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terça-feira, fevereiro 14, 2012

PROGRAMAS SOCIAIS COM DISTRIBUIÇÃO DE RENDA NÃO MUDAM O PANORAMA DE ATRASO DO BRASIL E A VIOLÊNCIA AUMENTA, SOBRETUDO NO NORDESTE!

Plantação gigante de maconha no Nordeste brasileiro
Segundo consta nos índices estatísticos alardeados pelo governo de Lula, Dilma e seu sequazes, nunca antes na história deste país a renda foi tão bem distribuída. O governo petista turbinou a bolsa-família e ampliou as políticas sociais. Pesquisas demonstram que houve um apreciável desenvolvimento no Nordeste e que milhares de pessoas saíram da miséria. 
O salário mínimo foi aumentado, a população brasileira já alcança quase 200 milhões e o mercado continua aquecido. 
Tudo isto deveria contribuir para que diminuísse a violência e o tráfico de drogas como uma "profissão" e os bárbaros crimes contra vida que são cometidos em todo o Brasil e que hoje alcançam já as cidades do interior do país e áreas rurais outrora locais de sossego e segurança absolutos.
Transcrevo após este prólogo matéria do site G1 que mostra o nível de avassaladora violência exatamente no Nordeste onde, segundo dados do governo do PT, é investido a maior fatia dos recursos dos programas sociais. 
Conclui-se, daí, que que é uma histriônica mentira a afirmação repetida ad nauseam pelo esquerdismo, segundo a qual a violência decorre da exclusão social por conta das "elites gananciosas", e outras alegações que não encontram qualquer respaldo frente à realidade dos fatos. 
O curioso é que a dedicação de brasileiros ao tráfico de drogas cresce de forma impressionante. A verdade é que boa parte dos brasileiros não quer trabalhar e muito menos estudar. Prefere viver no submundo pois, fora do trabalho formal, mantém o benefício do programa bolsa-família. E agora como verão, nesta notícia à qual faço a transcrição, registra que aumento o número de mulheres no tráfico de drogas. E isto está acontecendo justamente no Nordeste onde há a distribuição recorde de bolsas família.
O que afirmo não é nenhuma teoria conspiratória, nenhuma viagem na maionese ideológica. É a trágica realidade que só a ciência haverá de mais adiante esclarecer. A minha intuição leva-me a pensar que a o processo da evolução do chimpanzé ao dito homo sapiens ocorre de maneira distinta em diversas regiões do planeta. Por azar, o Brasil e todo o continente latino-americano se igualam às mais atrasadas sociedades do planeta. Leiam:
As mulheres estão tomando conta do tráfico de drogas na região do Cariri, sul do Ceará, segundo a polícia informou nesta sexta-feira (10). O motivo principal dessas mulheres entrarem no tráfico, é que a maioria delas está com o marido ou companheiro preso. Enquanto eles cumprem pena lá dentro, elas continuam com a atividade do tráfico fora.
Nesta sexta-feira (10), de sete pessoas presas, em Juazeiro do Norte, no Cariri, seis são mulheres, duas delas adolescentes. O fato, segundo a polícia, mostra ser cada vez maior a participação delas no tráfico. No ano passado, 47 mulheres foram presas por este crime. Em menos de dois meses de 2012, já são 11 mulheres envolvidas com o tráfico de drogas. Com as suspeitas, foram encontrados maconha, crack, cocaína, além de celulares, câmeras fotográficas e dinheiro. Do site G1

domingo, outubro 16, 2011

MISÉRIA E ATRASO MANTÊM PT NO PODER

O governo federal gastou, no ano passado, 17% do Orçamento com transferências de dinheiro à população de baixa renda ou desempregada. Foram R$ 114 bilhões repassados diretamente às mãos de 31,8 milhões de pessoas. Se forem incluídos programas de transferência de renda de menor escala, o volume de verbas repassadas atinge R$ 116 bilhões. Isso é mais do que o dobro de todo o investimento da União somado - R$ 44,6 bilhões -, incluindo a parcela para construção de estradas e obras de infraestrutura.
O custo dos benefícios sociais em espécie reflete apenas parte da chamada rede de proteção social brasileira. Estão na lista: aposentadoria rural, Benefício de Prestação Continuada (BPC), Renda Mensal Vitalícia (RMV), seguro-desemprego, abono salarial e Bolsa Família. Eles consomem 3,1% do PIB (Produto Interno Bruto). Os cálculos foram feitos a partir de números levantados pelo economista especializado em contas públicas Raul Velloso.
O peso dos diferentes mecanismos de transferência de renda no Orçamento federal divide opiniões entre especialistas. De um lado, há quem considere as despesas exageradas, praticamente um empecilho para o desenvolvimento, enquanto outros veem a necessidade até de aumentar gastos para reduzir a pobreza e a desigualdade.
Para Velloso, o governo gasta demais e deixa à míngua a rubrica de investimentos. Pior, repassa dinheiro a quem não está na base da pirâmide e não precisaria de tamanha ajuda governamental. A crítica não se dirige ao Bolsa Família, mas a benefícios como a aposentadoria rural e o BPC, que pagam um salário mínimo mensal. Embora atendam menos pessoas, têm orçamento maior do que o Bolsa Família.
O economista considera insustentável o sistema de reajuste do salário mínimo adotado no governo Lula, que atrelou o índice não só à reposição da inflação, mas ao crescimento do PIB. Ele frisa que a fatia do Orçamento destinada a investimentos caiu de 16%, em 1987, um ano antes da Constituição, para 6,8%, em 2010.
- Que país faz isso? Estão comprometendo o futuro em matéria de crescimento e emprego. Estão dando mais hoje e tirando emprego lá na frente - resume Velloso. Leia MAIS

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terça-feira, setembro 27, 2011

GOVERNO DO PT DESVIA VERBAS DA SAÚDE PARA BOLSA FAMÍLIA, PROGRAMA TRANSFORMADO EM SIMPLES COMPRA DE VOTOS.

A saúde perdeu espaço no Orçamento da União ao longo dos últimos dez anos, enquanto o governo federal preferiu priorizar, na área social, a expansão dos programas de transferência direta de renda para as famílias.
Um levantamento da evolução dos gastos sociais ajuda a entender por que entidades e parlamentares defendem reservar para a saúde 10% das receitas da União, como previa projeto aprovado no Senado em 2008, modificado pelos deputados em votação na semana passada.
Conforme a Folha noticiou ontem, 43 dos 81 senadores dizem apoiar a retomada da proposta original.
Se utilizados os critérios do texto, a fatia orçamentária do setor caiu de 8%, em 2000, para 6,8% no ano passado -equivalentes a R$ 60,6 bilhões, segundo dados do Tesouro Nacional.
Para manter a mesma participação de dez anos antes, o gasto deveria ter chegado a R$ 71,2 bilhões em 2010. Para atingir o patamar previsto na proposta aprovada pelos senadores, a R$ 89 bilhões.

BOLSA FAMÍLIA

No período, fica clara a opção pelos programas de renda que dividem com a saúde os recursos da seguridade social, caso de Previdência, assistência e seguro-desemprego. Essas despesas foram puxadas por reajustes do salário mínimo e iniciativas como o programa Bolsa Família.
Em 2000, gastava-se com assistência social e amparo aos trabalhadores 4,2% das receitas, pouco mais da metade das verbas da saúde. No ano passado, o percentual destinado aos dois setores chegou a 7,9%.
A Previdência Social manteve, com folga, a maior parcela do Orçamento, que só oscilou de 37% para 36,6% porque as aposentadorias dos servidores públicos não aumentaram tanto quanto as do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
A evolução da fatia orçamentária é um indicador da prioridade atribuída pelo governo a um determinado grupo de despesas. A legislação atual garante à saúde um volume previsível de gastos federais, mas não o seu lugar na hierarquia das políticas a cargo da União.

EMENDA 29

Aprovada em 2000, a emenda constitucional que trata do financiamento do setor prevê, até a aprovação de uma lei complementar, reajuste anual das gastos federais de acordo com o crescimento da economia, ou seja, do Produto Interno Bruto.
Essa regra tende a proteger e a elevar gradualmente o valor real das despesas em saúde -nos últimos dez anos, o PIB só cresceu abaixo da inflação em 2009.
Com a fixação de percentuais da receita, o grau de prioridade fica assegurado, mas o volume de recursos pode cair em caso de uma menor arrecadação. Nos últimos anos, no entanto, a carga tributária teve alta praticamente ininterrupta.
Nos últimos dez anos, a seguridade ampliou sua participação nas receitas, de pouco menos para pouco mais da metade do total.
Pela Constituição, a seguridade fica com os recursos das contribuições sociais -a extinta CPMF, por exemplo, ajudava a financiar saúde, previdência e assistência.
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse ontem que o Planalto "não vai capitanear a curto prazo" a criação de um novo imposto para a saúde e considerou "muito difícil" levar a ideia adiante no ano eleitoral de 2012. Da Folha de S. Paulo desta terça-feira


MEU COMENTÁRIO: Seria uma estupidez condenar os programas sociais. Todavia esquemas como Bolsa Família devem ter caráter temporário e pontual e socorrer realmente aqueles comprovadamente necessitados. O que não pode é transformar programas de assistência social em moeda de troca eleitoral.
Há algum tempo a revista Veja publicou uma reportagem sobre esse tipo de assistência social nos Estados Unidos. Lá, uma versão dos programas sociais do tipo Bolsa Família, já existem há muitos anos, entretanto as pessoas que necessitam dessa ajuda emergencial têm de se submeter aos critérios que são rígidos. O objetivo fundamental nos Estados Unidos com essas ajudas emergenciais é introduzir essa população eventualemente marginalizada para dentro do processo produtivo.
Pelo menos, antes do governo de Barack Obama, tais ajudas sociais nunca foram sequer mencionadas pelos Presidentes americanos. Jamais foram transformadas em compra de votos. Nunca se ouviu, por exemplo, o Presidente George W. Bush se referir à 'bolsa família' americana.
Também nos Estados Unidos as verbas destinadas a esses programas sociais são decididas pelo Poder Legislativo e sequer mencionadas pelo Executivo. Eis aí a grande diferença de critérios.
Foi durante o governo Clinton que programas assistências começaram a ser utilizados eleitoralmente e coincidem com a explosão da conhecida bolha suprime. Clinton determinou que fossem facilitados os empréstimos para pessoas carentes adquirir moradias. O rombo começou aí mas serviu mais adiante para eleger Obama.
Excesso e descontrole em verbas destinadas a suprir emergencialmente setores carentes quando transformadas em compra de votos acabam solapando as bases da economia. O progresso econômico é gerado pelo empreendedorismo, na luta pela vida e pelo trabalho incessante de todos. Quando se aniquilam os mecanismos que incentivam o trabalho a economia afunda. 
No caso brasileiro o aumento indiscriminado do programa bolsa família, sem que haja rigor na cobrança de uma contrapartida dos beneficiários, inibe o incentivo ao trabalho e premia a indolência.
Ao mesmo tempo, como se vê na reportagem da Folha que transcrevo acima, verifica-se que parcela importante dos recursos para a saúde são desviados do seu destino constitucional. E a coisa termina assim: faltam recursos para a saúde, precisa então que se crie mais um imposto ou se ressucite a CPMF, quando na verdade o governo do PT manobra de forma vil e traiçoeira os recursos depredando o sistema de saúde para garantir o voto de cabresto que lhe proporciona o programa Bolsa Família. Em seguida manda a conta para a combalida classe média pagar.

segunda-feira, novembro 08, 2010

ÀS VÉSPERAS DA ELEIÇÃO, GOVERNO CONTRAIU EMPRÉSTIMO DO BIRD DE R$ 343,8 MILHÕES PARA 'REFORÇAR' PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA

Vejam só: Esta matéria está no site RC7, postada no dia 17 de setembro deste ano, portando à vésperas das eleições. Este post complemente o que está abaixo, sobre o fato de que o governo Lula anunciou que o Brasil tem altas reservas monetárias e emprestou dinheiro para o FMI. Como é que contraiu esses vuloso empréstimo para financiar o programa Bolsa Família. Esses empréstimos são obrigados a passar pela aprovação do Senado. Leiam:

O Bird (Banco Mundial) aprovou nesta sexta-feira (17/09/2010) um empréstimo de R$ 343,8 milhões (US$ 200 milhões) para reforçar o Bolsa Família – programa do governo federal que beneficia famílias de baixa renda.

O dinheiro será usado para fortalecer atividades de gerenciamento do programa - como o cadastramento de beneficiários e a consolidação de um sistema de avaliação - e financiará a integração do Bolsa Família com investimentos em educação e cursos de formação profissional. 


O empréstimo compõe a segunda fase do programa de apoio do Bird ao Bolsa Família. A primeira fase contou com empréstimo de R$ 983,2 milhões (US$ 572 milhões), aprovado em 2004. 


O Brasil terá 30 anos para pagar o segundo empréstimo, que tem juros variáveis e está atrelado ao cumprimento de compromissos. O país começará a pagar só em 2015. 

Entre as metas estipuladas para a segunda fase estão o acesso ao benefício de 75% das famílias mais pobres; 90% das crianças de famílias beneficiadas em idade escolar que efetivamente frequentam a escola; 75% das crianças com até seis anos; e 75% das mulheres grávidas em dia com as exigências de saúde impostas a quem participa do programa, como exame pré-natal e vacinação. 

Atualmente, o Bolsa Família atinge 12,7 milhões de famílias e, conforme o Bird, ajudou a tirar cerca de 20 milhões de pessoas da pobreza entre 2003 e 2009. Nesse período, a parcela da população que recebe menos de R$ 3,40 (US$ 2) por dia caiu de 22% para 7% da população.
Do site RC7

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sexta-feira, outubro 08, 2010

A HERANÇA BENDITA DE FHC VILIPENDIADA PELO PT


Um leitor acabou de deixar um comentário aqui no blog no post abaixo deste, dando o link para este vídeo que reporta o evento de lançamento do programa Bolsa Família. Na ocasião, Lula em seu discurso reconheceu que a idéia de juntar em um só programa todos os mecanismos de assistência social criados pelo governo de Fernando Henrique Cardoso, foi do governador de Goiás, o tucano Marconi Perillo. A idéia de um cartão magnético para identificar os beneficiados também foi idéia do tucano goiano.

Lula na época fez justiça e admitiu que a idéia da unificação das bolsas escola e alimentação e programas correlatos foi do governador tucano.

Nessa altura do campeonato o Fome Zero já tinha ido para o espaço, como de fato foi. Faço a postagem do vídeo para mostrar de forma muito clara que aquilo que Lula e o PT qualificam de herança maldita é uma herança bendita para milhares de famílias que recebem o auxílio criado pelo governo tucano de Fernando Henrique Cardoso. Só que no tempo de FHC havia uma contrapartida das famílias que seriam obrigadas a matricular os filhos na escola. Havia um caráter educativo e construtivo, sem qualquer viés eleitoreiro.

Se Lula e seus sequazes fossem honestos reconheceriam que todas as bases dosdesenvolvimento econômico e da estabilidade foram formulados no Governo de Fernando Henrique Cardoso. E quando esses projetos foram submetidos à aprovação do Congresso os petistas acusaram de "esmola". Lula os criticou e há vídeos em que ele detona FHC.

Além dos programas sociais o governo de Fernando Henrique promoveu a privatização da telefonia e hoje qualquer pessoa pode ter o seu telefone, embora o PT continue acusando FHC. Perguntem para os mais de 100 milhões de usurários do sistema de telefonia se desejam que o serviço seja reestatizado? Perguntem se querem que a Vale seja reestatizada, porquanto é hoje uma empresa que está entre os maiores contribuintes da receita fiscal do Estado e gera um montão de empregos.

É bom lembrar ainda que foi Fernando Henrique Cardoso, como Ministro da Fazenda do governo Itamar Franco, que criou e implantou o Plano Real acabando com a absurda inflação que corroía os salários, principalmente dos mais pobres, do dia para a noite. Muitos não se lembram ou eram ainda cranças. Mas por causa da inflação os ricaços enchiam os bolsos no chamado "over night" oferecido pelos bancos. Os ricaços aplicavam num dia para retirar no outro seu dinheiro corrigido por alto índice decorrente da inflação, o que os pobres e até a média classe média não podiam fazer e viam seus salários evaporarem da noite para o dia.

O PT foi contra o Plano Real. O PT foi contra as bolsas de auxílio, o PT foi contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. Enfim, o PT sempre foi contra tudo.
Passada a crise econômica enfrentada pelo governo FHC, muito pior do que essa crise que quase não teve impacto no Brasil, a economia mundial experimentou uma década de bonança. E o que fez o PT? Nada. Fez apenas marketing com a idéia dos outros, quando não estava bisbilhotando o sigilo fiscal e bancário alheio, quando não estava operando o mensalão ou quando seus áulicos não estavam se divertindo e metendo a mão nos cofres públicos com cartões corporativos ou em generosas propinas em dinheiro vivo circulando dentro do Palácio do Planalto, na Casa Civil, conforme a recente denúncia da revista Veja.

Não satisfeitos com a prática de todas essas iniqüidades Lula e seus sequazes agora desejam amordaçar a imprensa, o primeiro passo para a consolidação de uma ditadura. E Lula, o 'cara' genial, pretende empurrar goela abaixo dos brasileiros a Dilma, cujo destaque biográfico é ter sido assaltante e terrorista. Dilma nunca concorreu sequer a um cargo em grêmio estudantil.

É por essas e outras que o slogan da campanha do Serra diz tudo: O Brasil pode Mais. E pode, desde que o governo seja entregue a quem tem competência, seriedade e respeito aos brasileiros e, sobretudo, que não faça da mentira e da pilhagem do Estado e dos cofres estatais a principal ação do governo.

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