duas coisas simultâneas, já que ser do PT significa que o sujeito é um total idiota.
No lead já há uma mentira. Os aloprados do PT não chegram a consumar o ato de 'comprar' o dossiê fajuto feito por uma quadrilha, porque foram pilhados no momento em que trafegavam com uma mala contendo R$ 1,750 milhão em dinheiro vivo, reais e dólares!
A revista Veja não apontou ninguém como mentor, a denúncia está numa gravação confirmada por um petista, o aloprado Expedito Veloso, à época funcionário do Banco do Brasil. Expedito confirmou à revista o que está nessa gravação. Tanto é que o PT mandou Expedito calar a boca sobre o caso, conforme a imprensa já noticiou e vocês podem conferir aqui no blog em post mais abaixo. 
Não há nada de 'suposto', o crime ocorreu e o material do crime, aquele monte de dinheiro de origem até hoje não esclarecida, foi fartamente divulgado pela imprensa.
Não existe essa história de 'suposto'. O crime aconteceu e até hoje - ou até Expedido dar com a língua nos dentes - não se sabia quem era o mandante. Ao confirmar a gravação à revista Veja, Expedito deixou claro que é o Ministro Aloísio Mercadante.
O Estado de São Paulo é mais um jornal da grande imprensa brasileira que se subordina vergonhosamente às pautas ditadas pelo PT. Perdeu a credibilidade. Tanto é que aqui em Florianópolis é utilizado para embrulhar peixe no mercado. Os peixeiros adoram porque é tamanho standard, o dobro das dimensões  dos tablóides Diário Catarinense e do Notícias do Dia. Estes dois últimos nem para embrulhar peixe servem.

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terça-feira, junho 21, 2011

REQUERIMENTO DE DEPUTADO CONVOCA ALOÍSIO MERCADANTE E O ALOPRADO EXPEDITO VELOSO, O HOMEM-BOMBA DO PT

O deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP) apresentou nesta terça-feira um requerimento de convocação do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, para falar sobre o Dossiê dos Aloprados, desvendado por VEJA na edição desta semana. O pedido também solicita que Expedito Veloso, o petista que revelou o envolvimento de Mercadante no caso, compareça ao Congresso.
Vanderlei Macris diz que o ministro precisa esclarecer o episódio envolvendo a compra de um dossiê contra tucanos, em 2006. Reportagem de VEJA desta semana demonstra que Mercadante foi o mentor e principal beneficiário da farsa. "A situação exige que ele venha e dê as explicações necessárias. A população espera isso", diz o parlamentar. Ele acredita que Mercadante, diferentemente do ex-ministro Antonio Palocci, não irá recorrer à blindagem da base aliada. "Eu espero que não haja isso, até porque ele mesmo se manifestou com vontade de explicar", diz Macris.
Os tucanos devem apresentar outros requerimentos de convocação do ministro em duas comissões da Câmara: a de Segurança e a de Ciência e Tecnologia.
Mala - O caso veio à tona Em 2006. Às vésperas do primeiro turno das eleições, a PF prendeu em um hotel de São Paulo petistas carregando uma mala com 1,7 milhão de reais. O dinheiro seria usado para a compra de documentos falsos ligando o tucano José Serra, candidato ao governo paulista, a um esquema de fraudes no Ministério da Saúde.
Reportagem de VEJA desta semana desvenda o mistério cinco anos depois. A revista teve acesso às gravações de conversas de um dos acusados do crime, o bancário Expedito Veloso, atual secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal. Procurado, Expedito confirmou o teor das conversas, ao mesmo tempo em que se mostrou surpreso com o fato de terem sido gravadas. "Era um desabafo dirigido a colegas do partido", disse.
Não é a primeira vez que o nome do ministro surge na investigação. A PF chegou a indiciá-lo por considerar que era o único beneficiado pelo esquema. Mas a acusação acabou anulada por falta de provas. "Agora surgem elementos mais do que concretos para esclarecer de uma vez  por todas a verdade sobre o caso", diz a reportagem. Do portal da revista Veja

PT MANDA EXPEDITO SILENCIAR SOBRE ALOPRADOS

Expedito Veloso: agora sob pressão da direção do PT
A direção nacional do PT mandou o petista Expedito Veloso se calar sobre a gravação na qual ele teria afirmado que o ex-senador e hoje ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, autorizou a elaboração de um dossiê contra José Serra, na campanha para o governo de São Paulo em 2006. A ordem de silenciar, segundo a assessoria da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal (SDE) - onde Veloso é secretário-adjunto -, partiu do presidente do PT, Rui Falcão.  
CASO
Nesta segunda-feira, o delegado da Polícia Federal Diógenes Curado Filho, que à época investigou o episódio, disse que as declarações de Expedito Veloso não surpreendem, mas requerem novos esclarecimentos. Curado, atualmente secretário de Segurança de Mato Grosso, afirmou que sempre esteve convicto de que o dinheiro apreendido em 2006 era fruto de caixa dois da campanha petista ao governo de São Paulo. Porém, frisou que, em depoimento à Polícia Federal, Expedito nunca falou sobre o suposto envolvimento de Mercadante:
- Surpreendeu ele falar, não o que disse. Em depoimento, todos negavam tudo. Era como tirar leite de pedra. Acho importante que ele (Expedito) seja ouvido, o que poderá levar a que outras pessoas sejam ouvidas também - disse Curado.
Reunião de Expedito com representantes do PT nacional foi cancelada
Nesta segunda-feira, Expedito despachou normalmente em seu gabinete em Brasília e seguiu a determinação de não falar. O silêncio foi acertado numa conversa por telefone com Rui Falcão, segundo a assessoria do próprio Expedito. Estava prevista uma reunião, na própria SDE, com representantes do PT nacional, mas o encontro foi cancelado.
O PT de São Paulo e a liderança do partido no Senado repudiaram o que classificaram de "ilações requentadas". Procurado pelo GLOBO, Falcão não se manifestou. Do portal do jornal O Globo