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segunda-feira, fevereiro 27, 2012

NAS REDES SOCIAIS A FOTO PROIBIDA DE LULA!

Circula amplamente nas redes sociais esta fotomontagem com Lula sentado em cima de um montão de dinheiro. O título: a foto proibida de Lula! A foto do dinheiro é conhecida. Trata-se daquela grana - em torno de R$ 1,750 milhão que a Polícia Federal apreendeu nas mãos dos "aloprados", o grupo dito de "inteligência", do PT, na campanha presidencial que elegeu Lula em 2006. Naquela ocasião os aloprados preparavam-se para comprar um dossiê fajuto contra José Serra e outros líderes da oposição.
Até hoje o caso não foi apurado e ninguém foi preso. Também não se sabe qual a origem daquela dinheirama em espécie.
Será que Lula entrará na célebre lista da revista Forbes que anualmente revela os homens mais ricos do mundo?
Fidel Castro já entrou para esse listão dos mais endinheirados do planeta.

terça-feira, junho 21, 2011

PT MANDA EXPEDITO SILENCIAR SOBRE ALOPRADOS

Expedito Veloso: agora sob pressão da direção do PT
A direção nacional do PT mandou o petista Expedito Veloso se calar sobre a gravação na qual ele teria afirmado que o ex-senador e hoje ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, autorizou a elaboração de um dossiê contra José Serra, na campanha para o governo de São Paulo em 2006. A ordem de silenciar, segundo a assessoria da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal (SDE) - onde Veloso é secretário-adjunto -, partiu do presidente do PT, Rui Falcão.  
CASO
Nesta segunda-feira, o delegado da Polícia Federal Diógenes Curado Filho, que à época investigou o episódio, disse que as declarações de Expedito Veloso não surpreendem, mas requerem novos esclarecimentos. Curado, atualmente secretário de Segurança de Mato Grosso, afirmou que sempre esteve convicto de que o dinheiro apreendido em 2006 era fruto de caixa dois da campanha petista ao governo de São Paulo. Porém, frisou que, em depoimento à Polícia Federal, Expedito nunca falou sobre o suposto envolvimento de Mercadante:
- Surpreendeu ele falar, não o que disse. Em depoimento, todos negavam tudo. Era como tirar leite de pedra. Acho importante que ele (Expedito) seja ouvido, o que poderá levar a que outras pessoas sejam ouvidas também - disse Curado.
Reunião de Expedito com representantes do PT nacional foi cancelada
Nesta segunda-feira, Expedito despachou normalmente em seu gabinete em Brasília e seguiu a determinação de não falar. O silêncio foi acertado numa conversa por telefone com Rui Falcão, segundo a assessoria do próprio Expedito. Estava prevista uma reunião, na própria SDE, com representantes do PT nacional, mas o encontro foi cancelado.
O PT de São Paulo e a liderança do partido no Senado repudiaram o que classificaram de "ilações requentadas". Procurado pelo GLOBO, Falcão não se manifestou. Do portal do jornal O Globo

quarta-feira, setembro 08, 2010

PERAÍ, DRA. CUREAU! VIOLAÇÃO DO SIGILO POR PETISTAS NÃO É CRIME ELEITORAL? COMO QUE OS DADOS NÃO FORAM USADOS?

A vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, afirmou nesta quarta-feira (8) que é difícil vincular as quebras de sigilos fiscais de pessoas ligadas ao PSDB com crime eleitoral. Para ela, isso se deve ao fato de as informações fiscais não terem sido usadas na campanha.

“A dificuldade é justamente demonstrar o intuito eleitoral, porque essas informações ainda não foram devidamente usadas por nenhum partido ou nenhuma coligação na propaganda eleitoral. Até pode se argumentar que não foi usada porque realmente nem foi necessário usar”, disse a vice-procuradora.

Segundo Sandra Cureau, as provas de que pessoas envolvidas com as violações são ligadas ao partido da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, não são suficientes para caracterizar a motivação eleitoral.
“As pessoas têm filiação com o partido da candidata, mas já que não foi usado, como é que a gente vai demonstrar que essas pessoas agiram a mando da candidata ou a mando do comando de campanha? A menos que apareça alguém dizendo isso, o que não aconteceu até agora”, disse. Leia MAIS 

MEU COMENTÁRIO: Se isto não for crime eleitoral, rasgo meus diplomas de Bacharel e Mestre em Direito e toco fogo na minha carteira da OAB (além de jornalista também sou advogado com mestrado na UFSC e não naqueles cursinhos feitos pela internet, em escolinhas caça-níquel fajutas).

Recentemente, um dos repórteres da Folha de São Paulo afirmou que recebeu das mãos de gente ligada à campanha da Dilma documentos vazados da receita federal. Isto está escrito nos jornais dito pelo próprio repórter. Querem mais prova do que isso? Incluive transcrevi matéria aqui no blog no mês passado sobre isso. Está aí no arquivos.

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sábado, setembro 04, 2010

PROGRAMA DE SERRA NA TV NÃO PEGA PESADO, APENAS DIZ A VERDADE PARA QUE ELEITORES NÃO DIGAM DEPOIS QUE NÃO FORAM AVISADOS DA AMEAÇA QUE REPRESENTA O PT


Esta é a íntegra do programa eleitoral de José Serra denunciando a ameaça à democracia que representa um eventual sucesso eleitoral do PT com a eleição de uma mulher que ninguém sabe quem é e que nunca foi eleita para nada. Dilma é um produto artificial; Serra, pelo menos, os brasileiros sabem que é: o único candidato à Presidência da República que tem preparo, experiência administrativa comprovada, é ficha limpa.

Por fim, o que é mais importante ainda: Serra é o único que garante que a democracia não será destruída. Esta é a verdade. O programa de Serra não pega pesado. Apenas diz a verdade para que ninguém possa dizer depois, parodiando Lula, que não sabia de nada.

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domingo, agosto 22, 2010

LANZETTA PARECE COMANDAR NEO-ALOPRADOS

Envolvido na negociação de um dossiê contra José Serra (PSDB), o dono da Lanza Comunicação, Luiz Lanzetta, abastece veículos de comunicação de todo o país com conteúdo pró-Dilma Rousseff (PT) e contra o tucano.

Pelas contas da empresa, o material é distribuído diariamente a 556 mil e-mails e reproduzido por 250 sites.

A Lanza entrega gratuitamente o conteúdo do boletim "Brasília Confidencial", que é reproduzido por sites de partidos aliados do PT, simpatizantes de Dilma, centrais sindicais, jornais e rádios.

Também é usado pela rede de mobilização comandada por Marcelo Branco, responsável pela campanha de Dilma na web. Até explodir o caso do dossiê, o site oficial de Dilma usava o conteúdo.

O "Brasília Confidencial" funciona na sede da Lanza em Brasília. No Registro.br, o cartório eletrônico na internet, o domínio da marca é da Lanza. O nome de Lanzetta, acusado de ter proposto dossiê contra Serra -ele nega-, não aparece no boletim.

Quem responde pela chefia é o jornalista Robson Barenho, sócio de Lanzetta em outros negócios com o governo. Ele, que integrava a campanha petista, mas caiu na esteira do dossiê, não quis dizer quem financia o site.

SERVIÇO

O serviço foi criado no segundo semestre de 2009, mas ganhou força e multiplicou o alcance simultaneamente à assinatura do contrato entre a Lanza e o PT para a campanha de Dilma.

O contrato foi rompido em junho após o surgimento das denúncias, e a campanha de Dilma afirma não ter mais vínculo com a Lanza.

No "Brasília Confidencial" também são divulgadas ações do governo, inclusive reprodução de banner do Ministério da Saúde para campanha de vacinação. Lanzetta presta serviços ao ministério por meio de outra empresa, a L2 Projetos e Participações.

A Secretaria de Comunicação da Presidência nega ter pago pelos serviços da Lanza. Também diz que não repassou recursos de publicidade ao site.

Procurados pela Folha, Barenho se recusou a comentar e Lanzetta não respondeu aos telefonemas.

SERVIÇOS PARA O GOVERNO
Além da agência Lanza, Luiz Lanzetta e Robson Barenho são sócios na L2 Projetos, com sede em Sobradinho (DF). Nas duas empresas, Barenho é minoritário na sociedade.

Criada em 2006, a L2 recebeu do governo R$ 46,6 mil em 2009. Prestou serviços para o Ministério da Saúde e para a Embratur. Ela foi subcontratada pela FSB, responsável pelas assessorias dos órgãos.

O ramo de atividade declarado à Receita pela L2 é de "consultoria em gestão empresarial", "administração de caixas escolares" e "atividades de apoio à educação".

A Embratur diz que pagou R$ 23 mil mensais à L2 em 2009 para "diagnóstico do monitoramento da imagem do Brasil como destino turístico".

No Ministério da Saúde, a descrição do trabalho se refere a "apoio administrativo". A L2 recebeu três parcelas de R$ 27,8 mil em outubro.
Da Folha de São Paulo deste domingo

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