A desastrada política econômica do incompetente governo do PT, a farra com dinheiro público, a paralisação nos investimentos em infra-estrutura, a sufocante carga tributária, a injeção de dinheiro brasileiro via BNDES para financiar obras na Bolívia e em Cuba; o aporte de dinheiro em países africanos e a ausência de estímulo e valorização da ciência, da tecnologia e da inovação que resulta na raridade de engenheiros e técnicos de alta qualidade no Brasil, fazem com que se acelere a desindustrialização do país.
Sem falar na década de ouro perdida durante o governo do Lula quando a economia internacional bombou como nunca antes na história e as enormes oportunidades foram foram imoladas no altar da ideologia esquerdista. Sob a orientação esquerdista e politicamente correta do Foro de São Paulo, o governo do PT preferiu gastar dinheiro, por exemplo, se metendo em Honduras em socorro a Zelaya, o títere de Hugo Chávez. Investiu em Cuba e na Bolívia e decidiu ainda transferir recursos de Itaipu para o padreco esquerdista Fernando Lugo do Paraguai, alterando o acordo que viabilizou a construção dessa que é uma das maiores hidroelétricas do mundo, toda ela custeada pelo Brasil, herança bendita dos governos militares.
Em menos de uma década o governo do PT conseguiu esfacelar estruturalmente o Brasil. O empresariado sabujo do lulopetismo sugou enquanto havia dinheiro público com o qual o PT comprou o seu apoio. Agora faz as malas e ruma para o exterior transferindo recursos brasileiros que beneficiarão outros países, sobrando para os brasileiros a disparada da inflação, o aumento abusivo dos combustíveis, os juros extorsivos, o desemprego e a elevadíssima carga tributária.
Todas as advertências que fiz aqui no blog lamentavelmente estão se materializando e desenham um futuro péssimo para a Nação brasileira. Especialmente para aquela parcela da população que vive do crédito consignado e da bolsa-família e também a classe média que tem os seus salários corrigidos por uma merreca que representa o índice inflacionário do ano anterior quando a inflação ainda não havia disparado.
Em menos de uma década o governo do PT conseguiu esfacelar estruturalmente o Brasil. O empresariado sabujo do lulopetismo sugou enquanto havia dinheiro público com o qual o PT comprou o seu apoio. Agora faz as malas e ruma para o exterior transferindo recursos brasileiros que beneficiarão outros países, sobrando para os brasileiros a disparada da inflação, o aumento abusivo dos combustíveis, os juros extorsivos, o desemprego e a elevadíssima carga tributária.
Todas as advertências que fiz aqui no blog lamentavelmente estão se materializando e desenham um futuro péssimo para a Nação brasileira. Especialmente para aquela parcela da população que vive do crédito consignado e da bolsa-família e também a classe média que tem os seus salários corrigidos por uma merreca que representa o índice inflacionário do ano anterior quando a inflação ainda não havia disparado.
Agora mesmo, segundo matéria do portal do Estadão, a maior fabricante de calçados de calçados no Brasil, a Vulcabrás, do empresário Pedro Grendene, está anunciando a compra de uma fábrica na Índia e está transferindo para o país asiático a parte mais intensiva em mão de obra de sua produção de tênis. A decisão foi motivada pela redução de competitividade no Brasil provocada pelo real forte e pela concorrência dos importados.
A empresa fechou na sexta-feira a aquisição de uma fábrica de calçados sediada em Chennai, uma das cinco maiores cidades da Índia. Uma "due diligence" ocorrerá nos próximos 40 dias e o negócio será assinado no início de junho. O valor da aquisição não foi divulgado, mas, incluindo os investimentos que serão feitos nos primeiros dois anos, a Vulcabrás vai aplicar US$ 50 milhões em sua operação indiana.
A unidade de Chennai emprega hoje mil pessoas e a Vulcabrás pretende aumentar esse número para 5 mil em um ano e meio. Como vai trabalhar também com empresas terceirizadas locais, a empresa brasileira vai gerar 8 mil empregos diretos e indiretos no país asiático. Hoje, a Vulcabrás conta com 40 mil pessoas no Brasil e 4 mil na Argentina.
A empresa não é a única a internacionalizar parte da produção. Companhias como Natura e Vicunha Têxtil estão fazendo o mesmo em busca de maior competitividade. Com informações do portal do EstadãoCLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUÍZIO AMORIM NO TWITTER

