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terça-feira, novembro 08, 2011

MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL PEDE CASSAÇÃO DE VACAREZZA, LÍDER DO PT NA CÂMARA, POR ARRECADÇÃO ILÍCITA.

O Ministério Público Eleitoral em São Paulo (MPE-SP) interpôs na sexta-feira, 4, recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo a cassação do deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) por suposta arrecadação ilícita durante a campanha eleitoral de 2010. O petista, que é também líder do governo federal na Câmara dos Deputados, teria recebido R$ 350 mil advindos de uma concessionária de serviço público e de uma entidade de classe. O MPE-SP lembra no recurso que a Lei das Eleições, nº 9.504/1997, veda doações provenientes dessas fontes e prevê como penalidade máxima a cassação do mandato.
O deputado federal teria recebido recursos da UTC engenharia S/A, no valor de R$ 200 mil, e da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisas (Interfarma), no valor de R$ 150 mil. O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) decidiu em favor do parlamentar petista após concluir que a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisas (Interfarma) não recebe recursos públicos e tem patrimônio particular. A Justiça Eleitoral de São Paulo também considerou que a UTC engenharia S/A não é concessionária ou permissionária de serviço público, o que possibilita que as duas empresas doem recursos à campanha eleitoral do parlamentar petista. Leia MAIS

sábado, setembro 24, 2011

CARGA TRIBUTÁRIA SE ELEVA E GOVERNO FEDERAL COME TUDO. ESTADOS DEFINHAM COM DESINDUSTRIALIZAÇÃO.

A carga tributária do Brasil voltou a crescer no ano passado, transferindo para os cofres do governo federal uma fatia maior das riquezas produzidas no país.
 
Estudo apresentado ontem pela Secretaria da Receita Federal diz que impostos e contribuições arrecadados pelas três esferas de governo somaram no ano passado 33,56% do PIB (Produto Interno Bruto). Em 2009, a carga tributária alcançara 33,14% do PIB. 

 
O principal motivo foi o aumento da arrecadação do governo federal, provocado pela retomada do crescimento da economia e o fim dos incentivos distribuídos em 2009 para reanimar a economia e combater a recessão.

 
O aumento da taxação de operações financeiras no fim do ano passado, medida tomada pelo governo para conter a valorização do real em relação ao dólar, também ajudou a inflar a arrecadação.

 
Segundo a Receita, o governo federal, os Estados e os municípios arrecadaram no ano passado R$ 1,2 trilhão em impostos e contribuições, 9% a mais do que em 2009.

 
Estudo feito pelos economistas José Roberto Afonso e Márcia Monteiro, especialistas em finanças públicas, sugere que o aumento da carga tributária foi ainda maior do que o reconhecido pelo trabalho da Receita.

 
Segundo eles, os impostos recolhidos nas três esferas de governo somaram no ano passado 35,16% do PIB, se a conta incluir os royalties do petróleo e outros tributos arrecadados pela União mas excluídos pelo estudo da Receita por razões metodológicas.

 
De acordo com o estudo, a carga tributária brasileira atingiu seu ponto mais alto em 2008, quando representou 35,5% do PIB.

 
Os cálculos dos dois economistas indicam também que o governo federal foi o principal beneficiário do aumento da carga tributária nos últimos meses, em detrimento de Estados e municípios, cujas receitas permaneceram praticamente estagnadas.

 
Esse descompasso ajuda a explicar a insatisfação dos governadores, que nos últimos meses têm pressionado o governo federal e o Congresso por mais recursos para o sistema de saúde pública e uma fatia maior dos recursos que serão arrecadados com a exploração do petróleo do pré-sal.

 
A arrecadação do governo federal cresce aceleradamente desde o fim do ano passado. Enquanto isso, os governadores viram a participação do ICMS, principal tributo recolhido pelos Estados, ser reduzida de 7,37% do PIB em janeiro para 7,28%.

 
O tributarista Amir Khair, ex-secretário de Finanças de São Paulo, explica que a perda de fôlego do ICMS se explica pela fraqueza da atividade industrial. "A indústria está dando sinais claros de arrefecimento e é ela o grande contribuinte do ICMS."

 
Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) indicam que a produção industrial recua desde outubro do ano passado.

 
Mas o que poderia ser uma segurança para o governo federal é também motivo de preocupação. Para os economistas, esse volume de arrecadação deve ceder ao longo do ano e em 2012.

 
"Existe uma defasagem natural entre a redução da atividade e o recolhimento de tributos. Essa arrecadação do governo federal não vai se repetir nos próximos meses, até porque houve uma arrecadação extraordinária nos últimos meses", diz Afonso. Da Folha de S. Paulo deste sábado


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segunda-feira, novembro 22, 2010

ATÉ AGORA GOVERNO LULA JÁ ARRECADOU (SÓ ESTE ANO) R$ 1,1 TRILHÃO EM IMPOSTOS, MAS DIZ QUE NÃO HÁ DINHEIRO PARA A SAÚDE

O total de impostos pagos pelos brasileiros desde o início do ano ultrapassou nesta segunda-feira a marca recorde de 1,1 trilhão de reais. O valor foi registrado pelo Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que soma os tributos federais, estaduais e municipais pagos no país desde o dia 1º de janeiro.

A previsão é de que, até o final de 2010, o termômetro da arrecadação registre 1,27 trilhão de reais - cerca de 200 bilhões de reais a mais que em 2009.  Em todo o ano passado, foram arrecadados 1,088 trilhão de reais em impostos - ou seja, o valor registrado nos 11 primeiros meses de 2010 já supera o total de 2009. 

Em 26 de outubro, foi atingida a marca de 1 trilhão de reais em impostos pagos pelo contribuinte. Em 2009, a mesma marca foi atingida apenas em 14 de dezembro. Do total dos tributos arrecadados até novembro, 712,6 bilhões de reais são destinados à União. Entre os estados, São Paulo é o que mais arrecada: 90 bilhões de reais em 2010. Em segundo lugar está Minas Gerais, com 25 bilhões de reais no período. Do portal da revista Veja