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domingo, março 25, 2012

SERRA VENCE PRÉVIAS E SERÁ PREFEITO DE SÃO PAULO. GRANDE IMPRENSA TORCE O NARIZ E OS TRAÍRAS DE SEMPRE ESTÃO EM CAMPO.

Vitória de José Serra já era esperada e irrita a grande imprensa
José Serra foi escolhido neste domingo pela militância do PSDB o candidato do partido à prefeitura de São Paulo. O resultado das prévias da legenda foi anunciado no anfiteatro da Câmara dos Vereadores, na capital paulista. A vitória de Serra consolida uma candidatura viável de oposição. O tucano ostenta uma longa ficha de serviços prestados como parlamentar, ministro, governador e prefeito. Terá pela frente a missão de se opor à hegemonia política e ideológica que o PT tenta impingir ao Brasil com uma eventual vitória de Fernando Haddad em São Paulo.
Segundo o PSDB, 6.229 filiados votaram nas prévias. Serra recebeu 3.176 votos (52,1% do total), ante 1.902 (31,2%) do secretário estadual de Energia, José Aníbal, e 1.018 (16,7%) do deputado federal Ricardo Tripoli. Na cidade, o partido tem 20 000 filiados.
Será a quarta vez que Serra concorre à prefeitura de São Paulo. Ele venceu a disputa em 2004 e exerceu o mandato até 2006, quando foi eleito governador do estado. Serra ingressou nas prévias em 27 de fevereiro, com o processo já em curso. Quando ele decidiu entrar na corrida, os pré-candidatos Andrea Matarazzo e Bruno Covas retiraram seus nomes para apoiá-lo.
Assim que anunciou seu ingresso nas prévias, Serra fez questão de esclarecer que o sonho de disputar a Presidência da República estava adormecido. Interlocutores do tucano dizem o mesmo. A conquista de um cargo eletivo seria o passo necessário para aumentar sua influência no partido até as eleições presidenciais de 2014, nas quais ele seria um grande articulador.
O voto nas prévias era facultativo e ocorreu em 58 diretórios zonais em toda a cidade. Houve problema em tablets usados como urna eletrônica nas zonais da Lapa e de Cidades Tiradentes: a votação teve de ser feita em cédulas de papel, de forma manual. A realização das prévias custou entre 250 000 e 300 000 reais ao diretório municipal da legenda. Do site da revista Veja - texto e foto

MEU COMENTÁRIO: A vitória de Serra já era esperada e deverá ser mesmo o prefeito de São Paulo. Todavia, Serra terá que largar as bobagens politicamente corretas que intervêm na liberdade individual das pessoas. 
Além disso enfrentará não só o turbilhão de calúnias e dossiês fajutos que serão produzidos pelo PT sob a orientação de Lula que perdeu a voz mas continua o dono absoluto do PT.
De outra parte, José Serra terá contra si toda a grande imprensa brasileira, sem falar nos blogs do esgoto e na patrulha cibernética petralha.
E, finalmente, enfrentará os desafetos de seus próprio partido. O PSDB não é um ninho de tucanos, mas um ninho de jararacas. 
Levando em consideração esses três aspectos e denunciando o risco que São Paulo corre de ser governado pelo PT se elegerá sem problemas porque os paulistanos são gatos escaldados pelas desastrosas administrações de Luiza Erundina e Marta Suplicy.

domingo, março 04, 2012

SABOR DE PLEBISCITO: NACIONALIZAÇÃO DA ELEIÇÃO EM SP LEVA PT AO DESESPERO. SERRA TEM O APOIO DE 44 MILHÕES DE ELEITORES.

O mais interessante não é a performance de José Serra, que sempre foi muito bem votado em São Paulo. Mas a grande novidade da eleição paulistana é a sua nacionalização. A ficha começa a cair. As pessoas de todo o Brasil estão vendo que o resultado eleitoral de São Paulo, desta feita, terá implicações profundas no curto prazo em termos nacionais.
Na eleição presidencial José Serra teve 44 milhões de votos. Conseguiu isso praticamente sozinho porque foi abandonado pelo seu próprio partido. Esses mesmos que agora estão postando vídeos no YouTube em reuniões que defendem uma prévia furadíssima. 
E porque Serra obteve sozinho aquela volumosa votação na última eleição presidencial? Ora, porque em grande medida foram votos plebiscitários, não que isso deponha contra José Serra que é sem dúvida um dos melhores quadros políticos do Brasil. Mas é uma realidade, porque a campanha presidenciasl de Serra foi um desastre de marketing, de ações políticas e, sobretudo, de empenho de seu próprio partido que á fraco, titubeante e que tem medo de fazer oposição, de assumir a sua responsabilidade como o maior partido oposicionista.
Provavelmente Serra desta feita irá também fazer uma campanha solitária mas vencerá o pleito porque os eleitores paulistas primeiro, já conhecem José Serra que fez ótimas gestões no governo e na prefeitura; segundo, porque não têm nenhuma razão de entregar a prefeitura de uma das maiores metrópoles do mundo e a maior e mais pujante cidade que sustenta boa parte do Brasil, nas mãos dos comunistas do PT. Sabem o descalabro que foi a prefeitura nas mãos da Marta Suplicy e da Luiza Erundina e não estão a fim de embarcar em mais uma canoa furada. 
Quem acompanha a política brasileira já sabia que a primeira pesquisa que se fizesse mostraria os números que essa pesquisa DataFolha mostrou. Outro fato que levou os analistas conseqüentes a intuirem essa performance de José Serra estava no comportamento da grande imprensa que nos últimos dias dedicou-se a baixar o cacete em José Serra, sem qualquer motivo.
Nesta noite gastei boa parte no tempo na internet, principalmente no Twitter e FaceBook e pude sentir de perto a virulência e os desesperados ataques da bandalha do PT.
Um fator, no entanto, conspira favoravelmente a José Serra: a campanha eleitoral de São Paulo tornou-se um evento nacional. Os 44 milhões de eleitores brasileiros mantêm a interpretação deste pleito como um evento que mexe com todo o Brasil. Tendem a ser comportar como no pleito presidencial, isto é, alimentando uma visão plebiscitária que coloca José Serra como o único político anti-PT. A eleição paulistana adquire esse contorno que deixa o PT apavorado já que esse volumoso eleitorado em todos os cantos do Brasil conjugará esforços no sentido de ajudar José Serra nessa sua nova empreitada. Os eleitores sabem que mais uma vez José Serra será traído miseravelmente pelos seus próprios companheiros de partido e caminhará sozinho pelas ruas de São Paulo.
Por isso, um instrumento que foi pouco usado na última eleição este ano vai bombar: são as redes sociais, especialmente o FaceBook e o Twitter que cresceram de forma vertiginosa e muito mais brasileiros possuem computador. Não por causa do governo do PT, mas por causa da produção em escala global. A cada dia esses equipamentos ficarão mais baratos e acessíveis a todos, como já são os telefones celulares e o smartfones que dão acesso às redes sociais. Mesmo sem computador, mas com um smartfone não mão o eleitor tem acesso em tempo real sobre o que está rolando no Brasil e no mundo. E não ficará indiferente! Esta é uma nova realidade que ajuda muito José Serra pois linkará seus 44 milhões de eleitores espalhados pelo Brasil que, de repente, não se furtariam em doar cada um apenas R$ 1 real. 
Esta é a conta que tem de ser feita. Foi isso que contribuiu decisivamente para levar Obama à Casa Branca e aumentar vertiginosamente o caixa da campanha.
Se José Serra atentar para estes fatos vencerá a eleição em São Paulo no primeiro turno.
O sintoma mais explícito de que os petistas estão apavorados aparecerá nas edições dos jornalões deste domingo. A maioria dos analistas dos grandes jornais e televisões são todos petistas de carteirinha. E, como todo petista é comunista, esse pretensos analistas imparciais são uns grandes mentirosos e manipuladores da opinião pública. Como todo comunista, evidentemente. No início começarão analisando o quadro eleitoral em favor do PT, mas com certo cuidado. Mais adiante partirão para o tudo ou nada e dispararão calúnias e infâmias, sem falar nos dossiês que , a esta altura, devem estar sendo preparados nos porões do PT.
A informação, portanto, não estsá mais nos veículos da grande imprensa. Está na internet, nas redes sociais e nos blogs independentes e no trabalho dos poucos jornalistas que não comem caraminguás oficiais. 

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sábado, março 03, 2012

JOSÉ SERRA JÁ ESTÁ EM CAMPANHA NAS RUAS DE SÃO PAULO E LARGA NA FRENTE SEGUNDO PESQUISA DO DATAFOLHA DESTE SÁBADO

Em seu primeiro dia de campanha pelas ruas de São Paulo, José Serra ergue um brinde com eleitores no mais popular bar paulistano
Em seu primeiro dia de campanha na rua, o pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, acusou o governo federal de estar "se mexendo muito" para favorecer a candidatura do petista Fernando Haddad. Serra, que visitou o tradicional bar Frangó, na zona Norte de São Paulo,  disse considerar o fato “estranho”. "É legítimo que os partidos se movimentem, mas aí é mexida de governo mesmo, muitas vezes por questão de apoio político", disse, referindo-se à nomeação de Marcelo Crivella (PRB-RJ) como ministro da Pesca, uma decisão tomada para atrair o apoio dos evangélicos à candidatura de Haddad.
Ao criticar a postura do governo federal em relação à disputa eleitoral em São Paulo, Serra confirmou  o tom do embate que acontecerá na maior cidade do Brasil. Na carta em que formalizou sua candidatura, ele enfatizou que a disputa será entre "duas visões de Brasil", e afirmou que sua decisão foi movida pelos “dissabores que o processo democrático tem enfrentado diante do avanço da hegemonia de uma força política, o peso e a importância de São Paulo nesse processo".
Pesquisa - Segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, Serra subiu nove pontos e lidera a disputa, com 30% da intenções de voto. O candidato, no entanto, disse que ainda é muito cedo para se falar sobre o assunto. "É muito cedo e as pesquisas são sempre relativas. É preciso ver com cautela, ainda mais agora, que nem sou o candidato ainda", disse. "Pesquisa a gente sabe, é sempre um vai-e-vem. Já estou habituado, tenho pós-doutorado". Leia MAIS

terça-feira, fevereiro 28, 2012

"ELEIÇÃO SERÁ DISPUTA ENTRE DUAS VISÕES DE BRASIL", AFIRMA JOSÉ SERRA AO CONFIRMAR SUA CANDIDATURA À PREFEITURA DE SP.

O ex-governador José Serra formalizou, na tarde desta terça-feira, sua entrada na disputa pela prefeitura de São Paulo. Serra entregou à executiva do PSDB uma carta em que justifica sua pré-candidatura. Para ele, o que está em jogo, na corrida eleitoral na capital paulista, são duas visões bem distintas. Uma referência clara à polarização entre PT e PSDB que a eleição ganha com sua participação a partir de agora.
"São Paulo é a maior cidade do Brasil. E é aqui, neste ano, que se travará uma disputa importante para o futuro do município, do estado e do país. Uma disputa entre duas visões distintas de Brasil, duas visões distintas de administração dos bens coletivos, duas visões distintas de democracia, duas visões distintas de respeito aos valores republicanos", afirmou.
Ao entregar a carta, no diretório municipal do PSDB, na região central de São Paulo, Serra ressaltou ter ouvido atentamente os argumentos de aliados, nas últimas semanas, entre eles o prefeito Gilberto Kassab, fundador do PSD, e o governador Geraldo Alckmin. E acrescentou: pesou em sua decisão o fato de a democracia brasileira estar sofrendo "dissabores" diante do "avanço da hegemonia de uma força política" - em alusão clara ao PT.
"Refleti intensamente sobre a situação do país, os dissabores que o processo democrático tem enfrentado diante do avanço da hegemonia de uma força política, o peso e a importância de São Paulo nesse processo".
Interesse coletivo - O tucano disse que a política "não é uma atividade privada, objeto apenas da vontade e do desejo pessoal, ou fruto de ambição íntima". "Aprendi, ao longo da vida, que a ação e os movimentos políticos são, também, subordinados às circunstâncias, à conjuntura, ao momento. Aprendi a reconhecer que o interesse coletivo se sobrepõe, sempre, aos planos pessoais daqueles que abraçaram de fato a causa pública".
Segundo ele, a pré-candidatura atende a um "chamamento de consciência". "Não fujo à luta nem fujo às minhas responsabilidades. Com humildade, ofereço meu nome ao PSDB, não apenas à sua direção, mas também aos militantes, simpatizantes, apoiadores e eleitores, como pré-candidato à eleição de prefeito".
O agora pré-candidato encerra o texto dizendo sempre ter sido favorável às prévias - embora tenha perdido o prazo formal de inscrição para participar delas. Após a leitura, o tucano entregou o texto ao presidente municipal do PSDB, Júlio Semeghini. 
"Para mim, é um sonho poder aspirar a governar a minha cidade", declarou. "Se a direção do partido acolher esse pedido de inscrição nas prévias e se eu as vencer e vencer a eleição, saberei fazer uma administração na cidade digna dos nossos sonhos", finalizou, já em tom de campanha.
O ex-pré-candidato Andrea Matarazzo, que abriu mão da disputa por causa de Serra, vai redirecionar sua estrutura de pré-campanha a favor do novo pré-candidato.
Prévias - O partido marcou para 4 de março as prévias para bater o martelo sobre quem disputará a sucessão municipal, mas a data deve ser adiada em pelo menos uma semana diante da mudança no cenário. Dos quatro pré-candidatos tucanos dois desistiram - os secretários estaduais Bruno Covas (Meio Ambiente) e Andrea Matarazzo (Cultuta). O também secretário José Aníbal (Energia) e o deputado Ricardo Trípoli não abriram mão da disputa.
Em reunião, a partir de 19 horas, a executiva vai decidir se haverá adiamento das prévias. Do site da revista Veja - Clique AQUI para ler a carta de José Serra

domingo, fevereiro 26, 2012

CANDIDATURA DE SERRA À PREFEITURA DE SP AUMENTA SEU CACIFE POLÍTICO, SEPULTA AS PRÉVIAS, UNIFICA O PSDB, TEM O APOIO DA MÁQUINA KASSABISTA E MARGINALIZA O PT!

Serra fortalecido como condutor da unidade do PSDB
Vale a pena ler este texto em forma de perguntas e respostas que esclarece muito a respeito do que rola na política de São Paulo. E porque é importante conhecer estes detalhes? Ora, porque é justamente nesta eleição à prefeitura de São Paulo que estarão sendo jogadas as fichas com relação às eleições de governador de Estado e, de forma muito especial, a próxima eleição presidencial. É por isso que o assunto não sai um dia sequer do noticiário política nacional. 
Com a decisão de José Serra concorrer à prefeitura a prévia do PSDB foi para o brejo. Um dos principais candidatos que disputariam essas prévias é Andrea Matarazzo que já retirou oficialmente sua candidatura. Pressente-se que, com toda certeza, os demais seguirão a sua decisão formando um poderoso arco de apoio à José Serra que, no final das contas, sai fortalecido politicamente. Leiam o preâmbulo e as perguntas e respostas formuladas pelo site da revista Veja. É matéria política de primeira linha:
O secretário estadual de Cultura, Andrea Matarazzo retirou oficialmente sua pré-candidatura neste domingo. Após a confirmação de que o ex-governador José Serra vai formalizar sua participação na disputa eleitoral, o anúncio já era esperado. "Vocês nunca vão me ver disputar uma eleição com Serra", disse Matarazzo, em entrevista coletiva. O secretário estadual de Meio Ambiente, Bruno Covas, deve fazer o mesmo anúncio até segunda-feira. 
Apesar dos sinais de que o PSDB vai se unir em torno da candidatura de Serra, São Paulo assiste à disputa eleitoral de resultado mais incerto desde que o eleitorado das capitais recuperou o direito de eleger o prefeito. Isso se deve à determinação do PT de se aliar, no primeiro ou no segundo turno, a qualquer bicho que se mova — desde que não seja tucano.
O PSDB, por sua vez, já percebeu que a eleição na capital paulista é vista pelo Planalto como um ensaio geral para tentar tomar o Palácio dos Bandeirantes, onde petista nunca pôs os pés. Seguem, abaixo, 19 perguntas, com suas respectivas respostas, sobre a sucessão na maior cidade do país.
1 - Por que Serra será o candidato do PSDB? Porque é o único que tem condições de reunir o atual arco de alianças que se opõe ao petismo no estado e na cidade. O prefeito Gilberto Kassab dizia aceitar a aliança com os tucanos desde que o titular da chapa fosse do seu partido, o PSD. Sabia que a condição era considerada inaceitável pelo governador Geraldo Alckmin. Kassab só admitia uma exceção: Serra como cabeça de chapa.
2 - Kassab queria, então, Serra como candidato? Não exatamente. Kassab considera que seu principal adversário em São Paulo é Geraldo Alckmin, que foi o único tucano de alta plumagem que tentou inviabilizar o seu partido, o PSD. No resto do Brasil, os tucanos apoiaram a criação da nova legenda. Em São Paulo, Alckmin hostilizou o PSD e demitiu do secretariado o vice-governador, Guilherme Afif. Assim, Kassab preferiria estar num grupo que fizesse oposição ao governador. Por isso se aproximou do PT. Com Serra candidato, o prefeito, por dever de lealdade, adia o seu projeto de fazer oposição aberta a Alckmin.
3 - Mas o que quer Kassab? Quer ser poder onde quer que esteja. Por isso o seu partido não é "de direita, de esquerda ou de centro". O PSD não faz oposição a nenhuma administração estadual nem ao governo federal. Formalmente ao menos, não se opõe nem a Alckmin. Hoje, é o partido mais governista do país. É uma espécie de PMDB elevado ao estado de arte. Seu lema poderia ser: "Se há governo, sou a favor". O prefeito estava doido para cair no colo da presidente Dilma. O apoio a Fernando Haddad seria o primeiro passo. A candidatura de Serra adiou a sua adesão.
4 - O projeto de Kassab é partidário ou é pessoal? As duas coisas. Na esfera federal, o partido quer exercer a sua vocação governista. Na estadual, o propósito esbarra em Alckmin e seu grupo. Kassab quer se candidatar ou ao governo de São Paulo ou ao Senado em 2014, quando se elege apenas um senador. Tudo o mais constante, Alckmin concorrerá à reeleição. Dificilmente Kassab será o candidato ao Senado do grupo. Por isso ele tentou se unir aos petistas: o objetivo, de fato, seria unir forças para derrotar Alckmin em 2014.
5 - Kassab tem baixa popularidade. Por que PSDB e PT lutaram tanto por seu apoio? Kassab está montado num caixa considerável para gastar até as eleições — algo em torno de 5 bilhões de reais. Tem grandes inaugurações a fazer — entre elas, três grandes hospitais. Há áreas da administração que mereceriam destaque nacional: os professores do município são, por exemplo, os maios bem-pagos do país. O prefeito tem ainda sob a sua influência algo em torno de 60% ou 70% da Câmara de Vereadores. É difícil vencer uma eleição sem eles, como percebeu Geraldo Alckmin em 2008. Kassab tem hoje bons amigos até na bancada petista.
6 - O PT conseguirá reproduzir em São Paulo a aliança que existe em escala nacional, como queria Lula? Não no primeiro turno ao menos. Lula sonhou, por exemplo, em ter Gabriel Chalita como vice de Fernando Haddad. Não terá. Considera, em todo caso, um prejuízo menor porque o ideólogo da "política e da pedagogia do amor" tende a tirar a votos, avalia o ex-presidente, do eleitorado que poderia escolher Serra. Nos debates, o PT espera que o neopeemedebista eleja o tucano como alvo. Num eventual segundo turno disputado por Fernando Haddad, o PT considera o apoio do "candidato do amor" (e do ódio a Serra) como certo.
7 - E o PCdoB, do vereador Netinho de Paula? Apoiará Haddad? O PT luta por isso, mas não é o que está dado hoje. Netinho, até agora, rejeita a aliança com o PT. Alas ideológicas do PCdoB também não estão satisfeitas com o petismo. O ex-ministro Orlando Silva (Esportes), por exemplo, atribui ao PT a fritura a que foi submetido. Os petistas querem impedir a candidatura de Netinho. Se avaliam que Chalita tira votos de Serra, acham que Netinho tende a pegar uma fatia do eleitorado potencialmente petista. É bom lembrar que o PCdoB tem uma secretaria na gestão Kassab, a que cuida da Copa do Mundo.
8 - Quem será o vice de Serra? Tanto o neocandidato como Kassab lutam para que seja alguém do PSD. O mais cotado, nessa hipótese, é o secretário de Educação do município, Alexandre Schneider, ex-tucano convertido ao kassabismo, mas ainda próximo de Serra. Há resistências no PSDB e, sobretudo, no DEM, um potencial aliado importante, sobretudo por causa do tempo de TV.
9 - O DEM aceita um vice do PSD? Em princípio, não, e ameaça migrar para Chalita. O partido tem uma espécie de deliberação nacional, embora não posta em papel, segundo a qual pode integrar uma aliança de que o PSD faça parte, mas jamais apoiar um chapa em que o partido tenha o titular ou o vice. Se o DEM bater o pé e decidir recusar um vice de Kassab sob pena de apoiar Chalita, o nome de Schneider sobe no telhado. Do site da revista Veja

sábado, fevereiro 25, 2012

UNIÃO DE SERRA, ALCKMIN E KASSAB DEFINE ELEIÇÃO LIVRANDO SÃO PAULO DAS GARRAS DO PT

União desses três políticos é fundamental para SP e para o Brasil
Embora tenha contra si a imprensa paulistana, como se nota por exemplo nessa matéria da Folha de S. Paulo, o ex-governador José Serra deverá ser mesmo o candidato do PSDB e vai papar a eleição. 
Serra será candidato apoiado por duas máquinas gigantescas: o Governo de São Paulo e a Prefeitura da maior cidade do Brasil e uma das maiores do mundo.
Alia-se a isso o fato de que o PT costuma botar os pés pelas mãos em campanhas eleitorais. O setor de "inteligência" do Partido, que reúne os "aloprados", já deve estar atuando nos bastidores.
Transcrevo a matéria que é a manchete da Folhona neste sábado. Como sempre um jornal não a serviço do Brasil, mas dedicado de corpo e alma aos petralhas. Leiam:
O ex-governador José Serra decidiu entrar na corrida à Prefeitura de São Paulo e admite a possibilidade de se inscrever nas prévias convocadas pelo PSDB para definir o candidato do partido.
A decisão foi comunicada ontem ao governador Geraldo Alckmin após meses de indefinição no maior partido de oposição do país, que teme perder para o PT nas eleições deste ano a hegemonia política que tem em São Paulo.
Alckmin e o prefeito Gilberto Kassab (PSD) se reuniram ontem à noite com o ex-governador em sua casa para discutir os detalhes do lançamento de sua candidatura.
Serra não quer que as prévias convocadas pelo partido sejam canceladas, para evitar o desgaste político que sofreria se fosse indicado candidato passando por cima do processo definido pelo PSDB.
As prévias estão marcadas para o dia 4, daqui a uma semana. Uma das possibilidades em estudo é o adiamento da disputa interna, para que Serra tenha tempo de entrar no processo partidário.
Quatro candidatos estão inscritos para participar das prévias do PSDB: os secretários estaduais de Cultura, Andrea Matarazzo, Meio Ambiente, Bruno Covas, e Energia, José Aníbal, e o deputado federal Ricardo Tripoli.
Alckmin começou a chamar ontem à noite os pré-candidatos para conversar. Aliados do governador acreditam que Matarazzo e Covas devem desistir da disputa. Aníbal e Tripoli têm dito que estão dispostos a manter suas candidaturas até o fim.
Na noite de quinta-feira, Serra disse a Alckmin que as prévias "devem ser respeitadas" e se mostrou "receptivo" à ideia de entrar na disputa, segundo pessoas familiarizadas com as negociações.
No encontro de ontem com Alckmin e Kassab, Serra confirmou a disposição de se candidatar e deixou claro que prefere disputar as prévias.
Serra, que no início do ano dizia não ter interesse em concorrer, mudou a conversa depois que Kassab começou a negociar seu apoio ao ex-ministro da Educação Fernando Haddad, do PT.
Serra queria ficar livre até as eleições de 2014 para se lançar mais uma vez à Presidência da República, mas seu espaço no partido diminuiu muito desde sua derrota para a presidente Dilma Roussef na eleição de 2010.
Mas a aproximação de Kassab com os petistas ameaçava deixar os tucanos isolados e Alckmin e outros líderes do PSDB passaram a trabalhar para convencer Serra a disputar a prefeitura.
Serra foi prefeito de São Paulo de 2005 a 2006, quando entregou o cargo Kassab, seu vice, e deixou a administração para concorrer ao governo do Estado, embora tivesse prometido ficar na prefeitura até o fim do mandato.
Kassab quer alguém do PSD como vice de Serra na chapa tucana agora, mas o ex-governador teme que isso o afaste do DEM, sigla com a qual o prefeito rompeu há um ano ao criar seu partido. Da Folha de São Paulo deste sábado

terça-feira, fevereiro 14, 2012

SERRA DÁ UMA BRECADA NO TROLOLÓ E AVISA QUE AINDA PODE CONCORRER À PREFEITURA DE SP

José Serra costuma sempre decidir na última hora
Mesmo ainda uma possibilidade, a disposição do ex- governador José Serra de reconsiderar sua posição de não concorrer à prefeitura de São Paulo foi comemorada pelo presidente do PDB, Sérgio Guerra
“Um alívio”! – exclamou ao saber da notícia.
Guerra evidentemente vibra porque vê aí o
Mesmo ainda uma possibilidade, a disposição do ex- governador José Serra de reconsiderar sua posição de não concorrer à prefeitura de São Paulo foi comemorada pelo presidente do PDB, Sérgio Guerra
“Um alívio”! – exclamou ao saber da notícia.
Guerra evidentemente vibra porque vê aí o caminho aberto para que o senador Aécio Neves (MG) consolide-se como o candidato do partido à presidência em 2014.
Segundo dirigentes tucanos, se finalmente decidir se candidatar, o próximo passo de Serra será investir todas as fichas na formação de uma ampla aliança, que reúna PSD, DEM, PDT, PSB e PP, garantindo razoável tempo de TV.
O envolvimento do governador Geraldo Alckmin para viabilizar essa e outras exigências de Serra, não é garantia, porém, de êxito pleno.
O tempo perdido até aqui gerou quatro candidaturas tucanas, uma pré-aliança do prefeito Gilberto Kassab com o ex-presidente Lula, e o ingresso do PDT no governo tucano.
Além das feridas internas num eventual desmonte das pré-candidaturas do PSDB, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, reafirmou a candidatura à Prefeitura de São Paulo.
 “Continuo pré-candidato”, disse ao blog. Ele alega que a secretaria que o governador Geraldo Alckmin deve confiar ao PDT não passa por sua desistência. “Continuo pré-candidato”, diz.
Já o líder do PT, deputado Jilmar Tatto (SP) – que renunciou à candidatura em favor de Fernando Haddad – minimizou a possibilidade de perder o apoio do PSD. “Sempre trabalhamos com a possibilidade de candidatura de Serra. O PT assiste de camarote à briga dos adversários”, provocou. 
Resta saber como agirá Kassab, que sempre condicionou a candidatura própria do PSD, ou alianças, à decisão de Serra. Se o ex-governador for candidato – disse sempre o prefeito -, estarei com ele. Do portal do Estadão

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segunda-feira, janeiro 23, 2012

PENAS DE TUCANOS VOAM PARA TODOS OS LADOS: FHC ARQUIVA JOSÉ SERRA E ADUBA A CANDIDATURA DE AÉCIO NEVES À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso apontou o senador mineiro Aécio Neves como "candidato natural" do PSDB à Presidência em 2014. Em entrevista à publicação britânica The Economist, FHC prevê uma "luta interna muito forte" entre Aécio e o ex-governador de São Paulo, José Serra, pela indicação do partido nas eleições nacionais. 
Em uma conversa com a jornalista Helen Joyce, chefe do escritório da revista em São Paulo, realizada no dia 12 de janeiro, o ex-presidente destaca a importância de unidade dentro do PSDB para a escolha de seu candidato daqui a três anos. Questionado sobre quem seria o "candidato natural", FHC respondeu sem rodeios: "Aécio Neves".
O tucano não retira Serra da disputa, indicando que "as coisas ficarão mais claras depois das eleições municipais". No entanto, FHC indica que o ex-governador pode desistir da disputa para promover a renovação do partido e chega a compará-lo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputou a Presidência diversas vezes.
"No caso do PSDB, o ex-governador Serra desempenha o papel do Lula: ele tem coragem, ele gosta de competir. Eu não sei até que ponto ele vai estar convencido de que isso não é para ele, que deve abrir espaço para os outros", avaliou o ex-presidente.
Já a participação do governador paulista Geraldo Alckmin na disputa nacional de 2014 foi praticamente descartada por FHC.
O ex-presidente criticou a campanha tucana à Presidência em 2010, quando Serra foi derrotado por Dilma Rousseff no 2º turno. Ele afirma que "o PSDB cometeu erros enormes" e insinua que o fracasso se deveu ao isolamento de Serra dentro do partido.
"Nosso candidato estava isolado internamente. O que estou tentando expressar é que seria possível vencer. O erro foi nosso.", disse à Economist.
Perguntado pela jornalista se o partido conseguiria vencer com o mesmo candidato - Serra -, FHC foi reticente: "Bom... Talvez não".
Para o ex-presidente, o partido sabe que precisa estar unido, mas lamenta que a política partidária brasileira se baseie na personalidade de seus protagonistas, e não em valores. Ele diz acreditar que Aécio tenha forçar para vencer as eleições.
"Aécio é de uma cultura brasileira mais tradicional, mais disposta a estabelecer alianças. Ele tem apoio em Minas Gerais. São Paulo não é assim, é sempre dividido, é muito grande", disse.
FHC afirma que o PSDB ficou carente de lideranças fortes depois que deixou o Palácio do Planalto, em janeiro de 2003. Ele sinaliza que não houve consenso na organização hierárquica do partido após a morte do ex-governador de São Paulo Mário Covas - seu sucessor natural no partido.
"(Em 2002,) eu decidi que era hora de abrir espaço para outros, não apenas por generosidade, mas também porque eu estava cansado de exercer a liderança política. Covas morreu e nenhum líder claro me substituiu. Havia uma tensão permanente entre três ou quatro candidatos, e, no fim, o Serra se tornou candidato, mas sem convencer os outros de que ele era o homem certo", descreveu FHC. "Eu tomei a minha decisão: abrir espaço. E esse espaço ainda está aberto."
O ex-presidente aponta a existência de uma "nova geração" de líderes, em que se incluem, além de Aécio e Serra, o ex-governador do Ceará Tasso Jereissati; o governador do Pará, Simão Jatene; e o governador de Goiás, Marconi Perillo. FHC também faz um aceno ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos, presidente nacional do PSB.

"(Eduardo Campos) pode se tornar um líder - ele tem algumas das características necessárias. Ele seria capaz (de se fortalecer), mas ainda não. É uma possibilidade", disse. Do site do jornal O Estado de S. Paulo
MEU COMENTÁRIO: A análise de FHC é pertinente em alguns aspectos. Todavia, ao final, ao listar possíveis lideranças escorregou citando Tasso Jereissati.
A verdade é que o PSDB continua sendo apenas um partido paulista - por enquanto - e no resto do país é inexpressivo.
Além disso é completamente desarticulado em nível nacional. Honestamente, não vejo nenhuma possibilidade de unidade do PSDB.
Se Aécio Neves for o candidato, o que deverá mesmo ocorrer, a derrota será ainda mais vergonhosa, já que o mineiro não conseguirá os votos paulistas e nem mesmo do resto do Sul do país.
Embora FHC tenha minimizado o protagonismo político do Eduardo Campos, não resta a menor dúvida de que vai se consolidando como um nome fortíssimo na disputa presidencial.
A continuidade da hegemonia do PT depende do resultado das eleições municipais em São Paulo, sobretudo na capital. Aí será jogado o futuro tanto do PT como do PSDB.
Contudo, fazer prognósticos em política é algo muito difícil, senão impossível. As variáveis que possibilitam uma análise nesse momento podem não ter qualquer influência mais adiante quando as pedras do xadrez forem mexidas definitivamente.
Mas, pelas palavras de FHC, José Serra não será candidato à Presidência da República em 2014. E, pelo fato de sempre deixar para a última hora sua decisão de assumir oficialmente uma candidatura, como ocorreu na ultima eleição presidencial, nestas alturas Serra já não reúne condições nem para disputar a prefeitura de São Paulo.

terça-feira, dezembro 13, 2011

SERRA ADVERTE: PSDB PRECISA REFAZER ALIANÇA

Serra discursa sob o olhar atento de Aecinho, o príncipe mineiro
O ex-governador  de São Paulo José Serra (PSDB-SP), defendeu uma aliança do seu partido com "aliados frequentes" para enfrentar o PT na disputa pela prefeitura de São Paulo em 2012. O tucano referia-se ao grupo do atual prefeito, Gilberto Kassab (PSD), que já manifestou reiteradas vezes sua disposição em buscar aliança com os tucanos. Serra participou da inauguração de uma sala na liderança tucana da Câmara que recebeu o nome de Artur da Távola, em homenagem ao senador Paulo Alberto Monteiro de Barros, falecido em 2008.
"Em São Paulo haverá dois lados na eleição: o nosso lado e o do PT. O Lula disse, antes de ficar doente, que o PT deveria trabalhar, unir os diferentes para enfrentar os antagônicos. Não sou habitualmente seguidor do pensamento do Lula, mas, nesse caso, eu sou. Nós temos que ter uma aliança em São Paulo porque essa eleição vai ter dois lados, não vai ter três", disse Serra.
Na segunda-feira, o prefeito Gilberto Kassab disse no Rio de Janeiro que seria "uma honra" apoiar José Serra na corrida pela prefeitura de São Paulo. “A cidade de São Paulo ganharia (com Serra como prefeito). É uma das pessoas mais qualificadas que o país tem. E São Paulo ter a oportunidade de ser mais uma vez governada por José Serra é um prestígio que poucas cidades têm”, disse.
Fernando Pimentel - O tucano comentou ainda a situação do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, que tem sido questionado por causa de sua atividade como consultor entre 2009 e 2010. Serra afirmou que é preciso dar a Pimentel o mesmo tratamento oferecido a Antonio Palocci, que deixou a Casa Civil após suspeitas de tráfico de influência por meio de consultorias enquanto estava fora do governo.
"Não se pode ter dois pesos e duas medidas. O caso do Pimentel é semelhante ao do Palocci. É uma questão de coerência. É como se houvesse ministro de primeira e de segunda classe, ministro acima do bem e do mal e outros que são passíveis de toda sorte de investigação. Para mim, essa história da faxina é um mito", afirmou o tucano. Do site da revista Veja

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sábado, outubro 01, 2011

PSDB EM PROCESSO DE AUTODESTRUIÇÃO

As propagandas do PSDB de São Paulo que foram ao ar nesta semana desagradaram ao grupo do ex-governador José Serra, que foi excluído das inserções pela direção estadual do partido.

O senador Aloysio Nunes Ferreira reclamou pelo Twitter de ele e Serra não terem gravado mensagens para a propaganda partidária.


"Há quase uma década sem representação no Senado, o PSDB paulista me ignorou na propaganda política que está no ar", disse, em um dos posts no microblog.


Em outro, Aloysio fez referência também à ausência de Serra nas peças. "A propaganda do PSDB ignora também o lider político com a trajetória e o prestígio popular de @joseserra_[perfil do ex-governador no Twitter] . Vamos bem assim..."


A definição de espaços na publicidade é só mais um dos capítulos a desagradar os serristas. Outra polêmica recente foi a divulgação de dados de pesquisa interna realizada pelo cientista político Antonio Lavareda, que mostrou que, se a eleição fosse hoje, a vitória da presidente Dilma Rousseff sobre Serra se daria por placar mais dilatado.


A pesquisa desagradou também o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, já que foram divulgados dados segundo o qual seu governo é considerado mais corrupto que o de Lula pela população.


Serristas ouvidos pela Folha atribuem os dois episódios a um movimento deliberado para isolar Serra das decisões partidárias e reforçar internamente a pré-candidatura de Aécio Neves (MG) à Presidência da República.


Os revezes do ex-governador paulista coincidem com a maior exposição de Aécio, que em conversas com a bancada e com colunistas tem admitido mais abertamente a disposição de disputar a eleição em 2014 -algo que Serra também pretende.


O presidente estadual do PSDB, Pedro Tobias, negou que a exclusão de Serra e de seus aliados tenha sido deliberada. "Fora o Geraldo [Alckmin], priorizamos mostrar os candidatos a prefeito já definidos", afirmou.


Ele disse à Folha ter pedido "desculpas" a Serra por considerar "injusto" excluir o ex-governador dos esquetes. E disse que ele deverá participar da nova leva de comerciais do partido, que vai ao ar em novembro.


As queixas de Aloysio foram tema de reunião dos governadores tucanos ontem em Goiânia (GO), cujo objetivo principal era definir a linha do partido na oposição ao governo Dilma.


No encontro, os tucanos aprovaram carta em que pedem renegociação da dívida dos Estados e mais recursos para a saúde -sem se opor à ideia de criação de novo imposto para custeá-la, como têm feito PPS e DEM. Da Folha de S. Paulo deste sábado


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quarta-feira, julho 06, 2011

OS 7 ERROS FATAIS DE JOSÉ SERRA

O blog do site Ordem Livre, aponta os 7 piores momentos da campanha de José Serra na última eleição presidencial que eu qualifico de 7 erros fatais. Serra e o PSDB continuam patinando no esquerdismo e nao têm coragem de encarar de frente o fato de que o Brasil chega ao século XXI sem conhecer a essência do capitalismo, ou seja, a democracia liberal que é o contrário do patrimonialismo, porquanto é tipificada pelos menos por essas características principais: liberdade política e econômica, separação absoluta das esferas pública e privada e o império da lei. 
Um versinho de um jingle da campanha eleitoral de José Serra vazado na filosofia botocuda de que nada representa trocar seis por meia dúzia resume a campanha. Se não fossem os 20 milhões de votos dados à candidata ecochata nem haveria o segundo turno. Ordem Livre relembra o refrão e aduz análise perfeita:
“Zé é bom e eu já conheço/ Eu já sei quem ele é/ Pro Brasil seguir em frente/ Sai o Silva e entra o Zé”.
A campanha do candidato do PSDB elaborou um jingle que popularizasse a candidatura de José Serra e ao mesmo tempo usasse o capital político do presidente Lula sem elogiá-lo diretamente, mas também sem criticá-lo. A mensagem da música é clara: política e economicamente o Brasil segue sob o comando de um projeto da esquerda que preserva o tal Estado fomentador com o capital alheio. Para conhecer os 7 piores momentos de José Serra clique AQUI
 

sexta-feira, julho 01, 2011

HACKER INVADE TWITTER DE JOSÉ SERRA

O ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB), disse na noite desta quinta-feira que o seu perfil no Twitter foi invadido. Em mensagem postada por volta das 23h, Serra lamentou a suposta invasão: "Minha conta do Twitter foi invadida esta noite. As mensagens espúrias já foram excluídas. Vou tentar entender o que aconteceu...".
A primeira mensagem no microblog, enviada pelo suposto hacker por volta das 21h30, indicava o link para uma página fora da rede social com a seguinte inscrição: "Twitter do governador Serra foi hackeado", com uma pintura de Serra.
Pelo menos outras duas mensagens foram postadas pelo suposto hacker. Uma delas dizia: "Parabéns ao meu amigo Fernando Henrique Cardoso". No post seguinte, o suposto hacker pediu para que uma outra conta do Twitter fosse seguida.
Os posts foram apagados cerca de 30 minutos após terem sido postados. Do portal G1

quarta-feira, junho 29, 2011

JOSÉ SERRA FIRMA QUE ATÉ AS PAREDES SABEM DO ENVOLVIMENTO DE MERCADANTE COM O DOSSIÊ DOS ALOPRADOS

O  ex-governador de São Paulo José Serra afirmou nesta quarta-feira que o envolvimento do ministro Aloizio Mercadante com a elaboração do Dossiê dos Aloprados em 2006 é algo notório. Após uma visita à bancada do PSDB no Senado, o tucano disse que "inclusive as paredes" sabem da ligação do petista com o caso.
“Foi um processo coordenado pelo então candidato ao governo Aloizio Mercdante. Isso todo mundo sabe, inclusive as paredes”, ressaltou. Serra disse ainda que a confissão de Expedito Veloso, delator do esquema - como revelou VEJA - confirma o envolvimento do ministro com as irregularidades.
 Copa - José Serra criticou ainda o Regime Diferenciado de Contratação (RDC), aprovado nesta terça-feira pela Câmara. Para o tucano, a flexibilização das regras de licitações para a Copa do Mundo e as Olimpíadas é digna de antigas “repúblicas bananeiras”.

Em Brasília para participar da primeira reunião do recém-criado Conselho Político do PSDB, comandado por ele, Serra afirmou ainda que o encontro desta quarta-feira servirá para definir as prioridades do grupo de trabalho. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também visitou o Senado. Do site da revista Veja

quarta-feira, junho 22, 2011

O DIA EM QUE CATHERINE DENEUVE FEZ UMA BANANA PARA O JOSÉ SERRA E SUA LEI HIPOCONDRÍACA IDIOTA. HOTEL ACABOU MULTADO!

Catherine fumou e hotel foi prejudicado por causa de Serra
Graças ao José Serra o Hotel Tivoli Mofarrej de São Paulo foi multado em R$ 872,50 porque a atriz Catherine Deneuve acendeu um cigarro durante a entrevista que concedeu no hotel para falar de seu novo filme.
Enquanto o José Serra continuar com essas bobagens politicamente corretas levará ferro nas eleições.
Aqui em Florianópolis também tem um bobalhão do partido do José Serra que propôs a proibição do cigarro em locais até mesmo debaixo de marquises, nas ruas. E um monte de bobalhões da Câmara de Vereadores aprovou essa lei que tolhe a liberdade individual.
E, enquanto Serra persegue os fumantes de cigarros de tabaco, o Fernando Henrique faz campanha pela liberação da maconha.
O cigarro de tabaco faz mal a quem fuma e não há nenhuma prova científica de que os ditos fumantes passivos venham a sofrer de algum mal.  Muito pior é o monóxido de carbono expelido pelos motores a combustão e, muito pior do que isso é a maconha que altera o comportamento do fumante e lhe abre as portas para experimentar outras drogas como a cocaína e o crack.
Nada impede que um não fumante como o Serra venha a morrer de câncer. Afinal, de alguma doença todos nós haveremos de morrer, embora muita gente pense que é imortal.
E nunca é demais lembrar: a hipocondria é também uma doença perigosa e mortal, já que promove a liberação excessiva de adrenalina.

Cáspite! Todos irão para o barro! 

sábado, maio 28, 2011

PSDB CONSOLIDA CANDIDATURA DE AÉCIO

José Serra não teve alternativa e já está fora do páreo
O ex-governador José Serra comandará o conselho político do PSDB. Os tucanos bateram o martelo somente no início da tarde deste sábado, após várias reuniões, em São Paulo e em Brasília – uma delas nesta manhã, na capital federal, quando a convenção para a escolha da executiva nacional do partido já estava em curso. Serra pleiteava a presidência do Instituto Teotônio Vilela (ITV), mas foi vetado pela bancada do PSDB no Senado, que apoiou o ex-senador Tasso Jereissati.  Após longa negociação, aceitou a presidência do conselho político.

Ainda não se sabe qual será o peso do conselho, que deve ser criado oficialmente esta semana. A promessa é que seja uma instância consultiva da executiva tucana - uma espécie de ante-sala, onde seriam discutidas - de forma direta - as divergências internas. Do grupo farão parte, além de Serra, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, o governador Geraldo Alckmin, o senador Aécio Neves e o governador Marconi Perillo. A novidade acomoda tucanos de todas as plumagens e traz esperança de tempos de menos brigas internas.

A intenção inicial era dar o comando a Fernando Henrique. Diante da resistência de Serra, a presidência foi ofertada a ele. Para alguns tucanos, isso acaba desvirtuando o conceito de neturalidade inicialmente previsto. Na véspera da convenção, o ex-governador pediu detalhes sobre as atribuições do conselho antes de aceitar. 

Executiva – Durante a convenção, o conselho e a executiva foram aprovados por aclamação. Como era esperado, o atual presidente, Sérgio Guerra, foi reconduzido ao posto. FHC é o presidente de honra; Alberto Goldman, o primeiro vice-presidente; o deputado federal Rodrigo de Castro (MG) permanece na secretaria-geral e Jereissati fica com a presidência do ITV. O ex-senador foi aclamado por partidários. O placar: 277 votos sim, sete votos não e seis abstenções.
O resultado assegura mais espaço ao grupo de Aécio - supremacia já esperada. Tanto é que Rodrigo de Castro, ligado a ele, foi mantido. O grupo do PSDB de São Paulo, comandado por Serra, queria Goldman neste posto, mas acabou cedendo. Do portal da revista Veja texto e foto - Leia MAIS

MEU COMENTÁRIO: O que era esperado aconteceu: a supremacia do grupo que apóia a candidatura de Aécio Neves para a Presidência da República. Serra foi literlamente colocado na geladeira. Presidirá um Conselho Político difuso, um órgão criado para dar um lugar de suposto comando a José Serra.
A impressão que se tem é que Aécio já foi consagrado como candidato do PSDB às próximas eleições presidenciais.

quarta-feira, maio 25, 2011

LULA ACUSA JOSÉ SERRA DE ESTAR POR TRÁS DE VAZAMENTO DE DADOS SOBRE ENRIQUECIMENTO REPENTINO DE PALOCCI

Com a presidente Dilma Rousseff e o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, sem reação diante das suspeitas que pesam sobre o aumento substancial no patrimônio do homem forte do governo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiu nesta terça-feira, de fato, a articulação política do Palácio do Planalto. E, a seu estilo, orientou o ataque. Num discurso inflamado, na reunião com senadores do PT, Lula exigiu unidade do partido na defesa de Palocci e acusou o ex-governador José Serra (PSDB) de estar por trás do vazamento de dados sobre o faturamento da empresa de Palocci em 2010 - que teria sido de R$ 20 milhões -, por meio da Secretaria de Finanças da Prefeitura de São Paulo.
Os petistas evitaram citar, em público, o nome do suposto "vazador", mas as suspeitas deles recaem sobre o secretário de Finanças de Gilberto Kassab na prefeitura de São Paulo, Mauro Ricardo Machado Costa, que foi também secretário de Fazenda do Estado de São Paulo quando Serra era governador. Do portal do jornal O Globo - Leia MAIS

domingo, março 06, 2011

TUCANOS TENTAM EM VÃO JUNTAR OS CACOS

Matéria que está no Estadão mostra que os tucanos estão realmente estraçalhados. Será mujito difícl juntar os cacos. Serra tentará dar a volta por cima, mas tudo leva a crer que não logrará êxito. E assim um espaço generoso constituído de 44 milhões de votos vai sendo jogado no lixo. E não são, em sua maioria, votos partidários, mas constituem a sinalização de que existe uma apreciável demanda por um partido de corte conservador que bata de frente contra a bandalha do PT, a exemplo daqueles que existem nas mais consistentes democracias do mundo. Os votos dados a José Serra foram votos contra o governo do PT, contra a Dilma, contra a corrupção e o desgoverno. Só não vê quem não quer. E, pelo jeito os caciques do PSDB continuam se negando a admitir isso. Conclusão: um poste qualquer poderá ser o futuro presidente do Brasil em 2014, basta que seja do PT. Para isso, o PT não precisa mover uma palha e, nesta altura dos acontecimentos já pode prescindir até mesmo de Lula. A turma do PSDB fará o serviço e graça! Leiam esta matéria que está no Estadão: 
No próximo dia 12, ao se reunirem em São Paulo para a missa em homenagem aos dez anos da morte de Mario Covas, os líderes do PSDB também estarão envoltos em discussões vitais para o futuro do partido, mergulhado em mais uma crise desde a derrota do tucano José Serra para Dilma Rousseff nas eleições presidenciais de 2010.

Dentre as propostas, estão a de realização de prévias para a escolha do candidato a presidente em 2014 e a de criação de um colegiado para comandar a sigla.Essa combinação seria a única forma, de acordo com líderes tucanos ouvidos pelo Estado, de minimizar o conflito de personalidades do partido que Covas ajudou a fundar em 1988 e do qual foi o primeiro candidato a presidente, já no ano seguinte.Serra ainda não desistiu do sonho de chegar ao Planalto, mas o senador Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais, já trabalha para construir sua candidatura. Por conta disso, ambos estão envolvidos diretamente na eleição para o comando da sigla, marcada para maio.

O deputado Sérgio Guerra (PE), identificado com o projeto de Aécio, vai tentar a reeleição, mas não conta com o apoio do grupo de Serra, que teme ficar sem espaço e estrutura para fazer política. O "colegiado de líderes" manteria Guerra no cargo, mas garantiria um naco de poder a Serra. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, é um dos que defendem a solução do colegiado nos bastidores. 
Alckmin, que disputou a Presidência em 2006 e foi derrotado por Lula, hoje busca se equilibrar entre Serra e Aécio.Junto dessa solução do colegiado viria um compromisso de que, havendo mais de um postulante à Presidência, o partido realizará prévias.

"Meu avô sempre foi um homem dedicado ao PSDB. Às vezes, votava contra suas posições para obedecer ao partido. Hoje, vivemos um conflito de posições pessoais", diz Bruno Covas, secretário do Meio Ambiente de São Paulo.Até 2014, no entanto, o PSDB também precisa definir qual tipo de oposição pretende fazer ao governo Dilma. "O enfrentamento do Covas faz falta ao partido. O eleitor precisa saber claramente quem é a oposição no Brasil", afirma o cientista político Celso Roma, da USP.

Aécio nega que o PSDB viva uma profunda crise de identidade. "Há uma ansiedade enorme e todos perguntam: o que o PSDB vai fazer? Saber administrar o tempo, em política, é a maior das artes. Nós vamos nos fortalecer, fazer uma oposição qualitativa. O PSDB tem que oferecer uma alternativa de País", afirma. Segundo o mineiro, a atual oposição será "muito mais construtiva que o PT no governo Fernando Henrique (1995-2002)". Do portal do Estadão

sexta-feira, novembro 19, 2010

SERRA E SEUS ELEITORES SÃO OS PROPRIETÁRIOS EXCLUSIVOS DOS 44 MILHÕES DE VOTOS OPOSICIONISTAS.

Reinaldo Azevedo comenta com a sua peculiar ironia a respeito dos três oráculos da política convocados pela Falha de São Paulo para predizer o futuro de José Serra. Transcrevo após este prólogo. É que embora a aliança do PT com o PMDB tenha levado a taça não se pode jamais ignorar que os 44 milhões de votos amealhados pelo candidato tucano. É justo que se assinale que esse extraordinário cacife eleitoral contabilizado por José Serra emergiu das urnas porque existe de fato uma oposição forte ao PT. Não uma oposição partidária.

Os partidos oposicionistas não fizeram absolutamente nada na campanha, muito pelo contrário, conspiraram contra José Serra. Entretanto, como afirmei aqui em várias análises, Serra demonstrou pertinácia inaudita e fez praticamente de forma solitária a sua campanha e os 44 milhões de votos são exclusivamente dele e de seus eleitores e de mais ninguém. Isso, é claro, incomoda uma barbaridade um monte de gente, particularmente gente do próprio PSDB, como a banda mineira.

Por enquanto, o grande líder da Oposição quer queiram ou não, é José Serra. Quem argumenta que perto de completar 70 anos de idade Serra estaria por isso fora da jogada se engana. Na última eleição no Uruguai um tumpamaro com mais de 70 anos foi eleito presidente, muito mais detonado fisicamente que Serra.

Transcrevo o comentário do Reinaldo que está supimpa. Sorry, esquerdistas, mas vocês não têm nenhum polemista como Reinaldo Azevedo. A razão é muito simples: esquerdista é completamente destituído de inteligência. Leiam: 

A Folha convocou um numerólogo/tarólogo, uma especialista na leitura de borra de café, um babalorixá, uma astróloga e um cientista político (aqui) para tentar desvendar o futuro do tucano José Serra. Como se sabe, todas essas especialidades podem ser definidas como “artes adivinhatórias” e têm os seus arcanos, só revelados aos iniciados. Além dos signos com os quais cada um deles lida, há a interpretação — que requer, como querem esses adivinhadores, sensibilidade.

As opiniões se dividem, mas não muito. A astróloga acha que a bola está com Aécio Neves. O cientista político não diz isso, mas tem um argumento científico imbatível, incontestável por qualquer ciência: “política tem fila” — uma fila que, parece, vem lá da caverna de Platão. O tarólogo, o babalorixá e a especialista em borra vêem Serra disputando de novo a Presidência da República.

O que eu acho? Bem, eu não pratico artes adivinhatórias. Acho que quem sai de uma eleição com as características que teve esta de 2010 com 44 milhões de votos pode reivindicar, gozando dos direitos partidários, o que bem entender desde que tenha condições objetivas para tanto. “Política tem fila”? Tem se aquele que a metafísica influente diz estar em primeiro lugar exibe condições de ganhar a eleição. E, obviamente, ter as condições não quer dizer alcançar o objetivo. O arcano das urnas é o eleitor.

O que não é aceitável — e quem entrar nessa vai quebrar a cara — é cobrar o suicídio político de quem teve 44 milhões de votos. É uma perspectiva boçal. A tese de que “Serra tem de sair para que o partido se renove” é uma tolice sem par. Não é ciência política, mas expressão de uma escolha e de um desejo. O adivinhador Alberto Carlos de Almeida,  “cinetista político”, que previa a vitória de Dilma no primeiro turno com uns 15 pontos de diferença (era o que lhe diziam as cartas de Marcos Coimbra), escreveu dia desses um artigo em que cravou a seguinte delicadeza (vai com a sintaxe dele): 

“Vão se os nomes, ficam as instituições. Vão se os derrotados, ficam os vencedores. Em algum momento o PSDB derrotará o PT. Para tornar isso mais tangível, para antecipar no tempo esse desfecho, seria fundamental que o PSDB fizesse a mais profunda possível renovação em sua direção partidária, uma renovação que eliminasse todos os serristas e desse a direção do partido a políticos jovens alinhados com Aécio Neves e Beto Richa.”

Almeida consultou a borra de sua “ciência” e descobriu no fundo da xícara o “Pogrom libertador”. Ele quer “eliminar” Serra e os serristas. Só assim ele acha que o PSDB terá futuro. Para que o pensamento desse gigante prospere, é preciso sair eliminando pessoas da vida pública. Essa é a qualidade do debate.

Bem, não será assim. É bom civilizar esse debate. Como se nota, o “Paradigma Almeida” não é exatamente composto de argumentos. Ele prefere quebrar uma lâmpada na cara daqueles a quem quer vencer. É seu jeito de caminhar na rua do pensamento.

quinta-feira, outubro 28, 2010

SERRA DIZ QUE É 'BOM PARA O MUNDO' OUVIR O PAPA DEFENDER A VIDA. TUCANO FAZ CAMPANHA AO LADO DE ÁECIO E ANASTASIA EM MINAS GERAIS

O candidato a presidente José Serra (PSDB) fez um rápido comentário nesta quinta-feira, 28, em Uberlândia (MG), sobre a atitude do papa Bento XVI, que condenou o aborto e conclamou os bispos brasileiros a orientarem politicamente os fiéis católicos. Serra disse que não leu a declaração do papa na íntegra, mas que conhecia o seu teor. "O papa é um líder espiritual mundial da igreja católica, ele tem o pleno direito de emitir as suas diretrizes e orientações para os católicos do mundo. (Ele) Tem plena liberdade de fazê-lo, é um guia espiritual muito importante, e a defesa da vida é algo que merece fazer parte das palavras do Papa, além do que é previsível, além do que é bom para o mundo ouvir isso: a defesa da vida", disse o tucano.

Serra esteve no Uberlândia Clube, no começo da tarde de hoje para encontro com políticos e lideranças empresariais e sindicais da região. Ao seu lado estavam o governador reeleito Antonio Anastasia (PSDB) e os senadores eleitos Aécio Neves (PSDB) e Itamar Franco (PPS). Depois de um rápido discurso, Serra tomou um café num ponto tradicional do centro da cidade mineira e seguiu para Montes Claros (MG). Do portal do Estadão

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terça-feira, outubro 26, 2010

SERRA NÃO DEIXA NENHUMA DÚVIDA. É O MELHOR.

Mais um debate e mais uma evidência: José Serra demonstrou mais uma vez que é disparado o mais preparado para ser o Presidente do Brasil. Tem idéias próprias, iniciativa, uma folha de serviços prestados à Nação já comprovada pelos brasileiros. E o que é mais importante: tem uma ficha limpa que a Dilma não tem, já que todos os brasileiros sabem que essa mulher atuou no terrorismo, joga o jogo sujo da mentira e apóia o terrorismo no campo, enquanto nas áreas urbanas não manifesta nenhuma indignação com a total ausência de segurança pública a mostra que é conivente com o crime organizado. Já viram algum petista indignar-se com a vagabundagem que toma conta do Brasil?

Volto a insistir num ponto que é importantíssimo e que assinalei também nos comentários que fiz nos debates anteriores: Serra tem um invejável controle emocional, além de vigor e energia que rivalizam com muita gente jovem. Neste domingo em cima de um trio elétrico suava a camisa em seus discurso para milhares de pessoas no Rio de Janeiro. Nesta noite já estava em São Paulo tranquilo e sereno e com a mesma energia e a mesma obstinação, com boa voz e muita garra, assim como se não tivesse palmilhado o Brasil de ponta a ponta nos últimos meses todos os dias sem parar. Seu discurso flui leve, com objetividade e conteúdo. Suas propostas são claras e definidas de forma a não deixar qualquer tipo de dúvida.

Outro ponto importante diz respeito ao fato de que José Serra tem o domínio absoluto de todos os temas tratados e não fala através de ponto eletrônico. Não repete feito um papagaio as frases preparadas por seus marketeiros. Nesse aspecto fica flagrante que Dilma titubeia. Nota-se que lhe falta o traquejo, conhecimento e a experiência, atributos que se evidenciam como toda a força em José Serra.

Merece ser destacado ainda um outro fato. Enquanto Dilma Rousseff repete ad nauseam as mentiras montadas pelo PT, como o caso das privatizações, do aborto, da censura à imprensa e da deletéria ação criminosa do MST, José Serra faz afirmações verdadeiras. Serra não usa o vergonhoso método nazista de repetir uma mentira esperando que ela seja tomada por verdade. Não faz da mentira o seu marketing eleitoral. O marketing de Serra estava pronto há muito tempo já que se fundamenta na sua própria biografia irreparável que só o fanatismo do PT é capaz de negar.

O debate da Record só veio a confirmar o que todos os brasileiros sabem: Serra é o candidato à Presidência da República dos mais preprados que o Brasil já teve em sua história. É um político que se sobressai não por esperteza pura e simples, ou alguma manha política mistificadora. José Serra é na atualidade o homem público mais bem equipado em experiência, informação e lisura ética.

Convenhamos. Não dá para comparar. 

E a disputa neste segundo turno só é renhida em decorrência da mais desabusada e indecente utilização da máquina pública em favor da candidata oficial e, sobretudo, da mistificação, da mentira e da vigarice que passaram
a ser a tônica de todas as ações do governo federal depois que Lula e seus sequazes chegaram ao poder.

É por causa disso tudo que apesar da dureza do embate José Serra sairá vitorioso com a missão precípua de restaurar a moralidade pública e a boa ética, além de retomar os investimentos urgentes em infra-estrutura. O governo de José Serra será um governo de salvação nacional. 

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